TAG: Cartas Literárias

Oi pessoal, tudo bem?

Eu tava com saudade de responder uma TAG aqui no blog, até que me deparei com a Cartas Literárias no blog da Di e adorei! Bora conferir minhas respostas?

PARA TODOS OS GAROTOS QUE JÁ AMEI: alguém enviou três cartas de amor que você escreveu. Cite três crushes literários que iriam receber:

Resenha Um Sedutor Sem Coração | Resenha Uma Herdeira Apaixonada | Resenha Teto Para Dois
Compre Um Sedutor Sem Coração | Compre Uma Herdeira Apaixonada | Compre Teto Para Dois

Como a Di comentou na resposta dela, não sei se é a idade, mas eu tenho tido cada vez menos crushes literários. 😂 Mas, pensando nos mais recentes, diria que são os irmãos Devon e West Ravenel (da série Os Ravenels) e Leon (de Teto Para Dois).

A LISTA DE BRETT: a lista dos sonhos. Três últimos livros adicionados na sua wishlist:

Compre Procure nas Cinzas | Compre A Vida Invisível de Addie LaRue | Compre O Enigma do Quarto 622

Os que realmente pretendo comprar são: Procure nas Cinzas, A Vida Invisível de Addie LaRue, O Enigma do Quarto 622.

QUERIDO JOHN: uma carta que mudou tudo. Uma adaptação cinematográfica que você gostou:

Eu AMO Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban com todas as forças. Meu filme favorito da saga! ❤ Também sou muito fã de Em Chamas (tanto do livro quanto do filme).

P.S. EU TE AMO: amores que duram mais que uma vida. Um livro que você ama reler:

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Eu perdi um pouco o hábito de reler livros por falta de tempo, mas O Pequeno Príncipe é uma boa opção pra ocupar essa categoria.

UM DIA: não conseguem parar de pensar um no outro. Livro viciante que você não conseguiu largar:

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Verity! Ao mesmo tempo que eu ficava chocada e perturbada pelas cenas gráficas horríveis que a autora descreve, a história é construída de um jeito que te fisga sem dó!

SIMPLESMENTE ACONTECE: tudo resolvido, você se empolga e aí o caminho muda. Um livro que falta na sua coleção:

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A Revolução dos Bichos. É um dos meus livros favoritos da vida, mas não tenho um exemplar meu mesmo (sempre li emprestado).

PRECISAMOS FALAR SOBRE KEVIN: mudança drástica. Um livro pesado:

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O Impulso. Ele é um thriller que fala sobre a maternidade compulsória de um jeito bem tenso, ao mesmo tempo que faz o leitor desconfiar da crueldade que uma criança é capaz.

Curtiram a TAG?
Estão super convidados a responder também! ❤

Beijos e até o próximo post!

Dica de Série: Mare of Easttown

Oi pessoal, tudo bem?

Vamos de dica de seriezão da porra? Vamos! Hoje vim falar pra vocês sobre uma das melhores minisséries a que assisti recentemente: Mare of Easttown.

Sinopse: Uma detetive de uma pequena cidade investiga um assassinato local enquanto sua vida desmorona.

Essa minissérie da HBO acompanha a vida na pequena cidade de Easttown, sendo protagonizada pela detetive Mare Sheehan, uma mulher pragmática, competente mas com uma vida pessoal completamente conturbada. Ela é atormentada por um caso que não conseguiu resolver (o desaparecimento de uma menina chamada Katie) e por um acontecimento marcante em seu passado recente (que não vou contar pra evitar spoilers), e tenta viver um dia de cada vez. Porém, quando Erin, uma jovem mãe solteira e parente de sua melhor amiga, é encontrada morta, Mare sente uma necessidade irrefreável de solucionar o caso – especialmente porque acredita ter algum tipo de conexão com o de Katie.

Eu chego a ser repetitiva por aqui, mas sempre gosto de ressaltar pra que pessoas novas aqui no blog saibam: suspenses policiais são meus tipos favoritos de histórias. Se tiver um drama bem desenvolvido junto então, melhor ainda. Isso e muito mais encontramos em Mare of Easttown. Os episódios da minissérie são longos, com cerca de 1h de duração, mas o ritmo flui tão bem que você nem sente o tempo passar. E não porque a série tenha infinitas sequências alucinantes de ação; é que ela tem personagens tão bem construídos e uma trama que se desenrola aos poucos, mas de maneira sólida, que você se vê fisgado pelo dia a dia da pequena cidade.

