Roteiro por Fernando de Noronha (parte 1)

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje é meu aniversário de 29 anos e resolvi aproveitar esse dia pra falar sobre um assunto que eu tava morrendo de saudade: conteúdo de viagem. ❤ Desde 2019 eu não fazia nenhuma trip mais longa, indo no máximo até Santa Catarina, estado vizinho aqui do Rio Grande do Sul. Mas meu namorado e eu decidimos comemorar nossos 8 anos juntos com uma viagem bacana e, após meses de planejamento financeiro, embarcamos pra Fernando de Noronha! Vou dividir com vocês as dicas, os passeios e vou tirar as dúvidas de quem quiser perguntar algo sobre essa experiência que foi um verdadeiro sonho realizado.

Quando viajar para Fernando de Noronha

Esse aspecto foi o primeiro a ser decidido na nossa viagem, porque precisávamos não apenas conseguir agendar as férias juntos, mas também pegar um clima agradável na ilha. Fernando de Noronha tem um período de pouca chuva e mar calmo que vai de agosto a outubro, aproximadamente, enquanto de outubro a março o mar começa a se agitar. De janeiro a março é quando ele está no pico dessa agitação, o famoso swell, queridinho dos surfistas. Eu, como pessoa medrosa e que não sabe nadar, mas que ama o mar, obviamente queria ir num período de mar calmo, então concordamos sobre o mês de setembro! ❤ Em relação ao clima, demos bastante sorte, porque apesar de ser comum terem pancadas de chuva ao longo do dia (que logo vão embora), só pegamos uma garoa ao chegar de táxi na pousada no primeiro dia. Mas como nem tudo são flores, tivemos um pequeno contratempo: um swell fora de época aconteceu nos últimos 4 dias da viagem, o que me fez evitar o mar em algumas das praias – as ondas se agitaram tanto que até surfistas apareceram lá de última hora pra aproveitar! 👀

Logo após nos instalarmos na pousada, já fomos curtir um fim de tarde na Praia do Cachorro

O que levar na mala para Fernando de Noronha

O clima na ilha é bem quente, mas de um jeito agradável (bem diferente do calor úmido de Porto Alegre, que faz você se sentir como se cozinhasse no vapor). Eu levei um casaco e um kimono levinho pra sair à noite caso fizesse um friozinho, mas passei o tempo todo de short e saia por lá. Você não precisa (e nem deve) se preocupar com roupas chiques na ilha, os lugares são simples e todo mundo anda por lá de saída de praia, chinelo, rasteirinha, alpargata, papete, etc. Acho até que é capaz de ser meio constrangedor se você for no rolê overdressed demais, porque realmente as coisas em geral têm um toque rústico e natural que permitem uma vestimenta bem praiana. Agora, em relação a itens indispensáveis, na minha opinião você deve levar:

  • Itens diários de higiene (saem caros demais se você deixar pra comprar lá)
  • Sua farmacinha pessoal (com repelente, protetor solar, relaxante muscular, remédio pra azia e má digestão, remédio pra dor de cabeça e o que mais você tiver o hábito de tomar)
  • Snacks para os passeios e para os dias na praia (vão te ajudar muito a economizar)
  • Sapatilha aquática (é o melhor sapato pra essa viagem, confia em mim)
  • Kit para snorkel (dá pra alugar lá, mas sai mais caro do que comprar e levar o seu)

Nós viajamos com uma mala de mão e uma mochila cada um e deu pra levar todos esses itens tranquilamente. 😀

Onde se hospedar em Fernando de Noronha

A ilha é bem pequena e você não fica realmente looonge das coisas, mas existem alguns locais mais recomendados do que outros. Na minha pesquisa, a Vila dos Remédios era sempre a mais comentada, porque é onde fica o centrinho de Noronha, tendo mais opções de lugares pra comer e coisas pra fazer, além de ficar perto de praias bem famosas com fácil acesso (como a do Cachorro, que mencionei na foto ali em cima). Outra região que as pessoas costumam indicar é a Vila do Trinta, que foi onde meu namorado e eu nos hospedamos. Nossa pousada se chama Casa da Laninha e é um espaço simples, mas muito limpo e com tudo que a gente precisava: cama confortável pra descansar depois de passeios extenuantes, frigobar pra guardar nossos lanches, cozinha compartilhada bem equipada e preço mais acessível. Essa é a vantagem de ficar na Vila do Trinta: achei o preço bem mais competitivo que na Vila dos Remédios. Hospedagem em Noronha foi uma das partes mais caras da viagem, especialmente se você pensar que uma boa parcela das pousadas mais simples (e que cabem no orçamento) não oferecem café da manhã. O jeito é ir equilibrando os pratinhos e jogando com o custo-benefício mesmo. 🤷‍♀️

Espaço comum da pousada, onde fazíamos nosso café da manhã e algumas refeições principais

Como se locomover em Fernando de Noronha

A ilha tem mais ou menos 26km² de extensão, então não é demorado dar a volta nela. Mas a forma como você escolhe se locomover impacta diretamente em duas coisas, a meu ver: na sua forma de aproveitar a viagem e, infelizmente, no seu orçamento. Vou explicar cada forma pra me fazer entender:

  • Ônibus: Noronha conta com um ônibus que dá a volta na ilha toda e a passagem custa R$ 5, sendo a forma mais barata de transitar por lá. Quando há um ônibus indo numa direção e outro voltando, eles passam de 30 em 30 minutos, mas quando há somente um ônibus circulando, você espera por 1h. Além disso, ele só percorre a avenida principal, e muitas das praias exigem caminhadas longas e cansativas por estradas de pedra ou de areia. Pegamos o ônibus somente uma vez (com direito àquela corrida marota em direção ao ponto pra conseguir embarcar 😂), porque foi realmente cansativo e ainda envolveu perder tempo de viagem esperando por ele.
  • Táxi: é uma opção interessante caso seu budget permita, porque os preços são meio que tabelados e ficam entre R$ 25 e R$ 40 o trecho (a depender da praia pra qual você vai), se não me falha a memória. O complicado nesse caso é que a ilha tem sérios problemas com sinal de internet, então você corre o risco de não conseguir entrar em contato com a empresa de táxi pelo WhatsApp.
  • Bike elétrica: não sei quanto custa porque não chegamos a orçar, mas é uma opção que acredito ser mais em conta e várias pessoas estavam usando.
  • Moto: foi nossa escolha de transporte após um dia usando o ônibus e, apesar de ser um custo mais alto, foi nossa melhor decisão. A moto nos dava muita agilidade pra fazer as coisas, e uma liberdade que compensou muito, pois nos permitia sair de um passeio e ir descansar um pouco na pousada, por exemplo – algo que não faríamos se dependêssemos de ônibus ou táxi por envolver custo de ida e volta, bem como tempo perdido. Conseguimos uma diária a R$ 180, e você precisa devolver com o tanque abastecido.
  • Buggy ou carro: não faço ideia de quanto estavam custando porque já sabia que eram opções caras, mas talvez sejam alternativas interessantes pra quem vá pra Noronha de galera e tenha com quem dividir a despesa. Assim como ocorre com a moto, é preciso devolver com o tanque cheio.
  • Carona: vale mencionar que as pessoas na ilha são muito gentis e receptivas, e é bem comum que se ofereça carona pra quem tá esperando o ônibus nas paradas. A gente pegou uma, inclusive, e foi com o rapaz que ofereceu que acabamos alugando a moto. 😂

