Stranger Things 2: erros e acertos

Oi gente, tudo bem?

Não costumo resenhar séries por temporada aqui no blog e pretendo continuar não o fazendo. Contudo, Stranger Things é um verdadeiro fenômeno e sua continuação foi muito aguardada. Como já resenhei e recomendei a série por aqui, no post de hoje resolvi fazer um balanço entre os erros e acertos da nova temporada. Obviamente, esse post está cheio de spoilers! 😉 Aviso dado, agora vamos lá!

Erros

Pra mim, a temporada realmente ficou boa a partir do 6º episódio (apesar de já ter gostado do 5º). Complicado, considerando que foram apenas 9 no total. Isso quer dizer que mais da metade da season não foi tão bacana quanto eu esperava. Vou tentar explicar o porquê:

nancy jonathan stranger things 2

Excesso de plots: ao expandir o universo construído na primeira temporada, acredito que Stranger Things tenha exagerado. Temos a relação Eleven x Hopper, a busca pelo passado de Eleven, as consequências do que aconteceu com Will, a aproximação com Max, o drama familiar de Max, mais crianças parecidas com Eleven, a investigação e exposição da morte de Barb… Foram tantas coisas acontecendo paralelamente que em determinados momentos tive a sensação de estar vendo uma colcha de retalhos. Minha atenção vagou em vários momentos e a vontade de maratonar não foi tão grande (apesar de eu ter feito isso anyway, hihihi). Isso é bem triste, considerando que a série me prendeu já no primeiro episódio na season anterior.

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Kali/Episódio 7: como a primeira cena de Stranger Things 2 foi uma apresentação da 8 (que posteriormente descobrimos se chamar Kali), eu imaginava que ela teria mais importância. No fim, sua participação resumiu-se a um episódio isolado no qual Eleven conhece um pouco mais sobre seu passado e sobre essa antiga amiga/”irmã” de laboratório. A sensação que fica, pelo menos por enquanto, é que foi uma expectativa gerada meio à toa, já que o episódio foi meio fechado em si mesmo. A única coisa útil dele foi que Eleven aprendeu a canalizar melhor seus poderes, o que permitiu à garota vencer o Devorador de Mentes na season finale.

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Dustin vacilão: O QUE FIZERAM COM O MEU DUSTIN??? Se na primeira temporada ele era o garoto mais inteligente e sensato do grupo (sempre com ótimos insights e acabando com as brigas dos amigos), nessa ele foi meio pamonha. Além das piadas dele terem ficado um pouco forçadas em algumas cenas (especialmente nos episódios finais), o Dustin ADOTA UMA LESMA DO MUNDO INVERTIDO COMO PET, PUTA QUE PARIU! Que ideia de jerico foi essa? Tudo bem que ele estivesse encantado pela Max (faz parte da idade), mas o Dustin sempre foi muito esperto. Na primeira temporada ele jamais faria isso, especialmente às custas da segurança dos amigos. Em determinado momento, quando Will revela que aquela “lesma” era oriunda do Mundo Invertido, o Dustin não apenas esconde o fato de que está com ela, como a protege! Sério, essa foi uma das decisões de roteiro mais difíceis de engolir.

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Muito tempo de tela para Billy: Max ganhou importância ao longo da temporada, e acho bacana explorar a personagem e o contexto que a envolve. Mas já entendi que o Billy é um cuzão personagem detestável na primeira cena em que ele surge. Não precisavam ter perdido tanto tempo mostrando o personagem fazendo as mesmas coisas: maltratando a irmã, implicando com o Lucas e provocando o Steve.

Acertos

Agora vamos ao lado bom da temporada? ❤ Felizmente, eles foram mais abundantes (apesar de terem levado alguns episódios pra acontecer):

will byers stranger things 2

Will em destaque: eu me afeiçoei ao Will de cara na primeira temporada. Sempre que Jonathan ou Joyce se lembravam dele, eu podia perceber a criança doce e cativante que ele era. Por isso, estava ansiosa pra vê-lo com maior destaque na continuação, e isso felizmente aconteceu (apesar das circunstâncias difíceis). Noah Schnapp dá um show de atuação, especialmente nos momentos em que vemos Will lidando com o fato de estar conectado ao mal que assola Hawkins e sofrendo as consequências do que aconteceu no ano anterior.