A vida de Mare dá uma guinada que a leva de chamados de vizinhos idosos em seu telefone particular para uma investigação que aponta para um caminho ainda mais obscuro do que ela imaginava. A morte de Erin é a ponta do iceberg de um caso complexo e perigoso por si só, mas que se agrava quando pensamos que a protagonista está em um momento de fragilidade emocional. Felizmente, ela não precisa trabalhar nisso sozinha, e conta com a ajuda de Colin Zabel, um investigador que vem ganhando notoriedade por ter resolvido outro caso de desaparecimento. A dinâmica dos dois é a clássica “ranzinza e fechado vs otimista e entusiasmado”, sendo Mare a representante do mau humor e do estilo mais reservado. 😛

Conforme os episódios evoluem, Mare of Easttown vai se aprofundando na vida pessoal da protagonista, o que inclui também seus relacionamentos mais próximos. A detetive sofreu uma perda familiar irreparável e, ao longo dos episódios, percebemos como essa dor moldou seu jeito de agir e de viver, destruindo seu casamento e afastando-a da filha. É nítido que ela não processou essa perda e que a forma como ela lida com isso beira a autodestruição. Para além dela, a minissérie também desenvolve aos poucos os personagens que orbitam sua vida, como a família de Erin. A jovem é parente do marido da melhor amiga de Mare, Lori, então o peso da investigação acaba recaindo também nessa relação – uma das únicas com quem Mare é capaz de se abrir.

Por último, mas não menos importante, é impossível não elogiar as atuações. O destaque, é claro, fica para Kate Winslet. Na postura física, no tom de voz e no olhar, a atriz transmite com excelência todas as camadas que Mare possui, indo muito além do clichê da detetive durona. Mas o elenco de apoio também brilha e todos os outros personagens têm suas tramas desenvolvidas de maneira satisfatória, entregando mais do que o necessário para fazer o espectador mergulhar no dia a dia (e nos acontecimentos trágicos) de Easttown.

Com episódios muito bem conduzidos, várias pistas sutis sendo entregues e um final redondo, Mare of Easttown é uma série imperdível pra quem curte um bom drama policial. As relações familiares – especialmente o amor entre mãe e filhos – é um dos principais pilares que regem a trama, assim como o impacto da coletividade em uma pequena comunidade entrelaçada. Altamente recomendada!

Título original: Mare of Easttown
Ano de lançamento: 2021
Criador: Brad Ingelsby
Elenco: Kate Winslet, Julianne Nicholson, Evan Peters, Joe Tippett, John Douglas Thompson, Cameron Mann, Jack Mulhern

Resenha: Uma Herdeira Apaixonada – Lisa Kleypas

Oi meu povo, tudo bem?

Bora seguir com as resenhas de Os Ravenels? Hoje vim contar pra vocês minha opinião sobre o livro que já se transformou no meu favorito da série: Uma Herdeira Apaixonada. ❤

Garanta o seu!

Sinopse: Embora a bela jovem viúva Phoebe, Lady Clare, nunca tenha conhecido West Ravenel, ela sabe uma coisa com certeza: ele é mau e um valentão podre. Quando estava no colégio interno, ele fez da vida de seu falecido marido uma desgraça, e ela nunca o perdoará por isso. Mas quando Phoebe participa de um casamento de família, encontra um estranho arrojado e impossivelmente charmoso, que a abala com um choque de atração de fogo e gelo. E então ele se apresenta como ninguém menos que West Ravenel. West é um homem com um passado manchado. Sem perdão, sem desculpas. No entanto, a partir do momento em que conhece Phoebe, West é consumido por um desejo irresistível, sem mencionar a amarga consciência de que uma mulher como ela está fora de seu alcance. O que West não negocia é que Phoebe não é uma dama aristocrática. Ela é filha de uma Wallflower obstinada que há muito tempo fugiu com Sebastian, lorde St. Vincent – o libertino mais diabolicamente perverso da Inglaterra. Em pouco tempo, Phoebe começa a seduzir o homem que despertou sua natureza ardente e demonstrou um prazer inimaginável. Sua paixão avassaladora será suficiente para superar os obstáculos do passado? Só a filha do diabo sabe…

Fui conquistada por West Ravenel desde Um Sedutor Sem Coração. O antigo libertino preguiçoso acaba se inspirando no irmão mais velho, Devon, e decide ajudá-lo com lealdade e força de vontade a transformar o Priorado Eversby em uma propriedade lucrativa e saudável para os arrendatários. Como não amar esse serzinho? É óbvio que eu ia querer acompanhar sua história de amor, né! E aqui ele encontra alguém à altura: Phoebe, lady Clare, filha de ninguém mais, ninguém menos que um dos casais mais populares da série As Quatro Estações do Amor: Eve e Sebastian (a Lisa não perde a chance de aproveitar esse casal, né? 😂). A jovem é uma viúva que já viveu um grande amor e, por conta disso, não sonha em ter uma experiência assim novamente, pois acredita que já tirou a sorte grande por ter tido essa oportunidade uma vez. Para completar, ela inicia sua relação com West de forma antagônica, pois ele esteve envolvido de forma negativa no passado de Henry, seu falecido marido.

