Dica de Série dupla: Luke Cage e Punho de Ferro

Oi gente! Tudo bem com vocês?

Pra finalizar as séries de super-heróis da Netflix e da Marvel, hoje eu trago pra vocês minha opinião sobre Luke Cage e Punho de Ferro! 🙂

Resolvi fazer essa Dica de Série dupla por três fatores: 1) acho que combina falar deles juntos, já que eles formam uma bela amizade nas HQs; 2) fiquei pilhadíssima com o trailer de Os Defensores, que saiu há algum tempo e 3) essas foram as duas séries da parceria Netflix e Marvel de que menos gostei. Vamos aos reviews?

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Sinopse: Depois que um experimento sabotado ter deixado Luke Cage com uma super-força e pele indestrutível, ele se torna um fugitivo que tenta reconstruir a vida no Harlem, bairro de Nova York. Mas logo ele é forçado a sair das sombras e lutar pela sua cidade, bem como confrontar o passado do qual tentou fugir e assumir a identidade de herói.

A história de Luke Cage pode ter começado em Jessica Jones, mas na sua série solo ela ganha mais profundidade e conhecemos mais do passado do herói. A série começa com Luke trabalhando na Barbearia do Pop, localizada no Harlem – um bairro majoritariamente negro. Lá, a violência fica cada vez mais expressiva, principalmente pela ação dos primos Cornell “Boca de Algodão” Stokes (dono da boate mais popular do local, onde ocorrem diversas atividades criminosas) e Mariah Dillard (vereadora que usa sua influência para ajudar Cornell). Luke mantém suas habilidades especiais – ele é super forte e sua pele é à prova de balas, extremamente resistente – em segredo, e apenas Pop sabe a verdade. Quando o dono da barbearia é assassinado, Luke toma para si a responsabilidade de acabar com Boca de Algodão e Mariah Dillard, ao mesmo tempo em que desvenda segredos sobre seu próprio passado.

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Luke Cage tem um enredo consistente, apesar de desandar no final – algo que senti também em Jessica Jones. Existem muitos vilões, o que acaba dividindo a atenção do espectador e enfraquecendo todos eles, em especial o último, que deveria ser também o principal e mais ameaçador. Luke não é um protagonista muito carismático, mas felizmente a enfermeira mais badass de Nova York, Claire Temple, supre essa demanda, já que ela ganha bastante destaque nessa série. Outra personagem feminina super forte que merece destaque é a policial Misty Knight: honesta, determinada e corajosa, ela defende o Harlem com unhas e dentes. Luke Cage também é uma série importante por trazer muita negritude e representatividade, já que o Harlem é um bairro predominantemente negro: da trilha sonora aos costumes locais, a série acerta em cheio ao abordar esses aspectos, que normalmente são deixados de lado em outras produções televisivas.

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Em suma, Luke Cage é uma boa série, mas cujo protagonista não encanta. Tem uma história coerente e interessante, mas não a ponto de querer me fazer maratonar. Assisti mais por querer acompanhar os quatro heróis que farão parte de Os Defensores, confesso, mas não me arrependi de dedicar algumas horas à série. 🙂

Título original:  Marvel’s Luke Cage
Ano de lançamento: 2016
Criador: Cheo Hodari Coker
Elenco: Mike Colter, Mahershala Ali, Simone Missick, Alfre Woodard, Theo Rossi, Rosario Dawson, Erik LaRay Harvey

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Sinopse: Daniel Rand (Finn Jones) é um bilionário, herdeiro da fortuna das Indústrias Rand. Por 15 anos, todos acreditaram que ele estava morto, após um acidente de avião no Himalaia que vitimou seus pais, Wendell e Heather Rand. Mas Danny foi salvo e viveu todo esse tempo na cidade mística de K’un-Lun, uma das Sete Capitais do Céu. Lá, Danny aprendeu a canalizar o seu chi e se tornou o Punho de Ferro. De volta a Nova York, ele vai tentar retomar seu posto na empresa, agora sob o comando de seus amigos de infância Joy (Jessica Stroup) e Ward Meachum (Tom Pelphrey). Mas ele precisa convencer a todos que é realmente quem diz ser e combater o Tentáculo, com a ajuda de Colleen Wing (Jessica Henwick).

Em Punho de Ferro, acompanhamos a história de Danny Rand, que volta a Nova York depois de anos treinando em um monastério localizado em outro plano astral. Quando criança, ele e os pais sofreram um acidente de avião, e Danny foi o único sobrevivente. Salvo por monges de K’un-Lun (esse local sagrado em outro plano), Danny foi treinado nas artes do kung fu e conseguiu o título de Punho de Ferro – o herói responsável por proteger K’un-Lun do Tentáculo (que deu as caras pela primeira vez em Demolidor). Danny volta à Nova York para retomar sua antiga vida como herdeiro da empresa que leva seu nome, ao mesmo tempo em que pretende acabar com o Tentáculo. Nesse processo, ele torna-se aliado da instrutora de artes marciais Colleen Wing e entra em conflito com os atuais gestores das Indústrias Rand: Ward e Joy Meachum, seus amigos de infância e filhos do antigo sócio do pai de Danny.