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Steve “Awesome” Harrington: apesar de Steve começar a primeira temporada sendo o típico galã meio babaca, eu sempre vi potencial no personagem. Sempre acreditei no seu amor pela Nancy e na sua boa índole – mesmo quando as pessoas o criticavam e diziam que ele era um idiota. QUERO VER FALAREM MAL DELE AGORA HAHAHA! O personagem cresceu muito, teve uma participação ainda mais importante e provou pra todo mundo porque ele merece o lugar dele no meu coração!

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Parceria entre Steve e Dustin: aproveitando que falei do Steve ali em cima, outro acerto da temporada foi a parceria inusitada entre ele e Dustin. Os dois se unem para enfrentar “Dart” (apelido do filhote de Demogorgon que Dustin criou) e, em meio aos planos, Steve dá dicas amorosas pro Dustin e impressiona o garoto ao servir de isca para a criatura. Muito amorzinho! ❤

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Jonancy: eita tensão sexual que não se desenrolava nunca! Apesar de ter ficado de coração partido pelo Steve, eu torcia pelo Jonathan e pela felicidade dele (adoro os underdogs, admito). Consequentemente, queria que ele ficasse com a Nancy, até porque acredito que a química entre eles sempre funcionou muito bem. ❤

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Bob Newby: apesar de shippar a Joyce com o Hopper, gostei muito de Bob, o namorado dela. Ele é um cara legal, que realmente se importa com Joyce e sua família. E depois de viver um relacionamento tóxico com o ex-marido e ainda lidar com toda a situação envolvendo Will, foi bom ver alguém estável capaz de fazer Joyce feliz. Bob é um amorzinho! E, além disso, é interpretado por Sean Astin, o Sam (um dos meus personagens favoritos de O Senhor dos Anéis). ❤ Minha única tristeza em relação a esse personagem foi o seu fim: ele finalmente virou o Bob Super-Herói. 😥 Sofri e chorei com a cena de sua morte, mas também entendo que – sendo realista – o personagem não tinha uma grande função no futuro da série.

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Família Holland lidando com a morte da Barb: uma das coisas estranhas (ba dum tss) da temporada anterior foi a pouca importância dada pro desaparecimento de Barb. Isso chegou até a virar meme na época! Na season atual, porém, os roteiristas deram a devida atenção a isso, concluindo de vez essa ponta solta.

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Trilha sonora: nessa temporada, diversos clássicos fizeram parte da trilha sonora. Além de Should I Stay or Should I Go, tivemos também Rock You Like a Hurricane, Love is a Battlefield, Time After Time, Every Breath You Take… só musicão!

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Baile da Neve: essa cena foi maravilhosa simplesmente pelo fato de dar algum respiro aos personagens. Pela primeira vez desde que tudo aconteceu, pudemos ver as crianças sendo… crianças! E isso traz um pouco de conforto aos nossos corações, principalmente após uma temporada tão intensa e cheia de sofrimento.

Talvez eu tenha sido um pouco grumpy nas minhas críticas, ou talvez o Monstro da Expectativa tenha feito com que eu me decepcionasse um pouco, principalmente no início da temporada. De modo geral, senti que a segunda temporada foi um “filme 2” que foi ótimo, mas não tão bom quanto o “filme original”. No 6º episódio, a série ganhou novamente o ritmo e as características que me fizeram amá-la de cara no ano passado: enredo envolvente, núcleos de personagens interagindo, tensão, suspense e aquela pitadinha de terror. 

Gostaria muito de saber o que vocês acharam da season e também das minhas observações. Me contem nos comentários? 😉

Beijos e até semana que vem!

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5 motivos para assistir Outlander!

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje finalmente estreia a 3ª temporada de Outlander e eu estou empolgadíssima! Já fiz resenha dela aqui no blog (logo que a série começou, em 2014) e mantenho o que disse na época: a série segue como uma das minhas favoritas! E, para fazer um aquecimento para a nova temporada, resolvi listar 5 motivos pelos quais você deve dar uma chance a essa série JÁ!

