O que fazer e onde comer em San Andrés

Oi pessoal, tudo bem?

Conforme o prometido, vim contar pra vocês quais os passeios bacanas eu fiz e recomendo para quem quer saber o que fazer em San Andrés, bem como os meus restaurantes favoritos (e as ciladas a evitar). O post com informações gerais sobre o destino vocês encontram aqui. 😉

O que fazer em San Andrés

1. Passeio ao redor da ilha

Uma das atividades clássicas em San Andrés é alugar uma mule ou uma moto (estilo scooter) e dar a volta à ilha pela estrada. Além da vista incrível que você tem do mar, a própria estrada é um “ponto turístico” e muita gente para no meio dela pra tirar foto. Apesar de parecer perigoso, não é. Passam poucos veículos por lá, então dá tempo de desviar ou sair do meio da rua. Além disso, a galera tá acostumada e às vezes você até encontra um brasileiro buzinando e acenando. Nesse passeio você pode parar em vários pontos, como West View, La Piscinita (onde não paramos, pois se não me engano estava fechada), a praia de San Luís, entre outros. Infelizmente encaramos algumas pancadas de chuva nesse dia, o que nos desanimou de ficar muito tempo em cada ponto, com exceção de West View, onde curtimos por mais de hora!

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Paradinha clássica durante a volta à ilha. 😀

2. West View

Esse é um dos passeios que normalmente são feitos durante a volta à ilha. Foi minha parte favorita do dia, por sinal. ❤ West View é tipo uma piscina natural cheeeia de peixes. Você paga 5.000 COP pra entrar e ganha uma porção de pão pra atrair os peixinhos. Lá você pode alugar colete salva-vidas por 10.000 COP, e foi o que eu fiz, já que não tenho segurança pra nadar e o mar é BEM fundo. Uma dica importante é levar o snorkel pra esse passeio, porque a riqueza da vida marinha é espetacular. São muitos peixes ao seu redor e, além disso, as cores do mar e a profundidade que você enxerga são coisas lindas de se ver. Em West View há também um trampolim e um tobogã de uso gratuito. O trampolim é bem alto e teve gente que machucou o ouvido, então só recomendo pra quem sabe nadar e está acostumado com esse tipo de atividade, em função da pressão que ocorre quando você cai na água. O tobogã é mais tranquilo, até eu encarei o desafio (e eu sou MUITO medrosa!). Porém, obviamente, fui de colete salva-vidas. Sendo bem sincera? Dói as costas e não achei tão legal assim, mas gostei de ter me desafiado. Pra mim, a melhor parte de West View foi ficar com a cabeça debaixo d’água, admirando toda a beleza e a vida marinha lá embaixo. ❤

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Fingindo tranquilidade na hora de descer o tobogã em West View. 😂

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O que é um pontinho amarelo no oceano? A Priih boiando faceira em West View. 😂

3. Johnny Cay e Acuario (bônus: Manglares e Mantarrayas)

Apesar da possibilidade de fazer esses passeios separadamente, optamos por dividir o nosso dia entre eles. Johnny Cay é uma ilhota próxima de San Andrés, bem famosa pelas iguanas que moram lá. De um lado da ilha há a praia com areia branca e o mar caribenho, e do outro há uma barreira de corais que forma umas piscininhas. Há também muitas árvores, onde você pode estender uma canga e curtir a vibe. De lá, nosso barco nos levou para conhecer os Manglares (manguezais), local em que Anaconda foi filmado. Chegamos então a Acuario, que nada mais é que um banco de areia no meio do mar que forma piscinas naturais cristalinas e cheias de peixes. Por fim, o barco para em uma região para que as pessoas conheçam as Mantarrayas (arraias). Eu não gosto de atrações que utilizam os animais, portanto não curti o passeio nem toquei em nenhuma delas, mas muita gente gostou. Por mim, eu teria feito só Johnny Cay e Acuario mesmo. 😛

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Essa é a parte “praia” de Johnny Cay, com esse marzão espetacular. 💙

Dicas:

– Em Johnny Cay é servido um almoço por cerca de 30.000 pesos. Ouvimos relatos tensos sobre a comida de lá, então levamos nossos próprios snacks: Pringles e Oreo. Achei bem mais negócio que comer algo caro e duvidoso.

– Acuario à tarde é BEM muvucada. Sinto que eu teria aproveitado muito mais o local se tivesse separado os passeios ou se tivesse ido a Acuario pela manhã. A impressão que tive do lugar – mesmo com a beleza natural inquestionável – não foi legal, parecia um Piscinão de Ramos. 😦 Se você tiver tempo, de repente vale separar os passeios ou inverter a ordem que fizemos, indo primeiro a Acuario.

– Nesse passeio também é imprescindível levar snorkel e sapatilhas. Em Johnny Cay há muitas pedras e em Acuario o legal é justamente ficar nadando e olhando os peixes.

