Parceria e entrevista: Natalia Smirnova Moraes

Olá, pessoal! Tudo bem?

Fico muito feliz em trazer essa novidade pra vocês: o Infinitas Vidas agora é parceiro da autora Natalia Smirnova Moraes, ou NS Moraes! 😀
Sua obra, O Saotur – Segredos de Um Reino Sem Nome, é o primeiro volume de uma série de fantasia. Vamos conhecê-lo?

O Saotur - Natalia Smirnova Moraes - Livro 1.jpg

Sinopse: Se o bater das asas de uma borboleta pode causar uma tempestade do outro lado do mundo, poderia então uma pérola afetar o destino de uma raça inteira? Depois de se aventurar pelo mundo em um navio de saqueadores e criminosos, Constantin Teller é levado por um trágico naufrágio à terras das quais o mundo nunca ouviu falar. Terras guardadas por escudos de Menelau como se fossem o maior dos segredos. O forasteiro é resgatado por Lyhty Morken Fin, uma jovem que chama a atenção pelo olhar de cor púrpura e vitalidade contagiante, e que torna-se uma amiga para a qual ele confessa uma vida de crimes e promiscuidade. Aspirante a escritor, Constantin deseja espiar seus crimes quando é levado até a capital onde passa a morar. Mas nem tudo está em paz nessas terras estranhas e a aparição do forasteiro apenas esquenta ainda mais os ânimos de um povo dividido, de uma raça oprimida e de um castelo envolto em mistérios. Um confronto entre o povo das águas e o reino já é inevitável. Aventuras, segredos, traições, orgulho e amores proibidos são apenas algumas das facetas de um lugar cuja existência foi oculta por séculos. Histórias envolventes que vão mudar o rumo de muitas vidas, criaturas majestosas e revelações chocantes ilustram os capítulos deste livro.

Chegou a hora da gente conhecer um pouquinho mais sobre a autora. 😉 Convidei a Natalia a participar da entrevista que faço com os autores parceiros aqui do blog. Confira as respostas!

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1. Como e quando você decidiu ser escritora?

Jamais decidi isso. Acredito que isso foi decidido por mim no momento em que me dei conta de que as histórias me “chamavam”. Onde quer que eu estivesse (especialmente no carro ouvindo música) um mundo inteiro estava se desenvolvendo em minha cabeça. Sempre foi assim, desde pequena. Por conta dos shows de circo (eu sou circense, hoje só de alma) eu demorava muito para dormir depois dos espetáculos e ficava na cama olhando o teto, imaginando as histórias mais incríveis do mundo. Comecei a escrever depois dos vinte, quando já dominava melhor o idioma (o português é tão complexo quanto o russo). Havia uma história “rodando” em minha cabeça e ela não me deixava em paz. Fui escrevendo e peguei o gosto pela coisa.

2. Quais autores foram as suas maiores inspirações no mundo literário?

Não tenho nenhum autor favorito, pois me apaixono pela obra. Seja música, cinema, personalidades o que me conquista é a obra. Devo dizer que os clássicos predominam nesse sentido. Eu tenho um livro favorito de toda a vida, O Conde de Monte Cristo por Alexandre Dumas é um livro que me inspira sempre. Lembro-me de quando tinha doze ou treze anos e minha mãe leu Os Três Mosqueteiros e Romeu e Julieta, ainda em russo na época. Aquelas histórias me impressionaram muito.

3. Como foi o processo de desenvolvimento de O Saotur – Segredos de um Reino sem Nome? Quais foram as partes mais bacanas e as mais difíceis ao longo desse processo?

A criação de O Saotur foi uma jornada ao desconhecido. Não tinha em mente nada específico quando comecei, apenas alguns personagens. Eu só descobri quem era o personagem principal quando já estava terminando o livro. A parte mais incrível foi descobrir coisas eles que eu não sabia (parece estranho, mas é verdade). A parte mais chatinha foram as pontes entre um ponto marcante e outro. É muito excitante escrever as grandes revelações, as batalhas e os segredos, mas entre um ponto e outro é necessário desenvolver a história de uma forma inteligente. Não pode ficar chato, não pode parecer “enchimento de linguiça”. Essa parte foi trabalhosa.

4. Você teria alguma dica para quem também deseja publicar seu próprio livro?

Tratando-se da escrita, a minha dica é: lute para tornar-se um clássico e não uma moda. Escreva por amor primeiro. Depois você terá todo o tempo do mundo para tratar seu livro como o produto que ele é. Tratando-se de publicação eu só posso dizer uma frase: marketing é tudo. Invista, erre, aprenda.

