Review: Puella Magi Madoka Magica

Olá, pessoal! Tudo bem?

Conforme o prometido, vim trazer mais um conteúdo que eu queria falar a respeito há um tempo. Já falei de muitos mangás por aqui, mas hoje resolvi trazer um anime pro blog! Trata-se de Puella Magi Madoka Magica ou, simplesmente, Madoka Magica.

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Sinopse: Suicídios sem explicação? Acidentes de trânsito? Mortes de pacientes quase curados? Tudo isso é causado pelo poder das bruxas. Elas causam o mal e estão presentes em todos os lugares. Para combate-las, há apenas uma saída: algumas meninas têm que firmar um contrato com Kyubey e tornarem-se Garotas Mágicas. Em troca, essas garotas receberão como prêmio um desejo concedido. Em Puella Magi Madoka Mágica seguimos a vida de Madoka Kaname e os dramas causados após descobrir a existência das bruxas e das garotas mágicas. Em meio a outras personagens, temos Homura Akemi e sua tentativa de impedir que Madoka se torne uma garota mágica. Fonte.

A história começa quando Madoka Kaname, nossa protagonista, tem um sonho em que uma garota luta sozinha contra um monstro imenso. No dia seguinte, na aula, ela vê que a menina do seu sonho é a nova aluna transferida: Homura Akemi. Posteriormente, enquanto faz compras no shopping com as amigas, Madoka vê Homura perseguindo um animal diferente, que lembra um gato. Madoka e sua melhor amiga, Sayaka, salvam essa criatura – chamada Kyubey – mas acabam presas em uma espécie de mundo paralelo, onde são atacadas por um monstro. As duas são salvas por Mami Tomoe, uma garota mágica. E Kyubey é a criatura capaz de transformar garotas normais em garotas mágicas, como Mami. Ele explica que o objetivo das garotas mágicas é lutar contra as bruxas, criaturas horrendas que se alimentam de humanos, levando-os inclusive a se suicidar, cometer assassinato, entre outras coisas. A trama realmente ganha propósito no momento em que Kyubey oferece a Madoka e a Sayaka um contrato para que elas sejam garotas mágicas também – e, em troca, elas podem ter qualquer desejo atendido. Porém, Homura está determinada a impedir que isso aconteça.

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Os traços delicados e a premissa de “garotas mágicas lutando contra o mal” fazem Madoka Magica parecer um anime bobinho, beirando até mesmo o infantil, certo? Errado. Porque em Madoka Magica todo esse conceito de “mahou shoujo”/garotas mágicas é subvertido e desconstruído, principalmente por ter um enredo profundo e doloroso (coisa que eu nunca vi em nenhum outro “mahou shoujo”, por sinal).

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Em apenas 12 episódios, o anime nos apresenta a personagens femininas complexas, com fardos pesados a carregar e arrependimentos com os quais precisam conviver. Madoka é doce, altruísta e gentil, mas extremamente insegura, e esse sentimento faz com que ela não se sinta importante ou necessária; Sayaka é apaixonada pelo melhor amigo desde a infância, mas ele sofreu um acidente que o impede de tocar violino, seu maior talento e paixão, e ela não tem coragem de dizer o que sente; Mami e Kyoko, outras duas garotas mágicas, tem suas próprias histórias que motivaram a decisão de se tornarem garotas mágicas. E, por fim, temos Homura: uma personagem fria, calculista, com um semblante apático, mas capaz de tudo para cumprir seu objetivo – eliminar Kyubey e impedir Madoka de se tornar uma garota mágica. As motivações da personagem são obscuras e demoramos muito a entendê-la, mas prometo que, quando isso acontece, é impossível não se emocionar.

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Madoka Magica também traz algumas discussões sobre moralidade. As personagens viram garotas mágicas para salvar o mundo das bruxas? Ou para ter seu desejo atendido? A questão é que junto do desejo atendido vem também o sacrifício. E essa é uma palavra importante nesse anime. Porque ser uma garota mágica e ver seu desejo sendo realizado não é nada perto do sofrimento que esse “trabalho” exige. A próxima frase tem um spoiler, selecione se quiser ler: a verdade é que o trabalho de garota mágica é eterno e tem apenas um fim, a morte. Porque as bruxas, na realidade, são antigas garotas mágicas que sucumbiram pelo acúmulo de energias negativas. Kyubey é outro personagem que vale a pena mencionar. Vindo de outro planeta, ele tem uma noção de certo e errado totalmente diferente da nossa. Por isso, ele não vê problema algum em fazer o que faz com jovens garotas – induzi-las a se transformarem em garotas mágicas sem contar a verdade por trás disso.