Ai, gente, não sei nem o que dizer. Esse livro me fez suspirar do início ao fim! Phoebe e West se conhecem graças às festividades em celebração do noivado de Pandora (prima de West) com Gabriel (irmão de Phoebe), protagonistas do terceiro livro. Como quase sempre acontece nos romances de época, a atração entre eles logo se torna óbvia. Entretanto, há um obstáculo no coração de Phoebe: quando criança, seu marido, Henry, foi vítima de bullying por West. Ambos estudaram no mesmo colégio interno e o jovem foi muito atormentado, relatando tudo em cartas para Phoebe. Por isso, a primeira reação da moça é se afastar de West em respeito à memória do marido, mas ela não contava com as mudanças profundas pelas quais nosso protagonista masculino passou. Logo fica nítida a afinidade existente entre eles, que se divertem juntos e conversam de igual pra igual.

Uma Herdeira Apaixonada é um livro mais tranquilo, por assim dizer. Diferente da maior parte dos volumes antecessores, que contam com mais riscos, vilões e perigos ao longo da trama, a história de West e Phoebe é mais linear, como um rio tranquilo. Isso é um defeito? Na na ni na não. Essa dinâmica funciona muito bem aqui, porque faz total sentido com o comportamento dos personagens e suas dificuldades, que são muito mais emocionais e subjetivas. Ainda que o final da trama tente trazer um elemento mais aflitivo, a verdade é que ele quase não faz diferença, e o que fisga o leitor é realmente o processo gradual e delicioso pelo qual o casal protagonista se aproxima e se apaixona.

Phoebe é uma jovem altruísta e leal a todos que ela ama. Isso inclui a Henry, que foi seu amor de infância e sofreu de uma doença que o manteve debilitado por toda a vida. Por isso, a viúva se contenta com uma vida pacata, dedicando seu amor e energia aos filhos pequenos e aceitando o galanteio tímido do primo de Henry, que foi um candidato aprovado pelo próprio falecido para desposá-la. Porém, quando conhece West, Phoebe se dá conta de duas coisas: em primeiro lugar, ele não é mais o valentão que infernizou a vida de Henry; em segundo lugar, ele não apenas a respeita e a instiga a controlar as rédeas da própria vida como também demonstra um amor genuíno por seus filhos. Com isso em mente, Phoebe muda de postura e se transforma em uma pessoa que toma as próprias decisões e conduz seu destino: o que inclui transar com West mesmo sabendo que ele não deseja se casar e isso pode trazer consequências à sua reputação.

West, em contrapartida, tem mais camadas de si reveladas nesse livro. Quem acompanha a série já sabe que ele é corajoso, carismático e trabalha duro. Ele respeita os arrendatários e estende a mão para quem precisa. Mas seu passado o assombra: ele foi protagonista de vários vexames e, desde a infância, esteve acostumado a resolver as coisas com violência e alarde. Se já tínhamos alguns sinais do motivo por causa de Devon, aqui Lisa Kleypas os reforça: os dois irmãos não tiveram pais amorosos e, quando eles morreram, foram “jogados de mão em mão” entre os parentes, até irem parar no colégio interno. West não conheceu o amor familiar, exceto o do seu irmão, por isso ele tem um medo enorme de estragar tudo com Phoebe e, principalmente, com seus filhos. Ele se sente tão indigno de tal amor que foge de assumir qualquer compromisso com ela, ainda que fique extremamente deprimido quando precisam se afastar. Felizmente existem personagens secundários muuuito úteis pra desenrolar essa história. ❤

Como pontos negativos, trago uma questão que sempre se repete nos livros da Lisa Kleypas que li até hoje: erros de continuidade e revisão. Um exemplo, pra ficar mais palpável: no início do livro, temos uma página em que Pandora surge descrita como prima e, após 2 páginas, como irmã do West. Isso acontece com datas também: Uma Herdeira Apaixonada se passa entre os livros 2-3, mas o timing não bate. Em determinado momento é dito que a Helen quer apresentar a Garrett pro West e que ela esteve lá com o Ransom, mas o livro 3 (de Pandora e Gabriel) é em 1876 e Uma Herdeira Apaixonada em 1877. Um outro ponto que me decepcionou um pouquinho foi o final apressado. A obra leva mais de 200 páginas pra consumar o romance, e até que isso não é um problema, porque o andamento é bem envolvente e carismático. Porém, nos capítulos finais, tudo acontece em um piscar de olhos, como se o livro nos desse um soco na boca do estômago e nos deixasse sem ar rs. A obra merecia ao menos um epílogo pra contar os próximos passos do novo casal.