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Serei direta: Punho de Ferro é a pior das quatro séries oriundas da parceria Marvel e Netflix. Finn Jones interpreta um Danny Rand inconsistente, que ora é um monge tranquilo e comedido, ora perde as estribeiras com qualquer situação de conflito. As cenas de luta são vergonhosas, principalmente quando consideramos que o Punho de Ferro é o personagem que mais deveria ter maestria em combates corpo a corpo. A história tenta colocar plot-twists a todo momento, inclusive da metade para o final, quando os personagens já deveriam ter sido bem estabelecidos (como ocorre, por exemplo, com a inserção de Bakuto, mais um dos vilões). Isso tira a força dos plot-twists, que acabam soando mais como tentativas desesperadas de tentar fazer o enredo engrenar. Falando ainda em vilões, Punho de Ferro repete o erro de Luke Cage, mas de modo ainda mais falho: a série tem diversos antagonistas, sendo que um dos maiores já é revelado de cara, não sobrando nenhuma surpresa para o espectador. O único personagem novo que é interessante na série é Ward Meachum – ele é o mais próximo do cinza que temos em Punho de Ferro, tendo suas forças e fraquezas trabalhadas e seu psicológico desenvolvido. Já Claire Temple, como sempre, rouba a cena, sendo a visão do público em meio às loucuras que presencia, sempre com comentários ácidos e engraçados e uma visão mais racional das coisas.

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Punho de Ferro parece ter sido feito às pressas e sem orçamento, mas eu tenho que admitir: o ritmo dos episódios é bom, e dá vontade de assistir um após o outro porque o enredo não chega a ser cansativo (apesar dos diversos momentos nonsense). Espero que o personagem Danny Rand/Punho de Ferro seja melhor desenvolvido em Os Defensores, porque é uma pena ver a qualidade das séries Marvel/Netflix decair. Pra quem pretende acompanhar todas as séries dessa parceria, não há como fugir de conferir Punho de Ferro. Mas meu conselho é que você assista sem muitas expectativas.

Título original:  Marvel’s Iron Fist
Ano de lançamento: 2017
Criador: Scott Buck
Elenco: Finn Jones, Jessica Henwick, Tom Pelphrey, Jessica Stroup, David Wenham, Rosario Dawson

Dica de Série: Jessica Jones

Oi gente, tudo bem?

Enquanto não organizo os pensamentos pra falar sobre 13 Reasons Why, a nova série da Netflix, resolvi me redimir e escrever um pouquinho sobre outra série do serviço de streaming que eu assisti, gostei, mas não resenhei antes: Jessica Jones! 🙂 Assim, aproveito e cumpro minha promessa do ano passado, na qual eu comentei que traria conteúdos sobre os quais eu queria falar por aqui! 😛

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Sinopse: Desde que sua curta vida como super-heroína acabou de forma trágica, Jessica Jones (Krysten Ritter) vem reconstruindo sua carreira e passou a levar a vida como detetive particular no bairro de Hell’s Kitchen, em Nova York, na sua própria agência de investigações, a Alias Investigations. Traumatizada por eventos anteriores de sua vida, ela sofre de Transtorno de Estresse Pós-Traumático, e tenta fazer com que seus super-poderes passem despercebidos pelos seus clientes. Mas, mesmo tentando fugir do passado, seus demônios particulares vão voltar a perseguí-la, na figura de Zebediah Kilgrave (David Tennant), um obsessivo vilão que fará de tudo para chamar a atenção de Jessica.

Depois de me viciar totalmente em Demolidor – foi uma das melhores séries de 2015 pra mim –, fiquei cheia de expectativas pra conferir Jessica Jones. Porém, ao contrário da série do Demônio de Hell’s Kitchen, o envolvimento com o enredo demorou a acontecer. Os primeiros episódios de JJ (vou abreviar, tá?) são mais arrastados e tem um desenrolar mais lento, apresentando devagar a protagonista e suas nuances. Jessica sofre de estresse pós-traumático e tem sérios problemas com alcoolismo. No passado, já usou suas habilidades especiais (ela é super forte e resistente) para ajudar outras pessoas, mas hoje ela trabalha como detetive particular – enquanto afoga seus traumas na bebida.

