Lista #7: Pais da literatura

Oi gente, tudo bem?

Em primeiro lugar, gostaria de desejar a todos o melhor Dia dos Pais possível. ❤ Para muita gente essa não é uma data fácil, mas espero que vocês tenham um bom domingo apesar disso. E para quem essa data representa coisas boas, eu desejo muita celebração e amor!

No clima da data, a coluna Uma Amiga Indicou (uma parceria com os blogs Estante da Ale, Caverna Literária, A Colecionadora de Histórias e Interrupted Dreamer) se uniu para fazer uma lista com exemplos de pais incríveis (e outros nem tão incríveis assim…) da literatura. Bora conferir? 😉

pais da literatura

Exemplo de paizão

pais da literatura

Alessandra: Sr. Bennet – Orgulho e Preconceito
Um exemplo de pai amoroso e compreensivo. Que busca apenas a felicidade das filhas. Um grande exemplo disso é a sua famosa frase que num momento de desespero para Lizzie acalmou seu coração: “se você não se casar com Mr. Collins, sua mãe nunca mais a verá de novo. E eu nunca mais a verei se você se casar”. É ou não é um dos maiores atos de amor, principalmente para a época representada?
Carol Antonucci: Nate Pullman – Extraordinário
Quando se trata desse livro, todos lembram e admiram (com razão!!) a Isabel, mãe de August, mas o pai dele também é extremamente amoroso e companheiro do filho. Ele o incentiva a enfrentar seus medos, lhe dá coragem, e é uma figura paterna inspiradora. Um paizão que merece ser lembrado!
Carol Cristina: Maverick – O ódio que você semeia (Angie Thomas)
QUE PAIZÃO! Maverick (pai de Starr, Seven e Sekani) antes de se casar com a mãe dela tinha envolvimento com o tráfico local, mas mudou totalmente de vida. Virou dono de um mercadinho local, e durante o livro soube estimular o senso crítico, dar o exemplo e ensinamentos valiosos para seus filhos. Esse pai sabe quem foi e quem é, não abandona seus valores, é amoroso e presente, luta pela família e por seus semelhantes, passa por injustiças mas nunca desiste!
Pâmela: Chris Astor – A Menina que Semeava
Esse pai é maravilhoso e lembra muito os papais que contam histórias antes de dormir para que seus filhos possam ter um bom sono, só que nesse caso não é apenas no sono. Ele passa uma barra com a filha com câncer e ainda ter que lidar com a ex-mulher insuportável…. No entanto, para ajudar a filha a ter esperança, cria um mundo maravilhoso para a mesma viver além da imaginação.
Priscilla: Sr. Covey – Trilogia Para Todos os Garotos Que Já Amei
Viúvo e com 3 filhas mulheres, Dan Covey é um grande exemplo de pai dedicado e atencioso, que se esforça ao máximo para entendê-las e ajudá-las. Sempre buscando manter as tradições coreanas de sua falecida esposa vivas na família, o pai da Lara Jean é aquele tipo de personagem que é impossível não gostar. Seria incrível se todos os pais seguissem o exemplo do Sr. Covey e assumissem seus papeis ativamente na criação dos filhos, né não?

