Review: Mulher-Maravilha

Oi, pessoal! Como estão?

Demorei um pouquinho, mas finalmente vim escrever um pouquinho sobre esse Filmão da Porra™ que estreou no início do mês: Mulher-Maravilha! ❤

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Sinopse: Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Minhas expectativas pra esse filme estavam altas. Bem altas. Primeiro porque a Mulher-Maravilha é minha heroína favorita. Ela é um ícone para todas nós, mulheres. Segundo porque né, a DC não tem feito um trabalho muito bom nos últimos filmes, então sempre rolava um medinho de que as coisas não dessem certo nesse filme. E, sendo esse um dos maiores e mais esperados filmes protagonizados por uma heroína, era muito importante que desse certo! E gente… deu! ❤ Todas as minhas expectativas foram atendidas (e superadas!) e eu saí da sala de cinema me sentindo plena.

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A história começa quando Diana recebe uma foto de Bruce Wayne (a mesma foto dela e de alguns soldados na Primeira Guerra, que apareceu pela primeira vez em Batman vs Superman) e ela passa a relembrar seu passado. Acompanhamos então sua história desde pequena: a pequena Diana, filha de Hipólita, rainha da ilha de Themyscira, sonha em ser uma guerreira feroz como as outras Amazonas. Depois de muita insistência, a rainha autoriza que sua irmã, a maior guerreira da ilha, Antíope, treine a garota. A resistência da rainha em relação a esse treinamento se dá pelo fato de que ela teme que Diana descubra a verdade sobre si mesma: ela é uma semideusa, filha de Hipólita e Zeus, e está destinada a derrotar Ares, o Deus da Guerra. Os anos passam e, em um certo dia, um avião cai na ilha de Themyscira. Diana salva o único tripulante, o soldado Steve Trevor, que conta às Amazonas que o mundo está em guerra. Diana fica perturbada ao saber o que acontece fora de Themyscira e decide ir embora com Steve, no intuito de matar Ares e salvar o mundo dos homens. E é a partir desse momento que os dois passam a trabalhar juntos e lutar na guerra.

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Mulher-Maravilha é um filme de origem excelente. Acompanhamos uma Diana que sonha em se tornar uma grande guerreira e, aos poucos, transforma-se em uma mulher que deseja genuinamente salvar o mundo. As cenas em Themyscira são de tirar o fôlego: as Amazonas são totalmente badass, independentes, fortes e determinadas. É lindo ver mulheres sendo representadas daquela maneira no cinema, principalmente quando vemos tantos exemplos de personagens femininas sendo ou hipersexualizadas ou sendo trabalhadas apenas como interesse romântico do mocinho, sabem? Fiquei toda arrepiada HAHAHA!

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Mas uma das melhores cenas do longa não acontece na Ilha Paraíso (como foi apelidada por Steve), mas na Terra de Ninguém, uma zona de guerra na qual os soldados não conseguiam progredir e as mortes eram incessantes. Lá, vemos Diana transformando-se na Mulher-Maravilha de fato. É a primeira vez que o uniforme completo da personagem surge na tela, e podemos assistir à heroína colocando seu altruísmo acima de qualquer plano que ela e seu grupo pudessem ter em relação à guerra. Ela simplesmente larga tudo e vai em direção às trincheiras inimigas em uma cena cheia de slow motion, girl power e muito impacto visual. ❤

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Falando um pouquinho sobre os personagens, Diana Prince/Mulher-Maravilha e Steve Trevor roubaram a cena. Ela é uma mulher determinada, forte e corajosa, que tem uma certa inocência por desconhecer o mundo fora da ilha na qual viveu. Isso faz com que Steve muitas vezes seja meio babaca condescendente com Diana. Mas em momento algum ela deixa que ele a diminua ou menospreze. Aos poucos, mesmo duvidando de que Ares seja real, Steve consegue enxergar a obstinação e a força de vontade de Diana, e inevitavelmente se apaixona por ela. E gente, é impossível não shippar. ❤ A química entre os personagens é palpável (e entre os atores também HAHAHA). Os companheiros do casal, antigos amigos de Steve, também são carismáticos e leais, apesar de não terem me feito sentir uma grande conexão com eles. Acredito que o único desperdício do filme tenha ficado por conta dos vilões. Não vou falar muitos detalhes a respeito para não dar spoilers, mas acho que a Doutora Veneno e Ares poderiam ter sido muito melhores do que foram. A Mulher-Maravilha é uma heroína tão incrível, mas infelizmente os vilões não chegaram aos pés dela.

