Assisti, mas não resenhei #5

Oi pessoal, tudo bem?

No Assisti, mas não resenhei de hoje, vamos falar sobre filmes! 😀 Tenho algumas dicas bem legais pra compartilhar, então já podem ir preparando a pipoca.

Um Pequeno Favor

um pequeno favor

A trama de Um Pequeno Favor gira em torno da amizade de Stephanie, uma mãe solitária, e Emily, uma mulher de negócios imponente, cujos filhos estudam na mesma escola (o que serve como pontapé para a aproximação). Certo dia, Emily pede a Stephanie que pegue seu filho depois da aula e… desaparece. O sumiço causa grande comoção e a própria Stephanie começa sua busca por respostas. Apesar da premissa, Um Pequeno Favor não segue a fórmula tradicional de thrillers – ele é um filme um tanto quanto… cômico. Apelando pro nonsense, a trama surpreende muito mais pela quebra de expectativa do que pelos mistérios propriamente ditos. É uma boa distração, disponível no Amazon Prime Video. 🙂

12 Homens e Uma Sentença

12 homens e uma sentença

Esse é um filme antigo, em preto e branco, que vi há alguns anos e me surpreendeu muito. A trama é simples em seu cerne: 12 homens (brancos) formam o júri, que vai decidir o destino de um jovem (porto-riquenho) acusado de matar o próprio pai. Para 11 dos jurados o rapaz é culpado. Entretanto, o Sr. Davis (o único membro do júri a ter seu nome revelado) está em dúvida sobre a culpa do jovem, e passa o filme todo tentando convencer os outros homens a repensarem sua opinião. Mesmo se passando em uma única sala e tendo sua trama completa girando em torno do debate, o filme é envolvente e mostra de forma impecável os traços sutis de cada personagem, assim como o abismo racial que os leva para um caminho leviano no processo inicial de tomada de decisão.

Precisamos Falar Sobre o Kevin

precisamos falar sobre o kevin

Sempre tive muita curiosidade sobre esse título, que narra pelo ponto de vista de uma mãe como foi lidar com um filho sociopata, que vai preso após provocar um massacre na escola. A história é desconfortável e mexe bastante com o espectador, além de contar com atuações primorosas por parte de Ezra Miller e Tilda Swinton. O desenrolar da trama é lento, focado na reminiscência da personagem principal a respeito de sua vida enquanto esposa e mãe – um papel que visivelmente lhe era desconfortável. Apesar de sabermos o que leva à prisão de Kevin, o final conta com uma reviravolta chocante (não necessariamente surpreendente, se você reparar nas cenas no presente, mas ainda assim chocante pelo modo como ocorre). É um boa produção de caráter psicológico e também está disponível no Amazon Prime Video.

O Estagiário (ou Um Senhor Estagiário)

um senhor estagiario

A trama acompanha Ben Whittaker, um viúvo que está enjoado da aposentadoria e decide se candidatar a um programa de estágio em uma empresa de moda. Lá, ele é designado para ser assistente da fundadora da marca, a competente e dedicada Jules, com quem uma amizade inesperada se inicia. O relacionamento dos dois vai evoluindo aos poucos e é fofíssimo de acompanhar: ele age como uma espécie de pai, protegendo os interesses de Jules e incentivando-a no seu dia a dia intenso e corrido; Jules, por sua vez, percebe que precisa encontrar espaço na sua agenda lotada para cuidar de si mesma e ter bons momentos com a sua família – mas jamais sendo incentivada a abrir mão da sua empresa, o que considero um dos melhores acertos do filme. O fato de Jules ser poderosa e capaz é algo que Ben admira e incentiva, e precisamos de representações assim nas telas. Além disso, a comédia é mega gostosa e o filme é bem realista no núcleo amoroso da trama. Tem na Netflix e recomendo muito. ❤

Espero que tenham gostado das dicas! 😉
Beijos e até o próximo post.

Séries leves na Netflix pra assistir na quarentena

Oi galera, tudo bem?

