Infinitas Vidas Informa #16

Oi pessoal, tudo bem?

Setembro passou voando e já chegamos ao último domingo do mês!
Bora conferir as notícias que rolaram? 😀

Galera Record lança uma nova edição de Os Instrumentos Mortais

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A saga de Cassandra Clare ganhou novas capas e um box bonitão pela Galera Record. Cada personagem protagoniza uma das capas. Confira!

Trailer de Moana é liberado

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O novo filme da Disney ganhou um trailer completo, e ele está super divertido! Assista!

Fallen finalmente ganha seu primeiro trailer

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Depois de inúmeros adiamentos e rumores de cancelamento, a adaptação cinematográfica de Fallen ganhou seu primeiro trailer. Assista!

Adorei o trailer de Moana, estou louca pra assistir! ❤
E vocês, curtiram as notícias?

Beijos e até semana que vem!

Lista #1: Especial Dia das Mães

Oi gente! Tudo bem?

Hoje é um dia muito especial: é Dia das Mães! ♥
Espero que todos possam aproveitar com suas mães ou com quem teve esse papel em sua vida. =)
Pra comemorar, fiz uma lista com grandes mães das obras que já li ou assisti. Espero que gostem!

1

Lílian Potter (Harry Potter): Impossível falar de mães sem lembrar de Lílian Potter. Ela lutou contra Voldemort, era amada e admirada por todos aqueles que a conheciam e sua última ação foi se sacrificar em nome do filho, Harry. Corajosa e amorosa, Lílian salvou a vida de Harry e serviu como exemplo por toda a vida do garoto.

2

Molly Weasley (Harry Potter): J. K. Rowling sabe criar mães fortes e que fazem de tudo pelos filhos, né? Molly Weasley é amorosa, mas também enérgica e sabe quando repreender. Adota Harry como um filho e ajuda a cuidar dele, além de se preocupar com toda a sua família e cuidar dela com unhas e dentes. Além disso, é impossível esquecer da icônica frase “not my daughter, you bitch!” (melhor pessoa) 😛

3

Catelyn Stark (As Crônicas de Gelo e Fogo/Game of Thrones): Senhora de Winterfell, Catelyn Stark definitivamente não é uma mulher passiva. Mãe de 5 filhos, ela cuida de cada um com afinco e carinho. Quando Bran é empurrado da torre (no primeiro episódio da série) e, posteriormente, sofre uma tentativa de assassinato, Catelyn luta e se arrisca para salvar a vida do filho. Posteriormente, acompanha Robb na luta contra Porto Real/King’s Landing. Uma mãe de muita fibra e determinação!

4

Cersei Lannister (As Crônicas de Gelo e Fogo/Game of Thrones): Mesmo que eu não goste da Cersei Lannister, uma coisa preciso admitir: se ela ama alguém na vida, são os filhos. Quando alguma coisa os atinge ou foge ao controle dela, Cersei transforma-se em uma leoa e a vemos em fúria. Apesar do caráter duvidoso, o amor e a dedicação que ela tem aos filhos (mesmo ao psicopata do Joffrey) são inegáveis.

5

Regina Mills/Rainha Má (Once Upon a Time): Pra mim, Regina Mills, ou a Rainha Má, é a melhor personagem de Once Upon a Time. A personagem era uma jovem doce que, após perder um grande amor, transformou-se na vilã que conhecemos. Ao chegar no nosso mundo, após a sua maldição, ela adota Henry e forma uma família. O amor que ela sente pelo menino é tangível, e ela faz absolutamente tudo que estiver ao seu alcance para protegê-lo. Grande parte da evolução da personagem é em nome do amor que ela sente pelo filho, e esse sentimento faz com que Regina deixe de ser uma vilã e torne-se uma pessoa melhor.

6

Mary Margaret/Snow White (Once Upon a Time): Imagino que uma das piores coisas para uma mãe seja abandonar seu filho. Snow White (Mary Margaret fora da Floresta Encantada) obrigou-se a fazer isso para salvar seu bebê recém-nascido, Emma, da maldição da Rainha Má. Para proteger a criança (e ter uma chance de salvar o Reino), Snow enviou-a para nosso mundo e obrigou-se a esperar até que a filha voltasse para salvar a todos. A culpa persegue Snow em tempo integral, mas ela é uma mãe exemplar que se preocupa com os filhos e faz de tudo para incentivá-los e encorajá-los.

7

Jocelyn Fray (Os Instrumentos Mortais): Olha a diva da Lena Headey aqui de novo! Eu li apenas o primeiro livro da série Os Instrumentos Mortais, mas lembro do quanto gostei da história de Jocelyn, apesar de trágica. Ao descobrir os planos terríveis de Valentim, seu marido, a Caçadora de Sombras o abandonou. Grávida de Valentim, Jocelyn se escondeu e passou a viver como uma mundana. Criou Clary de maneira a protegê-la daquele mundo que ela julgava tão perigoso de maneira incansável.

Bom, pessoal, essa foi a minha lista especial pro Dia das Mães!
Vocês lembram de mais alguma mãe especial do mundo da literatura ou dos filmes e séries? Me contem nos comentários! 😀

Beijos e até semana que vem! ❤

Resenha: Cidade dos Ossos – Cassandra Clare

Oi, gente!

Peço desculpas pelo atraso do post! 😦 Eu queria muito escrever sobre o livro escolhido para esta resenha, mas só terminei a leitura dele ontem, então optei por atrasar um dia a atualização do blog. Tenho vontade de falar a respeito deste livro há muito tempo: Cidade dos Ossos, o primeiro volume da série Os Instrumentos Mortais, de Cassandra Clare!