Uma Herdeira Apaixonada me lembrou um pouco o meu livro favorito de As Quatro Estações do Amor, Escândalos na Primavera, em termos de estrutura – um romance sólido, tranquilo e com personagens doces e cativantes parece ser a fórmula que mais conquista o meu coração, e Lisa Kleypas conseguiu isso aqui. Que pena que tenha sido o livro mais curto até então, porque comecei a leitura apaixonada pelo West e terminei apaixonada pelo casal, querendo ainda mais dos dois. Recomendo muito! 🥰

Título original: Devil’s Daughter
Série: Os Ravenels
Autora: Lisa Kleypas
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 272
Gostou do livro? Então adquira seu exemplar aqui e ajude o Infinitas Vidas! ❤

Séries que abandonei #2

Oi meu povo, tudo bem?

Preparados pra mais uma listinha de desistências televisivas? Hoje vim dividir com vocês algumas séries que eu simplesmente aceitei que não tinham mais a ver comigo. Sabem como é… acontece! 🤷‍♀

Please Like Me

Adoro comédias e vi Please Like Me sendo bastante elogiada, mas assisti a uns 3 ou 4 episódios e não demos match. Acho que a personalidade irritante e egoísta do protagonista foi o fator de decisão mais crucial.

La Casa de Papel

Review

Apesar das várias cenas forçadas, como a Tokio invadindo a Casa da Moeda de moto com um monte de policiais ao redor, achei a primeira temporada (dividida em duas pela Netflix) bem legal. Mas pra mim aquele final resolvia, sabem? Senti zero necessidade de continuação e fiquei com muita preguiça quando renovaram.

Shooter

Não sou nada fã de armas e afins, mas meu namorado gosta de filmes de ação e com isso acabei vendo Shooter com ele. Mesmo sem ser um estilo que eu normalmente consuma, a série é bem envolvente porque tem várias reviravoltas e momentos de tensão. Acontece que a série foi cancelada e isso me tirou todo o tesão de seguir assistindo. 😦

How to Get Away With Murder

Adoreeei a primeira temporada e curti a segunda também, mas quando cheguei na terceira eu já tava achando desgastante. How to Get Away With Murder virou muito novelão (pro meu gosto), por isso desisti dela.

The Walking Dead

Essa série já figurou entre as minhas favoritas, mas hoje sequer penso em retomar. The Walking Dead começou a pecar na repetição dos plots toda vez que uma nova ameaça surgia, e isso somado a episódios muito longos foi algo que me desanimou bastante.

O Mundo Sombrio de Sabrina

Review

Pra mim Sabrina foi decaindo da primeira temporada em diante. As situações foram ficando cada vez mais inverossímeis (mesmo pra um universo mágico) e a pegada adolescente foi ficando mais forte – e hoje em dia já não tenho muita afinidade com esse estilo. Quando vi as críticas bem ruins a respeito da series finale, fiquei com menos energia pra conferir a última temporada (na qual parei). Catei uns spoilers, descobri o que acontece e deixei por isso mesmo.

Fleabag

Sei que essa é uma série aclamada, mas vi uns 2 ou 3 episódios e não curti nenhum. Não sei se foi o estilo da série ou o jeito da própria Fleabag (que não me cativou), mas rapidamente decidi que não investiria mais tempo tentando gostar. Abandonei sem dó!

Agora quero saber quais são as séries abandonadas de vocês! 👀
Me contem nos comentários?

TAG: Vou Ler Porque…

Oi pessoal, tudo bem?

Eu vi uma TAG muito legal no blog da Sil e resolvi responder aqui também. Se alguém souber o criador original, me contem nos comentários pra eu creditar também? 😀

1. Vou ler porque tenho há muito tempo:

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Admirável Mundo Novo, que ganhei de presente faz uns 7 anos e ainda não li (mas quero muito!).