1) O enredo

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Outlander conta a história de Claire Randall que, ao viajar pela Escócia com o marido em uma segunda lua de mel, acaba sendo transportada 200 anos no passado. Lá, ela conhece Jamie Fraser, um highlander encantador que a protege e por quem ela se apaixona, sendo correspondida. Contudo, em uma época cheia de riscos e com muitos inimigos à espreita, o casal precisa vencer diversos desafios que colocam suas vidas em perigo. Essa é só a pontinha do iceberg do enredo de Outlander. Não tem como não se encantar com a história de amor de Claire e Jamie e torcer para que tudo dê certo. Além de tudo isso, a série é cheia de referências histórias, incluindo momentos como a Revolução Jacobina. A trama é riquíssima, envolvente e deixa o espectador ansiando por mais um episódio.

2) Fotografia e figurinos

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Gente do céu, que ambientação mais linda a dessa série! Seja com as paisagens escocesas da primeira temporada ou nos bailes parisienses da segunda, os cenários são de cair o queixo! Outro aspecto de encher os olhos são os figurinos. Na primeira temporada, os trajes escoceses roubam a cena e já encantam, com seu aspecto mais rústico e cores mais frias. Mas é na segunda temporada que os figurinos ficam ainda mais encantadores. Na França, Jamie e Claire utilizam roupas típicas da região e da época, e cada peça é cheia de detalhes, como os vestidos coloridos de tecidos nobres cheios de bordados e trajes masculinos galantes bem trabalhados.

3) A abertura

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“Sing me a song of a lass that is gone…” Como não se arrepiar quando essa música começa a tocar? Com um arranjo maravilhoso, inspirado nas músicas tradicionais escocesas, e a voz incrível de Raya Yarbrough cantando a melodia, é impossível não ficar apaixonada por essa abertura. As cenas que passam ao fundo também são muito significativas e trazem deslumbres importantes da história. Eis uma abertura que eu não pulo. 😉

4) Protagonista feminina empoderada

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Mesmo em 1945, Claire já era uma mulher à frente de seu tempo. Teimosa, forte, determinada, bem resolvida sexualmente, independente, excelente profissional… esses são só alguns dos atributos que passam pela minha cabeça quando penso na Claire. E isso se mantém em evidência mesmo quando ela volta no tempo: ela não baixa a cabeça para ninguém, sendo ousada e atrevida – características vistas com maus olhos na época. Claro que, sob alguns aspectos, a personagem precisa ceder, já que se encontra em uma posição e em um contexto totalmente diferente, mas isso mostra também sua versatilidade e adaptabilidade. A personagem também vai contra os estereótipos de mocinha indefesa ao partir para a ação em diversos momentos (dadas suas limitações). Ela arquiteta planos e não teme fazer o que for necessário para proteger as pessoas que ama. Além de tudo isso, também é bacana que ela seja sexualmente mais experiente que Jamie, invertendo os papéis que já estamos de saco cheio costumamos ver em romances, nos quais o homem é o galã conquistador. Em suma, Claire é uma protagonista forte e empoderada em qualquer época.

5) Jamie Fraser

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Mas é óbvio que eu separaria um tópico só pra falar do Jamie, meu maior crush fictício ever! ❤ O sotaque charmoso, o cabelo ruivo cacheado, os olhos azuis… por onde a gente começa? HAHAHA! Mas, muito além da aparência, eu preciso falar sobre a personalidade de Jamie. Ele é um rapaz (apesar da idade dos atores não fazer jus à descrição dos livros, na história original ele é super jovem) corajoso, exímio guerreiro, teimoso e romântico. Por mais que ele viva e faça parte de um contexto extremamente machista (o que explica algumas atitudes menos nobres que ele toma em determinados momentos), o personagem faz tudo o que está ao seu alcance para melhorar essas falhas e se adequar ao que a Claire espera de uma relação – considerando que ela vem de um casamento saudável, respeitoso e a 200 anos dali. Quando digo “se adequar”, isso não significa “se moldar, perder a essência, ser capacho”. Significa entender o que Claire diz, refletir a respeito e buscar melhorar, para que a relação dos dois se mantenha saudável. Obviamente é um desafio: Claire é uma mulher questionadora e de atitude forte, que toma as rédeas de muitas situações. Mas isso não o desencoraja ou o intimida: isso o excita, o deixa mais apaixonado, faz com que ele a admire ainda mais. Sério gente… tem como não amar esse cara?