5. Fique à vontade para deixar um recado aos leitores do Infinitas Vidas!

Tenha sempre em mente o motivo pelo qual você escreve. Nunca arrume motivos supérfluos para justificar algo tão importante quanto a escrita. Ame o que está fazendo e pode ter certeza que o sucesso e fortuna serão consequências.
Agradeço a oportunidade e espero que essa parceria vá longe. Beijos!

Dicas preciosas, hein? 😉
Concordo totalmente com a Natalia: acima de tudo, o importante é escrever com amor! ❤

Espero que tenham gostado da novidade!
Fiquem ligados, porque em breve teremos mais conteúdo sobre O Saotur por aqui. \o/

Beijos e até semana que vem! :*

Resenha tripla: Sutilmente, Imersão e Caleidoscópio – Nina Spim

Oi gente, tudo bem?
Estão aproveitando bastante o feriado de Carnaval? Espero que sim! ❤

Hoje eu trago pra vocês as primeiras resenhas de parceria do ano, começando pelas obras da Nina Spim: Sutilmente, Imersão e Caleidoscópio! 😀
Como os contos da Nina são bem curtinhos, resolvi falar um pouquinho sobre cada um nesse post.

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Sinopse: A escola pode ser um ambiente hostil para se fazer amizades e, ainda mais, para se apaixonar pela primeira vez. No entanto, é justamente na sala de aula que Giovana conhece a nuance e a cor do amor. Laura poderia ser a típica aluna nova amedrontada, mas seu mundo particular, cheio de certezas escondidas, nunca mais será o mesmo depois de conhecer a libertação que o novo provoca.

Sutilmente é narrado em primeira pessoa por Giovana, uma estudante que fica imediatamente interessada na nova colega de classe, Laura. Enquanto narra seu dia na escola e o fascínio que Laura exerce sobre ela, Giovana vai nos mostrando um pouco do seu dia a dia e também como é a sensação de se interessar por uma pessoa à primeira vista. O jeito tímido e misterioso de Laura – que parece assustada, mas ao mesmo tempo tem uma energia envolvente – conquista Giovana, que faz de tudo para se aproximar da garota.

Pela sinopse, eu achei que Sutilmente falaria mais de um romance em si, mas na realidade o conto aborda o início do interesse entre as duas garotas. Não consegui me conectar às personagens, porque os devaneios da protagonista me deixaram um pouco confusa, e algumas frases curtas deixaram a narrativa um pouco truncada. O ponto forte desse conto, sem dúvida, é a naturalidade com que a sexualidade de Giovana e Laura foi tratada. Com leveza (e até mesmo poesia), Nina construiu  o interesse romântico das duas de um modo muito tranquilo – exatamente como esse tema deve ser. Fiquei muito contente com essa abordagem e espero ver mais obras assim!

Título Original: Sutilmente
Autor: Nina Spim
Editora: Amazon
Número de páginas: 14
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Sinopse: Os dias difíceis parecem normais para todos, certo? Mas, no caso de Lou, um dia difícil é muito mais do que isso. É uma luta constante contra si mesma e seus demônios invisíveis. Caio, seu marido, a aceita como é e muitas vezes precisa ser firme. O que é a depressão para você? Até quando você poderia vê-la desgastando a pessoa que mais ama?

O conto traz a história do casal Lou e Caio, que se conhecem desde a escola e estão juntos há aproximadamente 10 anos. Lou convive com a depressão, uma doença invisível incompreendida por muitos. O conto, contudo, é narrado por Caio, e pelos olhos dele conseguimos vivenciar alguns dos sentimentos de alguém que ama uma pessoa com depressão.

Imersão foi, de longe, o conto que mais gostei. Em suas poucas páginas, pude me sentir conectada à história de Lou e Caio e de seu amor genuíno e duradouro. Por meio da visão de Caio não apenas vivenciamos junto a ele o que é conviver com alguém que tem depressão, mas também sentimos o amor incondicional que ele tem pela esposa. Apesar de um ou outro errinho de revisão, esse conto me envolveu e me emocionou. Nina desenvolveu esse tema com muita sensibilidade e doçura.

Título Original: Imersão
Autor: Nina Spim
Editora: Amazon
Número de páginas: 4
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Sinopse: Conhecer o infinito nunca foi tão fácil para Júlia, até que Daniel a fez sentir que a beleza não precisa ser enxergada para ser contemplada na infinitude de quem eram.

Caleidoscópio traz um tema interessante, sobre o qual até então eu não havia lido: a deficiência visual. Júlia e Daniel se conhecem desde pequenos, e o rapaz é cego desde que nasceu. Por conviver com ele desde pequena, Júlia sempre lidou com a situação com naturalidade. Porém, o conto nos lembra que, infelizmente, nem todo mundo lida com isso dessa forma.

