Resenha: O Jogo do Coringa – Marie Lu

Oi gente, tudo bem?

Depois de muita espera e ansiedade, hoje vim contar pra vocês o que achei de O Jogo do Coringa, continuação de Warcross. ❤ Ah, fica o aviso: o texto possui spoilers do livro anterior.

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Sinopse: Emika Chen quase não conseguiu sair viva do campeonato de Warcross. Agora que ela sabe a verdade por trás do algoritmo e Hideo no NeuroLink, ela não pode mais confiar na pessoa que ela mais acreditava estar do seu lado. Determinada a parar os terríveis planos de Hideo, Emika e os Phoenix Riders se juntam para lutar contra uma nova ameaça a solta nas ruas iluminadas de Tokyo. Entretanto, ela vai descobrir que tudo tem seu preço e que a história por trás de Zero vai muito além do que ela achava que conhecia. Uma vez dentro dessa história, o único caminho é seguir em frente. Determinada a salvar todos que ama, Emika não vai poupar esforços para descobrir a verdade sobre a história da família de Hideo, destruir seu algoritmo e salvar o mundo de Warcross.

Depois de descobrir a verdade sobre o algoritmo de Hideo, bem como sobre a identidade de Zero, Emika Chen se vê em uma verdadeira encruzilhada: tentar caçar o homem que ama sozinha ou se juntar a seu inimigo na missão de impedir Hideo. Após um ataque no mundo real, do qual ela é salva por uma assassina que trabalha para Zero, Emika decide juntar-se a ele – ainda que cheia de desconfianças. A jovem conhece então a organização dos Blackcoats, da qual Zero faz parte, que alega ser uma espécie de justiceira, impedindo que grandes poderes fiquem sob a responsabilidade de uma única pessoa. A partir desse momento, a missão de Emika é se aproximar novamente de Hideo e impedir que ele instale o algoritmo em todas as lentes NeuroLink remanescentes, de modo a ter controle total sobre os pensamentos das pessoas. Porém, a garota também decide investigar mais a fundo o passado sombrio de seus novos “aliados”.

Assim como aconteceu comigo durante a leitura de Warcross, achei o início de O Jogo do Coringa um pouco arrastado. Emika perdeu muito de seu protagonismo, ficando refém de diversas situações que a impediam de efetivamente agir. Especialmente no primeiro terço da obra eu senti falta de sua impetuosidade e temi que ela acabasse se tornando a típica mocinha que precisa ser salva. A verdade é que, infelizmente, Emika acabou ofuscada, sendo alguém pouco ativa na obra – com exceção, talvez, das sequências finais, em que seu pensamento lógico acabou sendo útil. Aqui, Hideo acabou tendo um papel muito mais decisivo, assim como o próprio Zero. E vale dizer que o embate entre os dois, pra mim, foi a parte mais interessante de O Jogo do Coringa (que de “jogo da Coringa”, Emika, não teve praticamente nada).

Marie Lu também aprofunda um pouquinho mais o background dos companheiros de time de Emika, algo que eu tinha sentido falta em Warcross. Apesar de ainda ser um desenvolvimento raso, alguns deles ganharam camadas que os tornaram mais interessantes (especialmente Roshan e Tremaine, que acaba se tornando um aliado valioso). Além dos personagens antigos, temos a inserção de dois novos elementos importantíssimos para a trama: a Dra. Dana Taylor e Jax, ambas dos Blackcoats. A primeira é uma mulher enigmática e discreta; a segunda é a assassina que fica encarregada de proteger Emika, cujo laço misterioso com Zero é bastante instigante.