Pai embuste

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Alessandra: Madoc – O Príncipe Cruel (Série O Povo do Ar)
Madoc é o pai adotivo das gêmeas Jude (protagonista da série) e Taryn e também é o responsável pela morte da mãe e do verdadeiro pai das duas garotas. Acho que deu para entender o nível de crueldade desse moço, né? Sim, ele cria as órfãs, porém de uma maneira fria e distante. E nem posso contar as traições que comete no decorrer da obra, pois seria um grande spoiler.
Carol Antonucci: Donovan O’Neil – Novembro, 9
Um cara famoso, um pai ausente, que só encontra a filha para contar as novidades de sua vida e da nova esposa, sem se tocar no quanto o evento que queimou boa parte do corpo de sua filha, ainda a traumatizava. Temos pais mais embustes que isso, certamente, mas esse ganhou meu ranço.
Carol Cristina: Anderson – Série Estilhaça-me (Tahereh Mafi)
PENSEM NUM SER DESPREZÍVEL! Anderson é o pai de Warner na série, e comandante supremo do Restabelecimento. Desgraçou com a vida do meu Aaron Warner, a cabeça do rapaz é toda psicologicamente ferrada por causa das atrocidades que o pai fazia e o obrigava a fazer também. Anderson não sente um pingo de amor por Warner, odeia tudo o que o filho ama e o faz sofrer “para que se torne melhor e mais forte”. Esse é um pai que faz coisas inacreditáveis pra tentar fazer do filho um monstro como ele!
Pâmela: Sr. Thénardier- Os Miseráveis
Ô homenzinho sem-vergonha e insuportável juntamente com a esposa, mas vamos focar no senhor. No final você até fica com um pouco de dó dele? Bem pouco, mas durante toda a obra, ele dificulta a vida de Cosette, Fantine e, mais tarde, Marius, além de ser um exemplo de corrupção em meados de 1800. Além disso, os filhos, por mais que possam parecer arrogantes, na verdade, são apenas necessitados de carinho e de um ombro e até disso eles privam o mais jovem deles. É fogo!
Priscilla: Jonny Rokeby – Série Cormoran Strike
O pai de Strike é a personificação da babaquice: o outrora rockstar engravidou uma de suas groupies, Leda, e nunca quis envolvimento algum com ela ou com a criança. Além disso, na única vez em que Strike precisou dele (com um pedido de empréstimo financeiro), Rokeby colocou até advogados para cobrá-lo, sem o menor pudor. Outro aspecto enfurecedor é que ele tem outros filhos, para os quais ele dá suporte – ou seja, o personagem é um retrato bem realista de muuuitos exemplos de pais que encontramos por aí, que ignoram a existência dos filhos e/ou só dão importância para suas novas famílias. Péssimo!

E vocês, quem colocariam nessa lista? 😉
Beijos e até o próximo post!

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Top 5 coisas favoritas em Stranger Things 3

Oi galera, tudo bem?

Agora que já faz três semanas que Stranger Things 3 estreou, resolvi trazer pra vocês meus pontos favoritos sobre a temporada. ❤ Dei um tempinho pra falar a respeito pra que mais pessoas pudessem ter terminado de assistir, então esse post CONTÉM SPOILERS, ok?

1) Empoderamento feminino

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Uma coisa que Stranger Things 3 acertou em cheio foi a representação das mulheres na série. Até a segunda temporada, infelizmente não havíamos tido muitas interações relevantes entre mulheres, tendo uma grande repetição da Síndrome da Smurfete: uma mulher badass no meio de um núcleo masculino. Em Stranger Things 3, tivemos três ótimas discussões nesse sentido. A primeira delas diz respeito à amizade de Eleven e Max: as duas, que começaram a relação com animosidade, tornaram-se grandes amigas. Isso é positivo por diversas questões: mostra que mulheres podem ser amigas e que a rivalidade é nociva, trouxe mais independência e segurança para Eleven como indivíduo e fortaleceu a sororidade. Amei demais! ❤ A segunda discussão importante diz respeito ao trabalho de Nancy, que agora é estagiária no jornal local e tem que ouvir piadas misóginas enquanto serve café – mesmo tendo um instinto muito mais aguçado do que os jornalistas homens que a ridicularizam. A série evidencia o quanto era complicado para as mulheres na época conseguirem seu espaço (uma realidade que ainda hoje acontece). Felizmente, a jovem não desiste de seus objetivos, apesar de se sentir emocionalmente abalada. Por fim, esse plot do jornal nos deu um terceiro momento valioso: a conversa entre Nancy e sua mãe, Karen. Além da demonstração de afeto de Nancy, que revela se inspirar na figura materna, também temos uma lição valiosa de Karen, que impulsiona Nancy e não desistir de seus objetivos e não se deixar vencer pelo machismo que ela enfrenta. Um dos melhores diálogos da temporada! ❤

2) Ritmo alucinante

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Em diversos momentos da temporada eu literalmente segurei a respiração. Stranger Things 3 está recheada de cenas de perseguição e outras tantas de muita tensão. Há um quê de filme de terror na temporada, em que você fica ansioso pelo que vai acontecer e com medo pelo destino dos personagens. Nenhuma temporada antes tinha me causado tanta ansiedade quanto essa, e a vontade de maratonar era insaciável. Do início ao fim, Stranger Things 3 se mantém envolvente e eletrizante, mostrando o quanto a série cresceu.