2. Vou ler porque me indicaram:

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A Rebelde do Deserto, que vi sendo super elogiado aqui na blogosfera literária. Estou me enrolando um pouquinho, mas juro que uma hora vai rs.

3. Vou ler porque comprei recentemente:

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Faz um tempo que não compro nenhum livro, mas se for válido, pretendo comprar em breve Pelo Amor de Cassandra (o 6º volume da série Os Ravenels).

4. Vou ler porque é um clássico:

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De imediato, não me veio nenhum título à mente. Depois lembrei do meu interesse por Fahrenheit 451, conhecido como um clássico distópico, assim como 1984 (que já li e amo) e Admirável Mundo Novo (que citei na pergunta 1).

5. Vou ler porque amo a adaptação:

Quase sempre fico com preguiça de ler o livro quando confiro a adaptação primeiro. 😦 Então não consegui pensar em nenhuma resposta pra esse item.

6. Vou ler porque a capa é linda:

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Eu recebi recentemente Dormir em um Mar de Estrelas, o novo livro do autor de Eragon. A capa é lindíssima e estou ansiosa pra ler!

7. Vou ler porque preciso continuar a série:

Aqui escolhi Em Guerra, o próximo livro da série A Sétima Torre e também uma das minhas metas de leitura para esse ano.

Gostaram da TAG? Então bora responder também. 🙌
Beijos e boa semana!

Livros para pensar a maternidade

Oi pessoal, tudo bem?

O Dia das Mães causa sentimentos diversos: pode provocar coisas boas, como amor e acolhimento, mas também partir corações, especialmente pra quem já perdeu a sua ou não tem uma boa relação com ela. Pensando nisso, e também somado ao fato de que ainda estamos distantes graças à pandemia que (no Brasil) não cede, resolvi fazer um post com obras que falem da maternidade de formas distintas – preferencialmente sem romantizá-la, pois isso a maternidade compulsória já faz. E aí, vamos conferir?

O Impulso – Ashley Audrain

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Não poderia deixar de fora uma das leituras mais recentes que fiz que toquem nas dificuldades e alegrias da maternidade. O Impulso é um livro pesado, porque a protagonista sofre a dor de perder um filho e também a culpa por não conseguir se conectar à primogênita, por quem ela nutre desconfianças e até certo nível de repulsa. O interessante aqui é a forma como a protagonista-narradora nos revela a dificuldade que envolve o pós-parto, a solidão de não conseguir se encantar com as dificuldades do puerpério e a sensação de desconexão de outras mulheres que dizem que “é só olhar para o rostinho que tudo vale a pena”. Ótima dica de livro pra refletir sobre a maternidade compulsória.

Pequena Coreografia do Adeus – Aline Bei

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Ainda vou fazer uma resenha completa do segundo livro de Aline Bei, mas já posso adiantar que a obra narra a difícil relação entre uma filha e sua mãe narcisista. A protagonista sempre foi alvo da frustração da mãe, que usava castigos físicos e agressões para descontar esses sentimentos negativos. A obra discorre sobre essa dor e essa desconexão entre mãe e filha, assim como as consequências dessa relação desestruturada e tóxica.

A Morte da Sra. Westaway – Ruth Ware

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Apesar de se tratar de um thriller, a presença materna é muito importante na trama. De um lado, temos a Sra. Westaway que dá nome ao livro (uma matriarca venenosa e cruel cuja morte causa as reviravoltas da trama), e do outro temos a mãe da protagonista, que foi morta em um atropelamento e foi uma grande referência de garra, amor e companheirismo. Hal, a jovem que recebe uma carta convocando-a para receber sua parte na herança, sente tanta saudade da mãe que a dor é quase física, e a autora consegue transmitir isso ao leitor. Em cada lembrança, sabemos que Hal e sua mãe (Margarida) tiveram uma conexão impossível de apagar.

Rede de Sussurros – Chandler Baker

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Postei recentemente sobre esse livro, mas vale incluí-lo aqui por todas as disparidades de gênero que ele expõe no que diz respeito ao ambiente de trabalho. Grace Stanton é uma das protagonistas e é também mãe de um recém-nascido. Retornando da licença-maternidade, ela luta com uma culpa diária por querer trabalhar, ao mesmo tempo em que seu corpo pede socorro para que ela possa descansar. Assim como ocorre em O Impulso, aqui também temos abordada a exaustão de uma mulher no pós-parto.

