Lista #8: Top 3 pra curtir o Halloween

Oi pessoal, tudo bem?

Em outubro, o tema da coluna Uma Amiga Indicou (uma parceria com os blogs Estante da Ale, Caverna Literária, A Colecionadora de HistóriasInterrupted Dreamer e Tear de Informações) não poderia ser outro: Halloween! 🎃

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Eu reuni 3 dicas para vocês curtirem a data em grande estilo. Vamos lá? 🦇

Os Outros

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Eu não sou muito fã de filmes de terror porque sou medrosa e me impressiono fácil. Apesar de Os Outros ser considerado mais um suspense que um terror propriamente dito, ainda assim o filme rende cenas assustadoras e momentos de tensão. O final é surpreendente e é difícil não se arrepiar. É um filme meio antigo, mas se você ainda não conhece, vale a pena. 😉

Mindhunter

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Assim como não vejo muitos filmes de terror, o mesmo se aplica a séries. Porém, fiquei pensando: tem coisa mais assustadora do que a maldade real, em seu nível mais puro? Mindhunter é uma série baseada em fatos reais que apresenta a criação da Unidade de Ciência Comportamental do FBI, responsável por estudar e mapear o comportamento de serial killers. A frieza dos crimes torna-se ainda mais difícil de digerir quando pensamos que todos os casos apresentados na série ocorreram na vida real.

O Vilarejo – Raphael Montes

o vilarejo raphael montesResenha | Compre aqui

Agora vamos para uma dica de leitura! O Vilarejo é um livro de contos bem bacana, que explora a crueldade e a podridão humanas sob diversas perspectivas – trazendo como principal motor a influência demoníaca. O mais bacana do livro é que os contos estão interligados, apesar de funcionarem de modo independente.

Curtiram as dicas, pessoal? Espero que tenham um Dia das Bruxas cheio de maratonas, leituras, doces e travessuras. 😉

Beijos e até o próximo post!

Assisti, mas não resenhei #2

Oi povo, tudo bem?

Vocês curtiram o primeiro post Assisti, mas não resenhei, por isso resolvi continuar com essa temática. 😀 Bora conhecer mais algumas produções que conferi, mas que nunca ganharam um post exclusivo por aqui?

Sex and the City

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Eu assisti a todas as temporadas de SATC recentemente, mas acabei não resenhando por aqui por se tratar de uma série antiga, que talvez a maioria já conheça. As primeiras três temporadas eu assisti um pouco na força do ódio, mas gostei muito das últimas. O aspecto que mais me conquistou foi, sem dúvidas, o laço de amizade das quatro protagonistas: Carrie, Samantha, Charlotte e Miranda. Elas são totalmente diferentes entre si, com crenças e personalidades distintas, mas que ainda assim conseguem respeitar umas às outras e manter a amizade viva independentemente das mudanças na vida. Quem não gostaria de fazer parte de um grupo assim? ❤

How To Get Away With Murder

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Eu devoreeei a primeira temporada de HTGAWM, que é super instigante e gira em torno de um assassinato. O mais legal é que a série começa com a cena em que as pessoas envolvidas tentam se livrar do corpo e, a partir disso, a trama retrocede para contar como os personagens chegaram naquela situação. É uma ótima primeira temporada! Porém, entretanto, contudo, todavia… a verdade é que com o passar do tempo a série foi adquirindo uma atmosfera de novelão, o que me fez perder o interesse. Eu parei na season 3 e não sei quando (e se) vou continuar. 😦

The Walking Dead

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Eu já fui uma grande fã de The Walking Dead. Acompanhar a tentativa dos humanos de se re-estruturarem após o apocalipse zumbi, acompanhar seus dramas e perdas e testemunhar como os piores inimigos não eram mortos-vivos foi algo que fiz por muito tempo. Acontece que a série acabou se tornando cansativa pra mim, com uma repetição de padrões e plots que me faziam não ter paciência de encarar os longos episódios. Mais um exemplo de série que assisti quase inteira, mas que acabei largando por pura falta de paciência.

Everything Sucks!

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Cancelada após sua única temporada (o que me desestimulou a trazer um post exclusivo a respeito), Everything Sucks! é uma série que retrata a vida de um grupo de estudantes nos anos 90. O aspecto nostálgico é bacana, há representatividade lésbica mas, infelizmente, falta brilho e carisma nos personagens, além de um enredo enfadonho. Não me apaixonei pela trama, apesar de ter assistido super rápido à primeira temporada (provavelmente por falta de opção melhor na época).