3) Vários núcleos de personagens

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Durante a temporada, vemos os personagens interagindo com pessoas diferentes e envolvendo-se em missões distintas – ainda que ligadas ao mesmo objetivo. Foi muito legal ver Nancy e Jonathan investigando a questão dos fertilizantes enquanto Eleven e companhia se envolviam na investigação das pessoas ~abduzidas pelo Mind Flayer, por exemplo. Essa dinâmica fez com que a série não ficasse repetitiva e trouxesse novos ares para os personagens, e acho que o núcleo que mais se beneficiou disso foi o de Dustin e Steve: como não amar todas as cenas deles com Robin e Erica?

4) Novos (e representativos!) personagens

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Isso nos traz a um item muito bacana da temporada: Stranger Things 3 apresentou sua primeira personagem assumidamente LGBT. Robin roubou a cena durante toda a temporada e, apesar de eu tê-la shippado com o Steve (afinal, meu nenê merece uma namorada tão incrível quanto a Robin), a cena em que ela revela ser lésbica foi emocionante. Além da excelente reação super natural do Steve, apesar de estar apaixonado por ela, foi um grande passo em termos de representatividade – especialmente quando consideramos que, se hoje o preconceito ainda é enorme, nos anos 80 deveria ser mil vezes pior. Além de Robin, tivemos a adição de mais uma personagem negra de modo recorrente e importante na temporada, a atrevida Erica (irmã mais nova de Lucas, que já havia aparecido na season 2). Adorei as interações dela com o grupo e espero que ela participe ativamente da próxima temporada também! 

5) Amadurecimento

stranger things 3 eleven hopper

O mote principal da divulgação da terceira temporada foi “eles não são mais crianças”, e a série conseguiu trabalhar em cima desse conceito com sucesso. Isso fica nítido na sensação de deslocamento de Will (cuja infância foi de certa forma roubada), que agora vê seus amigos mais preocupados com namoradas do que com passar tempo juntos jogando e se divertindo; fica nítido também nas dificuldades de Nancy e Jonathan ao enfrentar os primeiros dilemas da vida adulta; e, principalmente, é reforçado no final emocionante da temporada. A perda de Hopper traz uma carga emocional muito importante para todos os protagonistas, demonstrando que os perigos que eles enfrentam são reais e que a vida também pode ser cheia de dor. Para um grupo tão jovem quanto o de Eleven e companhia, é uma lição bastante dura de aprender. E o fato dela ter acontecido enfatiza a necessidade de se adaptar às mudanças e amadurecer (e isso que eu, com quase 26 anos na cara, chorei que nem criança na cena da carta).

E vocês, o que acharam da temporada? Me contem nos comentários, vou adorar saber! ❤
E não esqueçam de deixar 8 centímetros de porta aberta! :’)

TAG: Festa Junina Book Tag

Oi gente, tudo bem?

Junho é aquele mês em que a gente veste a camisa xadrez e já se prepara pra comilança: é o mês das festas juninas! Pensando nisso, a coluna Uma Amiga Indicou (uma parceria com os blogs amigos Estante da Ale, Caverna Literária, A Colecionadora de Histórias e Interrupted Dreamer) decidiu responder à Festa Junina Book TAG. Mas dessa vez, a TAG está super especial: trouxemos a resposta de cada um dos blogs pro post, e a diversidade nas escolhas está bem grande! Bora conferir?

festa junina book tag

1. Quermesse: Um livro que contém todos os elementos necessários para você amar

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Alessandra: Um Sopro de Neve e Cinzas – Diana Gabaldon. Esse livro foi gigante e teve tudo que eu amo: romance, drama, surpresas e viagens no tempo.
Carol Antonucci: Já deve ser a terceira vez que eu cito esse livro em uma TAG, mas Não Durma – Michelle Harrison foi pra mim simplesmente o livro perfeito. Romance, terror, mistério, tudo o que eu mais gosto em um lugar só, além de uma escrita extraordinária e personagens cativantes!
Carol Cristina: Lobo por lobo – Ryan Graudin. Segunda guerra mundial reinventada, protagonista girl power e competição? Tô dentro! 😍
Pâmela: Talvez um dia – Colleen Hoover (amizade, romance, um cara fofo e correto, lutar pelo que você é…)
Priscilla: Eu sou apaixonada por thrillers e livros policiais, então para essa pergunta escolhi E Não Sobrou Nenhum – Agatha Christie, um dos melhores livros do gênero que já li.