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Em suma, Mulher-Maravilha é um dos melhores filmes de super-heróis que saíram nos últimos anos, e merece todos os elogios e toda a excelente bilheteria que vem conquistando. Gal Gadot fez um trabalho memorável e estou muito feliz por ela representar essa personagem tão icônica nos cinemas. DC, continue assim, porque você acertou 100% a mão nesse longa! ❤

Título original: Wonder Woman
Ano de lançamento: 2017
Direção: Patty Jenkins
Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen, Robin Wright, Danny Huston, David Thewlis, Elena Anaya

Review: Logan

Oi, gente! Tudo bem?

Vocês devem ter notado que o post dessa semana veio um dia depois do habitual, né? Acontece que eu estava na praia aproveitando minhas merecidas férias, e acabei não deixando o post agendado. Vocês me perdoam, né? 😛

Mas voltando à rotina, hoje vim contar um pouquinho do que achei de Logan, o filme de despedida de Hugh Jackman como Wolverine!

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Sinopse: Em 2029, Logan (Hugh Jackman) ganha a vida como chofer de limousine para cuidar do nonagenário Charles Xavier (Patrick Stewart). Debilitado fisicamente e esgotado emocionalmente, ele é procurado por Gabriela (Elizabeth Rodriguez), uma mexicana que precisa da ajuda do ex-X-Men para defender a pequena Laura Kinney / X-23 (Dafne Keen). Ao mesmo tempo em que se recusa a voltar à ativa, Logan é perseguido pelo mercenário Donald Pierce (Boyd Holbrook), interessado na menina.

Depois de tantas mancadas por parte da Fox – tanto nos filmes dos X-Men como nos dos Wolverine –, admito que eu não estava na hype de Logan. Contudo, conforme as primeiras críticas (super) positivas começaram a sair, fui ficando mais e mais curiosa. E valeu a pena! O filme é incrível, sendo e não sendo um filme de super-herói ao mesmo tempo, além de seguir um estilo totalmente diferente dentro desse tema.

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O longa se passa em um futuro distópico (2029, mais precisamente), e os mutantes praticamente não existem mais. Logan se vê com suas habilidades regenerativas debilitadas e vivendo isolado na companhia do mutante Caliban e do velho amigo Charles Xavier, que agora sofre com o Alzheimer. A rotina do grupo muda quando Gabriela López, uma enfermeira que trabalhava para a Transigen (empresa que herdou o projeto Arma X), entra em contato com Logan. Ela está acompanhada da jovem Laura/X-23, uma mutante sobrevivente do projeto originada a partir do DNA de Logan, e implora para que ele as leve ao “Eden”, o único local seguro para a menina. Com a morte de Gabriela e a perseguição por parte de Donald Pierce – um membro da Transigen –, Logan se vê responsável pela menina.

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Logan tem um estilo road movie, já que a maior parte de seu enredo é contado na estrada. A partir do momento em que Logan assume a responsabilidade por Laura, ele sabe que não pode parar, pois a perseguição ao grupo é implacável. Incentivado por Charles, que ainda carrega aquele sentimento de esperança em relação aos mutantes, Logan enfrenta diversas dificuldades para levar Laura a seu destino.

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O clima do filme é tenso. Não apenas pelo ritmo frenético, pela perseguição constante e pelas diversas tragédias que acontecem ao longo da trama. Mas principalmente pelo triste estado em que vemos personagens tão queridos e que acompanhamos há tanto tempo. É difícil ver Logan sofrendo para colocar as garras pra dentro, por exemplo, assim como é doloroso ver Charles convulsionando e causando um risco enorme a quem o cerca, devido ao seu poder telepático. Aliás, essas convulsões foram responsáveis por um episódio decisivo no passado dos personagens – que não é contado de maneira explícita, mas que ainda assim dá pra entender. Por sinal, diversos acontecimentos entre Dias de um Futuro Esquecido e Logan ficam nas entrelinhas, sendo necessária atenção pra captar tudo o que o filme está mostrando. Outro aspecto que merece destaque são as cenas de luta, tanto as de Logan como as de Laura: é impossível desgrudar os olhos da tela enquanto esses momentos acontecem. As batalhas são brutais, sangrentas e eletrizantes!

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As atuações também são intensas. Hugh Jackman encerra seu ciclo como Logan/Wolverine de uma maneira sublime, mostrando o cansaço do personagem – que já viveu tempo demais e sofreu perdas demais. (Sir) Patrick Stewart também é maravilhoso, com um Charles extremamente debilitado, mas que segue  fiel a suas crenças. Donald Pierce e os cientistas da Transigen são insistentes, mas não me marcaram muito. E por último, mas não menos importante, temos Laura (ou X-23). Durante boa parte do longa, a garota não fala uma única palavra. E tampouco é necessário: a expressividade dela fala por si só. Laura tem um passado sofrido, e a personagem transparece tudo aquilo que faz parte de sua construção: insegurança, desconfiança, raiva, agressividade, mas também a capacidade de amar as pessoas que cuidam dela.