Onde comer em Fernando de Noronha

Fizeram um super terrorismo com a gente de que tudo em Fernando de Noronha é um assalto e, em alguns aspectos, realmente há coisas bem caras (principalmente no supermercado, isso é caro mesmo. Mas se você pensar que tudo na ilha chega de avião ou de barco, dá pra entender que só o frete pra ilha já é absurdo). A percepção que tivemos é a de que lugares bons custam quase o mesmo que restaurantes bons/caros em Porto Alegre, o problema reside nos lugares que deveriam ser baratos: eles sim são bem mais superfaturados do que o que cobrariam aqui. Um PF de comida simples que por lá custa R$ 40 você encontra por R$ 18, R$ 20 em Porto Alegre, mas um prato de um restaurante de chef entre R$ 100 e R$ 150 em Noronha você também paga aproximadamente esse valor em Porto Alegre. Deu pra sacar a comparação? Já bebida alcóolica eu achei bem cara, mas em alguns bares dava pra garimpar preços semelhantes aos daqui (me recordo de ter visto caipirinha ou mojito entre R$ 25 e R$ 30, por exemplo).

Como comer é algo que meu namorado e eu amamos fazer, a gente se organizou financeiramente pra fazer uma refeição bacana no dia, e a outra uma refeição mais simples. Nossa pousada tinha cozinha compartilhada, então compramos coisas pra café da manhã e também algumas lasanhas congeladas pra fazer refeições por lá. O que eu achei dos restaurantes que comemos:

  • Cacimba: nossa primeira experiência da vida indo em um restaurante de chef, foi delicioso demais! Foi também onde comemos lagosta pela primeira vez, e apesar de caro, o prato era muito bem servido (tivemos dificuldade pra terminar, e olha que meu namorado é bom de garfo hahaha!). Lá tem a melhor sobremesa que a gente provou, o “brownie da Camila Coutinho”: ele começa com textura de petit gateau, depois fica mais durinho que nem brownie e acompanha farofa e sorvete caseiros. Eu queria morar nessa sobremesa. 😂
  • Varanda: aqui foi onde comi meu prato salgado favorito, um risoto de camarão incrível. Aqui temos mais um exemplo de prato super bem servido, mas era tão gostoso que me esforcei pra comer o máximo possível, o que me deixou à beira do “puta merda vou passar mal” HAHAHA! Se forem, experimentem a sobremesa também: eles têm uma cocada cremosa deliciosa com sorvete de limão.

Risoto de camarão crocante delicioso do Varanda ♥

  • Cigana do Cajueiro: primeiro restaurante que provamos na ilha! Era pertinho da pousada e tinha um ambiente super legal, com várias “alas” temáticas. Não me encantou tanto quanto os outros porque achei o cardápio pouco diversificado (e sou meio chata pra comer), mas em termos de sabor o que pedimos estava bem bom. Destaque pro arroz de polvo, que meu namorado pediu e aprovou!
  • Flambô GastroBar: nem todas as nossas escolhas gastronômicas deram certo, e essa foi uma que flopou. 😂 Esse espaço fica na Praça Flamboyant, que é bem no centrinho da ilha e tá sempre bombando. Pedi um sanduíche de camarão que tinha um sabor gostoso, mas o pão era seco, e o preço não era barato, o que acabou decepcionando quando comparado com os outros restaurantes.
  • Muzenza Pizzaria: meu boy tava com desejo de pizza e catamos no Google uma bem avaliada pra matar a vontade. A pizza era boa, mas não era assada em forno a lenha, o que acaba dando uma diferença de sabor na massa, deixando a pizza mais “sem gracinha”.
  • Bar do Meio: apelidado de “Bar do Euro” pela galera que mora lá por ser caro, mas a gente resolveu conhecer mesmo assim. Pra economizar, pedimos um sanduíche só e dividimos por dois, e fizemos o mesmo com uma entrada, aí não pesou mais do que o previsto no orçamento. Achei tudo bem gostoso, por isso não me arrependi de ter ido, mas realmente tem muuuita coisa superfaturada. Fica a dica: a maior cilada é ir no bar pra ver o pôr do sol, porque eles cobram caríssimo pelas reservas e mesas do lado externo, com vista pra Praia da Conceição. Você pode simplesmente ignorar o bar e ficar numas pedras que tem ao lado, na descida pra praia, e assistir ao pôr do sol de camarote, pagando zero reais por isso. 😛 Foi o que fizemos, inclusive. No próximo post, no qual vou falar sobre passeios e coisas pra fazer, eu mostro pra vocês a vista do pôr do sol ~na faixa, e já adianto que é bem linda. ❤

Almoço no Bar do Meio com vista pra Praia do Meio (essa é free!)

  • Restaurante Valdênio: melhor achado, bem pertinho da nossa pousada. O prato feito do restaurante custa R$ 50 e era possível pedir tranquilamente apenas um pra nós dois, barateando bastante a refeição. Aprendemos isso na marra, pedindo um prato pra cada na primeira vez que fomos (foto abaixo), e sobrou muita comida. 😂 Mas, melhor do que o preço, era o sabor: comidinha caseira, bem temperada, sem frescura e com qualidade. ❤ Pensem num feijão delícia! Comemos lá várias vezes, até porque eles trabalham com prato do dia (ou você monta seu próprio prato com opções pré-definidas), o que permite variar o menu rs. 😛

Comidinha caseira deliciosa do Valdênio

  • Restaurante Tia Regina: vocês vão ver muitos blogs recomendando o Tia Regina nos roteiros pra Noronha, mas a gente não curtiu. A comida não parecia feita com capricho e não era gostosa, além do uso de ingredientes que não pareciam tão bons quanto os do Valdênio, por exemplo. O PF de lá custa R$ 40 e também serve duas pessoas, mas vem menos comida que no Valdênio.
  • Gelato Paradiso: um sorvetinho no calor da ilha vai muito bem, e esse gelato é uma opção deliciosa na Praça Flamboyant. Eu costumo pegar sabores mais tradicionais, mas pra quem curte inovar eles têm até gelato de rapadura! 

Pessoal, o post ficou enorme, então hoje vou parando por aqui.
Na continuação desse roteiro pretendo falar um pouquinho mais sobre os passeios, dividindo com vocês preços e feedbacks sobre quais valem a pena ou não. Gostam da ideia? 😀

Ah, lembrete importante: os preços mencionados aqui se referem a setembro de 2022, data da nossa trip. 😉

Agora sim!
Beijos e até breve! ❤

O que fazer em Providencia, no Caribe colombiano

Oi gente, tudo certo?