2. Quadrilha junina: Um livro que todo mundo deve conhecer

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Alessandra: Saga Trono de Vidro – Ler Sarah J. Maas deveria ser obrigatório. Tem um pouco de tudo, sempre há grandes reviravoltas e a qualidade de cada obra só cresce.
Carol Antonucci: Por lugares incríveis – Jennifer Niven por ser um livro forte, impactante, tocante e que conta com o tipo de história que deveria ser necessária para todos lerem.
Carol Cristina: Pequenas grandes mentiras – Liane Moriarty. Muito relevante e muito bem escrito!
Pâmela: Trono de Vidro – Sarah J. Maas (tudo na MEDIDA)
Priscilla: Clube da Luta Feminista – Jessica Bennett, que fala de maneira didática sobre o machismo no dia a dia corporativo e ensina técnicas para combatê-lo.

3. Armar as bandeirolas: Livros bonitos que serviriam de enfeite para uma festa

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Alessandra: Orgulho e Preconceito – Jane Austen na edição de capa dura e colorida da Martin Claret. Comprei toda a coleção porque senti que tinha achado as melhores edições do mundo. Impecável.
Carol Antonucci: Que difícil! Por livros bonitos eu entendo que remete ao conteúdo e também à capa, e pensando em festa junina lembro de coisas bem coloridas, como a capa de A Poção Mortal – Amy Alward.
Carol Cristina: Corte de espinhos e rosas – Sarah J. Maas. Nem tenho, mas que beleza essa capa!
Pâmela: Sorrisos Quebrados – Sofia Silva (vai dormir essa invenção de capa bonita, hein?)
Priscilla: Sem Coração – Marissa Meyer, que tem uma capa ma-ra-vi-lho-sa! ❤

4. Pular fogueira: Um livro que você sempre promete que vai ler, mas sempre desiste

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Alessandra: A Hora da Estrela – Clarice Lispector. Pior que nem tem um motivo, eu só não consigo ter a iniciativa de começar.
Carol Antonucci: Não preciso nem pensar. Outsider – Stephen King! Peguei emprestado e já tentei pegar várias vezes pra ler, mas não vai! Fico encarando aquela quantidade grande de páginas, a escrita detalhada e prolongada do SK, e desisto. O cara é talentoso, gosto muito de suas histórias, mas às vezes me dá uma preguiiça.
Carol Cristina: O Conto da Aia – Margaret Atwood. Fico enganando a mim mesma dizendo que lerei, mas a verdade é que estou satisfeita acompanhando a série “The Handmaid’s Tale”! 😅
Pâmela: Bewitching – Alex Flinn. E a preguiça de pedir pra vir do site?
Priscilla: Orgulho e Preconceito – Jane Austen. Já até desisti de colocar nas metas de Ano Novo. 😂

5. Casamento matuto: Um livro com o qual você se conectou desde as primeiras páginas

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Alessandra: A Maldição do Vencedor – Marie Rutkoski. Esse livro me conquistou pela sinopse, capa, personagens… Só não dei continuidade pelo preço das continuações.
Carol Antonucci: Esses são os melhores, né não? Vou falar Fangirl – Rainbow Rowell, porque me lembrou demais de quando eu escrevia fanfics, e por isso me identifiquei demais com a personagem, o que ajudou a leitura a fluir com maior facilidade.
Carol Cristina: Todo dia – David Levithan. Foi conexão desde a primeira página, esse livro é muito envolvente!
Pâmela: É assim que acaba – Colleen Hoover. Como que larga?
Priscilla: Eu tenho memória de peixinho dourado e sensações subjetivas, tipo “conexão”, não me remetem a nenhum livro específico. Porém, A Revolução dos Bichos – George Orwell foi um livro que eu devorei, amei do início ao fim, então acho que se encaixa aqui.