Quem aí também assistiu a alguma dessas séries?
Beijos e até o próximo post. 😘

5 livros que falam sobre saúde mental

Oi pessoal, tudo bem?

Para quem não conhece, o Setembro Amarelo é uma iniciativa brasileira que tem como objetivo a prevenção ao suicídio. Falar sobre saúde mental ainda é um tabu para muitas pessoas, e precisamos desestigmatizar esse assunto para que seja cada vez mais natural falar a respeito. 🙂 Pensando nisso, decidi fazer uma lista com 5 livros que recomendo e têm saúde mental como um dos principais pilares.

Por Lugares Incríveis

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Esse é um dos livros mais tristes que eu já li, e me causou uma ressaca literária gigantesca (além de uma grande quantidade de lágrimas rs). A trama gira em torno de dois personagens depressivos, Violet e Finch, que acabam se conhecendo da maneira mais inusitada: ele a impede de se matar. Porém, o próprio Finch pensa muito no próprio suicídio, ainda que consiga esconder a doença das pessoas que o cercam. É um livro que traz esperança em alguns aspectos, mas também revela as consequências desastrosas da negligência. 😦

A Lista Negra (ou A Lista do Ódio)

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Um livro doloroso, que traz os tiroteios em massa (e suas consequências) como centro da narrativa. Após anos de bullying, Nick Levil decide atirar em seus colegas de escola, suicidando-se logo em seguida. Desolada pela perda e com uma sensação esmagadora de culpa, sua namorada, Val, passa os dias deprimida, tentando entender o que aconteceu. O mais bacana da obra é que ela traz a psicoterapia como algo fundamental no processo de cura, evidenciando como é importante pedir ajuda quando temos uma ferida tão profunda.

Eleanor & Park

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Outro exemplo de livro que traz o bullying como tema, mas também a falta de estrutura familiar. Com diversos problemas de autoestima – e possivelmente um quadro depressivo – Eleanor é uma personagem que sofre muito com a própria aparência e com a situação que enfrenta em casa. A obra aborda como relacionamentos abusivos podem destruir a sensação de segurança de uma pessoa, transformando o que deveria ser um lar em uma verdadeira tortura. Felizmente, a obra ainda consegue manter a doçura ao abordar o relacionamento com Park, um rapaz que enxerga em Eleanor todas as qualidades que ela mesma não vê.

Lendo de Cabeça Para Baixo

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Apesar de ser um chick-lit divertido e cheio de situações engraçadas, o início da trama tem um clima bem pesado: Ros foi abandonada no altar e entrou em depressão. Sem forças para comer, tomar banho, trabalhar e socializar, a personagem chegou ao fundo do poço. Aqui temos um exemplo positivo de como a família e os amigos podem ser essenciais na superação da doença (além de encontrar um propósito de vida que, no caso de Ros, é a livraria).

A Mulher na Cabine 10

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Lo Blacklock tinha uma vida normal, até que uma invasão domiciliar vira sua vida de cabeça para baixo. A personagem desenvolve o Transtorno do Estresse Pós-Traumático, enfrenta problemas para dormir, passa a duvidar de sua sanidade… A doença acaba sendo um recurso literário para causar mais desconfiança no leitor, não tendo um desenvolvimento mais voltado para o processo de cura, mas ainda assim demonstra como um trauma pode reverberar por muito tempo.

Gostaram das indicações, pessoal? Já leram algum dos livros?
Lembrando que, se você estiver precisando de ajuda ou sabe de alguém que precisa, o número do Centro de Valorização da Vida é 188.

Beijos e até o próximo post. 💛

Lista #7: Pais da literatura

Oi gente, tudo bem?

Em primeiro lugar, gostaria de desejar a todos o melhor Dia dos Pais possível. ❤ Para muita gente essa não é uma data fácil, mas espero que vocês tenham um bom domingo apesar disso. E para quem essa data representa coisas boas, eu desejo muita celebração e amor!