Demorei (pra caramba), mas cheguei com o último post da série de roteiros que preparei pra vocês a respeito de San Andrés e Providencia, no Caribe colombiano. 😀 Espero que minhas dicas tenham sido úteis e possam ajudar vocês a planejar uma viagem incrível pra esses destinos paradisíacos. ❤

Como chegar em Providencia

Como eu estava muito determinada a conhecer a “irmã menor” de San Andrés (para visitar um lugar lindo sobre o qual vou falar em seguida), meu namorado e eu garantimos o transporte pra lá ainda no Brasil. Fomos de avião, pela companhia aérea caríssima Satena, mas depois descobrimos que existe uma bem mais em conta, chamada San German. Não é uma passagem barata, mas eu queria tanto conhecer Providencia que fiz esse sacrifício. E valeu muito a pena, pois a ilha é incrível e são só 30 minutinhos de viagem! ❤ O avião é bem pequeno, despressurizado e dá pra ver a cabine, o piloto e o co-piloto. Dá um pouco de medo? Dá, mas é de boas rs. Para economizar, decidimos retornar a San Andrés de catamarã, pela empresa Conocemos Navegando. Dica de amiga: NÃO façam isso, se puderem evitar. São cerca de 2h a 3h de viagem que vocês perdem, em que poderiam estar curtindo a praia ou qualquer outra coisa. Meu namorado ficou bem enjoado e acabou desanimado durante o resto do dia. Sério, economizem um pouquinho mais e vão e voltem de avião, vale a pena (e a diferença de preço nem é tão grande assim).

O que fazer em Providencia

1. Passeio ao redor da ilha

Assim como em San Andrés, um dos passeios imperdíveis em Providencia é alugar uma moto ou mule para dar a volta à ilha. Nós fizemos ambas as coisas e, no caso da mule, até eu dirigi. 😛 Foi bem divertido! A vantagem de dar a volta na ilha é que você pode ir parando nas diversas praias e explorar cada cantinho sem pressa. Como as praias são distantes umas das outras e existem muitos desníveis, também é uma boa opção pra você não se cansar tanto caminhando. Por fim, você pode estacionar perto da Puente de los Enamorados, a ponte que liga Providencia a Santa Catalina (uma ilha menorzinha), e atravessar para conhecê-la. Nós ficamos só na ponte mesmo, porque decidimos visitar Santa Catalina somente no último dia. O cansaço falou mais alto, a curiosidade não era tanta e acabamos não batendo perna por lá. Quem sabe em uma próxima vez?

 

roteiro providencia

Do ladinho da travessia para Santa Catalina.

2. Cayo Cangrejo

O principal motivo para nossa visita a Providencia! ❤ Cayo Cangrejo é um passeio que sai a partir de Providencia, sendo uma ilhotinha minúscula que você conhece a pé rapidamente. Os barcos te levam e te buscam nos horários combinados e você fica o dia por lá, então lembre-se de levar água e snacks pra não ficar com fome. Pagamos 40.000 COP pelo transporte e 18.000 COP para entrar. Eu lia sobre Cayo Cangrejo em blogs de viagem e ficava encantada com as fotos do lugar, mas nada disso me preparou pra emoção que foi chegar lá de verdade e ver tudo isso ao vivo. Há um morro na ilha que você sobe sem esforço e, do topo, você tem uma vista praticamente 360º da ilhota e do mar de sete cores. Se isso não fosse bonito o suficiente, a cor da água é de uma transparência indescritível, de um azul mais claro que piscina! Para completar a experiência, vimos duas tartarugas marinhas, e meu namorado até selfie conseguiu fazer com uma delas. Quando eu lembro de Cayo Cangrejo, sinto vontade de chorar, de verdade. A beleza e a paz que esse lugar transmite não cabem em palavras, e Cayo Cangrejo tem todo o meu amor!

roteiro providencia cayo cangrejo

Vista das pedras que ficam no topo de Cayo Cangrejo.

providencia cayo cangrejo

O mar mais lindo que eu já vi na vida. 💙

3. Playa de Manzanillo (ou Manchaneel Bay)

Essa é uma praia bem tranquila onde fica o famoso Roland’s Bar, um local bem reggae vibes e mega tranquilo. Lá tem uma corda e uns pneus onde você pode fazer a Miley e se dependurar, é bem legal. 😂 Tem uns doguinhos pra fazer carinho também hahaha! ❤ Ficamos pouco tempo por lá, foi uma parada rápida enquanto estávamos com a moto alugada, mas gostei bastante da calmaria.

4. Playa de Água Dulce (ou Freshwater Bay)

Foi a partir dessa praia que fizemos o mergulho de cilindro, sobre o qual falarei em seguida. Há alguns coqueiros, a areia é macia e o mar é bonito. Ali fica o restaurante Miss Elma, que foi bem recomendado por outros turistas, e apesar das porções não serem abundantes, são gostosas (nós provamos o camarão empanado). De Água Dulce é possível ver o belíssimo pôr do sol em Providencia, mas não foi nosso lugar favorito.

5. Praia de South West Bay

A praia que conquistou o nosso coração em Providencia. ❤ Apesar de não ter a cor típica do mar caribenho, sendo de um tom mais escuro (em função também da areia mais fina e com textura mais macia), essa praia nos proporcionou momentos inexplicáveis. Nós a visitamos logo no primeiro dia, pra assistir ao pôr do sol, e eu garanto que é a coisa mais linda. Nos outros dias em que ficamos na ilha acabamos repetindo a ida à South West Bay várias vezes, e não faltam motivos: o mar é tão calmo que parece uma lagoa, ela é extremamente pacífica e tranquila, há um restaurante famoso (El Divino Niño, onde comemos uma porção de frutos do mar que incluía até caracol!) e, para completar, há estrutura completa pra você relaxar, com redes e espreguiçadeiras. A melhor parte? Essa estrutura é gratuita, você pode usar livremente! ❤ Melhor praia da vida!

south west bay providencia

A vida que eu quero: curtindo uma rede e uma cervejinha gelada em South West Bay. 😂

6. Mergulho de cilindro

Outra experiência indescritível que Providencia me proporcionou foi o mergulho de cilindro. Pra vocês entenderem o drama: até janeiro desse ano eu não conseguia nem boiar, tamanho meu medo de entrar água nos ouvidos ou no nariz. Mesmo mergulhar a cabeça na piscina era um desafio pra mim. Porém, pedi pro meu namorado me ensinar antes da viagem e fiquei determinada a perder o máximo possível desse medo para curtir de verdade San Andrés e Providencia. Apesar dos grandes avanços, o pânico de pensar em mim a 10 metros de profundidade foi PUNK. Meu namorado queria muito viver essa experiência e eu acabei me desafiando a fazer também. Escolhemos a escola Felipe Diving e, como nunca havíamos mergulhado, começamos com uma aula teórica, depois fomos para a beira da praia treinar o que haviam nos ensinado e por fim fomos para o mar. Esse foi o dia mais difícil da viagem inteira: eu estava nervosa, parecia que não conseguia aplicar nenhum dos ensinamentos e, pra ajudar, tive uma das piores crises de pânico da vida dentro do barco, a caminho do ponto de mergulho. Eu me tremia inteira e não conseguia falar porque, se falasse, cairia no choro rs. Acontece que eu sou teimosa pra caralho e pensei: “eu já paguei pelo mergulho e tô no barco. Vou tentar descer! O máximo que vai acontecer é eu pedir pra voltar”. Pois bem: meu pânico não melhorou quando vi que as pessoas precisam se jogar pra trás do barco, que nem nos filmes, em função do peso do equipamento. Imaginem o que uma pessoa paralisada de medo sentiu quando viu que teria que fazer isso! Mas vamos lá, né, fui lá e fiz. Dentro d’água, o pânico não diminuiu instantaneamente, mas o instrutor percebeu e me deu a mão. Isso fez TODA a diferença: ele manteve o contato visual, ficou me acalmando e não me soltou o passeio todo. Moral da história: fiquei tensa pra caralho, mas consegui fazer o fuckin’ mergulho! A sensação foi de dever cumprido e de orgulho genuíno pela minha coragem; mas, sendo honesta, não é algo que eu pretenda fazer de novo (ao menos não tão cedo hahaha!).

mergulho providencia

Quem vê o ✌ não vê o pânico rs.