Quem diria, lá em março, que chegaríamos a julho ainda em isolamento social? Há 4 meses sem ver a minha família e amigos, o que mais tenho valorizado nos últimos tempos é o entretenimento leve e puro, capaz de tirar minha mente das espirais provocadas pela situação atual. E, depois de tantos feedbacks positivos a respeito dos posts de leituras leves pra ler na quarentena, resolvi fazer uma listinha de indicações de séries disponíveis da Netflix capazes de distrair e alegrar. Espero que gostem! ❤

Aggretsuko

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Essa animação fofíssima que acompanha uma jovem red panda lidando com o amadurecimento é simplesmente imperdível. O mais engraçado é o modo com que Retsuko, a protagonista fofa, lida com suas frustrações: cantando death metal no karaokê.

Atypical

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Extremamente cativante, Atypical narra a aventura de Sam em busca de uma namorada. Acontece que Sam não é um garoto totalmente comum: ele faz parte do espectro autista e, para a surpresa de sua família (em especial de sua mãe superprotetora), ele deseja conquistar mais independência. Com uma abordagem responsável, Atypical desmistifica vários tabus com episódios engraçados e emocionantes.

Brooklyn Nine-Nine

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Divertida e cheia de personagens marcantes, Brooklyn Nine-Nine é uma das minhas comédias queridinhas. A série narra o dia a dia dos detetives da 99ª delegacia do Brooklyn resolvendo os mais variados casos, e o clima dos episódios é de leveza (quase) total. Amo! ❤

Dead to Me

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Essa série merece (e vai ter!) uma resenha completa aqui no blog, mas foi uma das minhas surpresas da quarentena. A trama nos apresenta à amizade inesperada de uma recém-viúva cética e sarcástica tentando lidar com o luto, Jen, e de uma doce professora de artes, Judy. O que Jen não imagina é o segredo por trás de tal aproximação – que rende momentos de tensão, lágrimas e também risadas (muitas vezes inapropriadas).

Gilmore Girls

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Apesar de Rory ser uma das piores personagens da vida (tá, exagerei, é o ranço falando), Gilmore Girls é uma série muito gostosinha que fala, principalmente, do laço entre mãe e filha. É uma daquelas produções que te transporta pra cidade fictícia em que a trama acontece e faz você se sentir parte daquilo tudo (inclusive das esquisitices).

Modern Family

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Uma das minhas comédias favoritas não poderia estar de fora dessa lista, especialmente agora, que voltou pra Netflix. Modern Family é protagonizada por uma grande família dividida em três núcleos: o do patriarca, Jay, o da sua filha, Claire, e o de seu filho, Mitchell. Acompanhamos o dia a dia de todos eles com muito bom humor, situações nonsense e lições de vida valiosas.

One Day at a Time

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Uma das melhores comédias do mundo? Sim (e só minha opinião importa #brinks). One Day at a Time é simplesmente perfeita e a Netflix fez a maior besteira ao cancelar. Abençoada seja a Pop TV por salvar essa produção fantástica, focada no cotidiano de uma família de origem cubana nos Estados Unidos. Humor que não ofende, assuntos relevantes e personagens cativantes são os ingredientes que fazem de One Day at a Time uma série que indico de olhos fechados.

Queer Eye

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Sabe aquela série que faz a gente acreditar na humanidade novamente? Essa é Queer Eye. O reality que, como o próprio nome diz, vai muito além de um makeover é protagonizado pelo Fabulous Five, um grupo de homens gays com especialidades distintas. Cada episódio tem um herói ou heroína cuja vida é completamente transformada pelos Fab Five, e as lições transmitidas por esses homens maravilhosos inspiram não apenas os participantes dos episódios, mas o espectador também. Assistam! ❤

Say I Do

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Terminou Queer Eye e precisa de mais uma dose de coração quentinho? Dê o play em Say I Do (ou “Felizmente… Sim”, na versão em português). Esse reality é basicamente o Queer Eye dos casamentos e, sim, a fórmula é meio parecida: três homens gays proporcionam o casamento dos sonhos para casais com histórias emocionantes. Chorei em 7 dos 8 episódios, pra vocês terem noção. É lindo demais e em breve vai ter um post só dela aqui no blog.

