Resenha: Morte Súbita – J. K. Rowling

Oi, meu povo! Como estão?

Para o post de hoje, trago pra vocês o primeiro livro fora do universo Harry Potter que li da minha rainha J. K. Rowling. ❤ Me refiro a Morte Súbita, uma obra que causa muitas opiniões controversas.

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Sinopse: Este livro de J.K. Rowling conta a história de Pagford e seus habitantes, que, após a morte inesperada de Barry Fairbrother, membro da Câmara do vilarejo, fica em choque. Pagford é, aparentemente, uma pacata cidade inglesa com tudo o de mais comum e organizado que pode haver, mas o que está por trás da fachada bonita é uma cidade em guerra – uma guerra de classes, credos, gerações e interesses. Ricos em guerra com os pobres, adolescentes em guerra com seus pais, esposas em guerra com seus maridos, professores em guerra com seus pupilos – Pagford não é o que parece ser. O assento vazio deixado por Barry no conselho municipal logo se torna o catalisador para a maior guerra que a cidade já viu. Quem triunfará em uma eleição repleta de duplicidade, paixão e revelações inesperadas?

Se não me falha a memória, eu ganhei esse livro de uma amiga em 2012 e, até então, nunca havia dado uma chance a ele. As duras críticas na internet acabaram me fazendo ter uma impressão negativa (ou talvez receosa) em relação à obra e acabei me enrolando pra conferi-la. Esse ano, na tentativa de diminuir cada vez mais os livros não lidos da minha estante, decidi que era hora de conhecê-lo e tirar minhas próprias conclusões. E minha opinião é bem positiva!

Morte Súbita tem seu start com a morte de Barry Fairbrother, um importante membro da cidade fictícia de Pagford. Membro do Conselho Distrital, pai de família exemplar, treinador do time de remo da escola, Barry era uma pessoa cujo nome todos conheciam. Mas nem só de amizade e admiração eram feitas suas relações: no Conselho Distrital, Barry tinha muitos conflitos por defender o bairro conhecido como Fields – uma zona da cidade bastante pobre e com altos índices de criminalidade. E eu diria que uns 80% do enredo do livro rodeia todo esse conflito em relação a Fields e Barry, por mais que o personagem morra no prólogo. Mesmo sendo ausente, ele é uma peça-chave na trama.

A partir da morte de Barry, vários acontecimentos têm início. O casal Howard e Shirley Mollison (os maiores rivais de Barry no Conselho) se preparam para tentar eleger seu filho, Miles, como substituto de Barry; Samantha Mollison, esposa de Miles, se afasta cada vez mais do marido por essa decisão; Gavin Hughes, sócio de Miles, vive um relacionamento conturbado com a namorada, Kay Bawden, uma mulher com quem ele não tem coragem de terminar; Kay, por sua vez, lida com a revolta da filha, Gaia (que não queria ter se mudado de Londres para o vilarejo de Pagford) e com as dificuldades do seu emprego como assistente social, no qual ajuda a família Wheedon; Krystal Wheedon, uma garota problemática, tenta manter a mãe longe das drogas enquanto cuida do irmão de apenas três anos; Andrew Price, colega de Gaia e Krystal, sofre com a violência de um pai abusivo; o casal Colin e Tessa Wall tentam lidar com o filho rebelde Stuart (Bola), ao mesmo tempo em que Colin se candidata ao Conselho; Parminder Jawanda, médica e membro do Conselho, lida com a tristeza após a morte de Barry, mas sem perceber que parte de sua família tem seus próprios sofrimentos; Sukhvinder Jawanda, filha de Parminder, sofre bullying e é maltratada por Bola, mas não tem coragem de contar a situação a ninguém… e por aí vai.

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Sim, existem MUITOS nomes em Morte Súbita (eu nem citei todos). E sim, todos eles são importantes. Porque Morte Súbita é um livro que fala sobre as relações pessoais em uma cidadezinha interiorana com valores conservadores. E esses valores caem por terra quando começam a invadir o site do Conselho Distrital para postar verdades sujas sobre diversos membros daquela comunidade. Esse gatilho coloca tudo em movimento, e vemos as máscaras de vários personagens caindo.

Acho importantíssimo falar também sobre a crítica social incrivelmente inteligente que J. K. Rowling constrói por meio da polêmica a respeito de Fields. Os protagonistas desse plot são os membros da família Wheedon. Krystal e sua mãe, Terri, são personagens difíceis e problemáticas e, em um primeiro momento, é muito fácil que nossa tendência seja a de de julgá-las e desprezá-las. Porém, com o passar das páginas, vamos descobrindo muito mais a respeito delas: conhecemos suas dores, seu sofrimento, seus traumas. Percebemos que a pobreza e a desigualdade social as levaram para esse caminho difícil, do qual nem todos conseguem voltar. E, sendo brasileira, foi muito fácil enxergar como essa realidade acontece todos os dias em nosso país, tão desigual e injusto. A crítica que J. K. tão habilmente constrói se aplica totalmente à nossa realidade, o que torna todo esse enredo da família Wheedon ainda mais indigesto e amargo.