Quando chegamos a Providencia, eu tive uma péssima primeira impressão. Ela é muito mais parada que San Andrés, não tem nada pra fazer à noite e pra chegar a qualquer lugar é preciso mototáxi ou aluguel de transporte. Porém, conforme eu fui vivenciando a ilha e a paz inigualável que ela proporciona, meu coração foi completamente conquistado. Em Providencia pudemos voltar caminhando tranquilamente por cerca de 1km da praia à noite; conhecemos um casal de canadenses muito querido (oi, Andy e Mary!), tomamos uma cerveja juntos e vimos um céu tomado por estrelas na beira da praia; conheci meu atual lugar favorito do mundo (Cayo Cangrejo, te amo) e também vivi um desafio gigantesco no mergulho… Enfim. São muitos motivos para amar Providencia, e eu sou muito grata pela decisão de ter ficado o tempo que fiquei por lá. Torço pra que vocês também tenham a chance de ver isso de pertinho! ❤

E, se quiserem mais dicas ou tiverem dúvidas, fiquem à vontade para perguntar nos comentários.
Beijos e até o próximo post!

O que fazer e onde comer em San Andrés

Oi pessoal, tudo bem?

Conforme o prometido, vim contar pra vocês quais os passeios bacanas eu fiz e recomendo para quem quer saber o que fazer em San Andrés, bem como os meus restaurantes favoritos (e as ciladas a evitar). O post com informações gerais sobre o destino vocês encontram aqui. 😉

O que fazer em San Andrés

1. Passeio ao redor da ilha

Uma das atividades clássicas em San Andrés é alugar uma mule ou uma moto (estilo scooter) e dar a volta à ilha pela estrada. Além da vista incrível que você tem do mar, a própria estrada é um “ponto turístico” e muita gente para no meio dela pra tirar foto. Apesar de parecer perigoso, não é. Passam poucos veículos por lá, então dá tempo de desviar ou sair do meio da rua. Além disso, a galera tá acostumada e às vezes você até encontra um brasileiro buzinando e acenando. Nesse passeio você pode parar em vários pontos, como West View, La Piscinita (onde não paramos, pois se não me engano estava fechada), a praia de San Luís, entre outros. Infelizmente encaramos algumas pancadas de chuva nesse dia, o que nos desanimou de ficar muito tempo em cada ponto, com exceção de West View, onde curtimos por mais de hora!

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Paradinha clássica durante a volta à ilha. 😀

2. West View

Esse é um dos passeios que normalmente são feitos durante a volta à ilha. Foi minha parte favorita do dia, por sinal. ❤ West View é tipo uma piscina natural cheeeia de peixes. Você paga 5.000 COP pra entrar e ganha uma porção de pão pra atrair os peixinhos. Lá você pode alugar colete salva-vidas por 10.000 COP, e foi o que eu fiz, já que não tenho segurança pra nadar e o mar é BEM fundo. Uma dica importante é levar o snorkel pra esse passeio, porque a riqueza da vida marinha é espetacular. São muitos peixes ao seu redor e, além disso, as cores do mar e a profundidade que você enxerga são coisas lindas de se ver. Em West View há também um trampolim e um tobogã de uso gratuito. O trampolim é bem alto e teve gente que machucou o ouvido, então só recomendo pra quem sabe nadar e está acostumado com esse tipo de atividade, em função da pressão que ocorre quando você cai na água. O tobogã é mais tranquilo, até eu encarei o desafio (e eu sou MUITO medrosa!). Porém, obviamente, fui de colete salva-vidas. Sendo bem sincera? Dói as costas e não achei tão legal assim, mas gostei de ter me desafiado. Pra mim, a melhor parte de West View foi ficar com a cabeça debaixo d’água, admirando toda a beleza e a vida marinha lá embaixo. ❤

west view san andrés

Fingindo tranquilidade na hora de descer o tobogã em West View. 😂

west view san andrés (2)

O que é um pontinho amarelo no oceano? A Priih boiando faceira em West View. 😂

3. Johnny Cay e Acuario (bônus: Manglares e Mantarrayas)

Apesar da possibilidade de fazer esses passeios separadamente, optamos por dividir o nosso dia entre eles. Johnny Cay é uma ilhota próxima de San Andrés, bem famosa pelas iguanas que moram lá. De um lado da ilha há a praia com areia branca e o mar caribenho, e do outro há uma barreira de corais que forma umas piscininhas. Há também muitas árvores, onde você pode estender uma canga e curtir a vibe. De lá, nosso barco nos levou para conhecer os Manglares (manguezais), local em que Anaconda foi filmado. Chegamos então a Acuario, que nada mais é que um banco de areia no meio do mar que forma piscinas naturais cristalinas e cheias de peixes. Por fim, o barco para em uma região para que as pessoas conheçam as Mantarrayas (arraias). Eu não gosto de atrações que utilizam os animais, portanto não curti o passeio nem toquei em nenhuma delas, mas muita gente gostou. Por mim, eu teria feito só Johnny Cay e Acuario mesmo. 😛

johnny cay san andrés

Essa é a parte “praia” de Johnny Cay, com esse marzão espetacular. 💙

Dicas:

– Em Johnny Cay é servido um almoço por cerca de 30.000 pesos. Ouvimos relatos tensos sobre a comida de lá, então levamos nossos próprios snacks: Pringles e Oreo. Achei bem mais negócio que comer algo caro e duvidoso.

– Acuario à tarde é BEM muvucada. Sinto que eu teria aproveitado muito mais o local se tivesse separado os passeios ou se tivesse ido a Acuario pela manhã. A impressão que tive do lugar – mesmo com a beleza natural inquestionável – não foi legal, parecia um Piscinão de Ramos. 😦 Se você tiver tempo, de repente vale separar os passeios ou inverter a ordem que fizemos, indo primeiro a Acuario.

– Nesse passeio também é imprescindível levar snorkel e sapatilhas. Em Johnny Cay há muitas pedras e em Acuario o legal é justamente ficar nadando e olhando os peixes.

