TAG: Minha Vida Literária

Oi pessoal, tudo certo?

Para o post de hoje, resolvi responder à TAG Minha Vida Literária, que vi no blog O Outro Lado da Raposa. Espero que gostem! 🙂

1. Qual foi sua primeira resenha (escrita e/ou em vídeo)?
Cidade dos Ossos, da Cassandra Clare! Foi uma leitura controversa, porque não gostei de boa parte do livro, mas no final eu acabei curtindo o rumo que a história tomou. Mesmo assim, não me animei a ler o resto.

2. Qual foi seu primeiro livro de parceria com editora?
O primeiro livro de parceria que resenhei aqui no blog foi Não Pare!, da FML Pepper.

3. Conte um momento inesquecível que você viveu como leitor.
Terminar Harry Potter e as Relíquias da Morte foi um momento muito marcante pra mim. Me senti desolada, completamente sem chão HAHAHA!

4. Quantos livros lê em média por mês?
Infelizmente não consigo manter o ritmo de leitura da adolescência e, atualmente, leio no máximo 1 livro por mês.

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5. Como as parcerias influenciam suas leituras?
Não costumam interferir muito, pois eu intercalo livros de parceria com outras obras. O lado negativo é que, no caso de eu não curtir tanto a obra, eu preciso seguir até o fim pelo compromisso que firmei com o autor.

6. Um livro que você só leu por causa do blog/canal e se surpreendeu.
Coração Artificial foi uma boa experiência, cujo final corajoso me surpreendeu!

7. Um livro que você só leu por causa do blog/canal e se arrependeu.
Existem alguns livros que eu não gostei tanto, mas ainda assim valeu pela experiência de conhecer um novo(a) autor(a) e sua escrita. 🙂

8. Tem algum gênero que você passou a ler nos últimos tempos, que antes não lia (ou não lia com frequência)?
Não, eu sigo curtindo ou evitando os mesmos estilos hahaha! 😛

9. Tem algum gênero que você deixou de ler?
Também não. Eu nunca fui fã de biografias e autoajuda, e sigo não lendo esse estilo literário.

Convido a todos que curtiram a TAG para responder também! 😉
Beijos e até semana que vem!

Resenha: O Lado Bom da Vida – Matthew Quick

Oi gente, tudo bem?

Mais uma leitura dos “não lidos da estante” cumprida com sucesso! \o/ Finalmente li O Lado Bom da Vida, que eu ganhei de presente em 2014. Até então, eu só tinha assistido ao filme (que deu o Oscar de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence) e, no post de hoje, vou aproveitar para compará-los. 😉

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Sinopse: Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um “tempo separados”. Tentando recompor o quebra-cabeça de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com o pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a aceitar revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida.

O Lado Bom da Vida nos apresenta a Pat Peoples, um homem que passou os últimos anos da sua vida em uma instituição psiquiátrica e que precisa lidar com o desafio de estar de volta à sociedade. Ele acredita que ficou apenas alguns meses lá e também não sabe por que teve que ir para “o lugar ruim” (como ele o chama), mas isso tampouco importa, porque Pat tem apenas um objetivo: se reconciliar com a ex-mulher, Nikki. Para Pat, os dois estão vivendo um “tempo separados”, mas que vai chegar ao fim assim que ele terminar de se autoaperfeiçoar, já que no passado não fora um bom marido. O mais estranho na situação é que ninguém da família de Pat menciona Nikki, e sua mãe e seu terapeuta o incentivam a seguir em frente com Tiffany, a cunhada do melhor amigo de Pat.

Narrado em primeira pessoa pelo próprio Pat, O Lado Bom da Vida é fácil de ser lido. Os capítulos são curtos e dão velocidade à história, que flui de maneira muito tranquila. O que mais deixa o leitor curioso é entender o que aconteceu entre Pat e Nikki – pois é evidente desde o início que o personagem vive um grande delírio em relação à possibilidade de voltar com a ex-esposa. Queremos saber o que fez com que Pat fosse levado para a instituição psiquiátrica e também descobrir por que ele perdeu a memória em relação aos últimos anos. E foram esses “mistérios” que me mantiveram curiosa em relação à história, mesmo que eu a achasse um pouco maçante em diversos momentos. Porque sim, apesar da fluidez da narrativa, muitas passagens do livro são cansativas e repetitivas. Vou explicar.