The Good Place

the good placeReview

E pra terminar a lista, eis uma série de comédia original e que soube quando terminar: com 4 temporadas e já concluída, The Good Place tem seu start com uma situação inusitada: somos apresentados à Eleanor, que na vida após a morte é enviada para o Lugar Bom (aka paraíso). Entretanto, a personagem tem um segredo: ela foi terrível e mesquinha em vida, portanto sua ida para o Lugar Bom só pode ter sido um engano. E ao buscar uma forma de permanecer lá, a personagem faz amizades e vai aprendendo na prática sobre ser uma pessoa boa.

Por hoje é isso, pessoal. 😉
Agora é só fazer a pipoca e dar o play!

O que eu achei do final de Dark

Oi pessoal, tudo bem?

Uma semana e meia depois da estreia, já podemos falar sobre o final de Dark, né? A aclamada série alemã da Netflix chegou à sua última temporada e, mesmo antes de ser disponibilizada, a crítica já a elogiava como uma verdadeira obra-prima. Obviamente meu hype não poderia estar maior, né? Maratonei a série no fim de semana de estreia e agora vim contar pra vocês o que achei do final. Portanto, obviamente esse post está cheio de spoilers. 😉

As árvores genealógicas fizeram todo mundo de trouxa

final de dark

Sim, gente: todo o esforço que fizemos pra saber quem era parente de quem ao longo das idas e vindas temporais foi inútil, falando grosseiramente. No fim das contas, essas conexões pouco tinham a ver com a resolução do problema central (encontrar e acabar com a origem do loop), sendo mais consequência do que causa, já que tais incestos e relações só foram possíveis pelo apocalipse. Quem mais sentiu que fez papel de trouxa levanta a mão! o/

Temporada arrastada, episódio final corrido

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A terceira temporada de Dark investe muito tempo em nos apresentar o mundo alternativo, de onde vem a Martha 2 que salva Jonas no episódio final da temporada anterior. Ficam claros os diversos paralelos, ainda que Jonas não exista no segundo mundo, e a série mostra na prática que o loop sempre encontra uma forma de acontecer. A inevitabilidade do apocalipse é algo que vinha sendo trabalhado há bastante tempo, então esses paralelos fizeram todo o sentido. O problema maior reside no episódio final: somos apresentados a um conceito novo, de um terceiro mundo, que originou as duas dimensões de Jonas e Martha 2. Apesar da existência desse terceiro mundo não ser completamente nonsense – afinal, a triquetra foi o elemento principal do Sic Mundus e da série –, o que espanta é que ele seja apresentado só no último episódio. Com isso, temos apenas 1h pra entender esse conceito, acreditar que ele é o caminho para acabar com a origem e ainda conferir o resultado de todo esse esforço. Achei corrido. :/

Jonas confiando no Adam como se nada tivesse acontecido

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Quando Claudia conta a Adam sobre o mundo original, ele finalmente compreende que o mundo dele e de Eva (a versão idosa da Martha 2) nunca deveriam ter existido, e que a única solução para o loop temporal era impedir a origem (sobre a qual falarei em seguida). Desse modo, ele viaja para o momento da morte de Martha e fala com Jonas sobre esse assunto. Me impressionou negativamente quão rápido Jonas acreditou em Adam e no seu novo plano, considerando que não fazia nem dois minutos que o Adam anterior tinha acabado de atirar na sua amada. Sabe conveniência de roteiro? Pareceu uma das grandes. E adivinhem? Acumulada no episódio final.

Quem era o Tannhaus na fila do pão mesmo?