As Parceiras – Lya Luft

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Intimista e reflexivo, o livro é narrado por Anelise, que decide rever sua trajetória cheia de perdas familiares. Mas apesar de seu protagonismo, Anelise não é a única mulher relevante na história: todas as mulheres de sua família têm um papel fundamental para que a personagem observe a si mesma e as origens de suas cicatrizes emocionais. O livro fala muito sobre compartilhar das “sinas” de nossos ancestrais e, no caso dela, a tragédia de sua avó (que viveu uma vida de dor até seu suicídio) é um fato marcante sobre o qual Anelise reflete muito. É um livro que gira em torno de mulheres e das experiências por elas compartilhadas.

Abelardo: O Bebê Monstruoso de Adelaide Estes – Filipe Tasbiat

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Adelaide é uma jovem que ficou em sono profundo durante meses, até ser acordada de uma forma chocante: em trabalho de parto. Além da confusão causada por tudo isso, a jovem mãe precisa lidar com as dificuldades naturais de um puerpério somadas à desconfiança de que seu bebê não seja uma criança normal, mas sim uma espécie de monstro. Enquanto administra o medo do próprio filho, Adelaide também percebe seu coração mudando e, com o tempo, ela se transforma na maior defensora de Abelardo. O bacana disso é perceber que mães não necessariamente são seres cujo amor incondicional seja instantâneo; ele pode demorar a acontecer, e considero importante desestigmatizar esse processo.

Espero que tenham gostado da lista, pessoal!
Não pretendo ser mãe, e justamente por isso tento ser muito sensível com esse assunto, por entender que nem todo mundo consegue se livrar da pressão social que direciona para esse caminho. Por isso, tentei não ser muito óbvia nas indicações e trazer alguns pontos importantes pra gente pensar na maternidade como um todo: com suas delícias, mas também suas dores.

Beijos e até o próximo post! 😘

Séries que abandonei #1

Oi pessoal, tudo bem?

Vocês sabem que eu adoro assistir séries, certo? Mas hoje o post é um pouquinho diferente: em vez de indicar séries pra vocês, vou listar as que abandonei. E por mais que de início essa atitude possa “doer” (já que você nunca vai chegar ao fim daquela história), chega um tempo em que a gente finalmente aceita que a vida é curta demais pra insistir no que já não faz mais sentido por orgulho. 🤷‍♀ Especialmente quando envolve gastar muitas horas de vida numa história que ficou ruim hahaha!

Luke Cage

Review

Apesar de ter gostado da primeira temporada de Luke Cage, o cancelamento de todas as séries da Marvel pela Netflix me fez perder o fôlego de seguir assistindo, especialmente porque os episódios são longos. 😦 Uma pena que isso tenha acontecido, porque eu queria muito uma segunda temporada de Os Defensores.

Punho de Ferro

Review

Mais um caso da leva de cancelamentos resultante do fim da parceria da Marvel com a Netflix. Mas, nesse caso, admito que não foi só isso: a primeira temporada já foi difícil de engolir e eu tinha zeeero vontade de seguir vendo.

Arrow

Review

Eu já fui muito fã de Arrow e curti pra caramba as primeiras temporadas. Mas acho que perdi a paciência lá pela terceira ou quarta, em que os plots começaram a ficar repetitivos e virou historinha de romance. :/

The Flash

A explicação sobre Arrow cabe perfeitamente aqui também. Acho que é um defeito comum nas séries de herói da CW, elas simplesmente ficam andando em círculos e começam a ficar nonsense. Chega uma hora que cansa, ainda mais que são vários episódios com mais de 40 minutos.

Black Mirror

Parei de assistir Black Mirror na terceira temporada porque percebi que simplesmente enjoei da fórmula.

That 70’s Show

Me diverti durante um bom tempo com essa série, mas peguei uns spoilers sobre a saída de dois dos protagonistas (Topher Grace e Ashton Kutcher), assim como o retrocesso de alguns personagens (como Hyde e Jackie), então eu pensei: “sem tempo, irmão”.

13 Reasons Why

Review

Lembro de ter ficado bastante chocada com a primeira temporada de 13 Reasons Why, especialmente pelos vários níveis de abuso que a Hannah sofria. Quando saiu a segunda, que eu já julgava desnecessária, li críticas falando sobre cenas ainda piores. Pra mim foi um vacilo da Netflix, que resolveu capitalizar em cima de cenas de abuso explícitas e desnecessárias. Thanks, but no thanks.

Qual a opinião de vocês sobre as séries da lista? Já assistiram ou abandonaram alguma? Abandonaram outras? 😂
Me contem nos comentários, please, quero saber quem se identificou. \o/

TAG: Leitor Eclético

Oi pessoal, tudo bem?