O livro é muito focado em Pat tentando conseguir sua sanidade de volta enquanto busca reconstruir suas relações. A mãe e o irmão o apoiam incondicionalmente, mas o pai é um homem rude que mal lhe dirige a palavra. A única coisa que os dois tem em comum é a paixão pelo time de futebol americano Eagles, e esse é um aspecto de grande importância na trama. Perdi a conta de quantas vezes Pat narra o grito de guerra do time ou conta que ele e os outros torcedores levantaram as mãos pro alto e cantaram o hino dos Birds (como são carinhosamente chamados). Em vários capítulos o autor se dedica a falar a respeito de futebol americano, citando jogadas e nomes de jogadores. E isso, pra mim, é extremamente desinteressante. E mesmo que não fosse, acontece com tanta frequência que acaba ficando enfadonho.

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Em contrapartida, é muito bacana o modo como o autor constrói um protagonista com evidentes problemas psiquiátricos com tanta leveza, por mais que ele aborde assuntos difíceis (não sei dizer exatamente quais são os transtornos de Pat, porque não são ditos abertamente, mas acredito que talvez depressão e bipolaridade estejam entre eles). O único problema é que, por mais que Pat seja carismático, ele também é irritante – especialmente quando insiste na ilusão de que sua vida é um filme e que o final feliz está esperando por ele. Porém, como o livro se passa inteiramente sob a perspectiva do protagonista, acabamos simpatizando com o personagem (que tem um bom coração) e torcendo para que ele consiga se curar das feridas emocionais que o assombram.

Os outros personagens não têm tanta função nas páginas. Tiffany, em teoria, é alguém fundamental na trama, sendo a única amiga de Pat e a única pessoa que é capaz de entendê-lo, mas ainda assim aparece muito pouco (os Eagles acabam tendo mais destaque do que ela). Isso me decepcionou, especialmente por ter visto o filme primeiro.

Eu gostei de O Lado Bom da Vida e acho que foi uma experiência válida. Porém, eu gostei mais do filme, que tem mais carisma. O romance e a comédia presentes no longa me fizeram simpatizar muito mais com Pat (e com Tiffany) do que o livro foi capaz, por mais que Matthew Quick seja talentoso. E, se você já leu o livro (ou não se importa com spoilers), aqui seguem as principais diferenças entre a obra original e o longa:

  • A importância dos Eagles na trama é muito maior no livro do que no filme (o que tornou o livro mais cansativo).
  • Enquanto no filme o concurso de dança é um dos principais acontecimentos, no livro ele é apenas um detalhe que motiva outra situação mais importante: a troca de cartas entre Pat e “Nikki”.
  • Tiffany tem muito menos espaço nas páginas do que na tela. O livro é muito mais focado em Pat e menos no romance entre os dois, que só é sugerido no final.
  • Os sobrenomes dos personagens são diferentes no livro e no filme.
  • A família de Pat é muito mais amigável no filme, em especial seu pai.
  • No livro, Pat não tem o lema “excelsior” para lembrá-lo de ser positivo.
  • A razão pela qual Pat e Nikki romperam, que o levou à instituição psiquiátrica, só é revelada no fim do livro, enquanto no filme isso é dito logo de cara.
  • Danny, o amigo que Pat fez na instituição psiquiátrica, só aparece no fim do livro, enquanto no filme ele tem um papel mais importante.

Pelo que me lembro do filme, essas foram as mudanças mais significativas. Você lembra de mais alguma? Me conte nos comentários! 😉

Título Original: The Silver Linings Playbook
Autor: Matthew Quick
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 256

Review: Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Oi pessoal, como estão?

Ontem fui conferir o tão aguardado Homem-Aranha: De Volta ao Lar! Cheguei uns 10 minutos atrasada na sessão, mas deu tudo certo hahaha!

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Sinopse: Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker (Tom Holland) voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre (Michael Keaton) surge amedrontando a cidade. O problema é que a tarefa não será tão fácil como ele imaginava.