6. Barraca do beijo: Um livro amorzinho

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Alessandra: Um verão na Itália – Carrie Elks. Aquece o coração, quero ler o segundo dessa série também.
Carol Antonucci: Três coisas sobre você – Julie Buxbaum é super amorzinho!
Carol Cristina: Para todos os garotos que já amei – Jenny Han. Não consigo colocar outro livro nesse tipo de pergunta, me desculpem kk
Pâmela: Ao gosto do chef – Marina Carvalho. Uma delícia de ler!
Priscilla: Lendo de Cabeça Para Baixo – Jo Platt é bem fofo e engraçado, além de ter uma capa muito amorzinho. ❤

7. Soltar fogos: Um livro que chamou muita atenção no lançamento mas que é desnecessário

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Alessandra: A Herdeira – Kiera Cass. Onde aperta para des-ler???
Carol Antonucci: Um dia em dezembro – Josie Silver teve uma grande divulgação, mas quando finalmente li, a obra não chegou nem perto das expectativas!
Carol Cristina: Entre o amor e o silêncio – Babi A. Sette. Eu adoro acompanhar a literatura nacional, e desde que esse livro e a autora começaram a aparecer na blogosfera eu era doida pra ler, e quando finalmente aconteceu… Abandonei. Não me envolveu e não vi nada demais que me fizesse continuar. Mas tentarei ler outra obra da autora, quero entender o bafafá!
Pâmela: Espectro – L.J. Smith da saga Diários do Vampiro (coraaaaaaagem)
Priscilla: A Mulher na Janela – A.J. Finn. Ô decepção, viu…

8. Pau de sebo: Um livro difícil, mas muito difícil de ler até o fim

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Alessandra: Espada de Vidro – Victoria Aveyard. Eu tentei e tentei, mas não conseguia me apegar aos personagens, nem terminei a série.
Carol Antonucci: Sem Fôlego – Abbi Glines. Eu tô é sem paciência e sem saco pros livros da Abbi kkk
Carol Cristina: As gêmeas do gelo – S.K. Tremayne foi meu caso mais recente, com uma ideia boa mas foi bem chatinho de ler!
Pâmela: Vocês que me perdoem, mas Cidades de Papel – John Green foi um parto pra terminar!
Priscilla: Meu Erro – Cinthia Freire. Tenho um ranço do casal principal, especialmente do protagonista.

9. Bingo!: Um livro pelo qual você não dava nada, mas acabou se mostrando uma ótima descoberta

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Alessandra: O segredo de Emma Corrigan – Sophie Kinsella. Comecei sem pretensão e devorei, me diverti demais e é o melhor da autora para mim.
Carol Antonucci: Apesar de não ser a comédia que aparentava ser, Minha vida (não tão) perfeita – Sophie Kinsella traz uma ótima reflexão e acabou sendo uma leitura melhor do que eu esperava.
Carol Cristina: A rainha branca – Philippa Gregory. Ganhei esse livro mas nunca tinha ouvido falar no trabalho da autora. Demorei bastaaante tempo até pegá-lo na estante pra “dar uma olhada”, e QUE TIRO FOI ESSE?!
Pâmela: Beleza Perdida – Amy Harmon (ai, ai…)
Priscilla: Eleanor & Park – Rainbow Rowell se encaixa bem nessa categoria, porque eu estava com expectativas baixas em relação à autora (graças a uma experiência não tão legal lendo Anexos).

10. Comidas típicas: um livro da sua terra/região/cidade

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Alessandra: O Descompasso Infinito do Coração – Bianca Briones. São Paulo, aqui até o Ibirapuera é citado.
Carol Antonucci: Sei que tem algum livro que se passa em Santos, mas como agora não estou lembrando, vou colocar Traços – Eduardo Cilto, que passa em São Paulo.
Carol Cristina: Depois do que aconteceu – Juliana Parrini. Eu tenho esse livro aqui na estante, e ainda não li, mas já dá pra ver que é bem carioca! rs
Pâmela: Como já indiquei meus dois autores da cidade favoritos, vou indicar uma de SP (Estado): O Amante da Princesa – Larissa Siriani.
Priscilla: Eu nunca li, mas pelo que lembro de resenhas e comentários de quem leu, Os Sete – André Vianco se passa (ou inicia) em Porto Alegre.

Gostaram da TAG, pessoal?
Fiquem à vontade pra responder também, vamos adorar ver as respostas de vocês! 😉Beijos e até o próximo post!

Livros para presentear no Dia dos Namorados

Oi meu povo, tudo bem?