No clima da data, a coluna Uma Amiga Indicou (uma parceria com os blogs Estante da Ale, Caverna Literária, A Colecionadora de Histórias e Interrupted Dreamer) se uniu para fazer uma lista com exemplos de pais incríveis (e outros nem tão incríveis assim…) da literatura. Bora conferir? 😉

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Exemplo de paizão

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Alessandra: Sr. Bennet – Orgulho e Preconceito
Um exemplo de pai amoroso e compreensivo. Que busca apenas a felicidade das filhas. Um grande exemplo disso é a sua famosa frase que num momento de desespero para Lizzie acalmou seu coração: “se você não se casar com Mr. Collins, sua mãe nunca mais a verá de novo. E eu nunca mais a verei se você se casar”. É ou não é um dos maiores atos de amor, principalmente para a época representada?
Carol Antonucci: Nate Pullman – Extraordinário
Quando se trata desse livro, todos lembram e admiram (com razão!!) a Isabel, mãe de August, mas o pai dele também é extremamente amoroso e companheiro do filho. Ele o incentiva a enfrentar seus medos, lhe dá coragem, e é uma figura paterna inspiradora. Um paizão que merece ser lembrado!
Carol Cristina: Maverick – O ódio que você semeia (Angie Thomas)
QUE PAIZÃO! Maverick (pai de Starr, Seven e Sekani) antes de se casar com a mãe dela tinha envolvimento com o tráfico local, mas mudou totalmente de vida. Virou dono de um mercadinho local, e durante o livro soube estimular o senso crítico, dar o exemplo e ensinamentos valiosos para seus filhos. Esse pai sabe quem foi e quem é, não abandona seus valores, é amoroso e presente, luta pela família e por seus semelhantes, passa por injustiças mas nunca desiste!
Pâmela: Chris Astor – A Menina que Semeava
Esse pai é maravilhoso e lembra muito os papais que contam histórias antes de dormir para que seus filhos possam ter um bom sono, só que nesse caso não é apenas no sono. Ele passa uma barra com a filha com câncer e ainda ter que lidar com a ex-mulher insuportável…. No entanto, para ajudar a filha a ter esperança, cria um mundo maravilhoso para a mesma viver além da imaginação.
Priscilla: Sr. Covey – Trilogia Para Todos os Garotos Que Já Amei
Viúvo e com 3 filhas mulheres, Dan Covey é um grande exemplo de pai dedicado e atencioso, que se esforça ao máximo para entendê-las e ajudá-las. Sempre buscando manter as tradições coreanas de sua falecida esposa vivas na família, o pai da Lara Jean é aquele tipo de personagem que é impossível não gostar. Seria incrível se todos os pais seguissem o exemplo do Sr. Covey e assumissem seus papeis ativamente na criação dos filhos, né não?

Pai embuste

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Alessandra: Madoc – O Príncipe Cruel (Série O Povo do Ar)
Madoc é o pai adotivo das gêmeas Jude (protagonista da série) e Taryn e também é o responsável pela morte da mãe e do verdadeiro pai das duas garotas. Acho que deu para entender o nível de crueldade desse moço, né? Sim, ele cria as órfãs, porém de uma maneira fria e distante. E nem posso contar as traições que comete no decorrer da obra, pois seria um grande spoiler.
Carol Antonucci: Donovan O’Neil – Novembro, 9
Um cara famoso, um pai ausente, que só encontra a filha para contar as novidades de sua vida e da nova esposa, sem se tocar no quanto o evento que queimou boa parte do corpo de sua filha, ainda a traumatizava. Temos pais mais embustes que isso, certamente, mas esse ganhou meu ranço.
Carol Cristina: Anderson – Série Estilhaça-me (Tahereh Mafi)
PENSEM NUM SER DESPREZÍVEL! Anderson é o pai de Warner na série, e comandante supremo do Restabelecimento. Desgraçou com a vida do meu Aaron Warner, a cabeça do rapaz é toda psicologicamente ferrada por causa das atrocidades que o pai fazia e o obrigava a fazer também. Anderson não sente um pingo de amor por Warner, odeia tudo o que o filho ama e o faz sofrer “para que se torne melhor e mais forte”. Esse é um pai que faz coisas inacreditáveis pra tentar fazer do filho um monstro como ele!
Pâmela: Sr. Thénardier- Os Miseráveis
Ô homenzinho sem-vergonha e insuportável juntamente com a esposa, mas vamos focar no senhor. No final você até fica com um pouco de dó dele? Bem pouco, mas durante toda a obra, ele dificulta a vida de Cosette, Fantine e, mais tarde, Marius, além de ser um exemplo de corrupção em meados de 1800. Além disso, os filhos, por mais que possam parecer arrogantes, na verdade, são apenas necessitados de carinho e de um ombro e até disso eles privam o mais jovem deles. É fogo!
Priscilla: Jonny Rokeby – Série Cormoran Strike
O pai de Strike é a personificação da babaquice: o outrora rockstar engravidou uma de suas groupies, Leda, e nunca quis envolvimento algum com ela ou com a criança. Além disso, na única vez em que Strike precisou dele (com um pedido de empréstimo financeiro), Rokeby colocou até advogados para cobrá-lo, sem o menor pudor. Outro aspecto enfurecedor é que ele tem outros filhos, para os quais ele dá suporte – ou seja, o personagem é um retrato bem realista de muuuitos exemplos de pais que encontramos por aí, que ignoram a existência dos filhos e/ou só dão importância para suas novas famílias. Péssimo!