Obviamente, o filme se passa após Capitão América: Guerra Civil, então temos um Peter Park que já é Homem-Aranha há algum tempo e que, agora, está em contato com Tony Stark. Ou melhor, com Happy, um assistente do Tony. Enquanto as instruções de Peter dizem para ele trabalhar na sua própria região, ajudando quem precisa, o garoto aspira por mais, empolgado com a perspectiva de se tornar um Vingador de verdade. E esse desejo faz com que ele acabe se envolvendo na luta contra um traficante de armas perigoso, ao mesmo tempo em que precisa lidar com as responsabilidades (não foi piadinha, juro!) na escola e nas suas relações pessoais.

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O que eu mais gostei de Homem-Aranha (não vou voltar o título todo sempre, tá?) foi o humor. O filme me fez rir o tempo todo, trazendo uma leveza enorme na maneira como o personagem foi retratado. Peter é engraçado, divertido, carismático e é um típico menino de 15 anos que quer provar o seu valor, mas mal tem coragem de chamar a garota que gosta pra sair, o que também o torna muito real. Além disso, uma das melhores sequências é quando o Homem-Aranha ajuda as pessoas do Queens das maneiras mais adoráveis possíveis (como instruir uma senhora a chegar em determinado endereço), mostrando o lado “amigo da vizinhança” que todos queríamos ver. Outra cena super bacana foi aquela na balsa, em que há uma clara referência à primeira trilogia do Homem-Aranha, de Sam Reimi.

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Outro aspecto positivo: a participação do Homem de Ferro não foi maior do que precisava ser. Muitos fãs temiam que ele fosse tomar conta do longa, mas não foi o que aconteceu. E, pra mim, ainda foi ainda mais legal porque mostraram novamente uma personagem da qual senti falta, então foi só sucesso hahaha! Outros personagens não tiveram uma importância tão grande no longa, com exceção talvez de Ned, o melhor amigo de Peter. Deslumbrado com a possibilidade de auxiliá-lo na luta contra o crime, Ned é aquele personagem total alívio cômico. Porém, muitas vezes acabei achando-o sem graça, já que o próprio Peter cumpria esse papel do humor muito bem. Por fim, vale mencionar que Zendaya teve uma participação muito pequena. Os fãs (racistas, cof cof) fizeram um auê enorme pensando que ela seria a Mary Jane e, no fim, ela nem teve tanto tempo de tela. Porém, gostei da personagem, que é divertida e carismática.

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O ponto fraco do filme, novamente, foi o vilão. Mas também existe um ponto positivo nele. Calma, vou explicar! 😛 O lado negativo é que novamente não temos um desenvolvimento bacana, as motivações do personagem são muito fracas e vazias. O lado positivo é que não era um vilão megalomaníaco, não era um combate contra a destruição do mundo, ou algo semelhante, sabem? E isso é bacana, porque deixa o filme mais coerente e com uma história própria e fechadinha em si mesma. 🙂

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Homem-Aranha: De Volta ao Lar é um filme carismático, leve e divertido. Foi prazeroso assistir a Peter realmente se transformando em Homem-Aranha e entendendo seu valor. A Marvel fez um excelente trabalho com esse personagem, mostrando que soube lidar com as expectativas e com a responsabilidade (tá, agora foi zuera, sorry HAHA!). Bem-vindo ao MCU, Peter! ❤

Título original: Spider-Man: Homecoming
Ano de lançamento: 2017
Direção: Jon Watts
Elenco: Tom Holland, Michael Keaton, Robert Downey Jr., Zendaya, Jacob Batalon, Marisa Tomei, Laura Harrier

Dica de Série: Shadowhunters

Oi pessoal, tudo bem?

No ano passado, quando Shadowhunters estreou, eu fiz um post de primeiras impressões, lembram? Na época, prometi que voltaria pra falar mais sobre a série quando tivesse uma opinião mais formada a respeito dela e… cá estou! 🙂

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Sinopse: Baseada nos livros Os Instrumentos Mortais, a série Shadowhunters acompanha a jovem Clary Fray, de 18 anos de idade, que descobre em seu aniversário que ela não é quem pensava ser, mas que vem de uma antiga linha de Caçadores de Sombras – seres híbridos de humanos e anjos que caçam demônios. Quando sua mãe Jocelyn é sequestrada, Clary se lançada no mundo de caça aos demônios junto do misterioso Caçador de Sombras Jace e seu melhor amigo, Simon. Agora vivendo entre fadas, feiticeiros, vampiros e lobisomens, Clary começa uma jornada de autodescoberta enquanto aprende mais sobre seu passado e percebe como poderá ser seu futuro.