Por meio da narrativa de Júlia, Caleidoscópio nos mostra formas distintas de lidar com as diferenças: enquanto criança, Júlia só queria tratar Daniel como um igual e, depois de adulta, ela admira justamente aquilo que o faz diferente. Em um mundo de preconceitos e falta de empatia, Caleidoscópio nos lembra de que as pessoas são diferentes e que está tudo bem ser assim. Daniel pode não enxergar, mas isso não limita o personagem de maneira nenhuma, e Caleidoscópio mostra que ele é muito mais do que sua deficiência. O final é super fofinho, me lembrou A Culpa é das Estrelas hahaha! :3

Título Original: Caleidoscópio
Autor: Nina Spim
Editora: Amazon
Número de páginas: 4
Compre aqui!

Espero que tenham gostado da resenha tripla, pessoal. Foi um prazer ter esse primeiro contato com a escrita da Nina e espero que ela continue publicando cada vez mais. \o/

Beijos e até semana que vem! ❤

Parceria e entrevista: Alana Gabriela

Oi, meu povo! Tudo certo com vocês?

Sim, o blog tem mais uma parceria pra anunciar: dessa vez com a autora Alana Gabriela! ❤
Eu estou super feliz com esse início de ano, que veio cheio de surpresas bacanas!

A Alana tem diversos livros publicados, vamos conhecê-los? 😉

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A Estranha Mente de Seth: Seth R. é um jovem extremista, um pensador que vive entre aulas matinais na faculdade e noites de treino numa sociedade clandestina e assassina em Vojerasa. Seth tem duas obsessões que controla com frieza e paciência: manter Lauren, seu amor platônico e sôfrego, pura para sempre e matar o conde Luendres Marquez. Tudo foi planejado. Ele tem um plano perfeito. O mártir perfeito em quem se apoiar. Seth fará o impensado e causará a Primeira Grande Guerra.

Efeito Dominó – Parte I: “É melhor ser enganado do que não confiar.” Um assassinato. Um caso sem suspeitos… Uma testemunha ocular misteriosa. Após a morte de sua mãe, Helena, em um passeio à Saquarema, Cora se vê solitária e desestabilizada pela perda do pilar de sua vida. Reclusa, a garota se torna relapsa e instável e a relação com seu pai bem como com a maioria das pessoas a sua volta fica cada vez mais distante e frágil. Sua vida caótica vira do avesso quando presencia uma tentativa de homicídio que põe a vida de Lucas, seu amigo, em perigo. No processo, Cora é feita refém de um criminoso enigmático que está disposto a tudo para trazer à luz todos os segredos que rodeiam a morte de Helena. Ela só precisa decidir entrar no jogo. Entre mentiras, assassinatos e segredos perigosos, Cora se vê num impasse pelo qual lado se aliar. Ela precisa decidir qual segredo é digno do silêncio e se estará pronta para desencadear o efeito dominó.

Flor de Cerejeira: “Qualquer um pode cometer um erro.” Yoko tinha uma vida relativamente boa e estável. Participava da organização do Festival Cherry Blossom todos os anos, tinha amigos na escola, tocava violino e estava treinando para fazer parte da orquestra da Juventude de Macon quando tudo começou a dar errado. Seu pai causou um grave acidente e foi parar na prisão. Em meio à dor da ausência, Yoko conhece Aidan Hirsch, um garoto que parece tão desestruturado, taciturno e solitário quanto ela, e que é capaz, acima de tudo, de não julgar, simplesmente ouvir. Aos poucos, um sentimento singelo e inefável ganha forma, surgindo uma história delicada de autoconhecimento, arrependimento, culpa e superação que poderá mudar a vida desses adolescentes se assim escolherem.

Histórias em Retalhos: O amor é a meta infinita da história do mundo. Histórias em Retalhos é uma coletânea de histórias curtas intrínsecas e sinceras, que narra de forma sensível o sentimento mais singelo de todos: o amor. Um relato de uma mãe introspectiva, o amor de uma irmã pelos irmãos, uma carta de uma garota apaixonada para seu melhor amigo e uma filha que enfrenta dificuldades com a perda dos pais. Além, de uma história extra sobre o descobrimento do amor pela leitura. Todas essas histórias compactam a sutileza e nuances desse sentimento dolorido, complicado e bonito em seus diversos ângulos.

E, pra terminar esse post com o pé direito, eu convidei a Alana pra responder à tradicional entrevista do Infinitas Vidas! \o/

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1. Como e quando você decidiu ser escritora?

Helloo! Bem, eu não tinha pensado em ser escritora quando comecei a desenvolver meu primeiro livro em 2013. Eu só queria escrever uma história e comecei a fazer isso. Não foi algo premeditado. Acredito que as coisas simplesmente acontecem e se você tem uma habilidade escondida, em algum momento ele vai aparecer.