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Logan é um filme diferente de qualquer filme dos X-Men ou do Wolverine até agora. Como eu disse no início do post, ele é e não é um filme de super-herói. Apesar de falar sobre um, dessa vez a abordagem é humana. Não nos deparamos com uma “aventura” dos X-Men, mas sim com um outro lado de Logan (e Charles): o das pessoas, e não dos mutantes. Logan traz o encerramento perfeito para personagens icônicos, com um enredo envolvente e emocionante. Recomendo demais!

Título original: Logan
Ano de lançamento: 2017
Direção: James Mangold
Elenco: Hugh Jackman, Patrick Stewart, Dafne Keen, Boyd Holbrook, Stephen Merchant, Elizabeth Rodriguez

Review: Moana: Um Mar de Aventuras

Oi pessoal, tudo bem?

Moana: Um Mar de Aventuras finalmente chegou aos cinemas em janeiro, e eu fui correndo conferir! Estava super ansiosa pra assistir ao novo filme da Disney e ver de perto a primeira princesa ondulada (lógico que rolou identificação capilar hahaha!) ❤

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Sinopse: Moana Waialiki é uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores. Querendo descobrir mais sobre seu passado e ajudar a família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é. Acompanhada pelo lendário semideus Maui, Moana começa sua jornada em mar aberto, onde enfrenta terríveis criaturas marinhas e descobre histórias do submundo.

Moana é a filha do chefe de uma tribo polinésia da ilha de Moto Nui e, desde pequena, espera-se que a garota siga os passos do pai e guie seu povo em uma vida tranquila na ilha em que vivem. Contudo, ainda na infância, Moana foi escolhida pelo oceano para cumprir uma missão: devolver o coração roubado de Te Fiti, uma deusa com o poder de criar a vida. Maui, o semideus, foi o responsável pelo roubo, e agora todas as ilhas criadas pela deusa estão perecendo. Moana, após descobrir que essa antiga história é real e incentivada pela sua avó, Tala (que conhece a neta como ninguém), parte rumo ao oceano no intuito de encontrar Maui e fazê-lo devolver o coração de Te Fiti.

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De forma muito resumida, esse é o eixo central do enredo do longa. Entretanto, diversos outros temas são abordados no filme: o rompimento com a tradição, a busca pela própria essência, a independência e a determinação na busca por um objetivo. Moana é uma personagem que ama sua família e seu povo e, justamente por isso, quer atender às expectativas que colocaram sobre ela. Porém, ela também não consegue ignorar quem ela realmente é – uma exploradora, com ambição para ir além e descobrir o que há depois do horizonte.

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Moana é um filme bastante feminista. Temos uma protagonista forte e determinada que rompe com diversos padrões de beleza e não precisa ser salva por homem algum. O que me leva a comentar outro aspecto bacana do filme: a falta de um par romântico. Moana encontra Maui e, depois de algumas desavenças, os dois passam a se respeitar e gostar um do outro. Como amigos! E isso é muito bacana, por dois motivos: 1) Moana é perfeitamente segura de si e totalmente independente, não precisando de um par romântico para se manter motivada ou realizar seus objetivos; e 2) o filme mostra que é normal haver amizade entre homens e mulheres, sem que isso seja levado para um sentido romântico.

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Por último, mas não menos importante: a trilha sonora e a arte do filme são fantásticas! ❤ As músicas são maravilhosas e muitas delas têm uma vibe “típica”, o que auxilia muito na ambientação do filme. A arte também é um show à parte: é impossível não se encantar pelo movimento dos cabelos da Moana e pelo mar azul e cristalino representado no filme.

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Com protagonistas fortes e cheios de personalidade, coadjuvantes super engraçados, uma história envolvente e uma pegada feminista, Moana: Um Mar de Aventuras é uma animação necessária. Aos poucos os padrões estão mudando e paradigmas estão sendo quebrados e eu, como fã incondicional da Disney e de animações, não poderia estar mais feliz. ❤ Amei esse filme e recomendo demais! 😉

Título original: Moana
Ano de lançamento: 2017
Direção: John Musker, Ron Clements
Elenco: Auli’i Cravalho, Dwayne Johnson, Rachel House, Temuera Morrison, Nicole Scherzinger, Jemaine Clement, Alan Tudyk

Review: Rogue One: Uma História Star Wars

Oi, pessoal, como estão?