A sinopse da série já diz exatamente do que ela se trata, então não vejo necessidade de falar muito além dela a respeito do enredo. A primeira temporada tem aquele clima introdutório, que apresenta aos espectador um novo universo e suas particularidades. Já na segunda, vemos esse novo mundo sendo mais aprofundado e desenvolvido.

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Admito pra vocês: Shadowhunters me ganhou no cansaço. Eu não costumo largar séries pela metade (fiz isso com pouquíssimas até hoje) e, como me interesso pelo universo construído pela Cassandra Clare, acabei “relevando” todos os defeitos que mencionei no post de primeiras impressões e segui assistindo. E eu fui recompensada! A segunda temporada (que, inclusive, tem mais orçamento, graças à Netflix) está se saindo muito melhor do que a primeira, me fazendo realmente gostar do desenvolvimento da série até o momento (sei que os fãs têm reclamado de várias alterações em relação aos livros mas, como só li o primeiro volume, isso não tem me incomodado).

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Shadowhunters é uma série fantasiosa e bastante juvenil, mas acaba ganhando o espectador devido aos constantes desafios que os personagens precisam vencer ao longo dos episódios (e também aos shipps). Se a primeira temporada é focada em Clary, em sua descoberta como sendo uma Caçadora de Sombras e em sua busca pela mãe – sequestrada pelo ex-marido e pai da protagonista, Valentine –, a segunda se equilibra entre a luta contra Valentine, revelações importantes e um novo (e ameaçador) vilão. A série também dá um passo acertado, ainda que não perfeito, em direção à diversidade, pois traz um casal gay super importante (Malec ftw ♥) e personagens negros (como Luke e Maia) que ganham espaço no enredo da segunda temporada.

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Outra coisa bacana que vale mencionar: os personagens tiveram um desenvolvimento notável e as atuações também melhoraram. Katherine McNamara, principalmente, evoluiu muito em relação à season anterior. Simon e Magnus continuam sendo meus personagens favoritos. ❤ Enquanto o primeiro ganha mais espaço na temporada (yay!), o segundo infelizmente acaba sendo um pouco desperdiçado. Isabelle também recebe mais atenção e tem um plot próprio, enquanto Alec amadurece e ganha novas responsabilidades.

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Shadowhunters é uma série que teve um grande crescimento da primeira para a segunda temporada, me deixando muito satisfeita por não ter desistido de acompanhar. Essa melhora, inclusive, foi o que me motivou a escrever esse post e melhorar a imagem que eu tinha construído de série aqui no blog. Sim, é uma produção um pouco guilty pleasure, porque tem várias falhas, mas ainda assim é muito envolvente e divertida. É uma série gostosa de acompanhar, mas da qual não podemos esperar um roteiro inesquecível ou um enredo impecável. Recomendo pra quem gosta do universo de Os Instrumentos Mortais e/ou deseja uma série despretensiosa, cujo objetivo é apenas manter os fãs entretidos e envolvidos sem maiores expectativas ou pretensões. 😉

P. S.: grazadeus arrumaram a cor do cabelo da Clary, que na primeira temporada mais parecia uma cenoura! HAHAHA 😛

Título original:  Shadowhunters
Ano de lançamento: 2016
Criador: Todd Slavkin, Darren Swimmer
Elenco: Katherine McNamara, Dominic Sherwood, Alberto Rosende, Matthew Daddario, Emeraude Toubia, Harry Shum Jr., Isaiah Mustafah

Infinitas Vidas Informa #19

Olá, pessoal! Tudo bem?

Quem aí sentiu saudades do Infinitas Vidas Informa? \o/
Essa coluna acabou ficando um tempinho em stand-by porque tive que priorizar outros conteúdos, mas hoje resolvi trazê-la de volta com várias novidades incríveis dos meses de maio e junho! 😉

Primeiro trailer de Os Defensores divulgado

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A Netflix divulgou o primeiro trailer da série que vai reunir Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro. Confira!