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O motivo pelo qual a personagem se encontra nessa situação é o abuso psicológico e sexual que sofreu graças a Kilgrave, um indivíduo que também tem habilidades especiais: ele é capaz de controlar as pessoas apenas falando com elas. E, por muito tempo, ele fez uso dessas habilidades para controlar Jessica e mantê-la ao seu lado. Em determinado momento, após um acontecimento marcante, a personagem consegue se desvencilhar desse controle e acredita que Kilgrave estava morto. Mas o desaparecimento da estudante Hope Shlottman leva Jessica a enfrentar os seus medos e rever suas crenças.

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Jessica Jones é uma série muuuito girl power. Jessica é uma anti-heroína de personalidade forte, que quebra muitos paradigmas sobre feminilidade. Assombrada pelo passado, cheia de paranoias e emocionalmente destruída, Jessica é uma das representações possíveis de alguém que foi abusada, convive com as consequências disso e tenta seguir em frente. Ela não se preocupa em agradar ninguém, ela não liga pro que pensam dela e ela faz o que precisa ser feito, rompendo o ideal de personagem feminina que vemos em tantas produções. Além dela (e do fato da série ter sido criada por uma mulher), temos também Trish Walker, a melhor amiga de Jessica. Ela é determinada, profissional e corajosa, sendo um ponto de apoio fundamental para a protagonista, que não confia em ninguém. A amizade das duas é uma das melhores amizades femininas das séries porque, mesmo com personalidades tão distintas, as duas se amam e se preocupam genuinamente uma com a outra. Em um mundo em que a rivalidade feminina é incentivada, esse tipo de relação deve ser celebrada. 🙂 Outra personagem feminina forte é Jeri Hogarth, a advogada que muitas vezes contrata os serviços de Jessica. Lésbica, bem-sucedida, inteligente, mas também cheia de defeitos (entre eles a ganância e a indiferença), ela é uma personagem complexa, real e que mostra como personagens femininas podem ser muito mais que mocinhas inocentes. Outro personagem que merece ser comentado é Luke Cage, que é introduzido em JJ e depois ganha sua própria série. Infelizmente o personagem não me conquistou, tanto aqui quanto na sua série solo.

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O vilão também é bem trabalhado e, por muitas vezes, quase consegue nossa simpatia (em parte graças ao carisma de David Tennant). Totalmente obcecado por Jessica, Kilgrave tenta de todas as maneiras manipulá-la, por meio do discurso, da perseguição e da ameaça de violência. Podemos fazer um paralelo com a realidade: muitos homens, por meio do charme e da manipulação psicológica, conseguem fazer as vítimas de abuso acreditarem que eles estão arrependidos e podem mudar. O personagem representa homens que, mesmo sem habilidades especiais, conseguem minar a autoconfiança de suas parceiras e fazê-las duvidar da sua própria sanidade. É um tipo de violência que faz com que as vítimas se vejam em um ciclo vicioso extremamente difícil de sair, já que esses agressores utilizam-se da confiança que suas parceiras têm ou um dia tiveram nelas. No caso de Kilgrave, a relação com a Jessica se inicia devido aos seus poderes de controle mental, mas ainda assim é uma representação do que acontece na vida real.

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Não vou negar: Jessica Jones tem altos e baixos (especialmente da metade pro final, com algumas viagens wtf no roteiro) e não me envolveu tanto quanto a primeira temporada de Demolidor. Mas ela também é genial, pois não foca em mostrar estupro e abuso de maneira explícita, como tantas outras séries fazem e sem motivos importantes. Ela vai além: ela mostra as consequências de tudo isso. Ela mostra o sofrimento de quem passa por esse tipo de trauma e também das pessoas próximas, que são obrigadas a ver alguém querido em um sofrimento constante. Ao abordar de maneira tão verossímil essas questões, Jessica Jones torna-se mais do que uma série de super-heróis, trazendo um tema e uma discussão necessários a milhares de pessoas. Recomendo! 🙂

Título original: Marvel’s Jessica Jones
Ano de lançamento: 2015
Criadores: Melissa Rosenberg
Elenco: Krysten Ritter, David Tennant, Rachel Taylor, Mike Colter, Carrie-Anne Moss

Dica de Série: Agent Carter

Oi, meu povo! Tudo bem com vocês?

Faz tempo que eu não trago um review de série, né? E acreditem: tenho muuuita coisa pra indicar. Entre 2015 e 2016 eu assisti a várias séries, mas minha desorganização não permitiu que eu falasse a respeito. Então, pra começar a dar conta desse conteúdo que eu quero trazer pra vocês, resolvi falar de uma das últimas séries que vi ano passado: Agent Carter (ou Marvel’s Agent Carter)!