Dia dos Namorados tá chegando, e se tem um presente que um leitor nunca recusa são livros! ❤ Pensando nisso, fiz uma listinha com indicações bem bacanas para vocês presentearem quem amam ou mandarem pro crush como uma indireta bem direta. 😂

A Revolução dos Bichos – George Orwell

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Para uma leitura politizada, mas ainda assim didática, nada melhor que A Revolução dos Bichos (um dos meus livros favoritos, por sinal).

Trilogia Jogos Vorazes – Suzanne Collins

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Quase todo mundo já deve conhecer Jogos Vorazes, nem que seja pelos filmes. Ainda assim, é uma trilogia que vale a pena indicar. Se você ainda não leu, dê uma chance! Tem ação, um universo criativo, bons personagens e o romance não é exagerado e nem rouba o foco da trama.

Como Eu Era Antes de Você – Jojo Moyes

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Não poderia faltar uma indicação de romance na lista, né? Eu amo esse livro, de verdade. Os personagens são incríveis, os diálogos são ótimos e o desenvolvimento é emocionante. Não li os volumes seguintes, mas esse eu indico de olhos fechados.

Série As Quatro Estações do Amor – Lisa Kleypas

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Quer ler uma série de romance de época curta e fofa? As Quatro Estações do Amor é a escolha certa!

Série Cormoran Strike – Robert Galbraith

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Se você ou o mozão gostam de literatura policial, fica a dica: os livros da série Cormoran Strike (escritos por J. K. Rowling sob o pseudônimo de Robert Galbraith) são incríveis. A escrita é envolvente e a dupla de detetives conquista sem esforço. Sou fã!

Trilogia Para Todos os Garotos Que Já Amei – Jenny Han

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Outro exemplo de fofura que tem tudo a ver com o Dia dos Namorados. Jenny Han constrói um romance adolescente cativante, que aquece o coração!

Clube da Luta Feminista – Jessica Bennett

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Vocês devem estar cansados de me ver indicando esse livro, mas o que eu posso fazer se ele é maravilhoso? 🙈 Com dicas práticas e dados reais, Jessica Bennett elucida diversas questões sobre o machismo no ambiente corporativo e nos ajuda a combatê-lo.

Entrevista com o Vampiro: A História de Cláudia – Anne Rice e Ashley Marie Witter

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Pra quem curte graphic novels, essa é simplesmente imperdível. Com o traço mais lindo que eu já vi na vida, a obra conta parte do enredo de Entrevista com o Vampiro – sob o olhar da jovem Cláudia.

Love Is: Ilustrações Sobre o Amor – Puuung

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Mais um exemplo de graphic novel, Love Is é uma obra que aquece o coração graças à sua simplicidade. Com ilustrações delicadas sobre o cotidiano de um relacionamento, Puuung celebra os pequenos gestos que mantêm o amor aceso.

E vocês, qual dessas obras vocês gostariam de ganhar no próximo Dia dos Namorados? Me contem nos comentários! ❤

Beijos e até o próximo post.

Lista #6: Livros com mães memoráveis

Oi gente, tudo bem?

O mês de maio foi uma loucura pra mim, por isso não consegui publicar no prazo o post da coluna Uma Amiga Indicou (uma parceria com os blogs Estante da Ale, Caverna Literária, A Colecionadora de Histórias e Interrupted Dreamer). Me perdoem pelo vacilo, meninas! 🙈

uma amiga indicou

Para maio, uma das nossas opções de assunto era o Dia das Mães, e eu fiz uma lista com livros que trazem mães memoráveis (a lista não segue uma ordem de preferência, mas sim a ordem alfabética dos livros que originaram as personagens). Espero que gostem! 😉

Sra. Lancaster – A Culpa é das Estrelas

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A mãe de Hazel é um exemplo de força e faz tudo para que a filha tenha a vida mais confortável e plena possível, apesar das circunstâncias. As cenas das duas são bem emocionantes e é possível sentir o amor e a dedicação existentes na relação familiar.

Camilla Traynor – Como Eu Era Antes de Você

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A mãe de Will, Camilla, também enfrenta uma situação difícil (assim como a Sra. Lancaster). Lidar com a tetraplegia do filho e com seu desejo pela eutanásia é um grande e dolorido desafio, e nem sempre ela consegue respeitar as vontades de Will. Ainda assim, o amor dela é inegável e ela não mede esforços para fazê-lo feliz.