Novas fotos de Star Wars: The Last Jedi para a Vanity Fair

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Foram divulgadas fotos incríveis do próximo Star Wars. O photoshoot foi feito para a Vanity Fair. Tem inclusive fotos lindas de Carrie Fisher, nossa eterna Princessa Leia. 😥 Confira!

Divulgado o primeiro trailer de Assassinato no Expresso do Oriente

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O longa, que adapta uma das obras mais famosas da Rainha do Crime, Agatha Christie, ganhou seu primeiro trailer. Assista!

Pottermore lança guia ilustrado sobre Ordem da Fênix e Armada de Dumbledore

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Com descrições sobre todos os integrantes da primeira e da segunda Ordem da Fênix e também da Armada de Dumbledore, o guia está super bacana e com ilustrações super fofas. Confira!

Novos trailers da sétima temporada de Game of Thrones divulgados

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A penúltima temporada de Game of Thrones estreia em breve, e dois trailers foram divulgados. Assista ao primeiro e ao segundo!

E aí, gostaram das novidades?
Eu estou morrendo de ansiedade em relação a Game of Thrones! ❤ Mas com um aperto no coração, por saber que a série se aproxima do fim. 😥

Por hoje é só, pessoal.
Beijos e até semana que vem! 😉

Resenha: Morte Súbita – J. K. Rowling

Oi, meu povo! Como estão?

Para o post de hoje, trago pra vocês o primeiro livro fora do universo Harry Potter que li da minha rainha J. K. Rowling. ❤ Me refiro a Morte Súbita, uma obra que causa muitas opiniões controversas.

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Sinopse: Este livro de J.K. Rowling conta a história de Pagford e seus habitantes, que, após a morte inesperada de Barry Fairbrother, membro da Câmara do vilarejo, fica em choque. Pagford é, aparentemente, uma pacata cidade inglesa com tudo o de mais comum e organizado que pode haver, mas o que está por trás da fachada bonita é uma cidade em guerra – uma guerra de classes, credos, gerações e interesses. Ricos em guerra com os pobres, adolescentes em guerra com seus pais, esposas em guerra com seus maridos, professores em guerra com seus pupilos – Pagford não é o que parece ser. O assento vazio deixado por Barry no conselho municipal logo se torna o catalisador para a maior guerra que a cidade já viu. Quem triunfará em uma eleição repleta de duplicidade, paixão e revelações inesperadas?

Se não me falha a memória, eu ganhei esse livro de uma amiga em 2012 e, até então, nunca havia dado uma chance a ele. As duras críticas na internet acabaram me fazendo ter uma impressão negativa (ou talvez receosa) em relação à obra e acabei me enrolando pra conferi-la. Esse ano, na tentativa de diminuir cada vez mais os livros não lidos da minha estante, decidi que era hora de conhecê-lo e tirar minhas próprias conclusões. E minha opinião é bem positiva!

Morte Súbita tem seu start com a morte de Barry Fairbrother, um importante membro da cidade fictícia de Pagford. Membro do Conselho Distrital, pai de família exemplar, treinador do time de remo da escola, Barry era uma pessoa cujo nome todos conheciam. Mas nem só de amizade e admiração eram feitas suas relações: no Conselho Distrital, Barry tinha muitos conflitos por defender o bairro conhecido como Fields – uma zona da cidade bastante pobre e com altos índices de criminalidade. E eu diria que uns 80% do enredo do livro rodeia todo esse conflito em relação a Fields e Barry, por mais que o personagem morra no prólogo. Mesmo sendo ausente, ele é uma peça-chave na trama.