Em primeiro lugar, gostaria de desejar a todos um Feliz Natal! Espero que a véspera tenha sido incrível e que o dia de hoje seja repleto de amor e muita alegria ao lado de quem vocês amam. ❤

Para o post de hoje eu não resisti a trazer um review de um filme muito aguardado a que assisti na sexta-feira: Rogue One: Uma História Star Wars!

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Sinopse: Ainda criança, Jyn Erso (Felicity Jones) foi afastada de seu pai, Galen (Mads Mikkelsen), devido à exigência do diretor Krennic (Ben Mendelsohn) que ele trabalhasse na construção da arma mais poderosa do Império, a Estrela da Morte. Criada por Saw Gerrera (Forest Whitaker), ela teve que aprender a sobreviver por conta própria ao completar 16 anos. Já adulta, Jyn é resgatada da prisão pela Aliança Rebelde, que deseja ter acesso a uma mensagem enviada por seu pai a Gerrera. Com a promessa de liberdade ao término da missão, ela aceita trabalhar ao lado do capitão Cassian Andor (Diego Luna) e do robô K-2SO.

Confesso pra vocês, apesar de ser super fã de Star Wars, eu não tava enlouquecida esperando por Rogue One. Estava me planejando pra assistir, claro, mas as minhas expectativas não estavam lá em cima porque não acompanhei muito de perto as informações que saíam sobre o filme. Pois é, eis que todas as expectativas que eu nem sequer imaginava que poderia ter foram superadas! QUE FILME INCRÍVEL. ❤

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O longa começa nos apresentando à família de Galen Erso, que vive isolado com a mulher Lyra e a filha Jyn. Ele é forçado pelo Império para trabalhar em um projeto de uma arma extremamente destrutiva. SIM, a Estrela da Morte! Sua mulher é morta na situação e sua filha consegue fugir, sendo resgatada por um amigo da família, Saw Gerrera. Após um corte, somos apresentados a Jyn adulta, que se transformou em uma fora-da-lei, está presa e sendo transportada por uma espécie de “camburão”. Ela é resgatada por alguns membros da Aliança Rebelde, que desejam que a garota entre em contato com Saw Gerrera, pois receberam a informação de que ele possui uma mensagem enviada por Galen por intermédio de um piloto imperial desertor. A partir dessa primeira aventura, o grupo parte em busca dos planos da Estrela da Morte.

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Rogue One tem como objetivo principal preencher as lacunas entre Star Wars III e Star Wars IV. Ele vem para responder como os rebeldes conseguiram os planos da Estrela da Morte e também explica o – até então – furo: por que raios o Império deixou uma falha tão grave na sua arma mais poderosa? E o filme faz isso muito bem, com uma trama que faz sentido: um cientista forçado a construir a arma, que perdeu sua família, sabota a própria criação e ajuda os rebeldes a destruí-la. E, por se tratar de um enredo com um objetivo tão difícil e grandioso, o filme traz diversas cenas de ação muito bem executadas, capazes de nos prender na poltrona. Apesar do final ser um tanto óbvio, é difícil se preparar para enfrentá-lo (e eu juro que tentei!). Mesmo que o espectador saiba qual seja o desfecho, é impossível não ser envolvido pela garra e pela força (desculpem o trocadilho infame) dos personagens.

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Falando em Força, é muito interessante ver como ela é trabalhada em Rogue One. Mesmo após a extinção dos Jedis (exceto, é claro, por Obi-Wan e Yoda), existem pessoas que creem nela e a usam para guiá-los. Um exemplo é um dos personagens de que mais gostei: Chirrut Îmwe, um lutador marcial cego que mostra um lado mais religioso da Força, além de proporcionar algumas das cenas de luta mais legais. A amizade dele com Baze Malbus é muito bonita e rende algumas cenas emocionantes. O piloto Bohdi Rook também é crucial na missão, sendo uma fonte de informação importante sobre o Império. Temos também um novo trio principal (parece que Star Wars adora essa dinâmica): Jyn, Cassian e o robô K-2SO. Cassian é um rebelde da Aliança desde os seis anos. É feroz na luta pela causa, mas tem um grande coração. K-2SO é um robô imperial reprogramado extremamente divertido e carismático, sempre fazendo o espectador rir com suas estatísticas pessimistas. Jyn, contudo, decepciona. A atuação de Felicity Jones não convence, e a personagem não tem o carisma que Rey, por exemplo, demonstrou logo de cara. A personagem é bem fraca, infelizmente. Outro personagem que vale a menção: DARTH VADER! A participação do Lorde Sith é justificada e épica, porque em poucos minutos de tela ele demonstra todo o seu poder e grandeza. É difícil não ser fangirl nesse momento, sorry. 😛 Também tivemos o uso de CG para trazer alguns personagens importantes da trilogia original e, apesar de ter dado para notar que era animação, ainda assim achei o efeito satisfatório.