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Puella Magi Madoka Magica é um anime com protagonismo feminino, que traz uma forma totalmente diferente de apresentar o conceito de garotas mágicas. Ele mostra, sem poupar o espectador, que toda ação tem sua consequência, e que pessoas podem morrer e sofrer no processo. Com personagens repletas de camadas, dores e responsabilidades, além de cenas de luta psicodélicas e visualmente impactantes, Madoka Magica foi uma grata surpresa que tive em 2015. É um anime sofrido, por mais que suas cores delicadas e traços fofos não deixem transparecer essa dor em um primeiro momento. Recomendo muito, principalmente pra quem gosta de histórias surpreendentes. 🙂

Título original: Mahō Shōjo Madoka Magica
Ano de lançamento: 2011
Direção: Akiyuki Shinbo
Roteiro: Atsuhiro Iwakami
Elenco: Aoi Yūki, Chiwa Saitō, Eri Kitamura, Kaori Mizuhashi, Ai Nonaka, Emiri Katō

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Review: Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar

Oi pessoal! Tudo certo?

Conforme prometi na semana passada, para o post de hoje eu trago meu review/Dica de Série sobre Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar, o tão falado revival da Netflix. Esse especial se passa em quatro episódios, cada um narrando uma estação do ano. 🙂

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Sinopse: Bem-vindo de volta a Stars Hollow. Nove anos depois, saiba o que está acontecendo na vida das mulheres Gilmore: a relação de Lorelai (Lauren Graham) com Luke (Scott Patterson) está em uma pausa desconcertante; a carreira jornalística de Rory (Alexis Bledel) parou antes mesmo de começar e o mundo de Emily (Kelly Bishop) virou de cabeça para baixo após a morte de Richard (Edward Herrmann).

Preciso dizer que, ao contrário da maioria das pessoas, eu gostei da sétima temporada de Gilmore Girls. As pessoas têm muitas críticas a ela por não ter sido obra de Amy-Sherman e Daniel Palladino, que saíram ao final da sexta temporada por problemas contratuais. Porém, todas as coisas toscas e erradas que aconteceram na sétima temporada tiveram origem no fim da sexta, sendo, portanto, criação dos Palladino. Concordo que alguns desenvolvimentos (em especial o de Lane e o de Lorelai e Christopher) foram decepcionantes mas, de modo geral, não achei a temporada ruim. Além disso, a cena final foi perfeita pra mim, sendo um encerramento digno e intimista para uma série como Gilmore Girls, que em seu enredo simples e realista trabalha justamente as relações entre os personagens e os fatos do cotidiano.