Bônus: as cenas de sexo. Só vou dizer isso a respeito. Assistam e entendam o que tô querendo dizer HAHAHAHAHA!

E aí, depois de ler esse post vocês também ficaram animados para a estreia da 3ª temporada? Ou talvez com vontade de conhecer a série? De uma coisa eu tenho certeza: vocês não vão se arrepender! Outlander é viciante!

Beijos e até semana que vem!

Meus favoritos de 2015

Oi gente, tudo bem? Como foram de Réveillon? 😀

Seguindo o clima de virada de ano, no post de hoje eu resolvi fazer uma retrospectiva de tudo que me marcou em 2015, de livros até música! Teve muita coisa boa no meu ano, e espero que gostem da seleção dos meus favoritos. \o/

Melhor leitura

a queda garth nix

A Queda (Garth Nix): Na verdade, A Queda trata-se de uma releitura. Como expliquei na resenha do livro, eu li essa série há anos, quando era criança, e sempre tive comigo as memórias do quanto eu gostava da história. A releitura foi incrível e eu fiquei com mais vontade ainda de reler todos os volumes. 😀

Melhor filme

poster star wars o despertar da força

Star Wars: O Despertar da Força: O que dizer desse Episódio VII? O filme foi o mais aguardado do ano, bateu recordes como a maior bilheteria e é a continuação de uma das sagas mais icônicas do cinema. Todos esses títulos são justos, porque o filme é sensacional. ❤ Tem review aqui no blog, confiram (sem spoilers). 😉

Melhores animações

poster divertida mente e o pequeno príncipe

Divertida Mente e O Pequeno Príncipe: Libriana indecisa como sou, foi muito difícil escolher de qual animação eu gostei mais. Considerando tramas novas, eu opto por Divertida Mente, mas O Pequeno Príncipe me levou às lágrimas desde o trailer, e trouxe um filme com uma arte incrível, de encher os olhos. Contudo, devo dizer que os personagens e o enredo inovador de Divertida Mente foram os que mais me cativaram em 2015 (juro que não tentei fazer uma piadinha infame). ❤

Melhores séries

poster breaking bad e demolidor

Breaking Bad e Demolidor: Outro caso no qual fiquei absolutamente dividida. Breaking Bad definitivamente mexeu muito mais com as minhas emoções. Conforme expliquei na resenha, foi uma série à qual dei uma segunda chance, que me levou do “ódio” ao amor de forma muito intensa e que me surpreendeu (positivamente) demais. Já Demolidor foi uma série que me agradou desde o primeiro episódio em todos os aspectos (não à toa assisti 7 episódios em um dia). Por isso, as duas foram as melhores séries que assisti esse ano. 😀

Melhores shows

nightwish e tarja turunen

Nightwish e Tarja Turunen: Como comentei nesse post, o ano de 2015 foi recheado de shows incríveis. Dois deles foram da minha banda e cantora favoritos: Nightwish e Tarja Turunen. Em termos de show propriamente dito (playlist, animação do público, vibe) eu diria que Nightwish foi o mais marcante. Porém, o sentimento que a Tarja carrega ao cantar, a atenção que ela dá ao público (gente, ela desceu do palco, sabe!) e, é claro, o quanto eu gosto da sua carreira solo, fizeram com que o show dela fosse muito marcante pra mim. ❤

Melhor descoberta musical

james bay

James Bay: Gente, faz tempo que estou querendo falar desse menino pra vocês (e ainda pretendo). ❤ Conheci James Bay no rádio, ouvindo Hold Back The River. Adorei a música, achei super diferente, e fui procurar mais canções dele no Youtube. Sabem o que é gostar de TODAS? Tipo, sem exceção? Isso raramente acontece comigo! A cada música que eu ia colocando eu ia curtindo mais e mais. E desde então esse rapaz britânico se tornou um dos meus cantores favoritos. ❤

Bom, pessoal, essa foi a minha seleção de tudo que eu mais gostei em 2015. 😀
Me contem nos comentários o que foi mais marcante pra vocês ao longo do ano que passou, vou adorar conhecer as escolhas de vocês!