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Rogue One: Uma História Star Wars é um filme um pouco mais tenso do que os outros filmes da saga, apesar de ter momentos de humor bem colocados. Ele é totalmente fechado em si mesmo, tendo como objetivo encerrar alguns questionamentos em aberto e ampliar nosso entendimento sobre os sacrifícios feitos pela Aliança Rebelde na luta para a destruição do Império Galáctico. A Disney tem feito um excelente trabalho com os novos Star Wars, porque Rogue One foi épico, envolvente e marcante. Confiram!

Título original: Rogue One: A Star Wars Story
Ano de lançamento: 2016
Direção: Gareth Edwards
Elenco: Felicity Jones, Diego Luna, Alan Tudyk, Mads Mikkelsen, Ben Mendelsohn, Donnie Yen, Jiang Wen, Forest Whitaker, James Earl Jones

Review: Doutor Estranho

Oi, gente! Tudo bem?

Novembro vai ser o mês dos filmes por aqui. 😛 Tem muitas estreias acontecendo pelas quais eu estava ansiosa e uma delas é tema do post de hoje: Doutor Estranho!

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Sinopse: Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo.

Doutor Estranho é um filme de origem, e somos apresentados ao famoso, premiado e milionário neurocirurgião Stephen Strange. Arrogante, do tipo que escolhe pacientes de acordo com a complexidade do caso, mas muito orgulhoso do que faz (uma mistura de House com Tony Stark), Stephen tem no seu trabalho a razão para viver. Após sofrer um acidente de carro gravíssimo e ter o controle das mãos comprometido, ele investe toda a sua fortuna em busca da cura, que nunca encontra. Suas pesquisas o levam até o Nepal, a um local chamado Kamar-Taj. O lugar, porém, não é apenas um centro medicinal, mas sim um lugar místico que lida diretamente com magia e combate forças malignas de diversos universos que ameaçam a segurança da Terra. Guiado pela Anciã, a Maga Suprema, Stephen Strange descobre seus talentos para magia e acaba se envolvendo na luta contra Kaecilius, um antigo aluno da Anciã que deseja dar o controle da Terra a Dormammu, um ser místico que vive na Dimensão Negra.

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Já deu pra perceber que Doutor Estranho é repleto de elementos místicos, né? É por isso, inclusive, que o personagem demorou a surgir no Universo Cinematográfico da Marvel. Até então, os filmes não haviam trabalhado com a mais pura magia, e agora ela surge com Stephen Strange. No filme, são trabalhadas questões como o poder da mente para conjurar as magias, o plano astral e o multiverso e suas diversas possibilidades. A maneira como esses conceitos foram introduzidos foi muito bacana, sem soar falso, forçado ou artificial. Os efeitos especiais foram um show à parte, trazendo ao espectador toda essa atmosfera mágica. E isso que nem vi em 3D! Mesmo assim, fiquei encantada com as alterações da realidade, com as distorções do espaço, com as lutas repletas de magia… enfim, foi muito bacana!

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Outro ponto positivo do filme: meu queridinho Benedict Cumberbatch! Doutor Estranho com personalidade,  humano, dividido entre o próprio egoísmo e a vontade de fazer o bem (um conflito que já era nítido mesmo quando ele atuava “apenas” como neurocirurgião). Também gostei da Rachel McAdams como Christine, ela ajudou a trazer a parte mais humana de Stephen à tona. Pena que a personagem tenha tido tão pouco tempo em tela e com menos importância do que deveria: ela é uma médica incrível, mas ficou à sombra de Stephen. Também gostei dos outros personagens, como a Anciã, o Mordo e o Wong.

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Agora chegamos aos pontos negativos do filme: novamente, temos um vilão fraco e uma motivação sem graça. Quando somos apresentados ao Templo de Kamar-Taj e às explicações de que a Terra é protegida pelos Magos, também é explicado que Kaecilius é um antigo aluno da Anciã que se rebelou e agora está ao lado de Dormammu, o ser que reina na Dimensão Negra. É revelado que ele buscou a magia em Kamar-Taj pois havia perdido todos a quem amava e estava perdido. Pois bem, isso parece algo forte a ser explorado na sua motivação para ser vilão, né? Que nada, o filme decidiu que ele seria vilão apenas por estar ~revolts~ com uma descoberta em relação à Anciã. Gente, sério, sem graça demais. Vilão sem um PINGO de personalidade, totalmente subexplorado e sem nada de carisma. Não que o vilão precise ter um SUPER PLANO MALÉFICO de destruir a Terra inteira e picar todo mundo em pedacinhos. Ele pode servir apenas para um filme só, com algum plano menor, desde que tenha razão de ser, sabem? Felizmente, temos uma ÓTIMA cena de Strange contra Dormammu, uma das melhores do filme: engraçada, bem pensada e bem executada. Adorei. 🙂