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Assim como ocorre em Warcross, o plot twist trazido aqui é muito bom e me pegou totalmente desprevenida. Quando você acha que não há muito mais a aprofundar sobre determinados personagens, o livro não hesita em mostrar que você está errado. E, seguindo o exemplo de se seu antecessor, O Jogo do Coringa novamente traz à tona discussões sobre o papel da tecnologia, sobre (falta de) ética em pesquisa, sobre nossas responsabilidades acerca das decisões que tomamos e sobre o real controle que exercemos (ou não) em nosso dia a dia, em meio a tantas evoluções e possibilidades hi-tech. A única coisa que me decepcionou em relação ao final foi o destino de um personagem-chave, que acaba sendo otimista demais em um cenário em que aquilo não parecia “caber”, dando uma sensação forçada e tirando a força de momentos emocionantes e decisivos. Se já tiver lido e quiser saber de quem estou falando, selecione a frase a seguir: para mim, Zero/Sasuke não deveria ter sobrevivido após a destruição do NeuroLink. Quando percebemos que o personagem segue vivo em forma de dados, muito do impacto da cena (e da reação de Hideo) acaba desperdiçado.

Com cenas muito emocionantes – cheias de dor, saudade e arrependimento –, grandes exemplos de amizade e personagens imperfeitos, O Jogo do Coringa é uma obra que encerra de maneira satisfatória a história iniciada em Warcross. E sem deixar de lado as cenas de ação alucinantes e os plot twists de tirar o fôlego! Apesar do segundo volume ser um pouquinho inferior em relação ao primeiro, eu gostei demais desse universo tecnológico criado por Marie Lu. E se você ainda não conferiu essa duologia incrível, está na hora de adentrar em Warcross também. 😉

Título Original: Wildcard
Série: Warcross
Autor: Marie Lu
Editora: Fantástica Rocco (selo da Editora Rocco)
Número de páginas: 304
Gostou do livro? Então adquira seu exemplar aqui e ajude o Infinitas Vidas! ❤

Livro cedido em parceria com a editora.
Esse não é um publipost, e a resenha reflete minha opinião sincera sobre a obra.

Melhores leituras de 2018

Oi, galera! Como estão?

Dezembro chegou e aquele clima de retrospectiva já tomou conta de mim.
Nesse post vou contar pra vocês quais foram minhas leituras favoritas em 2018. A ordem da lista é cronológica, não necessariamente por preferência.

Bora lá! 🙌

P.S.: Ainda Amo Você – Jenny Han

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Esse foi meu livro favorito da trilogia Para Todos Os Garotos Que Já Amei. Lara Jean está mais interessante, há uma discussão importante sobre slutshaming e tem também o fofo do John Ambrose McClaren! ❤

Escândalos na Primavera – Lisa Kleypas

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Meu queridinho da série As Quatro Estações do Amor. Daisy foi a melhor protagonista, e Matthew é um homem dos sonhos! O romance deles não tem drama desnecessário e eles se amam e se respeitam demais. Nenês! ❤

O Segredo do Meu Marido – Liane Moriarty

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Meu primeiro contato com a escrita da Liane Moriarty foi muito positivo. A autora faz um excelente trabalho ao destrinchar as relações familiares e os segredos ocultos que muitos de nós fazem de tudo para esconder. Foi no epílogo que meu queixo caiu e eu fiquei completamente arrebatada pela história.

Boneco de Neve – Jo Nesbø

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Como uma grande fã de romances policiais, adorei a experiência com Boneco de Neve. Os crimes brutais, o mistério por trás da identidade do assassino e as cenas de ação eletrizantes fizeram desse livro uma ótima experiência.

Clube da Luta Feminista – Jessica Bennett

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Esse é um daqueles livros que todo mundo precisa ler. A jornalista Jessica Bennett utiliza de sua experiência pessoal e também dados estatísticos para falar sobre o machismo sutil no ambiente corporativo, dando dicas para combatê-lo e incentivando o empoderamento feminino.

O Poderoso Chefão – Mario Puzo

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Trazendo as tensões das diversas Famílias da máfia italiana como fio condutor, O Poderoso Chefão acompanha as relações da Família Corleone, uma das mais importantes de Nova York, e desenvolve seus personagens ambíguos com maestria.