4. Parasail

Nosso passeio favorito em San Andrés! ❤ O parasail é um pouco mais carinho (pagamos 150.000 por pessoa), mas vale cada centavo. Você parte da marina em um barco que te leva pro “meio” do mar, aí os instrutores prendem o paraquedas em você e, com o barco, te puxam pelo mar de sete cores. Meu namorado e eu fomos os primeiros a ir e o friozinho na barriga foi sensacional. Apesar do meu medo de altura, a sensação de ir subindo é incrível, isso sem mencionar o espetáculo que é ver o mar caribenho do alto. Foi uma emoção enorme, de verdade! O passeio dura cerca de 15 minutos e a galera do barco ainda te “derruba” no mar 1 ou 2 vezes (eles param o barco e o buraco no paraquedas faz você descer lentamente, só tempo suficiente pra bater a bunda na água, e em seguida te puxam de novo pra você subir ). Se tem um passeio que eu recomendo em San Andrés, é esse!

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Parasail em San Andrés, aka “uma das melhores experiências da vida”. 😍

5. Praia de Spratt Bright

Por último, mas não menos importante, não poderia deixar de falar da praia principal da ilha, Spratt Bright. 😀 Ela tem areia branquinha, mar tranquilo de água daquele típico azul claro caribenho e coqueiros. A única coisa não tão legal de lá é que é mais muvucada, então dependendo do horário fica mais difícil encontrar um lugar bom pra estender a canga. Meu lugar favorito pra isso era bem na ponta, perto dos restaurantes, pois a concentração de coqueiros é maior e tem uma sombrinha boa. ❤ Outra praia que sei que dá pra curtir é a de San Luís, mas ficava do outro lado de onde estávamos hospedados, por isso acabamos nem indo.

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Muito amor por esse mar tranquilo. 💙

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Mais uma porque esse mar merece, vai.

Onde comer em San Andrés

Também resolvi fazer uma listinha com todos os restaurantes que conhecemos, pra facilitar a vida de quem quiser visitar o destino também. Já adianto que nós preferimos não nos aventurar muito na gastronomia local, optando por pratos mais “seguros” (no sentido de ser algo que a gente conheça e esteja acostumado). Tomamos essa decisão porque meu estômago é bem sensível e qualquer mudança me faz passar mal, e eu definitivamente não queria passar a viagem toda errada da barriga rs. Só a mudança de ambiente e alimentação já mexeu um pouco com meu organismo, então acho que fiz a escolha certa em evitar comidas muito diferentonas (exceto em Providencia, mas é assunto para o próximo post).

La Regatta: acredito que seja o mais famoso (e caro) da ilha, sendo considerado quase um ponto turístico. O lugar é um charme, todo colorido, e realmente tem um menu e um atendimento diferenciados. Além disso, o restaurante fica na beira do mar e a vista é linda. Eles são especializados em frutos do mar, então se você curte esse tipo de gastronomia, vale a pena experimentar. Fica a dica: a limonada de coco deles é uma delícia!

Beer Station: meu lugar favorito em San Andrés, fomos mais de três vezes lá! ❤ É um pub que toca músicas de diversos estilos (como pop, rock, hard rock, reggaeton), tem uma decoração rústica e luz de velas nas mesas. O hambúrguer de lá não é tão bom, mas tem um picadão sensacional que alimenta e é barato (vem com onion rings, salsicha, chorizo, iscas de filé, iscas de frango e batata rústica). O mojito deles foi um dos meus favoritos da vida!

El Corral: é tipo um Burger King, bem gostoso. Pra economizar, quebra um super galho!

La Pizzeta: uma pizza um pouco mais cara, mas muito saborosa. Pedi a de camarão e me apaixonei, tanto que comemos lá duas vezes. Só não curti a limonada de coco, muito doce.

Bistrô 82: um verdadeiro achado! Quando terminamos a volta à ilha, por acaso vimos o Bistrô 82 e decidimos parar para comer. O lugar é pequeno, mas tem uma pizza muito boa, bem recheada e barata. Comemos super bem lá pagando pouco (bela combinação, né?).

Kikiriki: tipo um KFC colombiano (?). O lugar é especializado em frango frito, e tem vários combos com pedaços de frango, nuggets e afins. Nós preferimos não arriscar e pedimos um seguro hambúrguer de frango empanado. Era bem gostoso e baratinho.

Juan Valdez: cafeteria famosa por lá, mas que não me impressionou. Achei o café bem OK e as comidas também não tinham nada demais. A única coisa de que gostei foi uma torta de chocolate que pedi, mas de resto eu achei bem mediano. Não acho que valha o preço (ou a fama).

Paletas: no calçadão, bem em frente ao El Corral e ao Beer Station, tem um quiosque que vende paletas muito boas por 5.000 COPs cada. Recomendo!

Espero que as dicas ajudem quem também quiser visitar esse paraíso chamado San Andrés. ❤ E se vocês tiverem alguma dúvida específica, podem me perguntar nos comentários.

Beijos e até o próximo post!

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San Andrés e Providencia: o que você precisa saber sobre o Caribe colombiano

Oi gente, como estão?