4. Parasail

Nosso passeio favorito em San Andrés! ❤ O parasail é um pouco mais carinho (pagamos 150.000 por pessoa), mas vale cada centavo. Você parte da marina em um barco que te leva pro “meio” do mar, aí os instrutores prendem o paraquedas em você e, com o barco, te puxam pelo mar de sete cores. Meu namorado e eu fomos os primeiros a ir e o friozinho na barriga foi sensacional. Apesar do meu medo de altura, a sensação de ir subindo é incrível, isso sem mencionar o espetáculo que é ver o mar caribenho do alto. Foi uma emoção enorme, de verdade! O passeio dura cerca de 15 minutos e a galera do barco ainda te “derruba” no mar 1 ou 2 vezes (eles param o barco e o buraco no paraquedas faz você descer lentamente, só tempo suficiente pra bater a bunda na água, e em seguida te puxam de novo pra você subir ). Se tem um passeio que eu recomendo em San Andrés, é esse!

parasail san andrés

Parasail em San Andrés, aka “uma das melhores experiências da vida”. 😍

5. Praia de Spratt Bright

Por último, mas não menos importante, não poderia deixar de falar da praia principal da ilha, Spratt Bright. 😀 Ela tem areia branquinha, mar tranquilo de água daquele típico azul claro caribenho e coqueiros. A única coisa não tão legal de lá é que é mais muvucada, então dependendo do horário fica mais difícil encontrar um lugar bom pra estender a canga. Meu lugar favorito pra isso era bem na ponta, perto dos restaurantes, pois a concentração de coqueiros é maior e tem uma sombrinha boa. ❤ Outra praia que sei que dá pra curtir é a de San Luís, mas ficava do outro lado de onde estávamos hospedados, por isso acabamos nem indo.

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Muito amor por esse mar tranquilo. 💙

spratt bright san andrés (2)

Mais uma porque esse mar merece, vai.

Onde comer em San Andrés

Também resolvi fazer uma listinha com todos os restaurantes que conhecemos, pra facilitar a vida de quem quiser visitar o destino também. Já adianto que nós preferimos não nos aventurar muito na gastronomia local, optando por pratos mais “seguros” (no sentido de ser algo que a gente conheça e esteja acostumado). Tomamos essa decisão porque meu estômago é bem sensível e qualquer mudança me faz passar mal, e eu definitivamente não queria passar a viagem toda errada da barriga rs. Só a mudança de ambiente e alimentação já mexeu um pouco com meu organismo, então acho que fiz a escolha certa em evitar comidas muito diferentonas (exceto em Providencia, mas é assunto para o próximo post).

La Regatta: acredito que seja o mais famoso (e caro) da ilha, sendo considerado quase um ponto turístico. O lugar é um charme, todo colorido, e realmente tem um menu e um atendimento diferenciados. Além disso, o restaurante fica na beira do mar e a vista é linda. Eles são especializados em frutos do mar, então se você curte esse tipo de gastronomia, vale a pena experimentar. Fica a dica: a limonada de coco deles é uma delícia!

Beer Station: meu lugar favorito em San Andrés, fomos mais de três vezes lá! ❤ É um pub que toca músicas de diversos estilos (como pop, rock, hard rock, reggaeton), tem uma decoração rústica e luz de velas nas mesas. O hambúrguer de lá não é tão bom, mas tem um picadão sensacional que alimenta e é barato (vem com onion rings, salsicha, chorizo, iscas de filé, iscas de frango e batata rústica). O mojito deles foi um dos meus favoritos da vida!

El Corral: é tipo um Burger King, bem gostoso. Pra economizar, quebra um super galho!

La Pizzeta: uma pizza um pouco mais cara, mas muito saborosa. Pedi a de camarão e me apaixonei, tanto que comemos lá duas vezes. Só não curti a limonada de coco, muito doce.

Bistrô 82: um verdadeiro achado! Quando terminamos a volta à ilha, por acaso vimos o Bistrô 82 e decidimos parar para comer. O lugar é pequeno, mas tem uma pizza muito boa, bem recheada e barata. Comemos super bem lá pagando pouco (bela combinação, né?).

Kikiriki: tipo um KFC colombiano (?). O lugar é especializado em frango frito, e tem vários combos com pedaços de frango, nuggets e afins. Nós preferimos não arriscar e pedimos um seguro hambúrguer de frango empanado. Era bem gostoso e baratinho.

Juan Valdez: cafeteria famosa por lá, mas que não me impressionou. Achei o café bem OK e as comidas também não tinham nada demais. A única coisa de que gostei foi uma torta de chocolate que pedi, mas de resto eu achei bem mediano. Não acho que valha o preço (ou a fama).

Paletas: no calçadão, bem em frente ao El Corral e ao Beer Station, tem um quiosque que vende paletas muito boas por 5.000 COPs cada. Recomendo!

Espero que as dicas ajudem quem também quiser visitar esse paraíso chamado San Andrés. ❤ E se vocês tiverem alguma dúvida específica, podem me perguntar nos comentários.

Beijos e até o próximo post!

San Andrés e Providencia: o que você precisa saber sobre o Caribe colombiano

Oi gente, como estão?

Muitos de vocês demonstraram interesse em saber mais sobre San Andrés e Providencia, meus destinos de férias! E é claro que eu não iria decepcioná-los, né? 😉 Por isso, planejei alguns posts pra contar pra vocês tudo que precisam saber para conhecer e aproveitar o melhor do Caribe colombiano. Neste primeiro post, vou trazer algumas dicas gerais sobre o destino e outras informações importantes. Nos próximos, vou dar dicas do que fazer em cada ilha. Vamos lá? ❤

Sobre San Andrés e Providencia

Essas duas ilhas pertencem à Colômbia, apesar de estarem geograficamente mais próximas da Nicarágua. Não é necessário passaporte, mas o funcionário da imigração recomendou que fizéssemos para as próximas viagens. A moeda usada lá são os pesos colombianos (COPs) e os idiomas falados são espanhol, inglês e crioulo. Em San Andrés, a comunicação foi mais fácil em espanhol, mas em Providencia vimos mais pessoas falando inglês e crioulo. Eu tenho um pouco de conhecimento em espanhol e me viro bem no inglês, então a comunicação foi bem tranquila e as pessoas são muito solícitas, então muitas vezes a mímica era útil quando alguma palavra do vocabulário nos faltava hahaha!

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Praia de Spratt Bight, em San Andrés.

Passagens aéreas

Meu namorado e eu começamos a pesquisar as passagens com cerca de 6 meses de antecedência. Nós tínhamos o mês de março programado para nossas férias, e o escolhemos porque dizem ser o mês mais seco em San Andrés. Para economizar, colocamos alertas de passagens em diversos sites, como Skyscanner, Voopter e Kayak. Sendo bem sincera? Nenhum deles valeu a pena. Até recebíamos algumas promoções, mas quando íamos ver o site que estava vendendo (porque esses sites que mencionei agrupam ofertas de diversos outros), eram endereços que não confiávamos e que não aceitavam parcelamento. Ou seja, as promoções nunca eram vantajosas, principalmente pela desconfiança com o site que as vendia (um deles, cujo nome não me recordo agora, tinha várias reclamações no Reclame Aqui).

Felizmente, vimos o Melhores Destinos divulgando no Twitter uma promoção para San Andrés em março. Tivemos que ajustar os dias que pretendíamos ir (coisa de 1 ou 2 dias, no máximo), e com isso conseguimos um valor excelente: R$ 1.682 por pessoa, saindo de Porto Alegre, em voos com duração bem decente (e não aqueles de 24h de viagem, com escalas/conexões gigantescas. Pegamos somente uma conexão ruim, de 5h, na viagem de retorno, mas todo o resto foi super rápido).

Então minha dica é: acompanhem diariamente os preços das passagens aéreas. Eu fiz uma planilha e colocava os valores delas todos os dias, para ter propriedade sobre os custos e realmente saber quando encontrasse uma boa promoção. Valeu a pena, deixamos de pegar “promoções” que nem eram tão boas assim, encontramos uma realmente vantajosa e economizamos mais de R$ 400. \o/

south west bay providencia

Praia de South West Bay, em Providencia.

Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia

Esse certificado é obrigatório para viajar a diversos países, Colômbia inclusa. É necessário tomar a vacina da Febre Amarela e depois solicitar o certificado. Há duas formas de fazê-lo: online, pelo site da Anvisa, ou agendando uma visita ao posto físico da Anvisa na sua cidade. Nós tivemos que fazer das duas formas, por garantia hahaha! Explico: acontece que fizemos online e, segundo o site, o prazo para ficar pronto era de 8 dias úteis. Quando chegou o 9º dia útil (e nossa viagem foi ficando próxima), resolvi ligar para a Anvisa (ansiosa, né mores). E ainda bem que liguei, porque o atendente nos disse que o prazo estava sendo maior em função do grande número de solicitações. Top, né? sqn Felizmente, ele nos instruiu a ir diretamente ao posto presencial, afirmando que os funcionários poderiam nos encaixar. E foi isso que fizemos: na segunda-feira, uma semana antes da viagem, fomos à Anvisa e fizemos o procedimento, que não durou nem 5 minutos (é só imprimir um papel e carimbar). Na sexta-feira, chegou o certificado da solicitação online hahaha! Mas né, melhor prevenir que remediar. Sem esse certificado, você NÃO embarca, então meu conselho é fazê-lo com antecedência. Nós fizemos, mas os feriados de Carnaval e a demora do sistema acabaram nos deixando nervosos, já que passou do prazo correto. Enfim. 😛

Que moeda levar?

Nós enviamos todo o nosso dinheiro via Western Union, uma empresa que oferece serviços financeiros. Pelo aplicativo, escolhemos a quantia que queríamos enviar e ele já nos informou a cotação (a melhor que encontramos). É necessário pagar uma taxa de R$ 9,90 + IOF, mas ainda assim valeu a pena. Enviamos duas remessas, pra que não fosse necessário sacar todo o dinheiro de uma única vez lá na ilha (achamos mais seguro sacar aos poucos, para o caso de alguma emergência ou problema, tipo furto ou coisa do tipo).

Porém, para os gastos iniciais (principalmente táxi e comida, se der fome no aeroporto), é necessário ter um pouco de dinheiro com você. Trocamos dólares aqui em Porto Alegre mesmo, porque a cotação dos COPs estava péssima nas casas de câmbio, mas não valeu a pena. Precisamos trocar os dólares novamente por COPs no aeroporto de Bogotá, já que a maioria dos restaurantes que vimos não estava aceitando a moeda americana. Conseguimos usá-la somente para pagar a tarjeta de turismo (falarei sobre em seguida), e acabamos pagando mais caro do que teria sido em COP. Acho que teria sido mais vantajoso ter levado COPs em vez de dólar, apesar da cotação ruim. Mas agora já foi, paciência. 😛

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Praia de Spratt Bight, em San Andrés.

Seguro Viagem

Essa é uma daquelas coisas pelas quais você paga torcendo pra não usar. Afinal, quem quer ficar doente durante a trip, né? Mas eu não teria coragem de viajar sem seguro, então contratamos o da Allianz. Pegamos um cupom de desconto bem bacana, que deixou o valor em R$ 66 por pessoa. Não foi necessário usá-lo, então não sei dizer pra vocês se o seguro é bom ou não, mas certamente viajei mais tranquila por saber que o tinha.

Tarjeta de turismo

Esse documento é necessário para entrar e sair de San Andrés e também é exigido em Providencia. As tarjetas nos custaram US$ 74 para o casal, mas vi alguns relatos de quem comprou em peso dizendo que está custando 109.000 COPs. Essa tarjeta precisa ser guardada com todo amor e carinho porque, caso você a perca, é necessário pagar novamente para poder sair das ilhas. Nós as apresentamos chegando na imigração de San Andrés, no aeroporto de Providencia e no aeroporto de San Andrés novamente, ao voltarmos para casa.

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Pôr do sol na praia de South West Bay, em Providencia.

Dicas gerais

– Pessoas de cabelo comprido: levem creme hidratante ou comprem na ilha! Além de passar muito tempo no mar, o sol é forte e a água que sai dos chuveiros é salobra, então podem ter certeza que os fios vão sofrer hahaha! Eu levei um potinho de creme e ele me salvou, ajudando a hidratar e a desembaraçar o cabelo.

– A água na maioria dos hotéis é fria, então se vocês forem como eu (alguém que toma banho quente até no verão), preparem o psicológico hahaha!

– Comprem protetor solar e gel pós-sol na ilha, são muito mais baratos do que aqui (e eles têm potes enormes!).

– Façam compras no supermercado, compensa demais. A Pringles grande, por exemplo, custava menos de 7.000 pesos (ou seja, menos de R$ 9). Para o passeio em Johnny Cay, por exemplo, levamos Pringles e Oreo para comer, já que a comida lá era cara e (dizem) ruim. Economizamos com itens desse tipo e sobrou para jantares melhores e mais passeios, então acho que compensa demais. 😉 Dá pra comprar pão, iogurte, frios, snacks e vários outros itens que salvam a vida. Em Providencia, por exemplo, almoçamos ou jantamos sanduíches triplos várias vezes. Era gostoso, não era tão ruim nutricionalmente falando e alimentava bem. Só sucesso.

– Em Providencia o Wi-Fi é MUITO ruim, de verdade. Meu conselho é que vocês levem filmes e séries no computador para passar o tempo à noite, pois a vida noturna lá é inexistente (ao contrário de San Andrés). Além disso, levem prints de informações necessárias também (como dicas de passeios, restaurantes e endereços), para evitar ficarem dependentes do Wi-Fi.

– Também em Providencia, invistam em mototáxi ou aluguel de moto. A ilha é pequena, mas é difícil caminhar por lá pois há muitas lombas, o que torna o processo cansativo. Além disso, diferentemente de San Andrés, as praias são mais distantes e de acesso um pouco mais difícil. O mototáxi custa 5.000 pesos por pessoa e os motoristas levam até 2 pessoas na moto (JURO! hahaha), então vale a pena. Não fiquem enfurnados no hotel, porque se não o tédio é certo.

De dicas e informações gerais, acho que é isso! Lembrando que as informações e valores mencionados no post são referentes a março de 2019.
De qualquer forma, se vocês tiverem qualquer dúvida, fiquem à vontade para me perguntar nos comentários, será um prazer ajudar. 😉

E aguardem os próximos posts com roteiros, dicas de passeios e lugares bacanas pra comer. Estou pensando em tudo com muito carinho e espero que vocês gostem! 😘

Vou, mas volto logo!

Oi gente, tudo bem?

Pra quem não sabe, no último dia 09 de fevereiro eu me formei em Publicidade e Propaganda. ❤ Para comemorar, eu havia decidido me dar de presente minha primeira viagem internacional: vou para San Andres e Providencia, no Caribe colombiano! \o/

Como meu destino é uma ilha com acesso difícil à internet, não vai ser possível me dedicar ao blog durante cerca de duas semanas. Além disso, eu ando bastante cansada (física e mentalmente) e acredito que umas férias daqui também serão muito bem-vindas.

Então saibam que vou, mas volto logo, com a cabeça descansada e as energias renovadas! Já aproveito também para perguntar: vocês gostariam de ver posts especiais da viagem para San Andres e Providencia por aqui? Me contem nos comentários! 😀

Beijos e até breve!