Warcross – Marie Lu

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Ambientado em um futuro no qual a tecnologia teve grande avanço e um gadget permite a interação entre real e virtual, Warcross é uma ficção científica cheia de ação e ótimos personagens. O final do livro é surpreendente e faz o leitor implorar pela continuação!

A Mulher na Cabine 10 – Ruth Ware

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Claustrofóbico e envolvente, esse livro é um ótimo thriller psicológico ambientado em um cruzeiro de luxo. A protagonista, Lo, sofre de TEPT e tem certeza de que ouviu um assassinato na cabine ao lado da sua; o problema é que ninguém acredita nela.

O Conto da Aia – Margaret Atwood

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Esse livro é uma obra-prima, e eu não estou exagerando. Ele narra um futuro distópico no qual as mulheres perderam seus direitos civis e viraram propriedade de um governo autocrático e religioso, sendo separadas em “castas” de acordo com sua função. É visceral e perturbador.

Espero que tenham gostado da lista, pessoal. 😀
Já leram ou pretendem ler alguma dessas obras? Me contem nos comentários!

Beijos e até o próximo post!

Resenha: Warcross – Marie Lu

Oi povo, tudo bem?

Hoje vim contar pra vocês o que achei de Warcross, uma leitura UAU que foi também minha primeira experiência com a autora Marie Lu.

warcross marie lu.pngGaranta o seu!

Sinopse: O Warcross não é apenas um jogo. Para seus milhões de fãs, é uma fuga, uma forma de ganhar dinheiro, um modo de vida. Com tecnologias avançadas e uma proposta de realidade virtual impressionante, o jogo conquistou adeptos em todo o mundo… inclusive Emika Chen, um jovem hacker órfã que luta pela sobrevivência em Nova York. Agora, uma decisão precipitada está prestar a mudar sua vida. Emika viaja para o outro lado do planeta e vai precisar de toda a sua experiência no mundo virtual para enfrentar uma ameaça desconhecida, que pode transformar o jogo numa guerra cruzada e afetar toda a humanidade.

Imagine que existe um gadget chamado NeuroLink capaz de projetar realidade virtual em absolutamente tudo ao seu redor. Utilizando-o, é possível ver tudo mais colorido, animações nas paredes dos prédios, pessoas utilizando armaduras ou a aparência que desejarem ao andar na rua. Além disso, imagine que essa tecnologia é utilizada para jogar o jogo mais popular do mundo, que também acontece em realidade virtual. É esse o cenário de Warcross. O jogo (que dá nome ao livro) e, principalmente, o universo virtual que o envolve determinam como os indivíduos se relacionam (entre si e com o mundo), devido às inúmeras possibilidades oferecidas pelo NeuroLink. A invenção, que revolucionou a tecnologia, pertence a Hideo Tanaka que, aos 13 anos, criou o gadget e o jogo. O NeuroLink é um óculos capaz de “enganar” o usuário, fazendo com que o cérebro crie projeções realistas, semelhantes a um sonho. Agora, aos 21, o rapaz é bilionário e dono da bem-sucedida Henka Games, proprietária de Warcross. Emika Chen, nossa protagonista, é uma caçadora de recompensas endividada que decide hackear a transmissão da abertura do campeonato mundial de Warcross para tentar capturar um item do jogo e posteriormente vendê-lo; contudo, ela é exposta para o mundo inteiro durante a tentativa. Em vez de ser processada, a moça de 18 anos (dona de um talento sem igual para a programação) é surpreendida por uma proposta de trabalho vinda do próprio Hideo, que desconfia de ataques de um hacker ao sistema de Warcross.

Sendo bem sincera, o início do livro não me fisgou. Apesar de eu já ter sido uma grande fã de videogames, atualmente esse universo não faz parte do meu dia a dia, então fiquei um pouco saturada com as inúmeras descrições das maravilhas possibilitadas pelo NeuroLink. Em cada cenário no qual Emika aparece são feitas descrições detalhadas e esplendorosas sobre luzes, cores e detalhes que só são vistos e possibilitados pela realidade virtual. Entendo que isso seja importante para criar uma base sólida a um novo universo mas, infelizmente, essa parte do livro não prendeu minha atenção. Porém, quando a trama engatou, não consegui mais parar de ler!