Beijos e até semana que vem! 😉

Os shows de 2015

Oi pessoal, tudo bem?

O post de hoje é um pouquinho mais pessoal, e eu estava louca de vontade de escrevê-lo! Vou contar pra vocês um pouquinho sobre os shows que eu fui em 2015.
Eu adoro ir a shows, mas só tinha esse hábito quando minhas bandas favoritas vinham a Porto Alegre (ou quando algumas bandas mais “comuns” tocavam por preços acessíveis, tipo Matanza). Esse ano eu fui não só aos shows das minhas bandas favoritas, mas também arrisquei e acompanhei meu namorado em dois shows que ele foi. Adivinhem só, eu amei! 😀 Bom, feita esta introdução, vamos aos shows!

Foo Fighters (21 de janeiro)

Foto: Duda Bairros/T4F

Foto: Duda Bairros/T4F

Pra ser honesta, eu conhecia apenas as músicas mais famosas do Foo Fighters. Gostava de todas, mas não achei que seria motivação suficiente pra pagar caro num ingresso, principalmente porque as vendas começaram antecipadamente, e na época eu não estava disposta a investir tanto. Contudo, quando o show se aproximou, eu comecei a ficar com vontade de ir. Nunca fui a um show com o porte de Foo Fighters, então a curiosidade e o desejo de participar daquilo foram aumentando. Por sorte, consegui comprar o ingresso de uma menina que estava vendendo no mesmo dia. Nos encontramos na entrada do show, eu paguei e meu namorado e eu fomos curtir uma apresentação de 3 horas que nos deixou sem fôlego! Apesar da estrutura terrível (o show aconteceu no estacionamento da FIERGS, um péssimo lugar aqui em Porto Alegre), os caras da banda – especialmente o Dave Grohl – foram incríveis e contagiaram o público. No fim do show eu já estava podre, com dor nas pernas e louca pra me sentar (bem velha), mas foi uma experiência incrível!

Angra & Detonator (14 de junho)

Foto: Fotografia Aline Jechow

Foto: Fotografia Aline Jechow

Eu nunca fui super fã de Angra, mas curto algumas músicas (em especial do CD Rebirth). Porém, quando meu namorado me mostrou o álbum novo, eu realmente gostei. O Secret Garden é menos enjoativo e mais pesado, do jeito que eu gosto! Fiquei bem mais empolgada pra curtir o show sabendo que esse seria o álbum principal. Ainda assim, curti as músicas antigas na voz do novo vocalista, o Fabio Lione. Perdemos a apresentação do Detonator, mas o show do Angra já foi mais do que suficiente pra curtir uma noite com um bom metal.

Nightwish (29 de setembro)

Foto: Priscilla Frasnelli/Infinitas Vidas

Foto: Priscilla Frasnelli/Infinitas Vidas

Nightwish é a minha banda favorita, e é o segundo show deles que assisto. Desde que a vocalista Floor Jansen (uma das minhas favoritas no mundo do metal) substituiu Anette Olzon (que, por sua vez, substitiu Tarja Turunen), eu voltei a me empolgar com a banda. Eu realmente não gostei do trabalho deles com a Anette, então a entrada da Floor foi uma das melhores notícias que a banda já me deu hahaha! 😛 Em 2012 o show já tinha sido incrível, mas o desse ano conseguiu se superar. O álbum novo, Endless Forms Most Beautiful, está incrível, e eles ainda tocaram três das minhas músicas antigas favoritas: Sleeping Sun, She is my Sin e Ever Dream. Fui às lágrimas? Claro! ❤ O público estava intenso, gritando e cantando cada canção, e isso foi recebido com muito entusiasmo por todos os integrantes da banda, que não paravam de sorrir e dizer o quanto tudo estava sendo incrível. Até autógrafo no fim do show rolou, quando algumas pessoas estenderam pôsteres e caderninhos pra eles. Valeu muito a pena ficar 4h e meia na fila pra pegar um lugar privilegiado a aproveitar cada momento!