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Dito isso, serei sincera: não gostei muito do revival. O primeiro motivo: as duas garotas Gilmore principais não parecem ter evoluído em 9 anos. Lorelai passa por uma crise de meia-idade (bastante compreensível e bem fundamentada), mas continua agindo de modo imaturo em relação à mãe e continua tendo problemas de comunicação com Luke. Contudo, a personagem é extremamente cativante e divertida, então dificilmente consigo me irritar com ela por muito tempo. Além disso, Lauren Graham protagonizou uma das cenas mais bonitas de Gilmore Girls no episódio Outono. Rory, por sua vez, parece não ter aprendido nada com os erros do passado: tem um amante (ou seja, mais uma vez não liga para os sentimentos de outra mulher e, para piorar, dessa vez ela não tem peso algum na consciência), está totalmente perdida na carreira, continua se achando boa demais para determinadas funções (mesmo estando sem perspectiva alguma) e perdeu totalmente a garra que víamos naquela estudante dedicada e focada das primeiras temporadas. A série inclusive brinca com essa inadequação e imaturidade da Rory em relação a vida adulta quando nos apresenta a um novo grupo de Stars Hollow: a Gangue dos 30 e Poucos – jovens adultos que estudaram, viajaram, tiveram várias oportunidades, mas foram “cuspidos” pelo mundo real de volta à casa dos pais. O grande destaque da família Gilmore fica por conta de Emily e – por que não dizer? – Richard. O ator Edward Herrmann, que interpretava Richard, faleceu em 2014, e o revival se preocupa muito em trabalhar a sua ausência durante as quatro estações que compõem o revival. Kelly Bishop que dormiu no formol soube trabalhar de maneira impecável o luto de uma mulher que viveu 50 anos ao lado do marido, vivendo em função dele e cuidando de seu bem estar. Emily passa por diversas fases do luto: vemos a personagem lidando com a tristeza e a melancolia, vemos também um momento “hiperativo” no qual ela tenta se livrar de tudo que há na mansão em que vive, vemos também ela abrindo o coração para novas experiências e, por fim, entendendo como lidar com essa dor. Todo o autoconhecimento e evolução que faltam nas outras duas Gilmore nós encontramos em Emily. Ela foi, de longe, a melhor parte desse revival. ❤ O segundo motivo que me fez não curtir tanto Um Ano Para Recordar é que a passagem do tempo não ficou bacana. Cada episódio mostra uma estação, e a transição não fica natural, sendo um tanto confusa em determinados momentos (principalmente pelas idas e vindas da Rory). Além do mais, alguns minutos preciosos de tela foram gastos com besteiras que estamos cansados de saber que acontecem em Stars Hollow (como aquele musical bizarro, por exemplo).

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Os outros personagens clássicos da série estiveram presentes, e eu gostei da participação de todos. Não vou falar sobre as mudanças na vida de cada um porque o review ficaria muito longo e cansativo, mas fiquei muito satisfeita ao perceber que a maioria deles teve evolução. Apesar de Stars Hollow ser uma cidade pequena e sem grandes novidades, a série soube explorar o que os 9 anos fizeram na vida de seus habitantes. Minha única decepção nesse sentido ficou por conta de Sookie, pois o destino da personagem foi extremamente nonsense. Agora, sobre os tão falados ex-namorados da Rory: quando Gilmore Girls finalmente fez com que eu me apaixonasse pelo Logan, esse revival veio pra me fazer odiá-lo novamente. Assistam, vocês vão entender. Jess, que eu comecei odiando, ganha meu coração desde a season 5, e não foi diferente dessa vez. ❤ E fiquei feliz ao ver o respeito e carinho mútuo entre Dean e Rory. Mas Luke continua sendo o melhor personagem masculino dessa série, e tenho dito! ❤ Por último, mas não menos importante, as duas melhores amigas de Rory voltaram com tudo: Lane continua na música e Paris está mais incrível do que nunca!

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Agora, sobre “as últimas quatro palavras” que Amy-Sherman Palladino pediu para que não divulgássemos: pra mim não foram um bom encerramento. Prefiro a cena final da season 7, honestamente. Quem já assistiu ao revival pode selecionar o próximo trecho (POR FAVOR COMENTEM SOBRE ISSO COMIGO NOS COMENTÁRIOS!): eu entendo que Rory estar grávida possa fechar um ciclo importante na vida das Gilmore. Ela, que sempre foi tão próxima da mãe, agora repete os mesmos passos. Contudo, Lorelai passou por essa experiência com 16 anos, no auge da imaturidade. Rory tem 32, gente! Ela não é uma menininha, toda a relação dela com o Logan é extremamente errada e tóxica. A personagem demonstra que suas graves falhas de caráter continuam, e eu fico muito triste por Rory ter se transformado… nisso. Claro, sem nem precisar mencionar a falta de foco, determinação e perspectivas, características tão marcantes na Rory das primeiras temporadas. Ela é uma pessoa que teve todas as oportunidades do mundo e, ainda assim, sempre deixa a imaturidade e o ego falarem mais alto.