Emika é colocada em um time profissional de Warcross, os Phoenix Riders, de modo que possa investigar de perto os jogadores (pois Hideo acredita que um deles é o hacker). A partir daí, mergulhamos com Emika no dia a dia com o time, nos treinamentos exaustivos, nos riscos do DarkWorld (uma espécie de Deep Web do mundo de Warcross) e, também, nos sentimentos avassaladores que surgem durante o processo. Eu shippei DEMAIS um certo casal desse livro. ❤

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Outro aspecto bacana do livro é a representatividade. Emika e Hideo são orientais, Asher (o capitão dos Phoenix Riders) é cadeirante, Hammie (a Ladra do  time) é latina e possivelmente negra e Roshan (o Escudo) tem ascendência indiana e é gay ou bissexual. Emika, ainda, é uma personagem que está saindo da adolescência e entrando na vida adulta – ou seja, com os hormônios em ebulição -, e demonstra sua sexualidade com muita segurança e desenvoltura, sem aquela limitação somente do amor romântico. Ainda sobre a protagonista, devo dizer que ela me conquistou totalmente. Ela é muito inteligente e também é bonita (ou seja, as coisas não precisam ser excludentes). Contudo, ela é bonita de um jeito diferente: como eu já disse, sua beleza não é a do padrão ocidental, e ela tem um estilo marcante graças ao cabelo multicolorido e ao braço tatuado. Mas, mais do que suas características físicas, me encantei pela personalidade de Emika: ela passou por inúmeras dificuldades na vida e sofreu grandes perdas pessoais, mas não se tornou alguém amargo, egoísta ou injusto por conta disso. Apesar da dificuldade em trabalhar em equipe, Emika é guiada pela sua coragem, discernindo o certo do errado – mesmo nos momentos mais difíceis. E, por fim, é especialista em um assunto predominantemente masculino, mostrando que mulheres são tão capazes quanto homens no universo da tecnologia e da programação. É um baita mulherão ou não é? ❤

Da metade pro final do livro, o ritmo da narrativa fica alucinante. Emika passa a compreender que os riscos que corre vão muito além do mundo virtual. Zero, o hacker misterioso por trás dos ataques, mostra que é uma ameaça palpável, e não apenas um avatar de um jogo online. Eu até tinha uma aposta para o desfecho e acertei 50% da minha teoria. Ainda assim, fiquei impactada. Quando eu menos esperava, Marie Lu conseguiu trazer à tona um dilema que não poderia ser mais atual, provocando reflexões sobre o papel da tecnologia nas nossas vidas e o quanto realmente somos livres ao utilizá-la do modo que utilizamos hoje. Tudo isso em meio a revelações bombásticas e muita ação, é claro.

Warcross foi uma leitura maravilhosa com diversos elementos que conquistam: a trama é envolvente, o universo é bem construído e os personagens têm um excelente desenvolvimento. Comecei Warcross com um leve desinteresse pelo universo sci-fi de Marie Lu e terminei a leitura implorando pelo segundo volume. Recomendo MUITO!

Título Original: Warcross: player, hunter, hacker, pawn
Série: Warcross
Autor: Marie Lu
Editora: Fantástica Rocco (selo da Editora Rocco)
Número de páginas: 320
Gostou do livro? Então adquira seu exemplar aqui e ajude o Infinitas Vidas! ❤

Livro cedido em parceria com a editora.
Esse não é um publipost, e a resenha reflete minha opinião sincera sobre a obra.

Parceria com a Rocco, primeiro “recebidos” e sorteio!

Oi pessoal, tudo bem?