E vocês, quem colocariam nessa lista? 😉
Beijos e até o próximo post!

Top 5 coisas favoritas em Stranger Things 3

Oi galera, tudo bem?

Agora que já faz três semanas que Stranger Things 3 estreou, resolvi trazer pra vocês meus pontos favoritos sobre a temporada. ❤ Dei um tempinho pra falar a respeito pra que mais pessoas pudessem ter terminado de assistir, então esse post CONTÉM SPOILERS, ok?

1) Empoderamento feminino

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Uma coisa que Stranger Things 3 acertou em cheio foi a representação das mulheres na série. Até a segunda temporada, infelizmente não havíamos tido muitas interações relevantes entre mulheres, tendo uma grande repetição da Síndrome da Smurfete: uma mulher badass no meio de um núcleo masculino. Em Stranger Things 3, tivemos três ótimas discussões nesse sentido. A primeira delas diz respeito à amizade de Eleven e Max: as duas, que começaram a relação com animosidade, tornaram-se grandes amigas. Isso é positivo por diversas questões: mostra que mulheres podem ser amigas e que a rivalidade é nociva, trouxe mais independência e segurança para Eleven como indivíduo e fortaleceu a sororidade. Amei demais! ❤ A segunda discussão importante diz respeito ao trabalho de Nancy, que agora é estagiária no jornal local e tem que ouvir piadas misóginas enquanto serve café – mesmo tendo um instinto muito mais aguçado do que os jornalistas homens que a ridicularizam. A série evidencia o quanto era complicado para as mulheres na época conseguirem seu espaço (uma realidade que ainda hoje acontece). Felizmente, a jovem não desiste de seus objetivos, apesar de se sentir emocionalmente abalada. Por fim, esse plot do jornal nos deu um terceiro momento valioso: a conversa entre Nancy e sua mãe, Karen. Além da demonstração de afeto de Nancy, que revela se inspirar na figura materna, também temos uma lição valiosa de Karen, que impulsiona Nancy e não desistir de seus objetivos e não se deixar vencer pelo machismo que ela enfrenta. Um dos melhores diálogos da temporada! ❤

2) Ritmo alucinante

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Em diversos momentos da temporada eu literalmente segurei a respiração. Stranger Things 3 está recheada de cenas de perseguição e outras tantas de muita tensão. Há um quê de filme de terror na temporada, em que você fica ansioso pelo que vai acontecer e com medo pelo destino dos personagens. Nenhuma temporada antes tinha me causado tanta ansiedade quanto essa, e a vontade de maratonar era insaciável. Do início ao fim, Stranger Things 3 se mantém envolvente e eletrizante, mostrando o quanto a série cresceu.

3) Vários núcleos de personagens

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Durante a temporada, vemos os personagens interagindo com pessoas diferentes e envolvendo-se em missões distintas – ainda que ligadas ao mesmo objetivo. Foi muito legal ver Nancy e Jonathan investigando a questão dos fertilizantes enquanto Eleven e companhia se envolviam na investigação das pessoas ~abduzidas pelo Mind Flayer, por exemplo. Essa dinâmica fez com que a série não ficasse repetitiva e trouxesse novos ares para os personagens, e acho que o núcleo que mais se beneficiou disso foi o de Dustin e Steve: como não amar todas as cenas deles com Robin e Erica?