Eu vi a TAG do Leitor Eclético, criada pela Palavras Radioativas, no Imersão Literária, e resolvi trazer pra cá também. 😀 Espero que gostem!

OPOSTOS FAVORITOS – Livros completamente diferentes mas favoritados mesmo assim:

Resenha Lendo de Cabeça Para Baixo | Compre aqui
Resenha Contágio | Compre aqui

Lendo de Cabeça Para Baixo, que é um chick-lit bem fofo e alto astral, e Contágio, um livro de não-ficção (algo que não costumo ler por si só) que fala sobre pandemias zoonóticas.

DO CLÁSSICO AO “BAGACEIRA” – Um livro aclamado e outro nem tanto assim:

Resenha A Revolução dos Bichos | Compre aqui
Resenha Nada de Novo no Front | Compre aqui

Pro livro aclamado minha escolha é A Revolução dos Bichos, incrível em cada linha e um dos meus favoritos da vida. O “bagaceira” me remete a algo meio zuado, mas a descrição fala em não ser aclamado. Então pra essa categoria pensei em Nada de Novo no Front, que eu nunca vi sendo muito resenhado por aí, e é uma ótima leitura pra entender as dores e os traumas da guerra.

LEIO DE TUDO, MAS ESSE TEM MAIS – O gênero literário que predomina na sua estante:

Romance e fantasia (mas meu gênero favorito é suspense policial/thriller).

JÁ LI DE TUDO, MAS FALTA ESSE – Um gênero literário que você ainda não leu, mas quer começar a ler:

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Nunca li autobiografia, e gostaria de fazer isso com o livro da Michelle Obama.

AMO E ODEIO – Um livro queridinho, mas que tem alguma característica que, para você, foi desagradável:

Resenha | Compre aqui

Aqui eu trago a trilogia Jogos Vorazes, mais especificamente A Esperança. Amo o primeiro e o segundo livro, mas o terceiro é cansativo e mal conduzido. 😦

DE TUDO UM POUCO – Um livro de um gênero predominante, mas que tem pitadas de outro gênero:

Resenha | Compre aqui

Desafiando as Estrelas é predominantemente um sci-fi distópico, mas tem romance também.

TBR DA FAROFA – A meta literária do leitor eclético: suas próximas leituras de livros diferentes:

Compre A Rebelde do Deserto aqui
Compre Sem Ar aqui
Compre Uma Herdeira Apaixonada aqui

Os três títulos acima são minhas metas pra esse primeiro semestre. Não decidi a ordem ainda, mas provavelmente o primeiro vai ser o novo livro da Jennifer Niven!

Já leram ou pretendem ler algum título da lista?
Me contem nos comentários! ❤

Autoras que vale a pena conhecer

Oi galera, tudo bem?

Amanhã é 08 de março, Dia Internacional da Mulher. Enquanto essa data representa a nossa luta por igualdade, vejo também como uma oportunidade para divulgar e enaltecer mulheres incríveis que merecem espaço e reconhecimento. Por isso, esse ano resolvi reunir autoras que eu acho que vale a pena conhecer. Vem comigo!

Tomi Adeyemi

Autora da trilogia O Legado de Orïsha, que iniciou com o aclamado Filhos de Sangue e Osso, Tomi Adeyemi trouxe a cultura iorubá para o universo da fantasia. Explorando os ritos e figuras sagradas das religiões africanas, Tomi Adeyemi fala sobre opressão, mas também traz uma representatividade poderosa a pessoas negras. Se você é fã de livros de fantasia mas ainda não entrou em contato com sua, recomendo que faça isso o mais breve possível.

Beth O’Leary

Também conhecida como minha nova autora queridinha. A leitura de Teto Para Dois foi a minha favorita do ano passado, e muito disso se deve ao fato de que Beth O’Leary conseguiu tratar de relacionamento abusivo de uma maneira realista e certeira, mas sem sacrificar a leveza da história. Minha segunda experiência com seus livros, A Troca (em breve sai a resenha!) também foi ótima, e eu adorei o fato do livro ser protagonizado por uma avó e uma neta. Recomendo ambos os títulos sem pensar duas vezes!

Taylor Jenkins Reid

O nome dessa autora já estava no meu radar há um tempo, e seus livros têm sido bastante comentados na blogosfera. Realizei minha primeira leitura recentemente (com Depois do Sim) e foi excelente, me causando múltiplas emoções – de um jeito bom. Me baseando nessa única experiência, eu diria que Taylor Jenkins Reid é excelente em prender a atenção do leitor ao mesmo tempo em que aborda situações difíceis e emocionantes. Estou louca pra ler mais de seus livros!