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Sinopse: Agent Carter conta a história Peggy Carter (Hayley Atwell). O ano é 1946, e Peggy se encontra marginalizada quando os homens retornam ao lar após a Guerra. Trabalhando para a SSR (Reserva Científica Estratégica, em inglês), Peggy precisa balancear o trabalho administrativo e missões secretas para Howard Stark, ao mesmo tempo em que leva uma vida solteira após perder o seu amor, Steve Rogers.

Agent Carter começa mostrando os acontecimentos após a “morte” do Capitão América, que ocorre no fim do filme de origem do Primeiro Vingador. Peggy Carter, que no filme era o interesse amoroso de Steve Rogers, seguiu sua carreira após a guerra – agora como uma agente da Reserva Científica Estratégica (ou SSR, em inglês). Contudo, a protagonista não usufrui mais do respeito que tinha na época da guerra. Agora, ela é vista por seus colegas como uma simples telefonista ou secretária. Em meio à frustração profissional, Peggy vê seu amigo Howard Stark (sim, o pai do Tony) ser acusado de traição, e ele pede sua ajuda para provar sua inocência. Fazendo um papel de agente dupla, contando apenas com a ajuda do mordomo de Howard, Edwin Jarvis, Peggy vê uma oportunidade de realmente fazer a diferença.

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Agent Carter é uma série extremamente cativante. Primeiro, porque Peggy é maravilhosa. Apesar de se encontrar em um cargo inferior ao que tinha e viver todos os dias situações humilhantes motivadas pelo machismo de seus colegas de trabalho, a personagem segue fiel a seus princípios e lutando pelo que acredita, ao mesmo tempo em que convive com a dor por ter perdido o homem pelo qual se apaixonou. Ao aceitar ajudar Howard Stark, Peggy vê a oportunidade que precisava para sentir-se útil novamente, ao mesmo tempo em que prova para si mesma (e para os outros) sua capacidade.

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Jarvis também rouba a cena, sendo o melhor sidekick que vi em muito tempo: leal, gentil, medroso e corajoso ao mesmo tempo – tudo isso faz de Jarvis uma pessoa a qual nos apegamos sem esforço, e ele acaba ganhando também a afeição de Peggy, que vê nele um grande amigo. Além disso, eu amo a voz do James d’Arcy, que vive o Jarvis. ❤ Outro personagem que vale a pena mencionar é Daniel Sousa, um ex-soldado que, assim como Peggy, é marginalizado e visto como inferior por seus colegas. Isso se deve ao fato dele ter voltado da guerra como deficiente devido a uma lesão na perna. Ele é um dos poucos homens que confiam em Peggy e eu shippo os dois demais hahaha! ❤

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O enredo da primeira temporada é muito instigante, apresentando uma trama que envolve traições do governo americano e espiões russos – algo que super combina com a ambientação pós-Segunda Guerra Mundial. Na segunda temporada o foco é outro, um pouco mais “sobrenatural” e, apesar de não ser tão envolvente quanto a primeira, mantém a excelente qualidade. Infelizmente, a série foi cancelada na segunda temporada, deixando os fãs da Peggy e do Jarvis órfãos. 😦 Com tantas séries ruins no ar, é bem revoltante que tenham cancelado Agent Carter depois de apenas duas temporadas, além de ter sido um grande desperdício de um ótimo material. O final tem alguns encerramentos (o que nos dá certo conforto), mas também deixa pontas soltas para uma próxima temporada que são de cair o queixo (o que me fez querer arrancar os cabelos por saber que não teria mais nenhum episódio).

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Agent Carter não é uma obra-prima incomparável ou uma série totalmente inovadora. Sim, tem alguns clichês e situações fantasiosas. Mas sinceramente? Em um mundo repleto de machismo, em que super-heróis masculinos são referência e garantem lucros às empresas e heroínas femininas ou têm pouco espaço ou são hipersexualizadas, Agent Carter foi uma grata surpresa. Com uma trama interessante, atuações excelentes, figurinos maravilhosos e a mistura perfeita entre ação e comédia, a série é um belo chute na bunda nos machistas – chute este dado pela maravilhosa Peggy Carter, um exemplo maravilhoso de heroína! ❤ Amei a série e recomendo fortemente! 

Título original: Marvel’s Agent Carter
Ano de lançamento: 2015
Criadores: Stephen McFeely, Christopher Markus
Elenco: Hayley Atwell, James d’Arcy, Enver Gjokaj, Chad Michael Murray, Dominic Cooper

Review: Doutor Estranho

Oi, gente! Tudo bem?

Novembro vai ser o mês dos filmes por aqui. 😛 Tem muitas estreias acontecendo pelas quais eu estava ansiosa e uma delas é tema do post de hoje: Doutor Estranho!

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Sinopse: Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo.