Tarja Turunen (28 de outubro)

Foto: Priscilla Frasnelli/Infinitas Vidas

Foto: Priscilla Frasnelli/Infinitas Vidas

Eu cheguei a brincar com o meu namorado que os finlandeses estavam me dando um presente de aniversário (que foi dia 16 de outubro): Nightwish em setembro e Tarja em outubro era demais pro meu coração! Tarja é a ex-vocalista do Nightwish e agora está numa carreira solo maravilhosa, que eu acompanho desde o primeiro álbum. Em 2008 tive o enorme prazer de conhecê-la numa sessão de autógrafos, e ela foi tão simpática e encantadora que o meu amor só cresceu desde então. Em 2012 ela voltou a Porto Alegre para um segundo show maravilhoso, que eu também fui, e agora em 2015 ela veio novamente. O show foi no Teatro do Bourbon Country, um lugar lindo que combina perfeitamente com o estilo clássico da Tarja cantar. Fiquei muito próximo a ela, no mezanino (de onde tirei essa foto linda dela olhando pra minha câmera <3), e pude assistir de pertinho a simpatia, o carisma e, é claro, a potência vocal que eu tanto admiro. Nunca comentei isso por aqui, mas eu estudei canto por 1 ano e meio tendo a Tarja como inspiração. 😀 O show foi maravilhoso, ela deu total atenção pra quem estava em frente ao palco e, em determinado momento, ela desceu e andou em meio ao público. Sério, como ser mais perfeita? ❤ Foi o show que mais me emocionou esse ano, sem sombra de dúvidas. E eu já estou esperando ansiosa pelo retorno dela a Porto Alegre!

Bom, pessoal, esses foram os shows que eu assisti nesse ano! 😀
Pro ano que vem já tenho meu primeiro ingresso comprado: Maroon 5! Mal posso esperar, acredito que vai ser incrível. ❤
E vocês, gostam ou conhecem alguma dessas bandas? Me contem nos comentários!

Beijos e até semana que vem!

Lista #3: Especial Dia dos Pais

Oi gente! Como estão?

Hoje é um dia especial! É dia de dar aquele abraço apertado no pai (ou em quem faz esse papel) e enchê-lo de amor! ❤
Para comemorar, trago uma lista não só de grandes pais, mas também de grandes exemplos de figuras paternas! Espero que gostem! :3

mufasa

Mufasa (O Rei Leão): Era impossível não colocar o Mufasa no topo dessa lista, considerando que O Rei Leão é meu filme favorito! ❤ Mufasa é amoroso, mas também sabe disciplinar Simba quando necessário. Ele é uma figura imponente e respeitada, que guia o seu filho com muita sabedoria.

hagrid

Hagrid (Harry Potter): Apesar de não ser pai, Hagrid é uma figura paterna para Harry, sempre se preocupando e cuidando do garoto (mesmo que de um jeito atrapalhado). O amor e o apoio que Hagrid sempre dedicou a Harry é incondicional e verdadeiro, o que torna Hagrid uma grande figura paterna. ❤

ned

Ned Stark (As Crônicas de Gelo e Fogo): Ned é aquele personagem honrado, que sempre faz a coisa certa (me lembra um pouco o Mufasa, inclusive), e isso se reflete na criação de seus filhos. Sempre dedicado à família, Ned faz o possível para proteger os filhos e tratá-los com amor e compreensão. Em nome desse amor e querendo ter uma chance de permanecer com os filhos, ele acaba tendo um desfecho trágico. 😦 (sdds Ned)

hans

Hans Hubermann (A Menina Que Roubava Livros): Liesel, após ser adotada, encontra em Hans seu grande porto-seguro. A relação dos dois avança de forma progressiva, e ele não só a recebe de braços abertos como realmente a faz sentir como sua filha. Além disso, ele estimula o hábito da leitura em Liesel, que é fundamental na vida da garota. ❤

diggle

John Diggle (Arrow): O pai mais novo da lista, mas que já coloca a família em primeiro lugar. Honrado e com um grande senso de justiça, por diversas vezes Diggle se sentiu dividido entre auxiliar Oliver na luta contra o crime e se manter seguro para cuidar de sua família. Porém, desde que Sara nasceu, Diggle mostrou-se um pai responsável e que faz de tudo para manter a família em segurança.