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Bom, pessoal, eu sei que esse review não foi cheio de amores, mas espero que eu tenha conseguido explicar pra vocês o que gostei e o que não gostei em Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar. A qualidade da série em si é muito boa e se mantém fiel ao material original. Os relacionamentos estão ali, os diálogos inteligentes e ágeis também. Contudo, os quatro episódios deixam mais pontas soltas do que conclusões, o que é decepcionante. Mas, para ser honesta, Gilmore Girls sempre foi uma série que me trouxe muitas decepções, principalmente quando eu via os personagens cometendo os mesmos erros. E, por um lado, esse é um dos seus charmes: com personagens falhos e situações verossímeis, é impossível não tomar partido e ficar indiferente ao que assistimos. E, se o revival tinha como missão reacender os antigos sentimentos proporcionados pela série original, ele fez isso muito bem.

Título original: Gilmore Girls: A Year in the Life
Ano de lançamento: 2016
Criadora: Amy Sherman-Palladino
Elenco: Lauren Graham, Alexis Bledel, Scott Patterson, Melissa McCarthy, Kelly Bishop, Liza Weil, Keiko Agena, Yanic Truesdale, Matt Czuchry, Milo Ventimiglia

Review: Harry Potter e a Pedra Filosofal (Edição Ilustrada)

Oi pessoal, tudo bem?

Quem me acompanha no Instagram viu que em junho eu me dei de presente a edição ilustrada de Harry Potter e a Pedra Filosofal. ❤ O review demorou (sorry, my bad), mas finalmente chegou! \o/

O livro foi ilustrado por Jim Kay e traz a história completa de Harry Potter e a Pedra Filosofal. O trabalho feito nessa edição é impecável, da capa ao conteúdo das páginas e, é claro, às riquíssimas ilustrações. O livro é um hardcover (capa dura com uma capa removível de papel por cima) e as páginas internas não são de um papel comum, são mais resistentes e têm um certo brilho. A edição também contém um marca-páginas de fitinha e letras brilhantes na capa. Resumindo: um capricho só! ❤

Definitivamente, Harry Potter e a Pedra Filosofal (Edição Ilustrada) é um item obrigatório na coleção de qualquer potterhead! É um livro caprichado, lindíssimo e mágico, pois nos transporta pra dentro das páginas não apenas pela escrita, mas também pelas ilustrações encantadoras. E agora vou deixar as fotos falarem por mim! 😉

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Capa removível de papel

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Lombada com letras brilhantes e, ao lado, a capa de papel

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O primeiro capítulo ❤

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O armário sob a escada

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Hagrid ❤ Reparem nos detalhes incríveis nos inícios de capítulo!

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A cabana do nosso guarda-caça favorito em uma ilustração de página dupla

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O livro também traz ilustrações e informações didáticas, como esse Guia de Trasgos (por Newt Scamander)

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Mais uma ilustração informativa, dessa vez com os ovos de dragão

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O menino que sobreviveu ❤

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E a Grifinória ganha a Taça das Casas! ❤

E é isso, gente! 😀
Espero que as fotos tenham mostrado pra vocês o quanto esse livro é maravilhoso! ❤ Qualquer dúvida a respeito, podem me perguntar nos comentários que eu respondo. 😀

Beijos e até semana que vem! ❤

Título Original: Harry Potter And The Philosopher’s Stone – Illustrated Edition
Autor: J. K. Rowling
Arte: Jim Kay
Editora: Rocco
Número de páginas: 256

Review: Harry Potter – Um Livro Pop-Up

Oi, gente! Tudo bem?

Para o post de hoje, trago um review de um livro LINDO que ganhei de aniversário de uma grande amiga (beijo, Katia! ): Harry Potter – Um Livro Pop-Up!

Vocês já devem ter imaginado que eu surtei com o livro só pelo fato de se tratar de Harry Potter – já comentei algumas vezes aqui no blog o fato de ser potterhead. Porém, além disso, eu adoro livros interativos, então quando abri o meu presente pela primeira vez eu parecia uma criança no Natal! 😛 Acho incrível como por meio de dobraduras é possível fazer um cenário inteiro surgir e, no caso de Harry Potter – Um Livro Pop-Up, todos os detalhes são muito bem feitos e de grande qualidade.