Doutor Estranho é um filme de origem, e somos apresentados ao famoso, premiado e milionário neurocirurgião Stephen Strange. Arrogante, do tipo que escolhe pacientes de acordo com a complexidade do caso, mas muito orgulhoso do que faz (uma mistura de House com Tony Stark), Stephen tem no seu trabalho a razão para viver. Após sofrer um acidente de carro gravíssimo e ter o controle das mãos comprometido, ele investe toda a sua fortuna em busca da cura, que nunca encontra. Suas pesquisas o levam até o Nepal, a um local chamado Kamar-Taj. O lugar, porém, não é apenas um centro medicinal, mas sim um lugar místico que lida diretamente com magia e combate forças malignas de diversos universos que ameaçam a segurança da Terra. Guiado pela Anciã, a Maga Suprema, Stephen Strange descobre seus talentos para magia e acaba se envolvendo na luta contra Kaecilius, um antigo aluno da Anciã que deseja dar o controle da Terra a Dormammu, um ser místico que vive na Dimensão Negra.

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Já deu pra perceber que Doutor Estranho é repleto de elementos místicos, né? É por isso, inclusive, que o personagem demorou a surgir no Universo Cinematográfico da Marvel. Até então, os filmes não haviam trabalhado com a mais pura magia, e agora ela surge com Stephen Strange. No filme, são trabalhadas questões como o poder da mente para conjurar as magias, o plano astral e o multiverso e suas diversas possibilidades. A maneira como esses conceitos foram introduzidos foi muito bacana, sem soar falso, forçado ou artificial. Os efeitos especiais foram um show à parte, trazendo ao espectador toda essa atmosfera mágica. E isso que nem vi em 3D! Mesmo assim, fiquei encantada com as alterações da realidade, com as distorções do espaço, com as lutas repletas de magia… enfim, foi muito bacana!

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Outro ponto positivo do filme: meu queridinho Benedict Cumberbatch! Doutor Estranho com personalidade,  humano, dividido entre o próprio egoísmo e a vontade de fazer o bem (um conflito que já era nítido mesmo quando ele atuava “apenas” como neurocirurgião). Também gostei da Rachel McAdams como Christine, ela ajudou a trazer a parte mais humana de Stephen à tona. Pena que a personagem tenha tido tão pouco tempo em tela e com menos importância do que deveria: ela é uma médica incrível, mas ficou à sombra de Stephen. Também gostei dos outros personagens, como a Anciã, o Mordo e o Wong.

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Agora chegamos aos pontos negativos do filme: novamente, temos um vilão fraco e uma motivação sem graça. Quando somos apresentados ao Templo de Kamar-Taj e às explicações de que a Terra é protegida pelos Magos, também é explicado que Kaecilius é um antigo aluno da Anciã que se rebelou e agora está ao lado de Dormammu, o ser que reina na Dimensão Negra. É revelado que ele buscou a magia em Kamar-Taj pois havia perdido todos a quem amava e estava perdido. Pois bem, isso parece algo forte a ser explorado na sua motivação para ser vilão, né? Que nada, o filme decidiu que ele seria vilão apenas por estar ~revolts~ com uma descoberta em relação à Anciã. Gente, sério, sem graça demais. Vilão sem um PINGO de personalidade, totalmente subexplorado e sem nada de carisma. Não que o vilão precise ter um SUPER PLANO MALÉFICO de destruir a Terra inteira e picar todo mundo em pedacinhos. Ele pode servir apenas para um filme só, com algum plano menor, desde que tenha razão de ser, sabem? Felizmente, temos uma ÓTIMA cena de Strange contra Dormammu, uma das melhores do filme: engraçada, bem pensada e bem executada. Adorei. 🙂

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Resumindo: Doutor Estranho é um bom filme de origem, apesar de não ser meu favorito. As motivações do vilão são toscas e, pra mim, isso tira muito da força do enredo. Porém, acredito muito no potencial de Stephen Strange e acho que ele vai acrescentar MUITO no universo Marvel. É um personagem com conflitos e ambiguidades, mas que optou por fazer o bem. Além disso, toda a questão da magia é uma novidade muito bacana nos filmes. Recomendado! 😉

Título original: Doctor Strange
Ano de lançamento: 2016
Direção: Scott Derrickson
Elenco: Benedict Cumberbatch, Chiwetel Ejiofor, Tilda Swinton, Rachel McAdams, Mads Mikkelsen, Benedict Wong

Review: X-Men: Apocalipse

Oi gente, tudo bem? 😀

Ontem fui ao cinema assistir a um filme pelo qual eu esperei ansiosamente, X-Men: Apocalipse! Bora conferir o que eu achei?