Verão em Santa Catarina

Oi pessoal, tudo bem?

Lembram quando eu fiz dois posts falando um pouco sobre minhas férias em João Pessoa no ano passado? O feedback foi tão legal que eu decidi manter a categoria de Viagens aqui no blog! Eu (ainda) não viajo muito, mas sempre que rolar algo bacana eu vou trazer dicas pra vocês!

2017 começou com o pé direito: meu namorado e eu viajamos duas vezes para o litoral de Santa Catarina, Estado vizinho ao nosso. Eu nunca tinha ido pra lá, acreditam? Em fevereiro fomos na companhia de amigos e ficamos na cidade de Imbituba, bem pertinho de Garopaba, Praia do Rosa, Praia do Ouvidor, Ferrugem… Uma semana depois do Carnaval, voltamos a Santa Catarina: dessa vez apenas meu namorado e eu, com destino à Guarda do Embaú. Lá também conhecemos a praia da Pinheira, mais especificamente a Praia de Cima e a Praia de Baixo. Vou dividir o post em “Carnaval” e em “férias” pra falar um pouquinho sobre as praias pra vocês. 😉 Espero que gostem!

Carnaval: Praia do Ouvidor e Praia do Rosa

Durante o Carnaval, a praia que mais aproveitamos foi a Praia do Ouvidor. Ela fica bem longe da estrada principal, então o melhor acesso é de carro ou moto. Na faixa de areia, que é bem larga, é possível estacionar o carro (dá um ar meio farofeiro, não vou negar :P). A praia é bem pequena, e é cercada por morros e pedras. A água estava maravilhosa, azulzinha e transparente. ❤

praia do ouvidor

Praia do Ouvidor.

A Praia do Rosa (fomos para a parte Sul) era bem mais aberta, apesar de também ser cercada por morros e pedras. A água também era muito mais agitada – não à toa essa praia é um paraíso para os surfistas. O acesso também não é fácil, e se você não acordar cedo pra ir de carro, provavelmente não vai conseguir um lugar pra estacionar. Fomos a pé e foi bem cansativo hahaha! A praia é linda, mas fiquei com um pouco de medo da força das ondas, pois não sei nadar. No fim, a Praia do Ouvidor acabou sendo a minha favorita pra curtir um banho de mar mais tranquilo.

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Praia do Rosa.

Férias: Guarda do Embaú e Pinheira

Depois de voltarmos pra Porto Alegre, meu namorado e eu saímos de férias. O mais punk de tudo foi a viagem: fomos de moto! Foram mais ou menos 420 km pra ir e 420 km pra voltar, com várias paradas ao longo do caminho. Não vou mentir: cansa, e muito! 😛

Chegando na Guarda do Embaú, já gostamos de cara da pousada: o quarto era espaçoso, tinha varanda e até mesmo uma rede pra gente relaxar! Adoro! ❤ O lado ruim da viagem foi o tempo: São Pedro não nos ajudou muito e pegamos alguns dias de tempo nublado e um de chuva. Porém, os dois dias de sol forte que tivemos foram muito bem aproveitados!

guarda do embau

Barquinhos no Rio da Madre.

A Guarda do Embaú é uma praia linda, e pra chegar no mar você atravessa o Rio da Madre. A travessia pode ser feita a pé pelo meio do rio ou no barco dos barqueiros que ficam por ali (o valor era de R$ 3 por pessoa para atravessar). O mar da Guarda do Embaú tem ondas fortes e a praia é uma Reserva Mundial de Surf. Por isso, eu acabei aproveitando mais os banhos no rio. Adoro tomar banho de rio/lagoa! ❤ Ali na areia, entre o rio e o mar, também ficam diversos stands nos quais é possível alugar pranchas, e nós aproveitamos pra fazer stand-up paddle! É muuuito divertido! \o/

guarda do embau 2.png

E não caí nenhuma vez! 😛

Outro dos passeios que fizemos na praia foi a trilha para a Pedra do Urubu. Pra chegar lá, você faz uma trilha de mais ou menos 30-40 minutos morro acima. E a vista compensa todo o esforço, pois é sensacional. ❤

guarda do embau pedra do urubu.png

Pedra do Urubu.

No dia seguinte, fomos para a Praia da Pinheira. Conhecemos a Praia de Cima e a Praia de Baixo. A Praia de Cima tinha ondas tranquilas, poucas pessoas e era linda! A Praia de Baixo tinha outra vibe: há vários barcos lá, onde os pescadores trabalham, e é uma enseada tranquila que faz a água parecer uma piscina salgada totalmente sem ondas. Uma delícia! ❤ Amei tomar banho por lá! O Chris gostou mais da Praia de Cima, onde podia ficar pegando “jacarés” nas ondas.

pinheira praia de cima

Bem faceiros e bobalhões na Praia de Cima! ❤

pinheira praia de baixo.png

Olhem só a tranquilidade da água na Praia de Baixo! ❤

A única coisa que eu teria pra criticar na Guarda do Embaú seria a falta de gentileza de muitos estabelecimentos. Fomos mal atendidos em vários locais, onde os donos falavam com a gente meio que de qualquer jeito, sabem? Contamos nos dedos os locais em que gostamos do ambiente e do atendimento.

Então pessoal, por hoje é só! 😀
Sei que o post ficou um pouquinho extenso, mas espero que tenham gostado de saber um pouquinho mais sobre esse destino paradisíaco aqui no sul do país! ❤

Beijos e até semana que vem!

Férias em João Pessoa! (parte 2)

Oi pessoal, como estão?

Fiquei muito feliz com a repercussão do último post, muito obrigada! ❤ Adorei que vocês tenham gostado de saber mais sobre João Pessoa e também curtido as fotos. Separei-as com muito carinho pra vocês. 😀
Então bora continuar sabendo um pouquinho mais sobre esse destino incrível? Hoje vou contar sobre os outros passeios que o Chris e eu fizemos, e também sobre a volta pra casa. 🙂

Tour pelo litoral sul

Para o sábado, dia 20 de fevereiro, nós compramos de última hora um passeio que a guia recomendou e que estava em promoção: um tour pelo litoral sul da Paraíba! Pagamos muuuito barato (R$ 50 por pessoa) e passamos o dia conhecendo três praias lindas: Praia Bela, Tambaba e Coqueirinho.

Praia Bela era a mais distante, então a viagem de ônibus com a agência de turismo foi um pouco mais longa. O bacana disso é que passamos em frente ao Farol do Cabo Branco, localizado no ponto mais oriental do Brasil. Antes de chegarmos na praia, paramos em uma casinha de barro onde as mulheres dos pescadores da região vendiam doces e bebidas artesanais. O clima era bucólico e pudemos ver uma paisagem bem característica do sertão.

casa de doces tambaba

Casa de doces Tambaba.