Aline Bei

Uma indicação nacional vai bem, né? Aline Bei me impactou profundamente com O Peso do Pássaro Morto. Algumas das experiências mais dolorosas no “ser mulher” estão presentes no seu livro, como o machismo que tolhe e objetifica a mulher (como se ela fosse uma propriedade), a vergonha e o medo de uma vítima de violência sexual e o desamparo causado por um maternar indesejado. Não é uma leitura fácil, mas é transformadora.

Gostaram da lista, pessoal? Já leram alguma das autoras citadas?
Quero saber quem vocês incluiriam nessa seleção. Me contem nos comentários! ❤

Séries boas com finais ruins

Oi gente, tudo bem?

Eu sou uma pessoa apegada a finais. Então sim, mesmo que uma obra tenha sido fantástica durante quase toda a sua duração, se o final for ruim ela provavelmente vai ser arruinada na minha cabeça. Mas o oposto também é válido, e alguns finais bons salvam certos títulos pra mim. Por que eu tô dizendo isso? Só pra justificar a ideia desse post mesmo. 😂 E hoje vou dividir com vocês algumas das minhas decepções com finais de séries (considerando apenas as finalizadas, e não as canceladas). Obviamente esse post contém spoilers, belê?

Dexter

Essa foi uma das primeiras séries que comecei a acompanhar “por conta própria”, sem ser na TV aberta, e eu me apaixonei demais pela trama que acompanhava um serial killer cujo código de conduta o permitia matar apenas outros assassinos ou criminosos. Durante suas 4 primeiras temporadas, Dexter foi uma série impecável Da 5ª em diante, a coisa começou a degringolar, mas foram as 2 temporadas finais que levaram tudo ladeira abaixo. O plot da paixão de Debra pelo irmão, o fato dela retroceder na sua carreira, a paixão juvenil de Dexter por Hannah… tudo isso me enervou. A season finale terminou de colocar os pregos no caixão, e vimos um Dexter que sobrevive após a morte da irmã e vai viver isolado como um lenhador. Oi? Recentemente foi anunciado um revival e eu tô com zero esperanças e expectativas, porque pra mim o caminho foi sem volta a partir do momento em que decidem matar a Debra do jeito mais tosco possível.

How I Met Your Mother

Eu assisti HIMYM inteira duas vezes e, apesar de ter sentido menos raiva na segunda, sigo inconformada com o final. Meu problema não é que o Ted tenha voltado pra Robin, ou que a mãe estivesse morta (aliás, isso era um pouco previsível). O problema foi que, ao longo das 9 temporadas, os roteiristas forçaram muito mais a relação da Robin com o Barney, e ela nunca demonstrou estar tendo recaídas amorosas pelo Ted – era tudo muito platônico, mesmo quando eventualmente transavam. Se não tivessem dedicado tanta energia em consolidar o casal Robin e Barney (colocando uma temporada inteira focada em seu casamento, que acaba logo em seguida), talvez fosse mais fácil de engolir que o Ted tenha voltado pra ela.

Game of Thrones

Ai, ai, o que dizer desta que por um bom tempo esteve na minha lista de séries favoritas? Game of Thrones teve sua qualidade prejudicada no momento em que a referência original (os livros) tinha se esgotado. A sétima temporada já contou com diversos saltos temporais bizarros e Deus ex-machina pra todo lado, mas foi na oitava que tudo que tinha sido construído até ali foi jogado pela janela. Como lidar com um Jaime que, após seu arco de redenção, volta pra Cersei? E como lidar com essa mesma Cersei, uma das piores/melhores vilãs da série, morrendo não pelas mãos de Arya, mas sim esmagada por escombros? E, já que falei na Arya, sério que ela chega ATÉ Porto Real só pra desistir da sua vingança? Por último, mas não menos importante: a duplinha Jonerys. Não consigo acreditar que Jon Snow foi ressuscitado pra não fazer nada de útil e pra sua origem não servir pra nada além de deixar a Daenerys insegura. Também não acredito que em meia dúzia de episódios fizeram a personagem se transformar na Rainha Louca. Esse plot, aliás, poderia ter sido feito, desde que com mais atenção e desenvolvimento, como tudo costumava ser nas primeiras temporadas. Melhor parar por aqui, antes que eu comece a falar do conselho mais aleatório do mundo decidindo o futuro de Westeros após a palestrinha motivacional do Tyrion.

E vocês, também foram traumatizados por algum final de série muito ruim?
Me contem nos comentários, vamos sofrer juntos. 😂