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Resumindo: Doutor Estranho é um bom filme de origem, apesar de não ser meu favorito. As motivações do vilão são toscas e, pra mim, isso tira muito da força do enredo. Porém, acredito muito no potencial de Stephen Strange e acho que ele vai acrescentar MUITO no universo Marvel. É um personagem com conflitos e ambiguidades, mas que optou por fazer o bem. Além disso, toda a questão da magia é uma novidade muito bacana nos filmes. Recomendado! 😉

Título original: Doctor Strange
Ano de lançamento: 2016
Direção: Scott Derrickson
Elenco: Benedict Cumberbatch, Chiwetel Ejiofor, Tilda Swinton, Rachel McAdams, Mads Mikkelsen, Benedict Wong

Review: A Garota no Trem

Oi, meu povo! Tudo bem com vocês?

Semana passada fui conferir um filme que me deixou muito curiosa: A Garota no Trem! Ele é uma adaptação do livro de Paula Hawkins e, apesar de eu não ter lido a obra original, só pelo trailer ele fisgou minha atenção.

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Sinopse: Rachel (Emily Blunt), uma alcoólatra desempregada e deprimida, sofre pelo seu divórcio recente. Todas as manhãs ela viaja de trem de Ashbury a Londres, fantasiando sobre a vida de um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia ela testemunha uma cena chocante e mais tarde descobre que a mulher está desaparecida. Inquieta, Rachel recorre a polícia e se vê completamente envolvida no mistério.

A única coisa que eu costumo achar previsível em thrillers psicológicos é o fato de que, na maioria das vezes, o personagem suspeito nunca é de fato o assassino (até porque isso tornaria o enredo todo óbvio demais). Apesar de ter uma premissa já explorada em outros filmes (lembrei diversas vezes de Garota Exemplar, principalmente no início do longa), A Garota no Trem me surpreendeu pelo caminho que o enredo trilhou, pelo desfecho incrível e pelas críticas SENSACIONAIS.

O filme nos apresenta à Rachel, uma mulher divorciada e alcoólatra. Todos os dias, Rachel pega o mesmo trem em direção à cidade para esconder sua demissão da colega de apartamento e passar em frente à casa do ex-marido, Tom, e de sua nova família. Rachel não superou o fato de Tom tê-la traído, casado com a amante e ter tido um bebê com ela, e demonstra vários sinais de que está assediando a família. Durante suas viagens, Rachel se encanta com um casal que mora a poucas casas de Tom: jovens e apaixonados, Rachel projeta nos dois todas as suas expectativas em relação ao amor. As coisas se complicam quando essa moça que Rachel observa – que depois descobrimos se chamar Megan – desaparece, e a protagonista torna-se suspeita.

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Como acontece em Garota Exemplar, A Garota no Trem também nos mostra diversas perspectivas em tempos diferentes, com o intuito de confundir o espectador. Porém, enquanto Garota Exemplar me decepcionou, A Garota no Trem me surpreendeu, me chocou e me manteve atenta a cada detalhe. Mas prometo que as comparações acabam aqui. 😛 É que, de fato, durante a primeira parte do longa eu temi que o filme seguisse a mesma linha – o que não acontece.

Uma das coisas mais interessantes no filme é que nossa protagonista não é confiável. Ela tem sérios problemas com bebida, o que torna suas lembranças totalmente deturpadas, e é obcecada pelo ex-marido e sua família. Ou seja, assim como ela, nós também ficamos à mercê dos acontecimentos e sem uma visão clara do que está acontecendo. Porém, com o desenrolar dos fatos, essa confusão ganha uma proporção genial, e o filme passa a falar não apenas do mistério em relação ao desaparecimento de Megan, mas também sobre abuso psicológico e traumas.