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Tá, brincadeira. Mas eu tive dificuldade de comprar o drama pessoal do personagem, que foi o pivô para a criação dos mundos de Jonas (Adam) e Martha (Eva). Ao perder o filho, a nora e a neta num acidente de carro, Tannhaus fica obcecado com a ideia de voltar no tempo e é responsável pela explosão que dá origem às realidades paralelas. A origem, portanto, nada tem a ver com o filho de Jonas e Martha e tampouco com os personagens envolvidos nas ramificações familiares. Minha primeira impressão foi não curtir muito esse rolê, principalmente por ter sido trazido somente no… isso mesmo, acertaram: episódio final! Percebam que grande parte dos meus ranços em relação ao desfecho da série residem nisso. 😛

Tá, dúvida real: como a Claudia sacou os paranauês?

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Que Claudia Tiedemann é a rainha de Dark não há dúvidas. Acho totalmente plausível que ela tenha conseguido viajar entre os dois mundos e enganar tanto Adam quanto Eva, porque a inteligência da personagem ficou evidente ao longo das temporadas. Mas, na busca da personagem por uma forma de manter a filha viva, em nenhum momento ficou claro pra mim qual foi o estalo que ela teve que levou à descoberta do mundo de origem e da perda pessoal de Tannhaus. Se eu esqueci de algum detalhe ou se alguém aí entendeu esse ponto, fiquem à vontade pra me contar nos comentários! 😂

Vamos falar de coisa boa: o simbolismo do final

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Não apenas decepções me foram causadas pelo final de Dark. Eu gostei muito da coragem de Jonas e Martha 2 de tomarem a atitude necessária para dar fim a tanto sofrimento. A maneira como eles se despedem é bastante comovente, por trazer a frase do “somos um par perfeito, nunca duvide disso” e tudo mais (apesar que né, Jonas e aquela Martha deram só uma transadinha, não deu pra comprar aquele sentimento todo não). Curti muito como toda a cena foi construída, a forma como os personagens que bugaram a nossa mente ao longo de três temporadas foram aceitando o seu fim e transformando-se em uma espécie de poeira cósmica, partículas, átomos, enfim, seja o que for. A cena do jantar também foi interessante, restando apenas os personagens que nada tinham a ver com a árvore genealógica intrincada das outras famílias. Li uma teoria de que o déjà vu de Hannah e a preferência pelo nome “Jonas” foi a forma como o personagem deixou sua marca no universo (ainda que não seja ele a criança que ela espera) e, sinceramente, eu gostei de acreditar nela. ❤

Ufa! Desde o dia 28 eu não paro de falar a respeito de Dark, então foi um alívio botar tudo isso pra fora em único post hahaha! Pra resumir minha opinião, eu diria que Dark é uma série excelente e original, com atuações primorosas e um desenvolvimento instigante, mas que deixa a peteca cair na sua conclusão – que não atinge a grandiosidade das temporadas anteriores. Ainda assim é uma série que eu não hesito em recomendar, porque a qualidade da produção e o desenrolar da história são provocativos e fazem você querer discutir, entender e mergulhar naquele universo. Já são motivos suficientes pra dar uma chance, não é mesmo? 😉

E vocês, o que acharam do final de Dark?
Vamos conversar sobre nos comentários! 🙌

Tatuagens geeks #7

Oi pessoal, tudo certo?

Eu não sei vocês, mas por aqui a quarentena me deixou SEDENTA por uma tatuagem nova. Pra falar a verdade, já tenho duas em mente. 😂 Mas enquanto não estamos seguros e eu continuo em isolamento social, o jeito é babar nas referências do Pinterest, né? E eu selecionei algumas bem bacanas pra compartilhar com vocês!

@kozo_tattoo

Wall-E, por @kozo_tattoo.

@kozo_tattoo 3

Pulp Fiction, por @kozo_tattoo.

@saili_ink

O Pequeno Príncipe, por @saili_ink.

@jonmap

Livro minimalista, por @jonmap.

@elgnoatto

“Não se preocupe/mantenha a calma, Sassenach”, de Outlander, por @elgnoatto.