Muitos de vocês demonstraram interesse em saber mais sobre San Andrés e Providencia, meus destinos de férias! E é claro que eu não iria decepcioná-los, né? 😉 Por isso, planejei alguns posts pra contar pra vocês tudo que precisam saber para conhecer e aproveitar o melhor do Caribe colombiano. Neste primeiro post, vou trazer algumas dicas gerais sobre o destino e outras informações importantes. Nos próximos, vou dar dicas do que fazer em cada ilha. Vamos lá? ❤

Sobre San Andrés e Providencia

Essas duas ilhas pertencem à Colômbia, apesar de estarem geograficamente mais próximas da Nicarágua. Não é necessário passaporte, mas o funcionário da imigração recomendou que fizéssemos para as próximas viagens. A moeda usada lá são os pesos colombianos (COPs) e os idiomas falados são espanhol, inglês e crioulo. Em San Andrés, a comunicação foi mais fácil em espanhol, mas em Providencia vimos mais pessoas falando inglês e crioulo. Eu tenho um pouco de conhecimento em espanhol e me viro bem no inglês, então a comunicação foi bem tranquila e as pessoas são muito solícitas, então muitas vezes a mímica era útil quando alguma palavra do vocabulário nos faltava hahaha!

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Praia de Spratt Bight, em San Andrés.

Passagens aéreas

Meu namorado e eu começamos a pesquisar as passagens com cerca de 6 meses de antecedência. Nós tínhamos o mês de março programado para nossas férias, e o escolhemos porque dizem ser o mês mais seco em San Andrés. Para economizar, colocamos alertas de passagens em diversos sites, como Skyscanner, Voopter e Kayak. Sendo bem sincera? Nenhum deles valeu a pena. Até recebíamos algumas promoções, mas quando íamos ver o site que estava vendendo (porque esses sites que mencionei agrupam ofertas de diversos outros), eram endereços que não confiávamos e que não aceitavam parcelamento. Ou seja, as promoções nunca eram vantajosas, principalmente pela desconfiança com o site que as vendia (um deles, cujo nome não me recordo agora, tinha várias reclamações no Reclame Aqui).

Felizmente, vimos o Melhores Destinos divulgando no Twitter uma promoção para San Andrés em março. Tivemos que ajustar os dias que pretendíamos ir (coisa de 1 ou 2 dias, no máximo), e com isso conseguimos um valor excelente: R$ 1.682 por pessoa, saindo de Porto Alegre, em voos com duração bem decente (e não aqueles de 24h de viagem, com escalas/conexões gigantescas. Pegamos somente uma conexão ruim, de 5h, na viagem de retorno, mas todo o resto foi super rápido).

Então minha dica é: acompanhem diariamente os preços das passagens aéreas. Eu fiz uma planilha e colocava os valores delas todos os dias, para ter propriedade sobre os custos e realmente saber quando encontrasse uma boa promoção. Valeu a pena, deixamos de pegar “promoções” que nem eram tão boas assim, encontramos uma realmente vantajosa e economizamos mais de R$ 400. \o/

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Praia de South West Bay, em Providencia.

Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia

Esse certificado é obrigatório para viajar a diversos países, Colômbia inclusa. É necessário tomar a vacina da Febre Amarela e depois solicitar o certificado. Há duas formas de fazê-lo: online, pelo site da Anvisa, ou agendando uma visita ao posto físico da Anvisa na sua cidade. Nós tivemos que fazer das duas formas, por garantia hahaha! Explico: acontece que fizemos online e, segundo o site, o prazo para ficar pronto era de 8 dias úteis. Quando chegou o 9º dia útil (e nossa viagem foi ficando próxima), resolvi ligar para a Anvisa (ansiosa, né mores). E ainda bem que liguei, porque o atendente nos disse que o prazo estava sendo maior em função do grande número de solicitações. Top, né? sqn Felizmente, ele nos instruiu a ir diretamente ao posto presencial, afirmando que os funcionários poderiam nos encaixar. E foi isso que fizemos: na segunda-feira, uma semana antes da viagem, fomos à Anvisa e fizemos o procedimento, que não durou nem 5 minutos (é só imprimir um papel e carimbar). Na sexta-feira, chegou o certificado da solicitação online hahaha! Mas né, melhor prevenir que remediar. Sem esse certificado, você NÃO embarca, então meu conselho é fazê-lo com antecedência. Nós fizemos, mas os feriados de Carnaval e a demora do sistema acabaram nos deixando nervosos, já que passou do prazo correto. Enfim. 😛

Que moeda levar?

Nós enviamos todo o nosso dinheiro via Western Union, uma empresa que oferece serviços financeiros. Pelo aplicativo, escolhemos a quantia que queríamos enviar e ele já nos informou a cotação (a melhor que encontramos). É necessário pagar uma taxa de R$ 9,90 + IOF, mas ainda assim valeu a pena. Enviamos duas remessas, pra que não fosse necessário sacar todo o dinheiro de uma única vez lá na ilha (achamos mais seguro sacar aos poucos, para o caso de alguma emergência ou problema, tipo furto ou coisa do tipo).