Lilian Potter e Molly Weasley – Harry Potter

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O que dizer da mãe cujo amor protegeu O Escolhido? Lilian não hesitou em se sacrificar para proteger Harry, e o sentimento seguiu com o garoto por toda a sua vida – inclusive impedindo o Lorde das Trevas de tocar nele. E o que dizer da segunda mãe de Harry? Molly Weasley não apenas “adotou” o garoto em sua família como também dedicou todo o amor a cada um de seus filhos. Dois exemplos de mães incríveis!

Cecilia, Rachel e Tess – O Segredo do Meu Marido

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Três mulheres totalmente diferentes entre si, mas com algo muito forte em comum: a maternidade e a capacidade de fazer coisas impensáveis pelo bem dos filhos. Cecilia, para protegê-los, estava disposta a guardar um segredo terrível; Rachel, que nunca superou a morte da filha, tomou atitudes extremas; e Tess “liberou” o marido para ter um caso, desde que não afetasse o filho. De maneiras imperfeitas e muito particulares, as três são exemplos de mulheres e mães memoráveis da literatura.

Marcelline Noirot – Sedução da Seda

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Ambiciosa e talentosa, Marcelline enfrentou diversos preconceitos em uma época que não favorecia mulheres empreendedoras. Tudo que ela faz é para dar uma vida digna à filha, fruto de um casamento que terminou com a morte prematura de seu marido. Desde então, Marcelline não mede esforços para, sozinha, criar a filha da melhor forma possível, mesmo com as adversidades.

Jean McClellan – Vox

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Vivendo em um futuro ditatorial no qual as mulheres podem dizer somente 100 palavras por dia, a Dra. Jean vê seu filho mais velho sucumbir ao sistema e a filha mais nova desde cedo aprender que não deve falar. Quando a oportunidade de mudar essa situação surge, Jean se envolve em um projeto complexo e perigoso, visando apenas a chance de dar um futuro melhor à sua filha.

Gostaram da lista, pessoal?
Quem mais vocês incluiriam nela? 😀

Beijos e até o próximo post!

 

Assisti, mas não resenhei

Oi gente, tudo bem?

Eu amo assistir séries e isso não é novidade pra quem me conhece ou acompanha o blog. Porém, nem sempre eu consigo trazer minha opinião sobre todas elas – seja porque é uma série mais antiga, seja porque não foi marcante o suficiente ou talvez porque eu tenha largado no meio do caminho.

Por isso, resolvi fazer uma listinha e falar brevemente sobre algumas séries que se encaixam nesses exemplos. E, se vocês gostarem, posso trazer mais um post nesse estilo no futuro. 😉

Friends

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Começando com a minha série favorita. ❤ Acho que 90% das pessoas conhecem Friends e, por isso, acabei nunca dedicando um post exclusivo para resenhá-la. Acontece que Friends é minha “comfort series” e, sempre que estou mal, sei que ela consegue me animar. Durante uma fase bem tensa da minha vida (de muuuuitas responsabilidades e stress acumulado) eu pude encontrar diversão e conforto em Friends e, por mais datadas que algumas situações e personagens sejam, eu amo com todo o coração. ❤

The Big Bang Theory

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Eu tinha uma grande antipatia por TBBT devido ao meu ranço pelo Sheldon. Porém, decidi dar uma chance pra tirar minhas próprias conclusões e, no fim, acabei gostando. The Big Bang Theory (que chegou ao fim esse ano, após 12 temporadas) não é uma série perfeita e tem muuuitos problemas com diversos personagens e comportamentos. Ainda assim, ela trouxe o mundo geek para um patamar muito mais popular e, é claro, é bem engraçada, o que me fez acabar curtindo bastante.

How I Met Your Mother

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Essa série me causou amor e ódio por diversas vezes. Os personagens são super imperfeitos, o que é bem relacionável, e tanto as cenas de humor quanto as de drama são muito boas. Porém, o final me causou um ranço inexplicável, fico irritada até hoje quando penso nele. E não pela decisão em si, mas sim pela condução mal-feita (mais ou menos como aconteceu com Game of Thrones rs).

House, M. D.

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Eu adoooro House, M. D. (ou simplesmente House), mas também acabei não resenhando por aqui por se tratar de uma série mais antiga, que muitas pessoas já devem ter visto. House foi uma das primeiras séries que eu baixava e acompanhava antes de ter esse hábito mais “consolidado”, então tenho bastante carinho por ela. Além disso, o final é impecável e condizente com a trajetória dos protagonistas.