O foco do livro realmente são cenas clássicas dos filmes. Os cenários maiores incluem até a cena do cemitério em Harry Potter e o Cálice de Fogo, mas cada página tem pequenas dobraduras adicionais nos cantos inferiores e, quando você puxa, outras cenas aparecem (acredito que as fotos vão ilustrar isso de maneira mais eficiente). As ilustrações que compõem os cenários também são muito bonitas, por isso vale a pena observá-las com atenção. Além disso, em cada página o livro traz informações e curiosidades bacanas sobre os filmes, tornando a leitura ainda mais divertida – e ambientada no universo de Harry Potter, já que o cenário sempre se abre com o virar das páginas.

Bom, vamos conferir as fotos então? Espero conseguir, por meio delas, dar uma boa noção a vocês de como o livro funciona! 😀

Capa do livro! <3

Capa do livro ❤

O Beco Diagonal, com legendas mostrando cada loja! No canto inferior esquerdo, naquela dobradura fechada, se encontra a Edwiges na gaiola! :D

O Beco Diagonal, com legendas mostrando cada loja! No canto inferior esquerdo, naquela dobradura fechada, se encontra a Edwiges na gaiola 😀

A Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts! <3

A Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts ❤

Dobradura do canto inferior direito de Hogwarts, mostrando a chegada da Durmstrang e da Beauxbatons para o Torneio Tribuxo, junto de algumas curiosidades sobre a gravação dessa cena.

Dobradura do canto inferior direito de Hogwarts, mostrando a chegada da Durmstrang e da Beauxbatons para o Torneio Tribuxo, junto de algumas curiosidades sobre a gravação dessa cena

Nosso amado guarda-caça Hagrid acompanhado de algumas criaturas mágicas, como o Bicuço, a Aragogue e os centauros.

Nosso amado guarda-caça Hagrid acompanhado de algumas criaturas mágicas, como o Bicuço, a Aragogue e os centauros

Mais uma dobradura de canto de página, dessa vez mostrando Rony em uma comemoração do jogo de Quadribol, além de informações sobre as filmagens dos jogos.

Mais uma dobradura de canto de página, dessa vez mostrando Rony em uma comemoração do jogo de Quadribol, além de informações sobre as filmagens dos jogos

A icônica cena do cemitério em O Cálice de Fogo em que Voldemort finalmente pode tocar Harry.

A icônica cena do cemitério em O Cálice de Fogo em que Voldemort finalmente pode tocar Harry

Dobradura lateral da Nagini. Quando você abre, existe um efeito como se a cobra estivesse se desenrolando. :D

Dobradura lateral da Nagini. Quando você abre, existe um efeito como se ela estivesse se desenrolando 😀

Bom pessoal, espero que as fotos tenham demonstrado pra vocês o funcionamento (e a magia) desse livro! Acredito que todo fã de Harry Potter vá se encantar tanto com a interatividade do pop-up quanto com as ilustrações belíssimas! Qualquer duvida sobre o livro podem deixar nos comentários que eu respondo! 😀

Espero que tenham gostado! Beijos e até semana que vem! ❤

Título Original: Harry Potter – A Pop-Up Book
Engenharia de papel: Bruce Foster
Arte: Andrew Williamson
Texto: Lucy Kee
Editora: Salamandra
Número de páginas: 12

Review: Kobo Glo

Oi, gente!

O post de hoje é sobre a minha mais recente aquisição: o eReader Kobo Glo! Desde que pude experimentar o Kindle 4 da minha cunhada, e pude ver com os meus próprios olhos o conforto e a praticidade dos eReaders, fiquei com vontade de comprar um pra mim. Depois de muita pesquisa, de avaliação dos prós e dos contras e de testes nos aparelhos, me decidi pelo Kobo Glo. E esse post é pra contar um pouquinho pra vocês sobre as minhas primeiras experiências com ele! Ao longo do texto, vou compará-lo diversas vezes com o Kindle, porque acho mais ilustrativo para explicar pra vocês os motivos que me levaram a escolher o Kobo. Espero que gostem! 🙂