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Sinopse: Desde o início da civilização, ele era adorado como um deus. Apocalipse, o primeiro e mais poderoso mutante do universo da Marvel, acumulou os poderes de muitos outros mutantes, tornando-se imortal e invencível. Ao acordar depois de milhares de anos, ele está desiludido com o mundo em que se encontra e recruta uma equipe de mutantes poderosos, incluindo um desanimado Magneto (Michael Fassbender), para purificar a humanidade e criar uma nova ordem mundial, sobre a qual ele reinará. Como o destino da Terra está na balança, Mística (Jennifer Lawrence), com a ajuda do Professor X (James McAvoy), deve liderar uma equipe de jovens X-Men contra o seu maior inimigo até então e salvar a humanidade da destruição completa

O longa inicia no Egito Antigo, mostrando ao espectador um ritual dedicado a En Sabah Nur – que, na verdade, é um mutante cultuado como uma espécie de deus. O culto mostra a transferência de mentes que En Sabah Nur executa sempre que seu corpo atual está prestes a morrer. Porém, ele é traído por seus súditos, e acaba ficando preso dentro de sua pirâmide. O filme muda sua linha temporal para o presente (os anos 80, nesse caso). Graças aos eventos ocorridos em Dias de Um Futuro Esquecido, os mutantes são conhecidos e aceitos na sociedade. Pelo menos é o que Charles Xavier acredita. Seu instituto para crianças superdotadas prospera e diversos estudantes mutantes fazem daquele local seu lar. Lá, conhecemos Jean Grey e o recém chegado Scott Summers. Contudo, a realidade não é tão simples pra diversos mutantes marginalizados e explorados: nos subúrbios das cidades, nos becos, nas casas de lutas clandestinas, os mesmos são perseguidos, machucados ou utilizados como entretenimento. E é isso que Mística/Raven combate: ela faz o que está ao seu alcance para livrar os mutantes dessas situações onde eles são subjugados. O terceiro elemento fundamental dos filmes anteriores, Erik/Magneto, vive agora foragido na Polônia com um nome falso e família formada. Porém, ao descobrirem seus poderes, uma tragédia acaba por atingi-lo novamente, trazendo todo o seu ódio contra a humanidade de volta.

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Isso é o básico do básico a respeito do enredo do filme. Se eu tentasse explicar tudo que ocorre em X-Men: Apocalipse, acabaria dando milhões de spoilers e tirando toda a graça do enredo. 😛 Basicamente, En Sabah Nur/Apocalipse aproveita-se de mutantes poderosos para auxiliar na sua causa: destruir tudo o que a humanidade que ele julga tola e fraca criou para reconstruir um novo mundo, comandado por ele e pelos mutantes. Para isso, ele sequestra Charles Xavier, o maior telepata do mundo, cujas habilidades Apocalipse deseja. Para salvar Charles, uma equipe inusitada se forma: Jean, Scott, Kurt (Noturno), Peter (Mercúrio), Hank (Fera) e Raven (Mística) partem rumo ao Cairo no intuito de salvar o amigo e mentor. Nessa empreitada, enfrentam diversos obstáculos e inimigos, culminando no confronto principal com os Quatro Cavaleiros do Apocalipse: Psylocke, Tempestade, Anjo e Magneto.

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Algumas coisas me convenceram em X-Men: Apocalipse, outras não. Gostei muito do desenvolvimento do enredo e das cenas de ação, que trouxeram uma dinâmica muito interessante, semelhante à de Dias de um Futuro Esquecido (com uma equipe de mutantes lutando e se complementando com seus poderes). Alguns personagens, contudo, não me agradaram. Jean e Scott, principalmente. Eu não conseguia não enxergar a Sansa Stark na atuação da Sophie Turner e, mesmo em sua cena mais badass (que, por sinal, me deixou bem empolgada em relação ao futuro da franquia), eu realmente não senti a imponência nem o carisma de Jean Grey. Scott é bobinho e sem graça, o tipo de personagem sonso que não faz a menor diferença pra mim. Outro problema que tenho nesses novos filmes (que começaram em X-Men: Primeira Classe) é essa Raven/Mística anti-heroína. Foi impossível não lembrar de Katniss assistindo à atuação de Jennifer Lawrence. A personagem se tornou uma líder para os jovens mutantes e uma espécie de exemplo, o que é muito estranho pra mim, que sempre tive a visão dela como uma vilã. Não que o desenvolvimento atual dela, partindo do Primeira Classe, não faça sentido. Faz! Mas, na minha cabeça, a Mística é uma vilã, entendem? Como o presente foi alterado em Dias de um Futuro Esquecido, o que provavelmente influenciou todo o passado, duvido que os acontecimentos da primeira trilogia dos X-Men vão acontecer. Uma nova história está se formando agora, então torço para que todo o desenvolvimento da personagem seja coerente com o que está ocorrendo no momento (já que, analisando a trilogia original, não faz o menor sentido).