2. Quais autores foram as suas maiores inspirações no mundo literário?

Quando comecei a escrever não lia muito, tinha certa dificuldade para me concentrar então não tive inspirações literárias. Mas um autor que gosto muito é o – muso – Pierce Brown.

3. Como foi o processo de desenvolvimento dos seus livros? Quais foram as partes mais bacanas e as mais difíceis ao longo desse processo?

O primeiro livro que escrevi demorei pelo menos cinco meses. Depois disso deslanchei e passei a escrever de forma desenfreada. Acredito que o tempo mais rápido que escrevi um livro foi em um dia. Sempre estudo para escrever meus livros, então alguns tenho mais dificuldades que outros. Porque por exemplo, um livro de fantasia é muito mais complicado de escrever do que um romance, pois tem muito mais coisa para estudar e leva mais tempo em decorrência de tudo que precisa estudar.

4. Você teria alguma dica para quem também deseja publicar seu próprio livro?

Bem, é super difícil publicar um livro no Brasil, com todas as condições que um autor almeja. Mas digo que se você, novo autor, tem o desejo de compartilhar suas histórias com os leitores, encontre uma maneira de conseguir esse canal de comunicação e leitura. Eu não gostaria de dizer isso, mas a realidade é que um autor brasileiro precisa de dinheiro para ser publicado.

5. Fique à vontade para deixar um recado aos leitores do Infinitas Vidas!

Well, muito boas leituras para vocês.

Espero que tenham gostado da novidade e da entrevista, pessoal!
Em breve teremos as resenhas dos autores parceiros aqui no blog, então fiquem ligados. ❤

Beijos e até semana que vem! :*

Parceria e entrevista: André Souto

Oi gente! Tudo certo?

Lembram quando comentei que mais novidades seriam anunciadas por aqui? 😉 Pois então: André Souto, autor do livro Ossos do Clima, agora é parceiro do Infinitas Vidas! \o/

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Sinopse: O misterioso desaparecimento de um renomado cientista, um incêndio criminoso, um roubo que deu errado e as mortes inexplicáveis de diferentes pesquisadores ao redor do mundo. Aparentemente nenhum desses fatos está relacionado, mas com o desenrolar da história fica evidente cada pequena conexão. Algumas nem tão pequenas assim. Entre inúmeras perguntas sem respostas e enigmas que parecem insolúveis acontece, em Brasília, a Cúpula Mundial do Clima, pano de fundo para tramas políticas que podem mexer com algumas das mais íntimas certezas dos protagonistas da trama, assassinatos e uma caçada pelas pessoas que podem mudar a nova ordem mundial.
Junte-se a Alice Gianne e Amilton Vidal para tentar desvendar esse mistério e entender quais são os Ossos do Clima.

E é claro que eu o convidei para responder à tradicional entrevista que faço com os autores parceiros. 😉 Vamos conferir as respostas dele?

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1. Como e quando você decidiu ser escritor?

Em algum momento na infância migrei dos gibis para os livros, ler sempre foi uma necessidade vital do meu cotidiano. Escrever eclodiu. Ninguém nasce escritor, aos poucos, o desejo de preencher as lacunas foi se delineando impulsionado por uma vontade de contar estórias sob uma ótica brasileira, entendendo que também outras pessoas gostariam de reconhecer-se em nossas ruas e modos típicos. Terminei o primeiro livro antes dos vinte, mas não tenho interesse em publicá-lo. Comecei e abandonei outros ao longo da jornada. Escrevi uma peça de teatro, Ventre Nosso, produzida e dirigida profissionalmente pelo saudoso Wellington Dias. Redigi contos e roteirizei um deles para um curta-metragem. Elaborei artigos e textos acadêmicos. Lapidava a voz narrativa, Ossos do Clima ganhou forma a partir do momento que me senti pronto para retomar minha essência romancista.

2. Quais autores foram as suas maiores inspirações no mundo literário?

Li muitos clássicos antes de escrever. Entretanto, foram dois autores contemporâneos que mudaram o modo que enxergo a literatura, Milton Hatoum, que conheci pessoalmente em 2004; e Patrícia Melo, uma das responsáveis por minha paixão pela literatura policial. Existem vários outros, pois estou sempre querendo aprender, todo autor deve buscar dissecar as estruturas e a forma dos grandes mestres, mesmo quando se busca a especialização no gênero, período em que obrigatoriamente deve conhecer as obras daqueles que fizeram da consagrada estrutura de crime e mistérios uma vertente da literatura urbana. Quando estou escrevendo, as leituras são sempre correlacionadas ao texto em produção.

3. Como foi o processo de desenvolvimento de Ossos do Clima? Quais foram as partes mais bacanas e as mais difíceis ao longo desse processo?