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Tela inicial do Kobo

Bom, eu não posso começar falando sobre o Kobo sem dizer que, até o momento em que eu pude manuseá-lo, eu estava quase decidida a comprar o Kindle 4. Pelos vídeos e resenhas que eu havia encontrado, o Kindle era superior ao Kobo em diversos aspectos, como a velocidade do aparelho, o peso, a nitidez da tela, entre outros fatores. Eu também pensava que o fato do Kindle não ser touch screen e ter botões para a troca de páginas era uma grande vantagem, já que eles existem em ambos os lados da tela (ou seja, facilita para mudar de página independentemente da mão com a qual você esteja segurando) e não há o risco de esbarrar por engano e trocar a página acidentalmente. Minha cunhada deixou que eu ficasse o fim de semana com o Kindle dela e eu adorei a experiência de ler no eReader: ele era leve, a tela realmente parecia papel e a possibilidade de aumentar o tamanho das letras tornava a leitura totalmente confortável e agradável. Porém, dessa vez, a minha indecisão (que normalmente só me atrapalha) foi bem útil: um amigo se ofereceu pra me mostrar o Kobo dele, e eu pude manuseá-lo e “desmentir” diversas críticas que eu tinha lido por aí. No fim das contas, para a minha própria surpresa, tomei a decisão de comprar o Kobo.

Tela: a tela do Kobo tem 6” e conta com a “tecnologia e-ink”. Se for colocado um Kobo ao lado do Kindle 4 talvez seja possível reparar na nitidez maior do Kindle, mas, sinceramente? É praticamente imperceptível. A tela do Kobo é absurdamente confortável e parece que você está lendo em um papel. Além disso, o touch é bem mais rápido do que eu imaginava. Li diversos relatos reclamando sobre os travamentos do aparelho (acredito que seja devido ao touch), mas comigo ainda não aconteceu. Sim, ele é mais lento que o Kindle pra abrir os livros e às vezes ele demora um pouco pra trocar as páginas, mas isso não é algo que me incomoda. Na maior parte do tempo, ele é bem rápido.

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Uma das coisas que mais gosto: o descanso de tela é a capa do livro que você está lendo ❤

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Nitidez da tela

Iluminação: o Kobo tem um sistema de iluminação interna. Diferentemente de tablets e afins, a luz não é direcionada ao usuário, mas sim ao próprio aparelho. É possível controlar a intensidade da luz e ela é bastante agradável, principalmente pra quem – assim como eu – tem o hábito de ler à noite. Agora não preciso mais ficar com a luminária do meu lado pra ler (o que frequentemente me fazia forçar os olhos). Meu namorado agradece! Hahaha

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Iluminação em 100% (eu uso 20%, geralmente)

Formatos de leitura: esse não foi o maior critério de desempate que eu utilizei, mas acho que vale a pena mencionar. O Kobo é um aparelho “livre”, já que lê diversos formatos (ao contrário do Kindle, que é preso ao formato da Amazon). Entretanto, é super fácil converter livros de epub para mobi e de mobi para epub, então isso não é algo que me incomodaria muito, caso tivesse optado pelo Kindle. É muito bacana o fato do Kobo ler epub (o formato mais comum) e também mobi, que é lido pelo Kindle. Além disso, ele é capaz de ler cbz e cbr, que são formatos especiais para a visualização de quadrinhos digitais. Eu, como fã de mangás, achei um recurso muito interessante!

Bateria: o Kobo promete um mês de bateria, baseados em 30 minutos de leitura por dia. Como eu só tenho o meu Kobo há duas semanas, não posso comprovar ou refutar essa informação, até porque ele acaba carregando sempre que o conecto no computador para adicionar mais livros. A única coisa que pude observar é que ele já chegou a 76% de bateria, com aproximadamente 10h lidas e a luz interna ligada ocasionalmente, o que me faz acreditar que sim, a bateria dura bastante mesmo.

Outras impressões: infelizmente, o peso do Kobo é uma das diferenças mais consideráveis que encontrei em relação ao Kindle 4. A parte traseira acrescenta mais um pouco de espessura ao aparelho. São 15g a mais em relação ao Kindle, mas eu senti a diferença, dependendo da posição em que o seguro. Outro fator em que o Kobo fica em desvantagem é na velocidade: como eu disse, não é algo que me incomode, mas eu tenho que admitir que o Kindle é muito mais veloz tanto para abrir os livros como para trocar as páginas. Falando de pontos positivos, uma das coisas que mais gostei no Kobo foi a maior possibilidade de personalização do aparelho. Tipos e tamanhos de fonte e configurações de página e espaçamento são muito mais diversificados no Kobo do que no Kindle. Outra coisa bacana que ele oferece é o Reading Life, uma plataforma social de leitura. Com ele, é possível ver as suas estatísticas e receber “prêmios”, que você pode compartilhar no Facebook, se quiser. Não é algo necessário nem muito relevante, mas é um charme a mais.