A partir da morte de Barry, vários acontecimentos têm início. O casal Howard e Shirley Mollison (os maiores rivais de Barry no Conselho) se preparam para tentar eleger seu filho, Miles, como substituto de Barry; Samantha Mollison, esposa de Miles, se afasta cada vez mais do marido por essa decisão; Gavin Hughes, sócio de Miles, vive um relacionamento conturbado com a namorada, Kay Bawden, uma mulher com quem ele não tem coragem de terminar; Kay, por sua vez, lida com a revolta da filha, Gaia (que não queria ter se mudado de Londres para o vilarejo de Pagford) e com as dificuldades do seu emprego como assistente social, no qual ajuda a família Wheedon; Krystal Wheedon, uma garota problemática, tenta manter a mãe longe das drogas enquanto cuida do irmão de apenas três anos; Andrew Price, colega de Gaia e Krystal, sofre com a violência de um pai abusivo; o casal Colin e Tessa Wall tentam lidar com o filho rebelde Stuart (Bola), ao mesmo tempo em que Colin se candidata ao Conselho; Parminder Jawanda, médica e membro do Conselho, lida com a tristeza após a morte de Barry, mas sem perceber que parte de sua família tem seus próprios sofrimentos; Sukhvinder Jawanda, filha de Parminder, sofre bullying e é maltratada por Bola, mas não tem coragem de contar a situação a ninguém… e por aí vai.

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Sim, existem MUITOS nomes em Morte Súbita (eu nem citei todos). E sim, todos eles são importantes. Porque Morte Súbita é um livro que fala sobre as relações pessoais em uma cidadezinha interiorana com valores conservadores. E esses valores caem por terra quando começam a invadir o site do Conselho Distrital para postar verdades sujas sobre diversos membros daquela comunidade. Esse gatilho coloca tudo em movimento, e vemos as máscaras de vários personagens caindo.

Acho importantíssimo falar também sobre a crítica social incrivelmente inteligente que J. K. Rowling constrói por meio da polêmica a respeito de Fields. Os protagonistas desse plot são os membros da família Wheedon. Krystal e sua mãe, Terri, são personagens difíceis e problemáticas e, em um primeiro momento, é muito fácil que nossa tendência seja a de de julgá-las e desprezá-las. Porém, com o passar das páginas, vamos descobrindo muito mais a respeito delas: conhecemos suas dores, seu sofrimento, seus traumas. Percebemos que a pobreza e a desigualdade social as levaram para esse caminho difícil, do qual nem todos conseguem voltar. E, sendo brasileira, foi muito fácil enxergar como essa realidade acontece todos os dias em nosso país, tão desigual e injusto. A crítica que J. K. tão habilmente constrói se aplica totalmente à nossa realidade, o que torna todo esse enredo da família Wheedon ainda mais indigesto e amargo.

Morte Súbita tem uma história que se desenrola aos poucos. A narrativa, feita em terceira pessoa, mas sob a ótica de vários personagens, leva um tempo para engrenar. Mas, assim que você entende quem é quem em Pagford e quais são suas motivações e suas histórias, a trama fica muito mais instigante. Pra vocês terem ideia de quanto fui sendo absorvida pela história, eu devorei as últimas 100 páginas (fiquei lendo até às 3h da manhã e quase morri de sono no outro dia hahaha). O final é um soco no estômago e me deixou bastante impactada, ao mesmo tempo em que tenta trazer uma visão positiva sobre alguns aspectos. Resumindo, Morte Súbita é uma obra excelente, bem construída e com críticas extremamente importantes. J. K. Rowling não decepciona! ❤

Título Original: The Casual Vacancy
Autor: J. K. Rowling
Editora: Nova Fronteira
Número de páginas: 501

Review: Mulher-Maravilha

Oi, pessoal! Como estão?

Demorei um pouquinho, mas finalmente vim escrever um pouquinho sobre esse Filmão da Porra™ que estreou no início do mês: Mulher-Maravilha! ❤

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Sinopse: Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Minhas expectativas pra esse filme estavam altas. Bem altas. Primeiro porque a Mulher-Maravilha é minha heroína favorita. Ela é um ícone para todas nós, mulheres. Segundo porque né, a DC não tem feito um trabalho muito bom nos últimos filmes, então sempre rolava um medinho de que as coisas não dessem certo nesse filme. E, sendo esse um dos maiores e mais esperados filmes protagonizados por uma heroína, era muito importante que desse certo! E gente… deu! ❤ Todas as minhas expectativas foram atendidas (e superadas!) e eu saí da sala de cinema me sentindo plena.