Porém, para os gastos iniciais (principalmente táxi e comida, se der fome no aeroporto), é necessário ter um pouco de dinheiro com você. Trocamos dólares aqui em Porto Alegre mesmo, porque a cotação dos COPs estava péssima nas casas de câmbio, mas não valeu a pena. Precisamos trocar os dólares novamente por COPs no aeroporto de Bogotá, já que a maioria dos restaurantes que vimos não estava aceitando a moeda americana. Conseguimos usá-la somente para pagar a tarjeta de turismo (falarei sobre em seguida), e acabamos pagando mais caro do que teria sido em COP. Acho que teria sido mais vantajoso ter levado COPs em vez de dólar, apesar da cotação ruim. Mas agora já foi, paciência. 😛

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Praia de Spratt Bight, em San Andrés.

Seguro Viagem

Essa é uma daquelas coisas pelas quais você paga torcendo pra não usar. Afinal, quem quer ficar doente durante a trip, né? Mas eu não teria coragem de viajar sem seguro, então contratamos o da Allianz. Pegamos um cupom de desconto bem bacana, que deixou o valor em R$ 66 por pessoa. Não foi necessário usá-lo, então não sei dizer pra vocês se o seguro é bom ou não, mas certamente viajei mais tranquila por saber que o tinha.

Tarjeta de turismo

Esse documento é necessário para entrar e sair de San Andrés e também é exigido em Providencia. As tarjetas nos custaram US$ 74 para o casal, mas vi alguns relatos de quem comprou em peso dizendo que está custando 109.000 COPs. Essa tarjeta precisa ser guardada com todo amor e carinho porque, caso você a perca, é necessário pagar novamente para poder sair das ilhas. Nós as apresentamos chegando na imigração de San Andrés, no aeroporto de Providencia e no aeroporto de San Andrés novamente, ao voltarmos para casa.

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Pôr do sol na praia de South West Bay, em Providencia.

Dicas gerais

– Pessoas de cabelo comprido: levem creme hidratante ou comprem na ilha! Além de passar muito tempo no mar, o sol é forte e a água que sai dos chuveiros é salobra, então podem ter certeza que os fios vão sofrer hahaha! Eu levei um potinho de creme e ele me salvou, ajudando a hidratar e a desembaraçar o cabelo.

– A água na maioria dos hotéis é fria, então se vocês forem como eu (alguém que toma banho quente até no verão), preparem o psicológico hahaha!

– Comprem protetor solar e gel pós-sol na ilha, são muito mais baratos do que aqui (e eles têm potes enormes!).

– Façam compras no supermercado, compensa demais. A Pringles grande, por exemplo, custava menos de 7.000 pesos (ou seja, menos de R$ 9). Para o passeio em Johnny Cay, por exemplo, levamos Pringles e Oreo para comer, já que a comida lá era cara e (dizem) ruim. Economizamos com itens desse tipo e sobrou para jantares melhores e mais passeios, então acho que compensa demais. 😉 Dá pra comprar pão, iogurte, frios, snacks e vários outros itens que salvam a vida. Em Providencia, por exemplo, almoçamos ou jantamos sanduíches triplos várias vezes. Era gostoso, não era tão ruim nutricionalmente falando e alimentava bem. Só sucesso.

– Em Providencia o Wi-Fi é MUITO ruim, de verdade. Meu conselho é que vocês levem filmes e séries no computador para passar o tempo à noite, pois a vida noturna lá é inexistente (ao contrário de San Andrés). Além disso, levem prints de informações necessárias também (como dicas de passeios, restaurantes e endereços), para evitar ficarem dependentes do Wi-Fi.

– Também em Providencia, invistam em mototáxi ou aluguel de moto. A ilha é pequena, mas é difícil caminhar por lá pois há muitas lombas, o que torna o processo cansativo. Além disso, diferentemente de San Andrés, as praias são mais distantes e de acesso um pouco mais difícil. O mototáxi custa 5.000 pesos por pessoa e os motoristas levam até 2 pessoas na moto (JURO! hahaha), então vale a pena. Não fiquem enfurnados no hotel, porque se não o tédio é certo.

De dicas e informações gerais, acho que é isso! Lembrando que as informações e valores mencionados no post são referentes a março de 2019.
De qualquer forma, se vocês tiverem qualquer dúvida, fiquem à vontade para me perguntar nos comentários, será um prazer ajudar. 😉

E aguardem os próximos posts com roteiros, dicas de passeios e lugares bacanas pra comer. Estou pensando em tudo com muito carinho e espero que vocês gostem! 😘

Verão em Santa Catarina

Oi pessoal, tudo bem?

Lembram quando eu fiz dois posts falando um pouco sobre minhas férias em João Pessoa no ano passado? O feedback foi tão legal que eu decidi manter a categoria de Viagens aqui no blog! Eu (ainda) não viajo muito, mas sempre que rolar algo bacana eu vou trazer dicas pra vocês!

2017 começou com o pé direito: meu namorado e eu viajamos duas vezes para o litoral de Santa Catarina, Estado vizinho ao nosso. Eu nunca tinha ido pra lá, acreditam? Em fevereiro fomos na companhia de amigos e ficamos na cidade de Imbituba, bem pertinho de Garopaba, Praia do Rosa, Praia do Ouvidor, Ferrugem… Uma semana depois do Carnaval, voltamos a Santa Catarina: dessa vez apenas meu namorado e eu, com destino à Guarda do Embaú. Lá também conhecemos a praia da Pinheira, mais especificamente a Praia de Cima e a Praia de Baixo. Vou dividir o post em “Carnaval” e em “férias” pra falar um pouquinho sobre as praias pra vocês. 😉 Espero que gostem!