Eu não tenho uma fórmula, mantenho uma rotina de escrita. O desenvolvimento de Ossos do Clima surge da temática tratada como pano de fundo da trama. Sempre que lecionava ou palestrava sobre as questões climatológicas havia uma agitação nas pessoas, percebi que muitos não conheciam as teorias, fadados a um único ponto de vista. Decidi testar as mais íntimas certezas de um maior número de leitores confeccionando um enredo policial, onde as investigações e conflitos são alimentados por uma complexidade moral orquestrada sobre uma teia eletrizante repleta de intrigas, reviravoltas e mistérios.
Uma parte bacana do processo foi aprender sobre os assuntos que permeiam a obra. São elementos e personagens que se enredam em questões globais em uma investigação lógica, um quebra-cabeças, exigindo uma profunda pesquisa, mas estudar sempre foi uma paixão.
O maior desafio consistiu na construção da protagonista, Alice Gianne, portadora de Alexitimia, um tipo raro de autismo, que inibe as reações emocionais. Confeccionar as cenas sob um ponto de vista complexo, em analogia à trama, exigiu o desenvolvimento de uma técnica de percepção escrita a fim de parecer verossímil, e fazer com que o leitor sinta-se como a personagem.

4. Você teria alguma dica para quem também deseja publicar seu próprio livro?

Leia grandes livros, teóricos e ficcionais, anseie sempre melhorar a técnica, escrever melhor. Embora, muitos digam que é apenas inspiração, lembre-se, outros artistas (pintores, cantores e atores) trabalham diariamente. Crie sua rotina. A literatura nacional está crescendo, acredite em você.

5. Fique à vontade para deixar um recado aos leitores do Infinitas Vidas!

Continuem seguindo o Infinitas Vidas! Espero que curtam Ossos do Clima, trabalhei com muito carinho e determinação pensando em você, leitor. Amei escrever esta estória, desejo que experimente em cada da palavra o que senti. Estou sempre à disposição para elogios, críticas e sugestões. Vem comigo!

Meu muito obrigada ao André pela confiança e por participar dessa entrevista!
Estou ansiosa para ler Ossos do Clima e trazer pra vocês uma resenha bem bacana. 😉

E vocês, gostaram de conhecer um pouquinho mais sobre o autor e sua obra?
Me contem nos comentários!

Beijos e até semana que vem! ❤

Parceria e entrevista: Nina Spim

Oi pessoal, como estão?

Tenho uma novidade super bacana pra compartilhar com vocês: a autora Nina Spim agora é parceira do blog! Que belo modo de começar 2017, hein? ❤
E, pra iniciarmos essa parceria com o pé direito, eu trouxe pra vocês uma entrevista com a Nina e também mais informações sobre os contos dela! Espero que gostem. 😉

Sobre a autora

Nina Spim é uma escritora sonhadora dotada de blue feelings e acadêmica do curso de Jornalismo na PUC-RS. Autora dos contos “Heart and Love” e “Coisas, definitivamente, de Amélia”, das Antologias Amor nas Entrelinhas e Aquarela, respectivamente, pela Andross Editora. Autora dos contos “Caleidoscópio”, “Imersão” e “Sutilmente”, publicados na Amazon, e do conto “Roda-gigante”, publicado online na revista Fluxo. “No Silêncio de um retrato” (Antologia Ridículas Cartas de Amor, 2015), “Entre as cinzas e o fogo” (Antologia Valquírias, 2017) e poemas (Antologia Ondas Poéticas, 2016) foram publicados pela Darda Editora. Colaboradora nos sites CONTI outra, Revista Pólen e HEADCANONS.

Sobre as obras

A Nina tem três contos publicados: Sutilmente, Imersão e Caleidoscópio. Vamos conhecer um pouquinho sobre cada um deles?

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Sutilmente: Este conto se encaixa na categoria de literatura LGBT. Por duas vezes, já esteve entre os 100 e-books gratuitos mais vendidos da plataforma e constantemente aparece no ranking geral. Sinopse: A escola pode ser um ambiente hostil para se fazer amizades e, ainda mais, para se apaixonar pela primeira vez. No entanto, é justamente na sala de aula que Giovana conhece a nuance e a cor do amor. Laura poderia ser a típica aluna nova amedrontada, mas seu mundo particular, cheio de certezas escondidas, nunca mais será o mesmo depois de conhecer a libertação que o novo provoca. Compre aqui!

Imersão:  Escrito para o Prêmio Kindle de Literatura em 2015, o conto trata da depressão. Sinopse: Os dias difíceis parecem normais para todos, certo? Mas, no caso de Lou, um dia difícil é muito mais do que isso. É uma luta constante contra si mesma e seus demônios invisíveis. Caio, seu marido, a aceita como é e muitas vezes precisa ser firme. O que é a depressão para você? Até quando você poderia vê-la desgastando a pessoa que mais ama? Compre aqui!