Master of None

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Essa é uma série que se encaixa na categoria “não fede nem cheira” pra mim. Apesar de algumas sacadas MUITO boas (como nos episódios “Parents” e “Thanksgiving”), Master of None não teve carisma o suficiente pra ME conquistar – apesar das inúmeras críticas positivas que recebe. A série terminou de um modo meio aberto e não há previsão de continuação, por isso acabei não me animando pra fazer uma resenha mais completa.

E por hoje é só!
Me contem nos comentários se vocês curtiram o formato, que eu trago mais posts parecidos. ❤

Beijos e até mais!

5 motivos para ler a série Cormoran Strike

Oi pessoal, tudo bem?

Para comemorar a chegada do mais novo livro da série Cormoran Strike, Branco Letal (escrito por Robert Galbraith, o pseudônimo de J. K. Rowling), resolvi fazer uma lista de 5 motivos pelos quais você deveria dar uma chance à série. ❤

Você também pode conferir as resenhas dos livros anteriores abaixo:

Agora sim! Vamos à lista? 😉

1. Protagonistas carismáticos

Cormoran Strike é o protagonista da série, um ex-militar que hoje trabalha como detetive particular. Apesar do jeito introspectivo e até um pouco mal humorado, o personagem tem carisma, grande sagacidade e uma inteligência pra Sherlock nenhum botar defeito. Além dele, temos uma protagonista feminina incrível, Robin Ellacott. A jovem inicia a história como uma secretária temporária, mas seu olhar atento, sua pró-atividade e sua determinação fazem dela uma aliada valiosa para Strike. A dinâmica entre os dois é cativante e suas personalidades distintas combinam superbem.

2. Ambientação

Os crimes investigados por Strike normalmente se passam em Londres, então o personagem circula por toda a cidade (e também cidades próximas) em busca de pistas. As andanças de Strike inevitavelmente acabam causando no leitor uma vontade de conhecer de perto os pubs, os restaurantes e as ruas da capital inglesa.

3. Mistérios bem amarrados

Nos três livros da série já publicados, Robert Galbraith consegue costurar todos os fatos apresentados na resolução dos casos. Para mim, que adoro um romance policial, isso é imprescindível. Apesar de alguns casos serem mais interessantes do que outros (sendo Vocação Para o Mal o mais fraco deles, na minha opinião), há muita competência em amarrar as pontas soltas, e eu aprecio muito essa qualidade.

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4. Desenvolvimento dos personagens

Tanto Strike quanto Robin têm suas histórias aprofundadas e seu passado revelado com o andamento das histórias. Muitos aspectos da personalidade dos protagonistas possuem explicação, e é muito legal ir descobrindo mais sobre eles com o passar das páginas – especialmente porque é muito difícil não gostar e não se importar com os dois. Eu valorizo muito quando os personagens fazem sentido e têm comportamentos coerentes, então esse aspecto da série me agrada bastante.

5. Narrativa envolvente

Não vou mentir pra vocês: existem momentos arrastados em algumas partes dos livros. O fato de que Strike não compartilha suas suposições com o leitor torna tudo muito misterioso, então certas cenas acabam sendo um pouco mais lentas. Ainda assim, Robert Galbraith/J. K. Rowling tem o talento de me fazer ficar imersa no que ele escreve, graças ao seu estilo narrativo. Os livros são longos e, ainda assim, muitas vezes me peguei devorando vários capítulos em sequência, simplesmente porque eu gosto do jeito que o autor escreve. E, quando penso que Robert Galbraith é J. K. Rowling, isso faz todo sentido: além do meu amor incondicional por Harry Potter, também curti demais Morte Súbita.

Espero que eu tenha conseguido convencer vocês a pensarem com carinho sobre dar uma chance a esses ótimos livros policiais. 😀

E pra quem já curte a série e, assim como eu, está ansioso pelo próximo volume, ele já está em pré-venda e será lançado pela Editora Rocco ainda este mês! Você já pode garantir o seu aqui e ainda ajudar o Infinitas Vidas sem pagar nada a mais por isso. Só sucesso, hein? ❤

E por hoje é isto!
Beijos e até o próximo post. o/