Carnaval: Praia do Ouvidor e Praia do Rosa

Durante o Carnaval, a praia que mais aproveitamos foi a Praia do Ouvidor. Ela fica bem longe da estrada principal, então o melhor acesso é de carro ou moto. Na faixa de areia, que é bem larga, é possível estacionar o carro (dá um ar meio farofeiro, não vou negar :P). A praia é bem pequena, e é cercada por morros e pedras. A água estava maravilhosa, azulzinha e transparente. ❤

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Praia do Ouvidor.

A Praia do Rosa (fomos para a parte Sul) era bem mais aberta, apesar de também ser cercada por morros e pedras. A água também era muito mais agitada – não à toa essa praia é um paraíso para os surfistas. O acesso também não é fácil, e se você não acordar cedo pra ir de carro, provavelmente não vai conseguir um lugar pra estacionar. Fomos a pé e foi bem cansativo hahaha! A praia é linda, mas fiquei com um pouco de medo da força das ondas, pois não sei nadar. No fim, a Praia do Ouvidor acabou sendo a minha favorita pra curtir um banho de mar mais tranquilo.

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Praia do Rosa.

Férias: Guarda do Embaú e Pinheira

Depois de voltarmos pra Porto Alegre, meu namorado e eu saímos de férias. O mais punk de tudo foi a viagem: fomos de moto! Foram mais ou menos 420 km pra ir e 420 km pra voltar, com várias paradas ao longo do caminho. Não vou mentir: cansa, e muito! 😛

Chegando na Guarda do Embaú, já gostamos de cara da pousada: o quarto era espaçoso, tinha varanda e até mesmo uma rede pra gente relaxar! Adoro! ❤ O lado ruim da viagem foi o tempo: São Pedro não nos ajudou muito e pegamos alguns dias de tempo nublado e um de chuva. Porém, os dois dias de sol forte que tivemos foram muito bem aproveitados!

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Barquinhos no Rio da Madre.

A Guarda do Embaú é uma praia linda, e pra chegar no mar você atravessa o Rio da Madre. A travessia pode ser feita a pé pelo meio do rio ou no barco dos barqueiros que ficam por ali (o valor era de R$ 3 por pessoa para atravessar). O mar da Guarda do Embaú tem ondas fortes e a praia é uma Reserva Mundial de Surf. Por isso, eu acabei aproveitando mais os banhos no rio. Adoro tomar banho de rio/lagoa! ❤ Ali na areia, entre o rio e o mar, também ficam diversos stands nos quais é possível alugar pranchas, e nós aproveitamos pra fazer stand-up paddle! É muuuito divertido! \o/

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E não caí nenhuma vez! 😛

Outro dos passeios que fizemos na praia foi a trilha para a Pedra do Urubu. Pra chegar lá, você faz uma trilha de mais ou menos 30-40 minutos morro acima. E a vista compensa todo o esforço, pois é sensacional. ❤

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Pedra do Urubu.

No dia seguinte, fomos para a Praia da Pinheira. Conhecemos a Praia de Cima e a Praia de Baixo. A Praia de Cima tinha ondas tranquilas, poucas pessoas e era linda! A Praia de Baixo tinha outra vibe: há vários barcos lá, onde os pescadores trabalham, e é uma enseada tranquila que faz a água parecer uma piscina salgada totalmente sem ondas. Uma delícia! ❤ Amei tomar banho por lá! O Chris gostou mais da Praia de Cima, onde podia ficar pegando “jacarés” nas ondas.

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Bem faceiros e bobalhões na Praia de Cima! ❤

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Olhem só a tranquilidade da água na Praia de Baixo! ❤

A única coisa que eu teria pra criticar na Guarda do Embaú seria a falta de gentileza de muitos estabelecimentos. Fomos mal atendidos em vários locais, onde os donos falavam com a gente meio que de qualquer jeito, sabem? Contamos nos dedos os locais em que gostamos do ambiente e do atendimento.

Então pessoal, por hoje é só! 😀
Sei que o post ficou um pouquinho extenso, mas espero que tenham gostado de saber um pouquinho mais sobre esse destino paradisíaco aqui no sul do país! ❤

Beijos e até semana que vem!

Férias em João Pessoa! (parte 2)

Oi pessoal, como estão?

Fiquei muito feliz com a repercussão do último post, muito obrigada! ❤ Adorei que vocês tenham gostado de saber mais sobre João Pessoa e também curtido as fotos. Separei-as com muito carinho pra vocês. 😀
Então bora continuar sabendo um pouquinho mais sobre esse destino incrível? Hoje vou contar sobre os outros passeios que o Chris e eu fizemos, e também sobre a volta pra casa. 🙂

Tour pelo litoral sul

Para o sábado, dia 20 de fevereiro, nós compramos de última hora um passeio que a guia recomendou e que estava em promoção: um tour pelo litoral sul da Paraíba! Pagamos muuuito barato (R$ 50 por pessoa) e passamos o dia conhecendo três praias lindas: Praia Bela, Tambaba e Coqueirinho.