Curtiram as referências? Fariam alguma delas?
Me contem nos comentários! 😀

Livros leves para ler na quarentena (parte 2)

Oi pessoal, tudo bem?

No mês passado eu fiz uma lista com leituras leves e despretensiosas, no intuito de ajudar vocês a encontrarem na literatura um pouco de descontração pra esse momento difícil que estamos vivendo. Os feedbacks foram bem positivos e, por isso, resolvi trazer uma segunda parte, com novas indicações. 😀 Vamos lá?

Daniel, Daniel, Daniel – Wesley King

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Apesar de abordar o sofrimento do protagonista (que dá nome à obra) ao lidar com o Transtorno Obsessivo Compulsivo, esse livro também é repleto de momentos de doçura. A amizade inesperada entre Daniel e Sara é cativante, e o plot da investigação do sumiço do pai da garota também prende a atenção. É um livro fofo que cumpre muito bem o seu papel em conscientizar a respeito do TOC.

Para Todos Os Garotos Que Já Amei – Jenny Han

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Difícil deixar esse título de fora de uma lista que fala sobre leituras leves e despretensiosas, né? O primeiro volume da trilogia trata do acordo entre Lara Jean e Peter Kavinski, que fingem ser namorados pra atingir objetivos próprios. Como um bom clichê adolescente, as coisas saem um pouquinho do controle e a gente se pega torcendo pelos dois. Tem resenha do filme aqui no blog também, se quiser conferir. 😉

Ruínas de Gorlan – John Flannagan

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Aqui vai uma dica para os fãs de fantasia! O livro é o primeiro volume de uma longa série que é ambientada em um reino fictício medieval. A linguagem é bem simples e a história flui sem maiores dificuldades. Na trama, acompanhamos o treinamento de Will para ser um arqueiro, enquanto a ameaça de retorno de um antigo vilão assombra o reino.

Todos Nós Vemos Estrelas – Larissa Siriani e Leo Oliveira

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Esse conto natalino foi uma grata surpresa! Apesar de ser curtinho, ele faz um ótimo trabalho em nos apresentar a duas histórias distintas: Lucien, o protagonista de uma série de ficção medieval, é trazido para o nosso tempo após Lisa, uma adolescente com dificuldades de se encaixar, faz um pedido em seu diário. As confusões que a situação gera são muito divertidas, e o desenvolvimento da trama é bem bacana.

Soppy: Os Pequenos Detalhes do Amor – Philippa Rice

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O livro é uma coletânea de tirinhas da artista Philippa Rice e narra o cotidiano de um casal com muita ternura e bom humor. Eu adoro os diálogos e me identifiquei com muitas das situações retratadas. É um livro fofo que deixa o coração bem quentinho. ❤

Agora me contem: qual livro você adicionaria nessa lista? 😀
Beijos e até a próxima!

TAG: Quarentena Book Tag

Oi galera, tudo certinho?

Em tempos de isolamento social, os livros têm sido companhias ainda melhores, então adorei a proposta da Quarentena Book Tag (que vi no Caverna Literária). Bora conferir?

1) Você acaba de se trancar em casa e não sabe por onde começar: indique o primeiro livro de uma série que te deixará preso neste mundo até o último volume.

WarcrossResenha | Compre aqui

A última série completa que li foi a duologia Warcross. Apesar do segundo volume deixar a peteca cair em algumas coisas, ainda assim recomendo muito a leitura. O primeiro livro é eletrizante!

2) Hora de experimentar uma leitura diferente: indique um livro que te tirou da zona de conforto.

criatividade sa ed catmullResenha | Compre aqui

Criatividade S.A. Não costumo ler não-ficção, mas esse livro aborda dois assuntos que gosto muito: criatividade e Pixar. Adorei a experiência e tirei várias lições que me ajudam até hoje no meu trabalho com gestão de um time criativo.

3) Você já superou todas as suas expectativas e se sente um leitor ávido: indique um livro do seu gênero favorito.