4) Novos (e representativos!) personagens

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Isso nos traz a um item muito bacana da temporada: Stranger Things 3 apresentou sua primeira personagem assumidamente LGBT. Robin roubou a cena durante toda a temporada e, apesar de eu tê-la shippado com o Steve (afinal, meu nenê merece uma namorada tão incrível quanto a Robin), a cena em que ela revela ser lésbica foi emocionante. Além da excelente reação super natural do Steve, apesar de estar apaixonado por ela, foi um grande passo em termos de representatividade – especialmente quando consideramos que, se hoje o preconceito ainda é enorme, nos anos 80 deveria ser mil vezes pior. Além de Robin, tivemos a adição de mais uma personagem negra de modo recorrente e importante na temporada, a atrevida Erica (irmã mais nova de Lucas, que já havia aparecido na season 2). Adorei as interações dela com o grupo e espero que ela participe ativamente da próxima temporada também! 

5) Amadurecimento

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O mote principal da divulgação da terceira temporada foi “eles não são mais crianças”, e a série conseguiu trabalhar em cima desse conceito com sucesso. Isso fica nítido na sensação de deslocamento de Will (cuja infância foi de certa forma roubada), que agora vê seus amigos mais preocupados com namoradas do que com passar tempo juntos jogando e se divertindo; fica nítido também nas dificuldades de Nancy e Jonathan ao enfrentar os primeiros dilemas da vida adulta; e, principalmente, é reforçado no final emocionante da temporada. A perda de Hopper traz uma carga emocional muito importante para todos os protagonistas, demonstrando que os perigos que eles enfrentam são reais e que a vida também pode ser cheia de dor. Para um grupo tão jovem quanto o de Eleven e companhia, é uma lição bastante dura de aprender. E o fato dela ter acontecido enfatiza a necessidade de se adaptar às mudanças e amadurecer (e isso que eu, com quase 26 anos na cara, chorei que nem criança na cena da carta).

E vocês, o que acharam da temporada? Me contem nos comentários, vou adorar saber! ❤
E não esqueçam de deixar 8 centímetros de porta aberta! :’)

Livros para presentear no Dia dos Namorados

Oi meu povo, tudo bem?

Dia dos Namorados tá chegando, e se tem um presente que um leitor nunca recusa são livros! ❤ Pensando nisso, fiz uma listinha com indicações bem bacanas para vocês presentearem quem amam ou mandarem pro crush como uma indireta bem direta. 😂

A Revolução dos Bichos – George Orwell

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Para uma leitura politizada, mas ainda assim didática, nada melhor que A Revolução dos Bichos (um dos meus livros favoritos, por sinal).

Trilogia Jogos Vorazes – Suzanne Collins

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Quase todo mundo já deve conhecer Jogos Vorazes, nem que seja pelos filmes. Ainda assim, é uma trilogia que vale a pena indicar. Se você ainda não leu, dê uma chance! Tem ação, um universo criativo, bons personagens e o romance não é exagerado e nem rouba o foco da trama.

Como Eu Era Antes de Você – Jojo Moyes

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Não poderia faltar uma indicação de romance na lista, né? Eu amo esse livro, de verdade. Os personagens são incríveis, os diálogos são ótimos e o desenvolvimento é emocionante. Não li os volumes seguintes, mas esse eu indico de olhos fechados.

Série As Quatro Estações do Amor – Lisa Kleypas

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Quer ler uma série de romance de época curta e fofa? As Quatro Estações do Amor é a escolha certa!

Série Cormoran Strike – Robert Galbraith

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Se você ou o mozão gostam de literatura policial, fica a dica: os livros da série Cormoran Strike (escritos por J. K. Rowling sob o pseudônimo de Robert Galbraith) são incríveis. A escrita é envolvente e a dupla de detetives conquista sem esforço. Sou fã!

Trilogia Para Todos os Garotos Que Já Amei – Jenny Han

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Outro exemplo de fofura que tem tudo a ver com o Dia dos Namorados. Jenny Han constrói um romance adolescente cativante, que aquece o coração!

Clube da Luta Feminista – Jessica Bennett

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Vocês devem estar cansados de me ver indicando esse livro, mas o que eu posso fazer se ele é maravilhoso? 🙈 Com dicas práticas e dados reais, Jessica Bennett elucida diversas questões sobre o machismo no ambiente corporativo e nos ajuda a combatê-lo.