Praia Bela era a mais distante, então a viagem de ônibus com a agência de turismo foi um pouco mais longa. O bacana disso é que passamos em frente ao Farol do Cabo Branco, localizado no ponto mais oriental do Brasil. Antes de chegarmos na praia, paramos em uma casinha de barro onde as mulheres dos pescadores da região vendiam doces e bebidas artesanais. O clima era bucólico e pudemos ver uma paisagem bem característica do sertão.

casa de doces tambaba

Casa de doces Tambaba.

Chegamos a Praia Bela, no município de Pitimbu, lá pelas 9h da manhã, e um aspecto muito interessante de lá é que a praia separa o mar do rio Mucatu. O mar é totalmente aberto e um pouco mais agitado do que tínhamos visto até então, mas o rio… Gente, era uma delícia! A água era morna e você podia tomar banho tranquilamente. Alugamos um caiaque e ficamos remando pelo rio, aí meus bracinhos molengas cansaram HAHAHA e eu resolvi tirar umas fotos. 😛 Na areia estão várias mesinhas com cadeiras e guarda-sois pro turista aproveitar os petiscos dos bares que ficam do outro lado do rio. Os produtos são transportados de balsa, é bem bacana de assistir.

praia bela paraíba

Criança feliz detected! 😛

caiaque

Bem felizes! ❤

Às 11h, partimos em direção a Tambaba. Essa é uma das praias de naturismo mais famosas do Brasil, e dizem que a parte mais bonita da praia se encontra na porção naturista. Pra chegar lá, você atravessa uma pontezinha em uma mata mais fechada, e nesse momento já precisa tirar a roupa. O legal é que o naturismo é levado muito a sério, homens não podem entrar desacompanhados e não pode entrar ninguém de roupa. Nós optamos por ficar na parte social, vestidos mesmo. 😛 A vista era incrível, o mar era agitado e batia nos recifes. Apesar das ondas serem mais hostis, a paisagem era de tirar o fôlego!

tambaba paraíba

Rústica e encantadora! 🙂

tambaba paraíba 2

Quem escalamos um morrinho pra tirar foto do coqueiro solitário? 😛

Depois de Tambaba, fomos em direção a Coqueirinho. Após um almoço delicioso com muito camarão, fomos para a parte mais calma da praia, e também a mais famosa. Bem pequenininha, essa parte em especial forma um C, com falésias de um lado e pedras do outro. Ao redor da areia existem vários coqueiros que proporcionam sombra, é muito bonito. Foi uma das praias mais tranquilas que visitamos, sendo que – pasmem! – me arrisquei até a nadar! E eu tenho pânico de me afogar! 😛 Foi muito divertido.

coqueirinho paraiba

Tranquilidade define Coqueirinho. ❤

Depois desse dia super cansativo, mas extremamente produtivo e inesquecível, voltamos pro hotel pro nosso merecido descanso. 😀

Piscinas naturais de Picãozinho

Esse passeio estava previsto para o domingo, mas choveu o dia todo. 😦 Quando parou de chover, acabamos aproveitando a nossa praia mesmo, Tambaú. Transferimos Picãozinho para a segunda-feira e, em função disso, tivemos que cancelar outro passeio (para Areia Vermelha, uma praia que só surge quando a maré baixa). Porém, foi MUITO bom termos transferido o passeio: Picãozinho também depende de maré baixa, e na segunda tivemos condições perfeitas de visitar o lugar, com um sol lindo! ❤

As piscinas naturais de Picãozinho se formam a 1,5 km da praia de Tambaú. Pegamos um barco e fomos até lá. O Chris e eu alugamos snorkels para podermos nadar e enxergar os peixinhos, e valeu muito a pena esse investimento. Nas piscinas naturais, você pode andar pela faixa mais clara no mar, que é onde dá pé. É proibido pisar nos recifes, afinal, ali está o habitat de várias espécies, que podem ficar perturbadas (além do mais, machuca o pé. Pisei numa pedra em Tambaba e doeu pra caramba! :P). Aos poucos, conforme eu vi que realmente estava pisando no chão, fui perdendo o medo e tentei mergulhar com o snorkel. Foi cômico HAHAHA! Minha mente bugava ao pensar que eu tava entrando na água e deveria continuar respirando pela boca. 😛 Eu odeio mergulhar, odeio estar com a cabeça embaixo d’água mas, assim que acostumei, não parei mais! Gente, é indescritível. ❤ Foi a primeira vez que consegui nadar! De realmente boiar e sair batendo pernas e braços e sair por aí, sabem? HAHAHA! Obrigada por isso, snorkel. ❤ Me senti a Ariel, já queria sair cantando Part of Your World HAHAHA!

piscinas naturais de picaozinho

“Linguado, cadê você?” HAHAHA!