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Sinopse: Um mundo oculto está prestes a ser revelado… Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato – muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer… Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.

O livro começa com uma sequência de acontecimentos bastante acelerada: a protagonista, Clary Fray, se depara com os Caçadores de Sombras logo no primeiro capítulo. Pouco tempo depois, sua mãe, Jocelyn, é sequestrada, e Clary parte numa busca por informações que possam ajudá-la a resgatar a mãe, contando com a ajuda dos Caçadores de Sombras Jace, Isabelle e Alec, além de seu melhor amigo, Simon. A partir daí, Clary entra numa jornada de descobertas sobre o verdadeiro passado de sua mãe e sobre quem ela mesma realmente é. Nessa busca por informações, descobrimos que Jocelyn foi uma Caçadora de Sombras e é a responsável pelo desaparecimento de um item poderosíssimo: o Cálice Mortal, capaz de criar novos Caçadores de Sombras. Ela fez isso para evitar que Valentim, o vilão da trama, pusesse as mãos nesse artefato, pois suas intenções eram claramente destrutivas.

Algumas coisas me incomodaram bastante, principalmente na primeira metade do livro. O Mundo das Sombras é explicado a Clary principalmente por Jace e Hodge (o tutor do Instituto de Nova York, onde os três jovens Caçadores de Sombras moram). Entretanto, as informações são jogadas a ela de forma muito superficial. Cassandra Clare elaborou um mundo onde existem demônios, fadas, vampiros, lobisomens, entre outras criaturas, mas não se aprofunda em explorá-los. Ocorre um bombardeio de informações rasas sobre esses seres no começo do livro. Talvez isso se explique pelo fato de ser o primeiro volume de uma série e, portanto, ter um caráter mais explicativo. Mesmo assim, me incomodou.

Além disso, eu achei a Cidade dos Ossos totalmente mal explorada e desinteressante. Por dar nome ao primeiro livro, eu imaginava que a chegada a esse local seria grandiosa e que ela teria grande importância na trama. Bem, me desapontei. Clary precisou ir até lá numa tentativa de recuperar suas memórias, que eram apagadas pelo bruxo Magnus Bane a pedido de sua mãe, que fugira daquela vida de Caçadora de Sombras e de tudo que ela representava. Minha impressão final, depois de toda essa sequência, é de que a cidade não teve impacto algum.

Outro fator que me fez não gostar muito do livro até a metade dele é a falta de identificação com os personagens. Eu não gostei especialmente de nenhum deles e, pra mim, isso influencia bastante. Clary e Jace são personagens ativos e determinados, mas muito irritantes. Apesar de serem adolescentes (ou talvez justamente por isso), as brigas são totalmente infantis, típicas de uma criança que quer chamar a atenção da outra e, para isso, puxa seu cabelo ou pisa no seu pé. Eu não tinha paciência para a maior parte das cenas dos dois, pois os diálogos eram marcados pela ironia de Clary e pelo sarcasmo e presunção de Jace.

Entretanto… da metade pro final do livro, o enredo finalmente começou a se desenvolver e eu comecei a me empolgar muito com a leitura! Os sentimentos de Clary e Jace começaram a ser mostrados, Clary passou a descobrir e desenvolver melhor os seus poderes e, finalmente, pareceu encontrar a solução para salvar a mãe. Uma das reviravoltas mais importantes do livro acontece, com uma traição muito inesperada. E, para finalizar, eu finalmente passei a gostar verdadeiramente de um personagem: Luke, o melhor amigo de Jocelyn que, no início da história, “virou as costas” para Clary quando ela pediu ajuda para salvar a mãe. Ele é realmente incrível e carismático, além de narrar um dos melhores capítulos do livro! ♥

Outra coisa que vale a pena comentar é a aparição do grande vilão do livro, Valentim. Ele é mencionado durante toda a história, mas só se revela para o leitor nos capítulos finais. Valentim é o protagonista de uma das maiores revelações da trama, revelação esta que gera um final devastador, principalmente para Clary e Jace. Eu não consigo deixar de pensar em Sephiroth, o vilão de Final Fantasy VII, quando penso em Valentim, com sua expressão séria e impenetrável hahaha!

Um ponto bastante positivo sobre Cidade dos Ossos é que Cassandra Clare desenvolveu a história em terceira pessoa. Apesar do ponto de vista ser totalmente focado na protagonista, eu realmente fiquei contente com o fato de não ser a própria Clary a narradora, seria difícil lidar ainda mais com a sua imaturidade. Espero sinceramente que ela amadureça nos próximos volumes!

Cidade dos Ossos foi um livro que me causou múltiplas emoções: por diversas vezes pensei em desistir da leitura, por achá-la superficial e infantil demais (grande parte dessa impressão gerada pelos protagonistas). Contudo, o desenvolvimento gradual da trama, tornando-a mais profunda e menos óbvia, foi o que me motivou a terminar o livro e me fez chegar à conclusão de que gostei dele. O mundo criado por Cassandra Clare é muito rico e, apesar de contar com diversos seres vistos comumente em outras histórias e mitologias, ela os aborda de forma diferenciada. Para quem gosta de literatura infanto-juvenil e fantasia, eu recomendo Cidade dos Ossos. Se você tiver paciência pra vencer as partes introdutórias do livro (e a chatice das briguinhas entre Clary e Jace) e seguir com a leitura, você será recompensado! Estou animada para começar o próximo volume! 😀

Série: Os Instrumentos Mortais
Editora: Planeta
Número de páginas: 462
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