Entrevista com o Vampiro: A História de Cláudia – Anne Rice e Ashley Marie Witter

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Pra quem curte graphic novels, essa é simplesmente imperdível. Com o traço mais lindo que eu já vi na vida, a obra conta parte do enredo de Entrevista com o Vampiro – sob o olhar da jovem Cláudia.

Love Is: Ilustrações Sobre o Amor – Puuung

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Mais um exemplo de graphic novel, Love Is é uma obra que aquece o coração graças à sua simplicidade. Com ilustrações delicadas sobre o cotidiano de um relacionamento, Puuung celebra os pequenos gestos que mantêm o amor aceso.

E vocês, qual dessas obras vocês gostariam de ganhar no próximo Dia dos Namorados? Me contem nos comentários! ❤

Beijos e até o próximo post.

Lista #6: Livros com mães memoráveis

Oi gente, tudo bem?

O mês de maio foi uma loucura pra mim, por isso não consegui publicar no prazo o post da coluna Uma Amiga Indicou (uma parceria com os blogs Estante da Ale, Caverna Literária, A Colecionadora de Histórias e Interrupted Dreamer). Me perdoem pelo vacilo, meninas! 🙈

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Para maio, uma das nossas opções de assunto era o Dia das Mães, e eu fiz uma lista com livros que trazem mães memoráveis (a lista não segue uma ordem de preferência, mas sim a ordem alfabética dos livros que originaram as personagens). Espero que gostem! 😉

Sra. Lancaster – A Culpa é das Estrelas

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A mãe de Hazel é um exemplo de força e faz tudo para que a filha tenha a vida mais confortável e plena possível, apesar das circunstâncias. As cenas das duas são bem emocionantes e é possível sentir o amor e a dedicação existentes na relação familiar.

Camilla Traynor – Como Eu Era Antes de Você

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A mãe de Will, Camilla, também enfrenta uma situação difícil (assim como a Sra. Lancaster). Lidar com a tetraplegia do filho e com seu desejo pela eutanásia é um grande e dolorido desafio, e nem sempre ela consegue respeitar as vontades de Will. Ainda assim, o amor dela é inegável e ela não mede esforços para fazê-lo feliz.

Lilian Potter e Molly Weasley – Harry Potter

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O que dizer da mãe cujo amor protegeu O Escolhido? Lilian não hesitou em se sacrificar para proteger Harry, e o sentimento seguiu com o garoto por toda a sua vida – inclusive impedindo o Lorde das Trevas de tocar nele. E o que dizer da segunda mãe de Harry? Molly Weasley não apenas “adotou” o garoto em sua família como também dedicou todo o amor a cada um de seus filhos. Dois exemplos de mães incríveis!

Cecilia, Rachel e Tess – O Segredo do Meu Marido

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Três mulheres totalmente diferentes entre si, mas com algo muito forte em comum: a maternidade e a capacidade de fazer coisas impensáveis pelo bem dos filhos. Cecilia, para protegê-los, estava disposta a guardar um segredo terrível; Rachel, que nunca superou a morte da filha, tomou atitudes extremas; e Tess “liberou” o marido para ter um caso, desde que não afetasse o filho. De maneiras imperfeitas e muito particulares, as três são exemplos de mulheres e mães memoráveis da literatura.

Marcelline Noirot – Sedução da Seda

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Ambiciosa e talentosa, Marcelline enfrentou diversos preconceitos em uma época que não favorecia mulheres empreendedoras. Tudo que ela faz é para dar uma vida digna à filha, fruto de um casamento que terminou com a morte prematura de seu marido. Desde então, Marcelline não mede esforços para, sozinha, criar a filha da melhor forma possível, mesmo com as adversidades.

Jean McClellan – Vox

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Vivendo em um futuro ditatorial no qual as mulheres podem dizer somente 100 palavras por dia, a Dra. Jean vê seu filho mais velho sucumbir ao sistema e a filha mais nova desde cedo aprender que não deve falar. Quando a oportunidade de mudar essa situação surge, Jean se envolve em um projeto complexo e perigoso, visando apenas a chance de dar um futuro melhor à sua filha.

Gostaram da lista, pessoal?
Quem mais vocês incluiriam nela? 😀

Beijos e até o próximo post!