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Eu realmente não quero e não gosto de dar spoilers, mas preciso falar sobre a questão do abuso. Por isso, se você não quiser ler essa parte, pode pular para o próximo parágrafo. 😀 É brilhante a forma como A Garota no Trem faz o espectador duvidar da sanidade de Rachel para depois nos mostrar o que realmente levou a protagonista a esse ponto. Lidar com os abusos físicos e psicológicos do marido, que a tratava como louca e distorcia os acontecimentos (aproveitando-se da condição da esposa, que passou a sofrer com o alcoolismo por não conseguir engravidar) simplesmente destruiu a sanidade da personagem. Ela vivia se condenando por coisas que não haviam ocorrido, pois seu marido abusador a fazia acreditar naquilo e, mais do que isso, ele destruía a credibilidade de Rachel onde pudesse – inclusive com Anna, sua atual esposa, que acreditava que Rachel era uma stalker. No fim, Anna percebe que foi tão manipulada quanto Rachel e, felizmente, as duas se unem para se proteger de Tom. Em uma sociedade que vive dizendo que nós, mulheres, somos loucas, foi maravilhoso ver Rachel e Anna virando-se contra ele. A história de Megan também é triste e a personagem tem sérias falhas de caráter, mas ainda assim entendemos porque ela não consegue se conectar emocionalmente com as pessoas, utilizando apenas o sexo para tal.

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Outro aspecto a ser elogiado são as atuações. Emily Blunt foi genial e roubou a cena, trazendo à vida uma Rachel frágil e emocionalmente perturbada. As cenas em que Rachel está bêbada e confusa foram feitas de modo impecável. Haley Bennett também se saiu bem com sua fria e traumatizada Megan. Alguns atores famosos fazem parte do elenco, mas não tiveram grande destaque: é o caso de Laura Prepon, que fez exatamente o que já faz como Alex em Orange is the New Black, e Lisa Kudrow, a eterna Phoebe, que fez uma participação curta (mas de grande importância, pois revela um fato crucial na trama). Também gostei muito da atuação de Justin Theroux e Luke Evans (Tom e Scott, respectivamente): os dois me fizeram ter várias dúvidas a respeito de suas verdadeiras intenções ao longo do filme.

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Enfim, A Garota no Trem foi um filme genial, com um desfecho surpreendente e com uma crítica verossímil e atual. Saí da sala de cinema querendo falar sobre o enredo o tempo todo, tamanha a euforia que o longa me causou. Pra mim, foi um dos melhores filmes do ano. Recomendo DEMAIS! 

Título original: The Girl On The Train
Ano de lançamento: 2016
Direção: Tate Taylor
Elenco: Emily Blunt, Haley Bennett, Rebecca Ferguson, Justin Theroux, Luke Evans, Édgar Ramírez, Lisa Kudrow, Laura Prepon

Review: X-Men: Apocalipse

Oi gente, tudo bem? 😀

Ontem fui ao cinema assistir a um filme pelo qual eu esperei ansiosamente, X-Men: Apocalipse! Bora conferir o que eu achei?

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Sinopse: Desde o início da civilização, ele era adorado como um deus. Apocalipse, o primeiro e mais poderoso mutante do universo da Marvel, acumulou os poderes de muitos outros mutantes, tornando-se imortal e invencível. Ao acordar depois de milhares de anos, ele está desiludido com o mundo em que se encontra e recruta uma equipe de mutantes poderosos, incluindo um desanimado Magneto (Michael Fassbender), para purificar a humanidade e criar uma nova ordem mundial, sobre a qual ele reinará. Como o destino da Terra está na balança, Mística (Jennifer Lawrence), com a ajuda do Professor X (James McAvoy), deve liderar uma equipe de jovens X-Men contra o seu maior inimigo até então e salvar a humanidade da destruição completa

O longa inicia no Egito Antigo, mostrando ao espectador um ritual dedicado a En Sabah Nur – que, na verdade, é um mutante cultuado como uma espécie de deus. O culto mostra a transferência de mentes que En Sabah Nur executa sempre que seu corpo atual está prestes a morrer. Porém, ele é traído por seus súditos, e acaba ficando preso dentro de sua pirâmide. O filme muda sua linha temporal para o presente (os anos 80, nesse caso). Graças aos eventos ocorridos em Dias de Um Futuro Esquecido, os mutantes são conhecidos e aceitos na sociedade. Pelo menos é o que Charles Xavier acredita. Seu instituto para crianças superdotadas prospera e diversos estudantes mutantes fazem daquele local seu lar. Lá, conhecemos Jean Grey e o recém chegado Scott Summers. Contudo, a realidade não é tão simples pra diversos mutantes marginalizados e explorados: nos subúrbios das cidades, nos becos, nas casas de lutas clandestinas, os mesmos são perseguidos, machucados ou utilizados como entretenimento. E é isso que Mística/Raven combate: ela faz o que está ao seu alcance para livrar os mutantes dessas situações onde eles são subjugados. O terceiro elemento fundamental dos filmes anteriores, Erik/Magneto, vive agora foragido na Polônia com um nome falso e família formada. Porém, ao descobrirem seus poderes, uma tragédia acaba por atingi-lo novamente, trazendo todo o seu ódio contra a humanidade de volta.