O Chris e eu ficamos nadando e olhando os peixinhos, vimos até uma Dory por lá! 😀 Aí pagamos pra fazer fotos subaquáticas, e mais uma vez eu tive que perder o medo de mergulhar. O moço foi super paciente, fiquei mergulhando uma ou duas vezes sozinha pra ver se conseguia, até que começamos a fazer as fotos. Quando uma foto não ficava boa, ele pedia pra que fizéssemos mais algumas, pra garantir. Não vou mentir: fiquei com uma sensação desconfortável de sal depois, mas sabem que eu me senti super corajosa? 😛 Em um dia venci vários medos pra fazer as coisas que eu queria (mas coitado do Chris que aguentou meus surtos de medo até eu conseguir). E eu tenho que dizer uma coisa: já fiz várias coisas legais, mas o mergulho nas piscinas naturais foi a experiência mais foda da minha vida! 🙂 Eu olhava pra toda aquela imensidão azul, olhava pro litoral lá longe, olhava pros peixinhos, olhava pra mim mesma nadando e perdendo, mesmo que temporariamente, meus medos… Foi indescritível, sabem? Foi um momento de conexão com a natureza que eu não consigo explicar. Apenas recomendo imensamente que todos façam! ❤

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New buddies! ❤

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Muito amô por essa foto! ❤

De volta ao barco, ficamos tirando fotos das piscinas vazias e também do litoral. Sempre que eu paro pra olhar as fotos novamente, fico impressionada. Chega a dar uma emoção, sabem? Foi realmente maravilhoso! ❤

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Eu podia ficar horas olhando pra esse lugar! ❤

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A vista do litoral também era incrível. 😀

E, com as piscinas naturais de Picãozinho, chegaram ao fim nossos passeios! Aproveitamos a última noite em João Pessoa para jantar e passear na orla e, no dia seguinte, nos despedimos. 🙂

A viagem de volta

Apesar de termos passado menos tempo em avião e aeroporto na volta, a viagem foi mais cansativa. Voltar pra casa sempre é mais cansativo, né? Você não tem a ansiedade do lugar novo, está cansado e só quer chegar logo. Porém, viajar à noite também foi super bacana e muito bonito. Só que deu um baita medinho ao chegarmos no Rio, porque estava trovejando e vários raios cortavam o céu. E eu, que morro de medo de avião E de tempestades, já fiquei toda apavorada. 😛 Mas mesmo com as turbulências que enfrentamos, tanto na ida quanto na volta, achei a experiência relativamente tranquila. Jantamos no aeroporto e pegamos o vôo pra Porto Alegre, que também foi rápido. O problema aconteceu quando o avião já estava estacionado: tivemos que esperar meia hora pra desembarcar. 😦 E eu estava desmaiada de tanto sono HAHAHA! Bom, depois disso desembarcamos a voltamos pra casa, cheios de memórias e histórias pra contar. ❤

Bom, pessoal, essas foram as minhas férias com o meu namorado! 😀
Eu realmente recomendo muito o destino e os passeios que fiz. João Pessoa é uma das capitais mais baratas do nordeste e de lá você pode ir a praias mais caras como Porto de Galinhas, Pipa e Fortaleza. Vale muito a pena, de verdade!

Espero que tenham gostado dos posts de viagem!
Agora já estou juntando moedinhas para a próxima. 😉

Beijos e até semana que vem! ❤

Férias em João Pessoa! (Parte 1)

Oi, gente! Tudo bem?

Eu estava tão ansiosa pra escrever esse post, e ao mesmo tempo eu nem sabia por onde começar! 😛 Então, que tal começar do começo? Hahaha!

No fim do ano passado, meu namorado, Christian, e eu decidimos que queríamos passar as nossas férias na praia. São nossas primeiras férias juntos, conseguimos marcá-las para o mesmo período e nunca havíamos realmente “tirado férias”, sabem? Planejar algo, fazer uma coisa diferente, viajar, enfim. Depois de muito quebrarmos a cabeça sobre o destino afinal, é um mais indeciso que o outro, decidimos passar 5 dias em João Pessoa, na Paraíba! \o/ Fechamos o pacote em dezembro, com viagem programada para fevereiro. Acreditam que, voltando do feriadão de Carnaval, eu caí um baita tombo e abri um buraco na perna? Mas okay, no fim deu tudo certo e viajamos lindamente hahaha! ❤ Então, no post de hoje, eu vou contar um pouquinho sobre nossa experiência – foi a primeira vez que andamos de avião hahaha –, sobre a praia na qual ficamos e sobre o primeiro passeio que fizemos. Vem comigo! 😉