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Peter/Mercúrio roubou a cena novamente, da mesma maneira como fez em Dias de um Futuro Esquecido. A Fox acertou totalmente no tom do personagem e na forma de executar as suas cenas: elas são geniais, engraçadas e cheias de personalidade, assim como ele. Os Cavaleiros do Apocalipse não são bem desenvolvidos, com exceção de Tempestade. Quero ver como será seu desenrolar ao longo da franquia, já que é uma personagem da qual gosto bastante. Anjo e Psylocke são atrativos em batalha, mas acabam sendo totalmente desperdiçados – já que não são aprofundados sob nenhum aspecto. Outro personagem que adorei foi Noturno, com o qual simpatizei de cara.

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O filme contém uma cena pós-créditos que, acredito eu, possa servir de gancho para a criação da X-23, clone de Wolverine. A aparição especial do personagem é muito interessante também, em uma cena cheia de sangue e ação.

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Gostei bastante de X-Men: Apocalipse, principalmente pelo enredo e pelas cenas de ação muito bem executadas. Apesar dos personagens não terem me cativado tanto, gosto muito da dinâmica do trio Charles, Erik e Raven, agora mais maduros e com motivações perfeitamente compreensíveis. Sou fã dos mutantes e gosto muito do que essa “nova fase” da franquia tem feito, abrindo diversas possibilidades sem necessariamente partir para um reboot, graças a Dias de um Futuro Esquecido. Já estou empolgada esperando o próximo filme! 😀

Título original: X-Men: Apocalypse
Ano de lançamento: 2016
Direção: Bryan Singer
Elenco: James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Oscar Isaac, Sophie Turner, Nicholas Hoult, Tye Sheridan, Kodi Smit-McPhee, Evan Peters

Review: Capitão América: Guerra Civil

Oi gente, tudo bem?

Hoje venho falar pra vocês sobre um dos filmes pelo qual eu mais esperei: Capitão América: Guerra Civil! ❤ Assisti ao filme ontem e continuo eufórica, mas prometo tentar manter o foco durante a resenha hahaha!

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Sinopse: Steve Rogers (Chris Evans) é o atual líder dos Vingadores, super-grupo de heróis formado por Viúva Negra (Scarlett Johansson), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Visão (Paul Bettany), Falcão (Anthony Mackie) e Máquina de Combate (Don Cheadle). O ataque de Ultron fez com que os políticos buscassem algum meio de controlar os super-heróis, já que seus atos afetam toda a humanidade. Tal decisão coloca o Capitão América em rota de colisão com Tony Stark (Robert Downey Jr.), o Homem de Ferro.

Houve toda uma expectativa criada pela Marvel em cima de Guerra Civil: a divulgação foi massiva, vários trailers e cenas foram lançados e muita especulação gerada. Eu sempre curti muito a ideia por trás de Guerra Civil, apesar de só conhecê-la superficialmente pelo que li a respeito dos quadrinhos. Claro, o filme não adaptou a guerra da HQ, até porque seria inviável em apenas um filme. Porém, a proposta da Marvel foi ainda melhor do que tudo que eu esperava! ❤ Apesar de levar o nome do Capitão América, o filme trata de diversos personagens. A Marvel sabe como ninguém conectar seus diversos longas, trazendo outros heróis de maneira muito convincente. Isso se dá porque seu universo cinematográfico é extremamente bem construído e coeso, dando margem a diversas participações.

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Pra quem viu os trailers, é possível entender o cerne do enredo: depois das catástrofes nas quais os Vingadores estavam envolvidos, os governos ao redor do mundo desejam uma regulamentação dos super-heróis, com a proposta de que eles não sejam mais uma iniciativa privada, mas sim um grupo sob o comando da ONU. Tony Stark, sentindo-se extremamente culpado pelos eventos de Era de Ultron (que, afinal, foram causados por culpa dele), acredita que essa seja a melhor decisão, pois tanto poder deve ser regulamentado. Steve Rogers, entretanto, tem uma posição diferente: para ele, a ONU é feita por pessoas, e pessoas mudam de lado e de interesses. Ou seja, são corruptíveis. O medo do Capitão é que os Vingadores acabem se tornando uma arma nas mãos dos governos, que vão dizer quando e onde eles podem agir. Alguns heróis concordam com Tony, outros com Steve, mas no fim o chamado Tratado de Sokovia é assinado. Eventos marcantes ocorrem no dia da assinatura, mas vou parar por aqui pra não correr o risco de dar nenhum spoiler. 😛

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Apesar de os trailers indicarem que a briga entre o Capitão e o Homem de Ferro se dá por uma diferença ideológica e pelo fato de o Capitão proteger seu melhor amigo, Bucky Barnes, o enredo de Guerra Civil vai muito além disso. Ao longo de suas 2h28min de duração, o longa apresenta uma sucessão de eventos muito mais complexos que levam ao famigerado conflito. Cada personagem do filme tem sua razão de existir. Me surpreendi com a inserção do Pantera Negra e do Homem-Aranha, pois eu não imaginava que o primeiro seria tão bem desenvolvido e que o segundo seria tão interessante. A única coisa que me deixou meio perdida em relação ao cabeça de teia foi a sua idade e a idade da tia May. Não conheço muito da sua origem nos quadrinhos, mas fui pega de surpresa por esses elementos.