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Isso é o básico do básico a respeito do enredo do filme. Se eu tentasse explicar tudo que ocorre em X-Men: Apocalipse, acabaria dando milhões de spoilers e tirando toda a graça do enredo. 😛 Basicamente, En Sabah Nur/Apocalipse aproveita-se de mutantes poderosos para auxiliar na sua causa: destruir tudo o que a humanidade que ele julga tola e fraca criou para reconstruir um novo mundo, comandado por ele e pelos mutantes. Para isso, ele sequestra Charles Xavier, o maior telepata do mundo, cujas habilidades Apocalipse deseja. Para salvar Charles, uma equipe inusitada se forma: Jean, Scott, Kurt (Noturno), Peter (Mercúrio), Hank (Fera) e Raven (Mística) partem rumo ao Cairo no intuito de salvar o amigo e mentor. Nessa empreitada, enfrentam diversos obstáculos e inimigos, culminando no confronto principal com os Quatro Cavaleiros do Apocalipse: Psylocke, Tempestade, Anjo e Magneto.

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Algumas coisas me convenceram em X-Men: Apocalipse, outras não. Gostei muito do desenvolvimento do enredo e das cenas de ação, que trouxeram uma dinâmica muito interessante, semelhante à de Dias de um Futuro Esquecido (com uma equipe de mutantes lutando e se complementando com seus poderes). Alguns personagens, contudo, não me agradaram. Jean e Scott, principalmente. Eu não conseguia não enxergar a Sansa Stark na atuação da Sophie Turner e, mesmo em sua cena mais badass (que, por sinal, me deixou bem empolgada em relação ao futuro da franquia), eu realmente não senti a imponência nem o carisma de Jean Grey. Scott é bobinho e sem graça, o tipo de personagem sonso que não faz a menor diferença pra mim. Outro problema que tenho nesses novos filmes (que começaram em X-Men: Primeira Classe) é essa Raven/Mística anti-heroína. Foi impossível não lembrar de Katniss assistindo à atuação de Jennifer Lawrence. A personagem se tornou uma líder para os jovens mutantes e uma espécie de exemplo, o que é muito estranho pra mim, que sempre tive a visão dela como uma vilã. Não que o desenvolvimento atual dela, partindo do Primeira Classe, não faça sentido. Faz! Mas, na minha cabeça, a Mística é uma vilã, entendem? Como o presente foi alterado em Dias de um Futuro Esquecido, o que provavelmente influenciou todo o passado, duvido que os acontecimentos da primeira trilogia dos X-Men vão acontecer. Uma nova história está se formando agora, então torço para que todo o desenvolvimento da personagem seja coerente com o que está ocorrendo no momento (já que, analisando a trilogia original, não faz o menor sentido).

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Peter/Mercúrio roubou a cena novamente, da mesma maneira como fez em Dias de um Futuro Esquecido. A Fox acertou totalmente no tom do personagem e na forma de executar as suas cenas: elas são geniais, engraçadas e cheias de personalidade, assim como ele. Os Cavaleiros do Apocalipse não são bem desenvolvidos, com exceção de Tempestade. Quero ver como será seu desenrolar ao longo da franquia, já que é uma personagem da qual gosto bastante. Anjo e Psylocke são atrativos em batalha, mas acabam sendo totalmente desperdiçados – já que não são aprofundados sob nenhum aspecto. Outro personagem que adorei foi Noturno, com o qual simpatizei de cara.

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O filme contém uma cena pós-créditos que, acredito eu, possa servir de gancho para a criação da X-23, clone de Wolverine. A aparição especial do personagem é muito interessante também, em uma cena cheia de sangue e ação.

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Gostei bastante de X-Men: Apocalipse, principalmente pelo enredo e pelas cenas de ação muito bem executadas. Apesar dos personagens não terem me cativado tanto, gosto muito da dinâmica do trio Charles, Erik e Raven, agora mais maduros e com motivações perfeitamente compreensíveis. Sou fã dos mutantes e gosto muito do que essa “nova fase” da franquia tem feito, abrindo diversas possibilidades sem necessariamente partir para um reboot, graças a Dias de um Futuro Esquecido. Já estou empolgada esperando o próximo filme! 😀

Título original: X-Men: Apocalypse
Ano de lançamento: 2016
Direção: Bryan Singer
Elenco: James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Oscar Isaac, Sophie Turner, Nicholas Hoult, Tye Sheridan, Kodi Smit-McPhee, Evan Peters