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A história começa quando Diana recebe uma foto de Bruce Wayne (a mesma foto dela e de alguns soldados na Primeira Guerra, que apareceu pela primeira vez em Batman vs Superman) e ela passa a relembrar seu passado. Acompanhamos então sua história desde pequena: a pequena Diana, filha de Hipólita, rainha da ilha de Themyscira, sonha em ser uma guerreira feroz como as outras Amazonas. Depois de muita insistência, a rainha autoriza que sua irmã, a maior guerreira da ilha, Antíope, treine a garota. A resistência da rainha em relação a esse treinamento se dá pelo fato de que ela teme que Diana descubra a verdade sobre si mesma: ela é uma semideusa, filha de Hipólita e Zeus, e está destinada a derrotar Ares, o Deus da Guerra. Os anos passam e, em um certo dia, um avião cai na ilha de Themyscira. Diana salva o único tripulante, o soldado Steve Trevor, que conta às Amazonas que o mundo está em guerra. Diana fica perturbada ao saber o que acontece fora de Themyscira e decide ir embora com Steve, no intuito de matar Ares e salvar o mundo dos homens. E é a partir desse momento que os dois passam a trabalhar juntos e lutar na guerra.

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Mulher-Maravilha é um filme de origem excelente. Acompanhamos uma Diana que sonha em se tornar uma grande guerreira e, aos poucos, transforma-se em uma mulher que deseja genuinamente salvar o mundo. As cenas em Themyscira são de tirar o fôlego: as Amazonas são totalmente badass, independentes, fortes e determinadas. É lindo ver mulheres sendo representadas daquela maneira no cinema, principalmente quando vemos tantos exemplos de personagens femininas sendo ou hipersexualizadas ou sendo trabalhadas apenas como interesse romântico do mocinho, sabem? Fiquei toda arrepiada HAHAHA!

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Mas uma das melhores cenas do longa não acontece na Ilha Paraíso (como foi apelidada por Steve), mas na Terra de Ninguém, uma zona de guerra na qual os soldados não conseguiam progredir e as mortes eram incessantes. Lá, vemos Diana transformando-se na Mulher-Maravilha de fato. É a primeira vez que o uniforme completo da personagem surge na tela, e podemos assistir à heroína colocando seu altruísmo acima de qualquer plano que ela e seu grupo pudessem ter em relação à guerra. Ela simplesmente larga tudo e vai em direção às trincheiras inimigas em uma cena cheia de slow motion, girl power e muito impacto visual. ❤

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Falando um pouquinho sobre os personagens, Diana Prince/Mulher-Maravilha e Steve Trevor roubaram a cena. Ela é uma mulher determinada, forte e corajosa, que tem uma certa inocência por desconhecer o mundo fora da ilha na qual viveu. Isso faz com que Steve muitas vezes seja meio babaca condescendente com Diana. Mas em momento algum ela deixa que ele a diminua ou menospreze. Aos poucos, mesmo duvidando de que Ares seja real, Steve consegue enxergar a obstinação e a força de vontade de Diana, e inevitavelmente se apaixona por ela. E gente, é impossível não shippar. ❤ A química entre os personagens é palpável (e entre os atores também HAHAHA). Os companheiros do casal, antigos amigos de Steve, também são carismáticos e leais, apesar de não terem me feito sentir uma grande conexão com eles. Acredito que o único desperdício do filme tenha ficado por conta dos vilões. Não vou falar muitos detalhes a respeito para não dar spoilers, mas acho que a Doutora Veneno e Ares poderiam ter sido muito melhores do que foram. A Mulher-Maravilha é uma heroína tão incrível, mas infelizmente os vilões não chegaram aos pés dela.

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Em suma, Mulher-Maravilha é um dos melhores filmes de super-heróis que saíram nos últimos anos, e merece todos os elogios e toda a excelente bilheteria que vem conquistando. Gal Gadot fez um trabalho memorável e estou muito feliz por ela representar essa personagem tão icônica nos cinemas. DC, continue assim, porque você acertou 100% a mão nesse longa! ❤

Título original: Wonder Woman
Ano de lançamento: 2017
Direção: Patty Jenkins
Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen, Robin Wright, Danny Huston, David Thewlis, Elena Anaya