Chegamos a Praia Bela, no município de Pitimbu, lá pelas 9h da manhã, e um aspecto muito interessante de lá é que a praia separa o mar do rio Mucatu. O mar é totalmente aberto e um pouco mais agitado do que tínhamos visto até então, mas o rio… Gente, era uma delícia! A água era morna e você podia tomar banho tranquilamente. Alugamos um caiaque e ficamos remando pelo rio, aí meus bracinhos molengas cansaram HAHAHA e eu resolvi tirar umas fotos. 😛 Na areia estão várias mesinhas com cadeiras e guarda-sois pro turista aproveitar os petiscos dos bares que ficam do outro lado do rio. Os produtos são transportados de balsa, é bem bacana de assistir.

praia bela paraíba

Criança feliz detected! 😛

caiaque

Bem felizes! ❤

Às 11h, partimos em direção a Tambaba. Essa é uma das praias de naturismo mais famosas do Brasil, e dizem que a parte mais bonita da praia se encontra na porção naturista. Pra chegar lá, você atravessa uma pontezinha em uma mata mais fechada, e nesse momento já precisa tirar a roupa. O legal é que o naturismo é levado muito a sério, homens não podem entrar desacompanhados e não pode entrar ninguém de roupa. Nós optamos por ficar na parte social, vestidos mesmo. 😛 A vista era incrível, o mar era agitado e batia nos recifes. Apesar das ondas serem mais hostis, a paisagem era de tirar o fôlego!

tambaba paraíba

Rústica e encantadora! 🙂

tambaba paraíba 2

Quem escalamos um morrinho pra tirar foto do coqueiro solitário? 😛

Depois de Tambaba, fomos em direção a Coqueirinho. Após um almoço delicioso com muito camarão, fomos para a parte mais calma da praia, e também a mais famosa. Bem pequenininha, essa parte em especial forma um C, com falésias de um lado e pedras do outro. Ao redor da areia existem vários coqueiros que proporcionam sombra, é muito bonito. Foi uma das praias mais tranquilas que visitamos, sendo que – pasmem! – me arrisquei até a nadar! E eu tenho pânico de me afogar! 😛 Foi muito divertido.

coqueirinho paraiba

Tranquilidade define Coqueirinho. ❤

Depois desse dia super cansativo, mas extremamente produtivo e inesquecível, voltamos pro hotel pro nosso merecido descanso. 😀

Piscinas naturais de Picãozinho

Esse passeio estava previsto para o domingo, mas choveu o dia todo. 😦 Quando parou de chover, acabamos aproveitando a nossa praia mesmo, Tambaú. Transferimos Picãozinho para a segunda-feira e, em função disso, tivemos que cancelar outro passeio (para Areia Vermelha, uma praia que só surge quando a maré baixa). Porém, foi MUITO bom termos transferido o passeio: Picãozinho também depende de maré baixa, e na segunda tivemos condições perfeitas de visitar o lugar, com um sol lindo! ❤

As piscinas naturais de Picãozinho se formam a 1,5 km da praia de Tambaú. Pegamos um barco e fomos até lá. O Chris e eu alugamos snorkels para podermos nadar e enxergar os peixinhos, e valeu muito a pena esse investimento. Nas piscinas naturais, você pode andar pela faixa mais clara no mar, que é onde dá pé. É proibido pisar nos recifes, afinal, ali está o habitat de várias espécies, que podem ficar perturbadas (além do mais, machuca o pé. Pisei numa pedra em Tambaba e doeu pra caramba! :P). Aos poucos, conforme eu vi que realmente estava pisando no chão, fui perdendo o medo e tentei mergulhar com o snorkel. Foi cômico HAHAHA! Minha mente bugava ao pensar que eu tava entrando na água e deveria continuar respirando pela boca. 😛 Eu odeio mergulhar, odeio estar com a cabeça embaixo d’água mas, assim que acostumei, não parei mais! Gente, é indescritível. ❤ Foi a primeira vez que consegui nadar! De realmente boiar e sair batendo pernas e braços e sair por aí, sabem? HAHAHA! Obrigada por isso, snorkel. ❤ Me senti a Ariel, já queria sair cantando Part of Your World HAHAHA!

piscinas naturais de picaozinho

“Linguado, cadê você?” HAHAHA!

O Chris e eu ficamos nadando e olhando os peixinhos, vimos até uma Dory por lá! 😀 Aí pagamos pra fazer fotos subaquáticas, e mais uma vez eu tive que perder o medo de mergulhar. O moço foi super paciente, fiquei mergulhando uma ou duas vezes sozinha pra ver se conseguia, até que começamos a fazer as fotos. Quando uma foto não ficava boa, ele pedia pra que fizéssemos mais algumas, pra garantir. Não vou mentir: fiquei com uma sensação desconfortável de sal depois, mas sabem que eu me senti super corajosa? 😛 Em um dia venci vários medos pra fazer as coisas que eu queria (mas coitado do Chris que aguentou meus surtos de medo até eu conseguir). E eu tenho que dizer uma coisa: já fiz várias coisas legais, mas o mergulho nas piscinas naturais foi a experiência mais foda da minha vida! 🙂 Eu olhava pra toda aquela imensidão azul, olhava pro litoral lá longe, olhava pros peixinhos, olhava pra mim mesma nadando e perdendo, mesmo que temporariamente, meus medos… Foi indescritível, sabem? Foi um momento de conexão com a natureza que eu não consigo explicar. Apenas recomendo imensamente que todos façam! ❤

piscinas naturais de picaozinho 2

New buddies! ❤

piscinas naturais de picaozinho 3

Muito amô por essa foto! ❤

De volta ao barco, ficamos tirando fotos das piscinas vazias e também do litoral. Sempre que eu paro pra olhar as fotos novamente, fico impressionada. Chega a dar uma emoção, sabem? Foi realmente maravilhoso! ❤

piscinas naturais de picaozinho 4

Eu podia ficar horas olhando pra esse lugar! ❤

piscinas naturais de picaozinho 5

A vista do litoral também era incrível. 😀

E, com as piscinas naturais de Picãozinho, chegaram ao fim nossos passeios! Aproveitamos a última noite em João Pessoa para jantar e passear na orla e, no dia seguinte, nos despedimos. 🙂

A viagem de volta

Apesar de termos passado menos tempo em avião e aeroporto na volta, a viagem foi mais cansativa. Voltar pra casa sempre é mais cansativo, né? Você não tem a ansiedade do lugar novo, está cansado e só quer chegar logo. Porém, viajar à noite também foi super bacana e muito bonito. Só que deu um baita medinho ao chegarmos no Rio, porque estava trovejando e vários raios cortavam o céu. E eu, que morro de medo de avião E de tempestades, já fiquei toda apavorada. 😛 Mas mesmo com as turbulências que enfrentamos, tanto na ida quanto na volta, achei a experiência relativamente tranquila. Jantamos no aeroporto e pegamos o vôo pra Porto Alegre, que também foi rápido. O problema aconteceu quando o avião já estava estacionado: tivemos que esperar meia hora pra desembarcar. 😦 E eu estava desmaiada de tanto sono HAHAHA! Bom, depois disso desembarcamos a voltamos pra casa, cheios de memórias e histórias pra contar. ❤

Bom, pessoal, essas foram as minhas férias com o meu namorado! 😀
Eu realmente recomendo muito o destino e os passeios que fiz. João Pessoa é uma das capitais mais baratas do nordeste e de lá você pode ir a praias mais caras como Porto de Galinhas, Pipa e Fortaleza. Vale muito a pena, de verdade!

Espero que tenham gostado dos posts de viagem!
Agora já estou juntando moedinhas para a próxima. 😉

Beijos e até semana que vem! ❤