Bônus: Stela Scott (Não Pare!): Acredito que muitos tenham uma “pãe”, a mãe que faz o papel de pai. Stela, mãe da protagonista Nina, é um ótimo exemplo disso. Por saber do perigo que a filha corria, sempre criou Nina sozinha com muito cuidado e dedicação. Claro, como todo ser humano, ela cometeu alguns erros escondendo segredos da jovem, mas qual pai ou mãe não erra tentando acertar, né? 🙂

Gostaram das escolhas?
Lembram de mais alguém? 😀

Beijos e até semana que vem!
E Feliz Dia dos Pais! ❤

Lista #2: Especial Dia dos Namorados

Oi gente, como estão? 😀

O post de hoje está super romântico, em homenagem ao Dia dos Namorados!
Pra comemorar essa data, trago pra vocês uma lista com 5 casais que eu shippo! ❤

Foi difícil escolher e tentei mudar um pouco as origens dos casais escolhidos, pra ficar menos repetitivo. Espero que gostem!

1
Hermione e Rony (Harry Potter): Tem casal mais cabeça-dura do que esse? Amigos desde o primeiro ano em Hogwarts (após, é claro, uma ou outra briga), Mione e Ron demoraram muito a admitir seus sentimentos. Os dois estiveram juntos, ao lado de Harry, durante toda a luta contra Voldemort e só com o perigo iminente tiveram coragem de finalmente ficar juntos. Mas, apesar de toda essa teimosia e dificuldade, é impossível não shippar! ❤

2
Katniss e Peeta (Jogos Vorazes): Aqui, a teimosia fica por conta de Katniss. Acostumada a ter que se virar sozinha, a protagonista de Jogos Vorazes nunca soube lidar bem com o afeto (que vinha não só de Peeta, mas também de Gale). Ao lado de Peeta, porém, a personagem evolui e amadurece, e ela enfim consegue retribuir o sentimento que “o garoto do pão” nutriu por ela a vida inteira. Eles são um casal cheio de cicatrizes e de traumas mas que, ainda assim, conseguiram recomeçar. E é por isso que eu gosto tanto deles! ❤

3
Simba e Nala (O Rei Leão): O Rei Leão é o meu filme favorito, vocês não têm ideia do quanto eu amo! Nala ajuda Simba a encarar a realidade e mostra a ele que fugir dos problemas não é a solução para nada. Todo o enredo de Simba superando o passado e assumindo sua identidade é algo inspirador pra mim, e Nala, a amiga de infância, esteve ao seu lado para ajudá-lo nesse processo!

4
Damon e Elena (The Vampire Diaries): Estar shippando esse casal é a coisa mais inesperada que aconteceu comigo nessa vida de fangirl HAHAHA! Eu fui Stelena durante a maior parte de The Vampire Diaries, até… a season 6. Eu já tinha desistido de Stefan e Elena, mas ainda assim odiava a desconstrução pela qual Elena tinha passado (principalmente como vampira). Porém, na última season, coisas aconteceram que mudaram totalmente a relação Delena aos meus olhos. Eles me pareciam um casal de verdade, e os personagens pareciam ter retomado a sua essência. Eles superaram tantas coisas ruins e evoluíram tanto como pessoas (Elena pelo Damon e Damon pela Elena) que eu simplesmente me vi shippando os dois loucamente. ❤

5
Bela e Fera (A Bela e a Fera): Uma das minhas animações favoritas! Bela é uma personagem que se sacrifica para salvar o pai e fica no lugar dele como prisioneira da Fera. Porém, ela é capaz de enxergar que por trás da faceta ameaçadora e grosseira de Fera, ainda existe lugar para o amor e para o carinho. E ele, num gesto altruísta, libera a sua amada para que ela possa proteger o pai. No fim, ela ensina Fera a amar e nos mostra que as pessoas são muito mais do que aparentam. Lindimais! :’)

Gostaram das escolhas?
Quais casais vocês mais shippam? 😀

Beijos e até semana que vem! ❤

Lista #1: Especial Dia das Mães

Oi gente! Tudo bem?