Caleidoscópio: Também escrito para o Prêmio Kindle de Literatura em 2015, o conto traz representação a pessoas com deficiência visual. Sinopse: Conhecer o infinito nunca foi tão fácil para Júlia, até que Daniel a fez sentir que a beleza não precisa ser enxergada para ser contemplada na infinitude de quem eram. Compre aqui! 

E, pra finalizar esse post especial, confiram a entrevista! 😉

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1. Como e quando você decidiu ser escritora?

Eu escrevo desde criança, mas achava que era um passatempo. No ensino médio, uma professora de Português me mostrou que eu tinha potencial para a escrita, mas foi somente aos 18 anos que tive coragem de publicar fanfics como forma de saber se estava mesmo no caminho certo. Eu não acho que decidi ser escritora, eu sempre fui – apenas demorei bastante tempo para me declarar assim.

2. Quais autores foram as suas maiores inspirações no mundo literário?

No começo, foi a Meg Cabot, pois gostava de histórias como as dela. Hoje em dia, me identifico bem mais com a Virginia Woolf, Jennifer Niven, Cecília Meireles e Caio Fernando Abreu.

3. Como foi o processo de desenvolvimento de seus contos? Quais foram as partes mais bacanas e as mais difíceis ao longo desse processo?

Cada um tem um propósito diferente, então, o desenvolvimento também foi diferente. O que houve em comum com eles é que foram histórias que demorei para encontrar e que, quando nasceram, foram grandes orgulhos – e continuam sendo. Eu busco dar voz a grupos invisibilizados ou incompreendidos e essa foi a parte boa, saber que estava fazendo de coração, porque acredito na igualdade e na empatia. A parte difícil foi entender as limitações desses grupos e conseguir passar credibilidade às histórias.

4. Você teria alguma dica para quem também deseja publicar seu próprio livro?

Escreva sem amarras, sem estipular metas loucas. Mas, após terminar o rascunho (a primeira versão de algo), invista muito tempo na revisão. Também digo para não se prender a publicações físicas. Existem muitas e muitas formas de publicações hoje em dia e maneiras alternativas/independentes podem ser muito mais vantajosas do que as tradicionais/físicas.

5. Fique à vontade para deixar um recado aos leitores do Infinitas Vidas!

Oi, gente! Espero que a literatura sempre inspire vocês a buscar sonhos e a transformar aquilo que são e aquilo que desejam às pessoas ao redor.

Espero que tenham gostado da novidade tanto quanto eu!
Obrigada mais uma vez pela confiança, Nina! ❤
E aguardem, pois em breve teremos mais novidades aqui no blog. 😉

Beijos e até semana que vem!

Resenha: O Livro do Destino – Raphael Miguel

Oi gente, tudo bem? 😀

Para o post de hoje, trago a resenha do primeiro livro físico recebido de um autor parceiro: O Livro do Destino, de Raphael Miguel! 😀 Vamos conhecer um pouquinho dessa história?

o livro do destino raphael miguel

Sinopse: O que você faria se recebesse um artefato capaz de alterar o destino das pessoas ao seu redor, interferir no futuro e destruir realidades? O que faria se um instrumento de tamanho poder caísse em suas mãos? Praticaria o bem ou o mal? Utilizaria para sanar as desgraças do Mundo ou para alcançar objetivos egoístas? Tentaria salvar àqueles ao seu lado, ou salvaria apenas a si próprio? Eric Dias é um rapaz de recém feitos dezessete anos. Pacato, vive uma vida tranquila, sem grandes preocupações. No entanto, um presente inusitado pode alterar para sempre seu destino e de todos ao seu redor. O que o rapaz fará com tal responsabilidade sobre seus jovens ombros?

O Livro do Destino nos apresenta a Eric Dias, um rapaz pacato de 17 anos. Sua vida muda quando seu avô, Regis – de quem o garoto é muito próximo – morre, deixando de herança um misterioso livro em branco. De início, Eric fica um tanto confuso: afinal, por que o avô lhe deixaria um presente tão inútil? Tudo que Eric escreve no livro some, aumentando ainda mais o mistério. Contudo, com a aparição de Nathaniel, o Guardião do livro, as coisas começam a se esclarecer e Eric descobre que aquele encadernado tem o poder de mudar, até certo ponto, o destino das pessoas.