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Boneco de Neve é uma excelente opção de livro policial. Gostei muito!

4) Esta é a sua quarta leitura e você já está sentindo os primeiros sintomas da ressaca literária: indique um livro que vai te curar desse mal.

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Lendo de Cabeça Para Baixo, um chick-lit fofo e cheio de personagens carismáticos. Vale a pena dar uma chance.

6) Sua quarentena está em reta final e você precisa renovar sua animação na leitura: indique um livro 5 estrelas e favoritado!

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Vamos com o mais recente deles: Filhos de Sangue e Osso! Foi incrível ler uma obra que foge do padrão eurocêntrico.

7) Para fechar sua quarentena com chave de ouro, nada melhor do que uma leitura impactante: indique um livro que superou suas expectativas!

daniel daniel daniel wesley kingResenha | Compre aqui

Daniel, Daniel, Daniel. Não esperava que fosse me afeiçoar tanto à história e, principalmente, ao protagonista. É um livro lindo e que ensina bastante sobre o TOC.

8) Nada de abraçar o amiguinho: indique um amigo para responder a TAG e se proteger dos males do mundo.

Gostaria de convidar a Sil (Prefácio), a Ale (Estante da Ale) e a Cida (Moonlight Books). Mas sem pressão, viu meninas? 😀

Beijos e até o próximo post! :*

 

Livros leves para ler na quarentena

Oi pessoal, tudo bem?

Imagino que, assim como eu, a maior parte de vocês esteja enfrentando o isolamento social autoimposto, a atitude mais responsável e empática a tomar nessa pandemia de coronavírus (caso seja possível, claro – sabemos que nem todas as empresas estão zelando pela saúde de seus funcionários e da sociedade como um todo).

O momento é ansiogênico e, ao que tudo indica, ainda vai durar bastante. Por isso, resolvi reunir uma lista de leituras leves e divertidas que podem animar um pouquinho o dia a dia de vocês. Afinal, em meio a tanta insegurança, um pouco de distração vai bem, né?

@mor – Daniel Glattauer

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Nesse romance epistolar narrado por meio de e-mails, conhecemos Emi e Leo: ela envia um e-mail por engano para ele, que responde. Essa troca de mensagens dá origem a uma amizade que rapidamente se transforma em “um algo a mais” estimulante para ambos os lados. Porém, os obstáculos em suas vidas pessoais e o medo de se conhecerem pessoalmente tornam a dinâmica um pouco mais complicada.

A Queda – Garth Nix

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O primeiro volume da série A Sétima Torre é uma ótima pedida pra quem adora fantasia. A trama nos apresenta a um universo novo e criativo, em que itens místicos chamados Pedras-do-Sol são responsáveis pelo calor, pela luz e pelo poder das pessoas que vivem no lugar conhecido como Castelo. Quando o jovem Tal vê a segurança de sua família em perigo, ele resolve escalar o Castelo em busca de uma Pedra-do-Sol mais poderosa. Entretanto, a jornada não termina bem, e ele acaba caindo fora dos limites do seu lar, em meio à imensidão do gelo. Lá ele descobre que existe um mundo além das paredes do Castelo, com povos (e ameaças) bem diferentes.

Biblioteca Sobre Rodas – David Whitehouse

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Um livro fofo que aborda as diferentes formas de ser família. Tendo como principal cenário uma biblioteca itinerante, a trama desenvolve a amizade do solitário Bobby Nusku com Rosa e sua mãe, Val. Enquanto fogem vivem uma aventura a bordo da biblioteca, o caminho dos três cruza com o de Joe, um fugitivo. Por mais improvável que pareça, esses quatro elementos (somados ao cachorro preguiçoso, Bert) criam vínculos que até então não tinham. É uma trama bem fantasiosa, mas fofa.