Hoje é um dia muito especial: é Dia das Mães! ♥
Espero que todos possam aproveitar com suas mães ou com quem teve esse papel em sua vida. =)
Pra comemorar, fiz uma lista com grandes mães das obras que já li ou assisti. Espero que gostem!

1

Lílian Potter (Harry Potter): Impossível falar de mães sem lembrar de Lílian Potter. Ela lutou contra Voldemort, era amada e admirada por todos aqueles que a conheciam e sua última ação foi se sacrificar em nome do filho, Harry. Corajosa e amorosa, Lílian salvou a vida de Harry e serviu como exemplo por toda a vida do garoto.

2

Molly Weasley (Harry Potter): J. K. Rowling sabe criar mães fortes e que fazem de tudo pelos filhos, né? Molly Weasley é amorosa, mas também enérgica e sabe quando repreender. Adota Harry como um filho e ajuda a cuidar dele, além de se preocupar com toda a sua família e cuidar dela com unhas e dentes. Além disso, é impossível esquecer da icônica frase “not my daughter, you bitch!” (melhor pessoa) 😛

3

Catelyn Stark (As Crônicas de Gelo e Fogo/Game of Thrones): Senhora de Winterfell, Catelyn Stark definitivamente não é uma mulher passiva. Mãe de 5 filhos, ela cuida de cada um com afinco e carinho. Quando Bran é empurrado da torre (no primeiro episódio da série) e, posteriormente, sofre uma tentativa de assassinato, Catelyn luta e se arrisca para salvar a vida do filho. Posteriormente, acompanha Robb na luta contra Porto Real/King’s Landing. Uma mãe de muita fibra e determinação!

4

Cersei Lannister (As Crônicas de Gelo e Fogo/Game of Thrones): Mesmo que eu não goste da Cersei Lannister, uma coisa preciso admitir: se ela ama alguém na vida, são os filhos. Quando alguma coisa os atinge ou foge ao controle dela, Cersei transforma-se em uma leoa e a vemos em fúria. Apesar do caráter duvidoso, o amor e a dedicação que ela tem aos filhos (mesmo ao psicopata do Joffrey) são inegáveis.

5

Regina Mills/Rainha Má (Once Upon a Time): Pra mim, Regina Mills, ou a Rainha Má, é a melhor personagem de Once Upon a Time. A personagem era uma jovem doce que, após perder um grande amor, transformou-se na vilã que conhecemos. Ao chegar no nosso mundo, após a sua maldição, ela adota Henry e forma uma família. O amor que ela sente pelo menino é tangível, e ela faz absolutamente tudo que estiver ao seu alcance para protegê-lo. Grande parte da evolução da personagem é em nome do amor que ela sente pelo filho, e esse sentimento faz com que Regina deixe de ser uma vilã e torne-se uma pessoa melhor.

6

Mary Margaret/Snow White (Once Upon a Time): Imagino que uma das piores coisas para uma mãe seja abandonar seu filho. Snow White (Mary Margaret fora da Floresta Encantada) obrigou-se a fazer isso para salvar seu bebê recém-nascido, Emma, da maldição da Rainha Má. Para proteger a criança (e ter uma chance de salvar o Reino), Snow enviou-a para nosso mundo e obrigou-se a esperar até que a filha voltasse para salvar a todos. A culpa persegue Snow em tempo integral, mas ela é uma mãe exemplar que se preocupa com os filhos e faz de tudo para incentivá-los e encorajá-los.

7

Jocelyn Fray (Os Instrumentos Mortais): Olha a diva da Lena Headey aqui de novo! Eu li apenas o primeiro livro da série Os Instrumentos Mortais, mas lembro do quanto gostei da história de Jocelyn, apesar de trágica. Ao descobrir os planos terríveis de Valentim, seu marido, a Caçadora de Sombras o abandonou. Grávida de Valentim, Jocelyn se escondeu e passou a viver como uma mundana. Criou Clary de maneira a protegê-la daquele mundo que ela julgava tão perigoso de maneira incansável.

Bom, pessoal, essa foi a minha lista especial pro Dia das Mães!
Vocês lembram de mais alguma mãe especial do mundo da literatura ou dos filmes e séries? Me contem nos comentários! 😀

Beijos e até semana que vem! ❤