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Espessura do aparelho

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Traseira do Kobo, disponível em 4 cores

Bom, gente… o que eu posso dizer pra vocês é que comprar um eReader vale muito a pena! Não vejo diferenças significativas entre o Kindle e o Kobo, então eu aconselho a quem tiver interesse que, se possível, manuseie cada um e analise todos os prós e contras. O meu post foi mais focado aos aspectos do Kobo, e as comparações foram mais pra exemplificar o que achei de positivo ou negativo no meu eReader. Eu estou totalmente viciada e contente com o meu Kobo e sinto que estou lendo muito mais! Antes, eu tentava lia no computador ou no celular os livros que queria experimentar antes de comprar. Geeente, era um esforço terrível, fora as distrações como Facebook e afins! Agora eu fico totalmente focada na leitura, com um aparelho que me oferece conforto e praticidade. Eu até brinquei essa semana que sinto como se eu estivesse “traindo” os meus livros físicos que estão na minha fila de espera, já que baixei vários pra colocar no Kobo. 😛 Admito que, por bastante tempo, eu fui daquelas pessoas que dizia que nada se comparava aos livros físicos e nem cogitava adquirir um eReader. De fato, eles são insubstituíveis mesmo. Entretanto, os eReaders não precisam competir com os livros de papel, eles são apenas uma ajuda a mais para a leitura! Eu mudei totalmente o meu ponto de vista a partir do momento em que pude manusear um eReader. Portanto, eu encho a boca pra dizer: meu Kobo foi a compra do ano e eu super recomendo a aquisição!

Então é isso, galera. Espero ter sido eficaz em contar pra vocês essas primeiras experiências com o Kobo. Qualquer dúvida que tiverem (e que eu souber responder) é só deixar nos comentários! 🙂

Review: Harry Potter Film Wizardry e Harry Potter – Page to Screen

Oi gente! Tudo bem? 🙂

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer muitíssimo aos comentários super atenciosos que recebi no post anterior, na resenha de Jogos Vorazes. Fiquei muito feliz com cada um deles! ❤

Hoje trago pra vocês um review de dois livros que foram as minhas compras mais recentes: Harry Potter Film Wizardry e Harry Potter – Page to Screen! ♥ ♥ ♥ Quando eles chegaram, eu simplesmente surtei! Não sabia se ria, se pulava, se corria pra abrir, enfim… Ambos já foram lançados aqui no Brasil, mas estão esgotados há anos e nunca mais foram lançados novamente. Entretanto, há poucos dias o Submarino fez uma promoção com essas edições em inglês e, mesmo eu não sendo fluente no idioma, não pensei duas vezes! E já digo que não poderia ter feito escolha melhor! *-*

Pra quem me conhece, não é novidade alguma que Harry Potter seja a saga da minha vida. Sempre foi e sempre vai ser a minha série favorita, então eu me senti totalmente realizada com a compra de ambos os livros. Nesse post, vou contar um pouquinho a respeito do conteúdo deles com algumas fotos, da forma mais resumida que eu puder para que o post não fique (ainda mais) gigantesco. Se tiverem dúvidas mais específicas, por favor, não hesitem em perguntar nos comentários, ficarei feliz em ajudar! 😀

Começarei pelo mais curto, o Harry Potter Film Wizardy!

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Capa do Harry Potter Film Wizardry

O livro tem uma capa dura vermelha lindíssima, com detalhes em alvo relevo brilhantes (acho que dá pra ver na foto da Hermione, pelo reflexo da luz). Admito que fiquei com pena de tirar essa faixa promocional que vem na frente hahaha!

Ao longo do livro, existem diversas curiosidades sobre a produção dos filmes, sobre os personagens, sobre as casas de Hogwarts, etc. Há também alguns depoimentos dos atores, fotos dos bastidores, detalhes sobre os efeitos especiais, as locações e as maquiagens… Enfim, é todo um mundo a ser explorado! Eu adorei as páginas que falam sobre os personagens e as casas porque, em geral, vem com concept arts junto! *-* Aliás, isso é algo que eu destaco: as concept arts! Eu amo desenhar e, consequentemente, adoro ter acesso às artes conceituais de tudo que eu gosto: livros, jogos, filmes, etc. O livro Film Wizardry traz diversos desenhos com os conceitos de figurinos, cenários, entre outros. É fantástico!