Em fevereiro desse ano, recebi uma notícia incrível: o Infinitas Vidas foi selecionado para ser parceiro da Editora Rocco em 2018!
Esperei um pouco para contar a novidade aqui no blog porque queria aproveitar e mostrar pra vocês o primeiro “recebidos” (até porque os primeiros a gente nunca esquece, né nom?). ❤

Mas, na verdade, o objetivo principal desse post é agradecer. Em primeiro lugar, à Rocco, por confiar em mim e no meu trabalho. Eu cresci lendo os livros publicados pela editora e, das minhas séries favoritas, três são dela (Harry Potter, As Crônicas do Mundo Emerso e Jogos Vorazes). Dá pra imaginar a emoção que senti quando vi o nome do blog na lista, né? Depois de 4 anos de empenho e dedicação, finalmente o Infinitas Vidas conquistou sua primeira parceria com uma editora, o que pra mim significa um grande passo.

Agradeço também aos leitores fiéis, que toda semana estão acessando os posts e/ou deixando comentários, levando em consideração minha opinião e me incentivando a continuar, mesmo com um TCC sendo feito e um trabalho de turno integral. Obrigada, de coração! ❤

Sem mais delongas, vamos conhecer o primeiro recebido do blog em parceria com a Editora Rocco?

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Sinopse: Contratada para assumir a recém-criada editoria de gênero do The New York Times, a jornalista Jessica Benett constrói um guia incisivo e irônico de como sobreviver ao sexismo no ambiente de trabalho em Clube da luta feminista. Mesclando experiências pessoais e de outras mulheres e conselhos nada politicamente corretos com pesquisas e estatísticas sérias, Bennett oferece dicas valiosas e bem-humoradas para a mulher enfrentar o machismo na sociedade atual e combater o terreno minado e muitas vezes sutil do preconceito no ambiente corporativo. Com projeto gráfico moderno, repleto de ilustrações e esquemas divertidos, o livro fala tanto dos desafios externos enfrentados pelas mulheres cotidianamente, quanto dos comportamentos arraigados e autossabotadores delas próprias no dia a dia do escritório, sempre num tom informal e sarcástico.

Semana que vem já tem resenha aqui no blog! O que posso adiantar é o seguinte: QUE LIVRO, minhas amigas (ok, e meus amigos), que livro!

Tá achando que as novidades acabaram? Ainda não! Em abril a Rocco lançou Warcross, o novo livro de Marie Lu (autora da trilogia Legend). Com uma vibe cibernética, que conversa muito com Jogador Nº 1, o livro promete ser eletrizante. Pra comemorar esse lançamento, tá rolando o sorteio de um exemplar lá no Instagram do blog! Confiram as regras na foto oficial, participem (tá super fácil, sério) e boa sorte! ❤

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Sinopse: Para os milhões que se conectam todos os dias, Warcross não é apenas um jogo – é um modo de vida. Não é diferente para a hacker adolescente Emika Chen, que para se sustentar trabalha como caçadora de recompensas e rastreia jogadores que apostaram ilegalmente no jogo. Mas o mundo da caça de recompensas é competitivo, e a sobrevivência não tem sido fácil. Precisando de dinheiro rapidamente, Emika se arrisca e invade o jogo de abertura do Campeonato Internacional de Warcross… e acaba entrando acidentalmente no jogo em si e se tornando uma sensação da noite para o dia. Convencida de que vai ser presa, Emika fica surpresa quando recebe uma ligação do criador do jogo, o elusivo e jovem bilionário Hideo Tanaka, com uma proposta irresistível. Ele precisa de um espião dentro do torneio daquele ano para descobrir um problema de segurança… e quer que Emika faça o serviço. Mas logo ela descobre um plano sinistro, com consequências sérias para todo o império de Warcross. Nesta aventura de ficção científica, Marie Lu, a autora bestseller do New York Times, dá vida a um mundo envolvente e contagiante em que escolher em quem confiar pode ser a maior aposta de todas.

Bom, pessoal, as novidades de hoje são essas!
Tenham certeza de que vem muito conteúdo de qualidade por aí, fruto dessa parceria incrível. 😉
Conto com vocês pra dividir tudo isso! ❤