A premissa de O Livro do Destino é muito interessante: o que você faria se pudesse alterar o destino das pessoas? Porém, a ação demora a se desenrolar, o que deixa pouco espaço para fatos importantes. Podemos dividir o livro em três partes: na primeira, Eric está lidando com o luto e tentando entender o motivo de ter herdado o livro; na segunda, ele começa a testar o livro, entender seu funcionamento, se empolgar com o mesmo e, posteriormente, se frustrar com suas limitações; e, por último, temos o surgimento de Heinz, o vilão da história, representante da Marca, uma instituição que deseja alterar todo o curso da história para que a humanidade passe por uma “seleção natural” e evolua. Eu percebi uma grande semelhança com Death Note (também resenhado aqui no blog) na primeira parte do livro, o que me fez temer pela originalidade da história, mas felizmente o autor deu um rumo totalmente diferente para seu enredo da metade para o final do livro.

Infelizmente, devido ao número restrito de páginas, o desenvolvimento dos personagens fica em segundo plano. Os fatos não são muito aprofundados, tampouco os personagens secundários. O foco do livro é ser uma história de fantasia que flui de maneira muito veloz, tendo um início, meio e fim bem definidos. O final, aliás, é corajoso. O autor não teve medo de fazer o que era necessário para solucionar o problema criado pela Marca. Contudo, como gosto muito de livros que foquem mais nos personagens, senti falta disso durante a leitura.

Em suma, O Livro do Destino é muito bom para quem gostaria de começar a se aventurar em livros de fantasia. A narrativa é simples, de fácil entendimento e, apesar de alguns fatos não serem tão aprofundados, a leitura segue de maneira tranquila e fluida. Raphael Miguel tem potencial. 🙂

Título Original: O Livro do Destino
Autor: Raphael Miguel
Editora: Chiado Editora
Número de páginas: 206

Parceria e entrevista: Raphael Miguel!

Oi pessoal, como estão?

O ano começou muito bem, e eu trouxe mais uma novidade super bacana pra vocês: o autor Raphael Miguel agora é parceiro do Infinitas Vidas! \o/ Sua obra, O Livro do Destino, já vem fazendo sucesso na blogosfera. Confiram a sinopse:

o livro do destino raphael miguel

Sinopse: O que você faria se recebesse um artefato capaz de alterar o destino das pessoas ao seu redor, interferir no futuro e destruir realidades? O que faria se um instrumento de tamanho poder caísse em suas mãos? Praticaria o bem ou o mal? Utilizaria para sanar as desgraças do Mundo ou para alcançar objetivos egoístas? Tentaria salvar àqueles ao seu lado, ou salvaria apenas a si próprio? Eric Dias é um rapaz de recém feitos dezessete anos. Pacato, vive uma vida tranquila, sem grandes preocupações. No entanto, um presente inusitado pode alterar para sempre seu destino e de todos ao seu redor. O que o rapaz fará com tal responsabilidade sobre seus jovens ombros?

Eu convidei o Raphael pra responder a uma rápida entrevista, pra que vocês o conheçam melhor. Vamos conferir? 😀

autor raphael miguel

1. Como e quando você decidiu ser escritor?

Bem, a decisão de se tornar escritor não foi premeditada. Digamos que, simplesmente, aconteceu. Sabe quando você sente que está fazendo o que realmente gosta? Foi bem isso. Desde quando era criança, gostava de roteirizar, criar histórias, enredos, personagens e mundos imaginários. Foi dessa vocação que a escrita se desenvolveu. Na adolescência, arrisquei algumas palavras e textos, mas nada muito sério ou que houvesse comprometimento. Acumulei certo material dessa época, mas acabei perdendo o “time”, sabe? Muito disso se perdeu com o tempo. Foi apenas depois da faculdade, com alguns anos de carreira, casado e pai que comecei a investir mais nessa veia de escritor. A ideia surgiu de uma vontade que eu tinha de registrar no papel algumas histórias vividas apenas no meu imaginário. Assim, em 2012, comecei a escrever e passei mais de dois anos desenvolvendo a trama de uma saga medieval chamada A Saga de Esplendor (ainda não publicada, mas disponível prévia gratuita no WOMOU). Em maio de 2015, com a Andross Editora, publiquei pela primeira vez um conto que se passa dentro do universo dessa saga, O Domador de Dragões foi publicado na antologia Além das Cruzadas. De lá para cá, não parei mais. Então, não houve uma decisão, houve uma vontade que se tornou um sonho e que, agora, vai se tornando uma realidade e meta de vida. Estou vivenciando com muita empolgação cada momento no mundo literário.
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2. Quais autores foram as suas maiores inspirações no mundo literário?