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Os conflitos ideológicos e as motivações de Rogers e Stark também são coerentes e compreensíveis. Ao contrário dos quadrinhos, em que o Homem de Ferro é inescrupuloso em suas crenças, sendo praticamente o vilão do arco, no filme o espectador consegue se colocar na posição de ambos os heróis, e concordar e discordar de suas atitudes na mesma medida. Cada um acredita que esteja fazendo o certo, e ambos são obstinados. E é essa combinação que os leva ao conflito. Continuo sendo #TeamCap, pois concordo com Steve Rogers sobre a mudança nos ideais e interesses humanos. Além disso, adoro o Bucky e morro de pena dele por toda a questão da lavagem cerebral. 😦 Mas também é muito fácil entender o Tony e o remorso que ele carrega consigo.

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Eu não poderia deixar de falar nas cenas de ação. Apesar de não ter visto o filme em 3D nem IMAX (pasmem, me julguem, enfim: prefiro cinema normal), eu fiquei de boca aberta com todas as cenas em que houve conflito. As perseguições e as lutas foram de tirar o fôlego, mostrando o potencial de todos os heróis individualmente e também seu funcionamento em conjunto. Uma menção honrosa à Viúva Negra, que sempre chuta bundas, e ao Homem Formiga, que foi um elemento divertidíssimo em cena. Sam/Falcão também foi ótimo, gostei muito do desempenho do personagem. O bom humor característico da Marvel também está presente no filme, deixando tanto as cenas de ação como as demais muito mais leves e divertidas – mas sem apelar para piadinhas desconexas só pra arrancar algumas risadas, nem comprometer a seriedade do enredo.

capitao america guerra civil 4

Em suma, Capitão América: Guerra Civil foi um dos melhores filmes de super-herói que já assisti. Com um enredo bem construído, muito mais profundo do que os trailers mostram (pra quem reclama que a Marvel entregou todo o ouro antes da estreia) e personagens com motivações críveis, o filme nos leva a um conflito muito maior do que apenas escolher o lado para o qual torcer. Recomendo mil vezes!

Título original: Captain America: Civil War
Ano de lançamento: 2016
Direção: Anthony e Joe Russo
Elenco: Chris Evans, Robert Downey Jr., Sebastian Stan, Scarlett Johansson, Anthony Mackie, Don Cheadle, Chadwick Boseman, Elizabeth Olsen, Jeremy Renner, Paul Bettany, Daniel Brühl

Infinitas Vidas Informa #12

Oi, pessoal, tudo bem?

O ano está voando, não acham? Já chegamos ao final de abril e, é claro, tem Infinitas Vidas Informa pra vocês! 😉

Novo trailer de Animais Fantásticos e Onde Habitam divulgado

animais fantásticos e onde habitam novo trailer

A divulgação de Animais Fantásticos segue a todo vapor, e no novo trailer podemos conferir mais detalhes dessa superprodução. Assista!

Ian Somerhalder e Kat Graham anunciam saída de The Vampire Diaries

ian somerhalder e kat graham anunciam saida de the vampire diaries

Depois de Nina Dobrev, outras duas estrelas anunciam que vão sair da série de vampiros: Ian Somerhalder (Damon Salvatore) e Kat Graham (Bonnie Bennett). Ambos afirmaram que a oitava temporada será a sua última. Será o fim de The Vampire Diaries? Fonte: Sobre Sagas.

Divulgado trailer de Doutor Estranho

doutor estranho trailer

A Marvel divulgou o primeiro trailer de Doutor Estranho, estrelado por Benedict Cumberbatch (Sherlock). Focado na origem do herói, o trailer já conta com mais de 900 mil visualizações. Assista!

E então pessoal, curtiram as notícias?
Eu nem tenho acompanhado The Vampire Diaries, e espero sinceramente que deem um fim digno à série (que não tem tido um desempenho tão bom quanto nas três primeiras temporadas).
Em relação aos trailers: adorei os dois! Mal posso esperar para conferir Animais Fantásticos, e fiquei bem empolgada com Doutor Estranho. 😉

Por hoje é só!
Beijos e até semana que vem! ❤