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Concept art de Hogsmeade, por Andrew Williamson

Por último, mas não menos importante: o livro é recheado de “brindes” ao longo das suas páginas! Desde a carta de Hogwarts endereçada a Harry até o Mapa do Maroto e o catálogo da Borgin and Burkes, tudo feito com muito capricho e qualidade! Eu parecia uma criança abrindo um presente de Natal, com os olhos brilhando, enquanto ia descobrindo cada item. *-*

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Mapa do Maroto acompanhando minha camiseta favorita! ❤

A seguir, mais algumas fotos da parte interna do livro:

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Primeiras páginas do Film Wizardry

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Carta de Hogwarts destinada ao Harry! ❤

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Página dedicada à casa Grifinória

Agora é o momento de falar sobre a “enciclopédia”: Harry Potter – Page to Screen!

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Capa do lindíssimo Harry Potter – Page to Screen

Como dá pra ver pela foto, o livro é gigante! Também tem a capa dura, nesse tom de azul maravilhoso, com alguns detalhes brilhantes. A foto central de Hogwarts tem o aspecto envernizado, o que dá um efeito bem legal.

Ao contrário do Film Wizardry, que tem um estilo mais colorido, como se fosse um mural cheio de fotos, o Page to Screen tem uma aparência um pouco mais clean. O livro começa com várias imagens incríveis que ocupam páginas inteiras e tem seu conteúdo dividido em três partes.

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Índice

A primeira parte é totalmente focada na produção dos filmes. Várias coisas que são explicadas no Film Wizardry tem um aprofundamento maior em Page to Screen, e o processo de filmagem de cada filme é abordado com muitos detalhes!

Na segunda parte, nos deparamos com informações sobre os personagens, as locações, as criaturas mágicas e os objetos cenográficos utilizados. As fotos são simplesmente incríveis! Além das fotografias que mostram os detalhes de tudo que é mencionado, existem também desenhos conceituais maravilhosos! Ah, diga-se de passagem: eu fiquei impressionada com as fotos mostrando a “confecção” de Hogwarts!

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“Miniatura” de Hogwarts e detalhes de sua confecção

A última parte é a mais curta, contando um pouco sobre o último dia de filmagem. É bem interessante também, apesar do menor número de páginas.

Eu fiquei totalmente encantada com a qualidade do livro e com o seu conteúdo. Além de fotos lindas de página inteira, ele conta com diversas fotos dos bastidores, de momentos descontraídos no backstage e do making off dos filmes. Assim como no Film Wizardry, o Page to Screen tem MUITAS concept arts interessantíssimas, possibilitando um olhar atento a cada detalhe dos figurinos, artefatos mágicos e cenários. Fiquei totalmente apaixonada!

Abaixo, algumas fotos do conteúdo:

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Ilustração lindíssima de Hogwarts ❤

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Várias fotos do elenco em momentos descontraídos

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Concept art do Salgueiro Lutador, por Adam Brockbank

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Arte lindíssima de Harry e do Rabo-Córneo Húngaro ❤

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Detalhes das Relíquias da Morte

Bom, gente… o que posso dizer? Esses livros fizeram a minha felicidade! Como potterhead, eu recomendo muito essas obras de arte a qualquer um que seja fã da série, pois eles valem muito a pena! Apesar de não ser possível mais encontrá-los em português, vale a pena fazer um esforcinho e treinar o inglês. O conteúdo é cheio de fotos explicativas, então acredito que o idioma não se torne um empecilho tão grande. Com certeza essa foi uma das melhores compras que já fiz e estou plenamente satisfeita e feliz por finalmente tê-los na minha estante! ♥

Título: Harry Potter Film Wizardry
Editora: Harper Collins Publishers
Número de páginas: 164

Título: Harry Potter – Page to Screen (The Complete Filmmaking Journey)
Editora: Harper Collins Publishers
Número de páginas: 540