Confissões de Uma Garota Desastrada – Emma Chastain

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Bem-vindo ao túnel do tempo que vai te levar de volta à adolescência. Confissões de Uma Garota Desastrada é leve e bem-humorado, e narra o ano escolar de Chloe Snow. Em meio a um novo crush, dificuldade de lidar com o divórcio dos pais e brigas com a melhor amiga, o livro aborda vários assuntos que qualquer adolescente já viveu. É aquela leitura rápida e gostosinha que faz a gente relaxar.

Extraordinário – R. J. Palácio

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Cheio de lições, Extraordinário é uma leitura para todas as idades e momentos. Acompanhamos os desafios de Auggie, um menino que vai enfrentar o desafio de ir para uma escola regular pela primeira vez, após anos estudando em casa. Como se isso já não fosse desafiador o bastante, Auggie nasceu com malformações congênitas em seu rosto que chamam a atenção por onde ele passa. O livro então discorre sobre bullying, sobre o amor da família e dos amigos e sobre enfrentar os desafios de cabeça erguida. É lindo!

Lendo de Cabeça Para Baixo – Jo Platt

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Após ser abandonada no altar, Ros vê sua vida de ponta cabeça. Deprimida e sem perspectivas, ela é convencida por um amigo próximo a investir em uma livraria, de modo que ocupe a cabeça e conheça novas pessoas. Lá, Ros faz amizades que pouco a pouco vão devolvendo a cor aos seus dias; além delas, seu novo (e gatíssimo) vizinho também se mostra um incentivo interessante. É um chick-lit engraçado e que deixa o coração quentinho.

Curtiram as dicas, pessoal?
Se quiserem, posso trazer uma parte 2. Me contem nos comentários! 😉

Beijos e até o próximo post. 😘

Assisti, mas não resenhei #4

Alô, alô, pessoal. Tudo bem?

Cá estou para mais uma edição do Assisti, mas não resenhei. Bora descobrir quais são os títulos da vez? 😉

Black Mirror

black mirror

Black Mirror causou em mim o mesmo efeito que provavelmente causou na maioria das pessoas: choque já no primeiro episódio (que considero um dos melhores da série). A primeira e a segunda temporada trazem a tecnologia como cenário e catalisador de diversos dilemas morais e humanos e eu gostei muito da proposta. Porém, acabei enjoando na terceira temporada e larguei a série. :/

Flash

flash

Flash foi a primeira série derivada do Arrowverse e eu não demorei a maratoná-la (especialmente porque eu gostava muito de Arrow na época). Assisti às duas primeiras temporadas assiduamente, mas quando chegou na terceira eu desisti. Os crossovers começaram a acontecer com frequência demais pro meu gosto, e a adição de títulos derivados como Supergirl e Legends of Tomorrow a esse bolo não ajudou. Além disso, parece que todos os personagens foram ganhando poderes e toda hora aparecia um velocista mais rápido que o Barry. Sem tempo, irmão.

Gypsy

gypsy

A série (cancelada após sua primeira e única temporada) acompanha uma psicóloga que começa a se interessar de maneira obsessiva pela vida pessoal de seus pacientes. Vivendo uma rotina aparentemente perfeita, ela cria uma segunda identidade para se aproximar de pessoas-chave que são tema das conversas no seu consultório. A premissa é bem instigante e, particularmente, gostei da temporada. Achei uma pena ter sido cancelada, ainda mais com o final que a série teve.

Mr. Robot

mr robot

Eu assisti somente à primeira temporada de Mr. Robot, mas adorei. A trama acompanha o programador Elliot, que é  convidado a fazer parte de uma organização de hackers secreta (conhecida como Fsociety), cujo objetivo é destruir uma companhia global – a companhia em que Elliot trabalha.

E aí, quais dessas séries vocês gostariam de assistir? 😀
Me contem nos comentários!

Tatuagens geeks #6

Oi pessoal, tudo bem?

Após um ano inteiro sem me tatuar, o bichinho da agulha já está começando a mexer comigo de novo. 😂 E na minha busca por inspiração, resolvi compartilhar algumas tattoos geeks lindas (e, quem sabe, inspirar uma ideia em vocês também). Bora?

