Review: Rogue One: Uma História Star Wars

Oi, pessoal, como estão?

Em primeiro lugar, gostaria de desejar a todos um Feliz Natal! Espero que a véspera tenha sido incrível e que o dia de hoje seja repleto de amor e muita alegria ao lado de quem vocês amam. ❤

Para o post de hoje eu não resisti a trazer um review de um filme muito aguardado a que assisti na sexta-feira: Rogue One: Uma História Star Wars!

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Sinopse: Ainda criança, Jyn Erso (Felicity Jones) foi afastada de seu pai, Galen (Mads Mikkelsen), devido à exigência do diretor Krennic (Ben Mendelsohn) que ele trabalhasse na construção da arma mais poderosa do Império, a Estrela da Morte. Criada por Saw Gerrera (Forest Whitaker), ela teve que aprender a sobreviver por conta própria ao completar 16 anos. Já adulta, Jyn é resgatada da prisão pela Aliança Rebelde, que deseja ter acesso a uma mensagem enviada por seu pai a Gerrera. Com a promessa de liberdade ao término da missão, ela aceita trabalhar ao lado do capitão Cassian Andor (Diego Luna) e do robô K-2SO.

Confesso pra vocês, apesar de ser super fã de Star Wars, eu não tava enlouquecida esperando por Rogue One. Estava me planejando pra assistir, claro, mas as minhas expectativas não estavam lá em cima porque não acompanhei muito de perto as informações que saíam sobre o filme. Pois é, eis que todas as expectativas que eu nem sequer imaginava que poderia ter foram superadas! QUE FILME INCRÍVEL. ❤

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O longa começa nos apresentando à família de Galen Erso, que vive isolado com a mulher Lyra e a filha Jyn. Ele é forçado pelo Império para trabalhar em um projeto de uma arma extremamente destrutiva. SIM, a Estrela da Morte! Sua mulher é morta na situação e sua filha consegue fugir, sendo resgatada por um amigo da família, Saw Gerrera. Após um corte, somos apresentados a Jyn adulta, que se transformou em uma fora-da-lei, está presa e sendo transportada por uma espécie de “camburão”. Ela é resgatada por alguns membros da Aliança Rebelde, que desejam que a garota entre em contato com Saw Gerrera, pois receberam a informação de que ele possui uma mensagem enviada por Galen por intermédio de um piloto imperial desertor. A partir dessa primeira aventura, o grupo parte em busca dos planos da Estrela da Morte.

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Rogue One tem como objetivo principal preencher as lacunas entre Star Wars III e Star Wars IV. Ele vem para responder como os rebeldes conseguiram os planos da Estrela da Morte e também explica o – até então – furo: por que raios o Império deixou uma falha tão grave na sua arma mais poderosa? E o filme faz isso muito bem, com uma trama que faz sentido: um cientista forçado a construir a arma, que perdeu sua família, sabota a própria criação e ajuda os rebeldes a destruí-la. E, por se tratar de um enredo com um objetivo tão difícil e grandioso, o filme traz diversas cenas de ação muito bem executadas, capazes de nos prender na poltrona. Apesar do final ser um tanto óbvio, é difícil se preparar para enfrentá-lo (e eu juro que tentei!). Mesmo que o espectador saiba qual seja o desfecho, é impossível não ser envolvido pela garra e pela força (desculpem o trocadilho infame) dos personagens.

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Falando em Força, é muito interessante ver como ela é trabalhada em Rogue One. Mesmo após a extinção dos Jedis (exceto, é claro, por Obi-Wan e Yoda), existem pessoas que creem nela e a usam para guiá-los. Um exemplo é um dos personagens de que mais gostei: Chirrut Îmwe, um lutador marcial cego que mostra um lado mais religioso da Força, além de proporcionar algumas das cenas de luta mais legais. A amizade dele com Baze Malbus é muito bonita e rende algumas cenas emocionantes. O piloto Bohdi Rook também é crucial na missão, sendo uma fonte de informação importante sobre o Império. Temos também um novo trio principal (parece que Star Wars adora essa dinâmica): Jyn, Cassian e o robô K-2SO. Cassian é um rebelde da Aliança desde os seis anos. É feroz na luta pela causa, mas tem um grande coração. K-2SO é um robô imperial reprogramado extremamente divertido e carismático, sempre fazendo o espectador rir com suas estatísticas pessimistas. Jyn, contudo, decepciona. A atuação de Felicity Jones não convence, e a personagem não tem o carisma que Rey, por exemplo, demonstrou logo de cara. A personagem é bem fraca, infelizmente. Outro personagem que vale a menção: DARTH VADER! A participação do Lorde Sith é justificada e épica, porque em poucos minutos de tela ele demonstra todo o seu poder e grandeza. É difícil não ser fangirl nesse momento, sorry. 😛 Também tivemos o uso de CG para trazer alguns personagens importantes da trilogia original e, apesar de ter dado para notar que era animação, ainda assim achei o efeito satisfatório.

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Rogue One: Uma História Star Wars é um filme um pouco mais tenso do que os outros filmes da saga, apesar de ter momentos de humor bem colocados. Ele é totalmente fechado em si mesmo, tendo como objetivo encerrar alguns questionamentos em aberto e ampliar nosso entendimento sobre os sacrifícios feitos pela Aliança Rebelde na luta para a destruição do Império Galáctico. A Disney tem feito um excelente trabalho com os novos Star Wars, porque Rogue One foi épico, envolvente e marcante. Confiram!

Título original: Rogue One: A Star Wars Story
Ano de lançamento: 2016
Direção: Gareth Edwards
Elenco: Felicity Jones, Diego Luna, Alan Tudyk, Mads Mikkelsen, Ben Mendelsohn, Donnie Yen, Jiang Wen, Forest Whitaker, James Earl Jones