A viagem

Partimos de Porto Alegre no dia 18 de fevereiro, com destino ao Rio de Janeiro. De lá, pegamos outro avião que fez uma escala em Campina Grande e depois foi para João Pessoa. Gente do céu, como foi cansativo! Levamos umas 10h no total para chegar, mas a pior parte foi esperar no aeroporto, já que o intervalo entre os vôos na nossa conexão era enorme. Mal dormimos na noite anterior de tanta ansiedade, mas estávamos tão animados que conseguimos vencer o cansaço. 😛 Andar de avião pela primeira vez foi assustador e empolgante ao mesmo tempo: eu morro de medo de altura, mas foi incrível ver o avião ganhando velocidade e depois enxergar tudo bem pequenininho lá de cima. ❤

céu skyline

Mar de algodão. ❤

Quando chegamos no nosso destino final, pegamos um transfer para o hotel. O aeroporto de João Pessoa não fica em João Pessoa, mas em uma cidade próxima, Bayeux. Uma meia hora depois chegamos ao nosso hotel, onde largamos as coisas e fomos conhecer a beira da praia! \o/

Praia de Tambaú

Tinha chovido durante boa parte do dia em João Pessoa, mas ainda assim ficamos encantados com o que vimos. Como amanhece e anoitece muito cedo por lá, o sol estava começando a se pôr (e era umas 16h30, 17h). O litoral aqui no Rio Grande do Sul é feio e gelado, a água está sempre escura (apelidada carinhosamente de chocolatão), e esse foi o primeiro choque que tivemos: a água era clarinha e quentinha, e era possível entrar no mar sem se preocupar com ondas enormes quebrando o tempo todo. Mais próximo da beira a água também era um pouco marrom em função da areia grossa (bem mais grossa do que a do nosso litoral), mas era só olhar um pouco mais longe em direção ao horizonte pra ver a coloração esverdeada. ❤ As ondas quebravam bem próximo da beira da praia, então assim que passávamos essa parte do mar, era possível ficar bem de boa curtindo o balanço do mar. 😛 E a temperatura era uma delícia!

praia de tambaú joão pessoa

Ficamos de boca aberta por um bom tempo olhando a paisagem… ❤

Aproveitamos a praia também no dia seguinte, dia 19. Caminhamos pela orla, tiramos algumas fotos e curtimos um dia bonito. Pancadas de chuva são comuns em João Pessoa, mas logo passam e o tempo abre de novo. Como a guia de turismo nos disse, se chover muito num dia, podemos ter certeza de que fará sol no outro. 😛

água de coco no calçadão

Água de coco = ❤

Na praia de Tambaú também se localiza a Feirinha de Artesanato de Tambaú. Compramos chapéus e lembrancinhas lá, e visitamos diversos estandes pra conhecer mais do artesanato local.

Como o nosso hotel era de frente pra praia (bastava atravessar a rua), sempre curtimos a praia antes ou depois dos passeios que compramos com o guia turístico. À noite (ou seja, a partir das 18h HAHAHA) a orla fica cheia de gente, e na ciclovia é possível ver o pessoal andando de roller, de skate ou de bicicleta. É bem legal! O Chris e eu saímos todas as noites pra dar uma volta e jantar. Vários dos quiosques tinham música ao vivo, e em um deles curtimos o som de um rapaz que tocava rock. Falando em quiosques, vivemos à base de camarão à milanesa e hambúrguer ao longo dos cinco dias em que ficamos por lá HAHAHA! ❤ Encontramos uma hamburgueria deliciosa e super barata, então era totalmente viciante comer por lá. Também fizemos amizade com alguns artesãos que expunham seus trabalhos no calçadão, e compramos dois colares (o Chris levou um com um quartzo verde e eu comprei um com uma ágata roxa).

eu amo jampa

Eu ❤ Jampa + cabelos ao vento! 😛 #turistando

Falando um pouquinho sobre a praia em si: achamos tudo muito limpo e organizado. Tinha uma academia ao ar livre bem na frente do nosso hotel onde sempre tinha gente malhando. Curtimos muito a praia escolhida. ❤ Ainda assim, para não enjoar ou cair na monotonia, compramos três passeios. Hoje vou falar sobre o primeiro. 🙂

praia de tambaú joão pessoa 2

Vista da calçada do nosso hotel. 😀

Pôr do sol na Praia do Jacaré

Esse é um passeio clássico, que vimos em todos os lugares nos quais pesquisamos a respeito de João Pessoa. O passeio em si envolve uma ida à Cabedelo, um município próximo da capital. A maior atração da praia de água doce ocorre ali, no rio Paraíba: enquanto o sol se põe, o músico Jurandy do Sax toca o Bolero de Ravel. Fizemos esse passeio no dia 19 e, apesar de ter chovido um pouco, foi muito bonito de assistir. Pagamos um pouco a mais para andar de catamarã antes da apresentação, e assistimos de lá mesmo. 

pôr do sol na praia do jacaré

Foi bonito de ver! ❤

Ainda que o sol estivesse tímido, o momento nos rendeu uma vista (e fotos) muito bonita. Apesar desse não ter sido meu passeio favorito, comparando aos outros dois, ainda assim acho que valeu muito a pena e rendeu momentos de muita beleza natural. ❤

jurandy do sax

Jurandy do Sax tocando o Bolero de Ravel. 🙂

Espero que tenham curtido esse post especial, gente! 😀
Semana que vem eu trago pra vocês a segunda parte da minha viagem e conto um pouquinho sobre os outros dois passeios que fizemos. Spoiler alert: foram incríveis! ❤

Beijos e até semana que vem! :*