@camachotattooart

Lufa-Lufa, por @camachotattooart.

@marcelabadolatto

Portão dos Reis (As Argonath), por @marcelabadolatto.

@this_is_nat

Luke e Leia, por @this_is_nat.

@fabio.iamaguti

Felix Felicis, por @fabio.iamaguti.

@this_is_nat 2

Hyrule Shield, por @this_is_nat.

Curtiram a seleção?
Eu tô completamente apaixonada pelo Hyrule Shield e pelos sabres de luz. ❤

Beijos e até o próximo post!

Especial Dia da Mulher: Filmes dirigidos por mulheres

Oi galera, tudo bem?

Para finalizar o Especial Dia da Mulher aqui no blog, preparei uma seleção de filmes dirigidos por mulheres resenhados por aqui. Isso me fez perceber que a realidade do mercado se aplica a mim também, e a maioria dos filmes a que assisti tem direção masculina. Por isso, coloquei como meta pessoal equilibrar essa balança. Mais alguém topa? 😉

Como Eu Era Antes de Você

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O filme que adapta o livro homônimo foi dirigido por Thea Sharrock. O romance entre a atrapalhada Lou e o rabugento Will convence e emociona, e muito disso se deve à química dos atores, que funciona superbem. Vale destacar a trilha sonora, que até hoje enche meus olhos de lágrimas. ❤

Mulher-Maravilha

mulher maravilha posterReview

Esse foi o longa que mostrou que super-heroínas protagonistas também são rentáveis, abrindo portas para uma nova leva de filmes do gênero (como Capitã Marvel, sobre o qual falarei a seguir). A direção de Patty Jenkins traz um aspecto importante (que também percebi em Jessica Jones, série dirigida por uma mulher): aqui a câmera não passeia pelo corpo de Gal Gadot, ao contrário do que ocorre em Liga da Justiça, por exemplo. O olhar feminino conduzindo a câmera faz toda a diferença no modo como as personagens femininas são retratadas, e no caso de Mulher-Maravilha as mulheres são tratadas com respeito e dignidade em vez de hiper-sexualização.

Para Todos os Garotos Que Já Amei

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Esse romance fofo que conquistou meu coração foi dirigido por Susan Johnson. Um dos aspectos mais bacanas do filme é a união das irmãs Song, mas vale destacar a atmosfera delicada e o romance adolescente que faz de Para Todos Os Garotos Que Já Amei uma daquelas produções que aquece o coração. ❤

Felicidade Por Um Fio

felicidade por um fio posterReview

Dirigido por Haifaa Al-Mansour, Felicidade Por Um Fio é um filme incrível e representativo, com uma mulher negra protagonizando uma história sobre aceitação e amor próprio. Sendo o cabelo longo um dos símbolos de feminilidade e os fios lisos o padrão hegemônico de beleza, o impacto de Felicidade Por Um Fio é bem poderoso, já que o longa desenvolve sua protagonista por meio de um processo de transição capilar.

Capitã Marvel

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Em março do ano passado estreava Capitã Marvel, o primeiro longa do MCU protagonizado por uma mulher. O filme, dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, causou inúmeras controvérsias devido ao machismo escancarado da comunidade nerd (que chegou até mesmo a questionar porque Brie Larson não sorria… Pois é). Carol Danvers foi uma adição muito bem-vinda a um universo permeado por super-heróis masculinos.

Frozen

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Uma das animações mais populares da Disney também tem uma mulher na direção, Jennifer Lee (que divide esse papel com Chris Buck). Frozen reinventou as histórias de princesas devido a um grande diferencial: aqui o foco não é se apaixonar por um príncipe e ser salva por ele, mas sim exaltar o amor fraternal entre irmãs e a capacidade de você mesma ser sua própria heroína.

E assim o Especial Dia da Mulher chega ao fim. ❤
Espero que tenham gostado e, é claro, sintam-se à vontade pra deixar feedbacks nos comentários.

Beijos e até o próximo post. o/