Sempre que me perguntam isso, fico com medo de esquecer de alguém e cometer certa injustiça. Gosto desde clássicos até a modernidade e escrita contemporânea. Vou citar alguns autores que me ocorrem no momento: Júlio Verne (Viagem ao Centro da Terra) ; Victor Hugo (Os Miseráveis); William Shakespeare (Sonhos de uma noite de verão); J.R.R. Tolkien (O Senhor dos Anéis); George R.R. Martin (As Crônicas de Gelo e Fogo); Douglas Adams (O Guia do Mochileiro das Galáxias); Luis de Camões (Os Lusíadas); Gil Vicente (O Alto da Barca do Inferno); George Orwell (1984); Aluísio Azevedo (O Cortiço); Machado de Assis (Memórias Póstumas de Brás Cubas); Jô Soares (Assassinato na Academia Brasileira de Letras); Creio que esses não são os únicos, mas os mais importantes.

3. Como foi o processo de desenvolvimento de O Livro do Destino? Quais foram as partes mais bacanas e as mais difíceis ao longo desse processo?

O Livro do Destino foi escrito e desenvolvido em 3 meses, rapidinho. Na verdade, eu já tinha imaginado o argumento da trama há um bom tempo e só precisava parar para escrever e desenvolver o enredo. Porém, nada é tão fácil. Quando você começa a escrever, várias outras coisas surgem e interferem no processo da escrita. Quero dizer que muito do que surgiu no livro não estava no argumento original da história. Apesar de a espinha dorsal do enredo não ter sido mexida, muitas subtramas se revelaram, personagens e situações que surpreenderam até mesmo a mim. Agora, quando as pessoas dizem que O LIVRO DO DESTINO tem uma leitura fácil, a explicação para isso é bastante lógica: foi um livro gostoso de escrever, não tive muitas complicações ou enroscos. A escrita fluiu muito bem.

Quanto às partes mais bacanas, muitas poderia citar. O fato de O LIVRO DO DESTINO trazer diversos questionamentos sobre as possibilidades oferecidas pelo próprio encadernado foi algo com que brinquei durante todo o tempo. Eric (o protagonista) representa o garoto comum que não gostaria de ter uma responsabilidade tão grande nas mãos e isso é algo que fica evidente durante toda a trama, o interessante é que todas as situações forçam o leitor a se colocar no lugar do personagem, questionando-o ou até mesmo concordando com suas atitudes. Outra coisa particularmente divertida foi construir diversas possibilidades a partir da existência de outras realidades e dimensões. Eu (autor) acredito que vivemos em um multiverso e poder abordar esse tema foi muito prazeroso.

As partes mais difíceis? Para este enredo, tive muito cuidado para não deixar furos no curso da história. Perguntas sem respostas. O LIVRO DO DESTINO traz uma narrativa leve sem muitas descrições e sem muito floreamento e foi o que me deu medo de não conseguir amarrar tudo em um desenvolvimento fechado. Creio que consegui cumprir meu objetivo.

4. Você teria alguma dica para quem também deseja publicar seu próprio livro?

Poderia fazer até mesmo uma série de dicas. (Risos) Vou mandar 3:

A – A primeira dica que posso dar é: se tens um sonho, escreva-o. O mundo literário é feito de sonhos e esses sonhos se tornam histórias para serem compartilhadas. O livro que não surge de um sonho, não envolve paixão. Mesmo que seja um sucesso do mercado, será um trabalho sem alma, um livro vazio.

B – Antes de tudo, escreva para si mesmo. O escritor deve ser seu maior fã. Se você está começando a escrever pensando na opinião dos outros, o que irão achar de seu trabalho, está fazendo algo errado! Se você não escrever aquilo que gosta, se não olhar para seu trabalho sentindo orgulho, estará fracassando muito em breve.

C – Seja crítico quanto ao seu trabalho. Apesar de ter que amar aquilo que escreve, você deve ser capaz de enxergar aquilo que não está tão bom no final das contas e saber trabalhar com isso. As histórias quando terminadas tendem a ser cruas e devem ser revisadas quantas vezes forem necessárias, como um diamante a ser lapidado. Apesar de ser seu maior fã, deve ser seu maior crítico.

5. Fique à vontade para deixar um recado aos leitores do Infinitas Vidas!

Gostaria de agradecer imensamente a oportunidade de estar participando desta entrevista e muito feliz com o interesse em meu trabalho. Tenham a certeza de que pretendo ter a relação mais íntima possível com meus leitores e fiquem sempre à vontade para me contatar. Um forte abraço a todos e lembrem-se: nós é que traçamos o próprio destino.

Eu adorei as respostas do Raphael e achei as dicas dele incríveis! Até comentei com ele que também fui selecionada para a antologia Além das Cruzadas e pudemos bater um papo a respeito. 😀 O processo de produção de O Livro do Destino, com seus pontos positivos e negativos, também foi muito bacana!

Ao Raphael, meu muito obrigada pelo tempo dedicado à entrevista e pela confiança no Infinitas Vidas! 😉

E vocês, gostaram de conhecer um pouquinho mais sobre o autor e sua obra?
Beijos e até o próximo post! ❤