Morte Súbita tem uma história que se desenrola aos poucos. A narrativa, feita em terceira pessoa, mas sob a ótica de vários personagens, leva um tempo para engrenar. Mas, assim que você entende quem é quem em Pagford e quais são suas motivações e suas histórias, a trama fica muito mais instigante. Pra vocês terem ideia de quanto fui sendo absorvida pela história, eu devorei as últimas 100 páginas (fiquei lendo até às 3h da manhã e quase morri de sono no outro dia hahaha). O final é um soco no estômago e me deixou bastante impactada, ao mesmo tempo em que tenta trazer uma visão positiva sobre alguns aspectos. Resumindo, Morte Súbita é uma obra excelente, bem construída e com críticas extremamente importantes. J. K. Rowling não decepciona! ❤

Título Original: The Casual Vacancy
Autor: J. K. Rowling
Editora: Nova Fronteira
Número de páginas: 501

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Resenha: Harry Potter e a Criança Amaldiçoada – J. K. Rowling, John Tiffany e Jack Thorne

Oi, gente! Tudo bem?

Essa é provavelmente uma das resenhas mais difíceis que já fiz. Hoje vim falar um pouquinho (mentira, vai ter textão) sobre um livro um tanto controverso, que eu demorei meses pra ler por puro medo: Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. 

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Sinopse: Sempre foi difícil ser Harry Potter e não é mais fácil agora que ele é um sobrecarregado funcionário do Ministério da Magia, marido e pai de três crianças em idade escolar. Enquanto Harry lida com um passado que se recusa a ficar para trás, seu filho mais novo, Alvo, deve lutar com o peso de um legado de família que ele nunca quis. À medida que passado e presente se fundem de forma ameaçadora, ambos, pai e filho, aprendem uma incômoda verdade: às vezes as trevas vêm de lugares inesperados.

A história é basicamente a seguinte: Harry e seu filho do meio, Alvo Potter, não têm uma relação próxima. O afastamento entre os dois se deu principalmente após a entrada do garoto em Hogwarts, onde foi selecionado para a Sonserina e fez um único amigo: Escórpio Malfoy. Após uma briga, Alvo decide voltar no tempo usando um Vira-Tempo que Harry – agora chefe do Departamento de Execução das Leis da Magia – confiscou, com o intuito de salvar Cedrico Diggory. Essa motivação vem não apenas da briga com o pai, mas também da visita de Amos Diggory e sua sobrinha, Delphi, à casa de Harry. Amos não aceita que o filho tenha morrido em vão e, ao ouvir os rumores de que um novo Vira-Tempo foi encontrado, pressiona Harry a usá-lo. A atitude de Alvo em roubar o Vira-Tempo e voltar até o Torneio Tribruxo com Escórpio acaba causando desdobramentos terríveis no futuro, e não apenas os dois, como os personagens adultos (Harry, Gina, Hermione, Rony e Draco) precisam correr pra consertar as falhas temporais.

Como vocês já devem saber, a narrativa de A Criança Amaldiçoada é diferente de todos os outros livros da saga, pois trata-se de um roteiro de uma peça de teatro. Particularmente, esse tipo de narrativa não me incomodou. O roteiro tem algumas descrições que nos ajudam a imaginar a cena e segue um ritmo bem tranquilo de acompanhar. Durante a leitura eu me peguei em diversos momentos divagando sobre como aquelas cenas seriam levadas para um palco. Nos cinemas temos os efeitos especiais que fazem a magia acontecer, mas e no teatro? Fiquei bem curiosa.

Se meus problemas com A Criança Amaldiçoada não começaram na narrativa, eles começaram em algo mais importante e grave: no enredo. Não vou dar spoilers, obviamente, mas a questão é que o livro desconstrói muita coisa da saga original de uma maneira impiedosa. A mitologia por trás de vários artefatos – principalmente o Vira-Tempo – é ignorada e totalmente modificada sem maiores explicações. O uso desse objeto faz de A Criança Amaldiçoada praticamente um Efeito Borboleta bruxo! 😛 Além disso, os personagens (com exceção de Draco) não eram condizentes com os sete livros anteriores, sendo um esboço bem fraco do que eles costumavam ser ou, talvez, sendo um esboço mal feito dos filmes. Aliás, parece que o livro inteiro foi escrito por alguém que não leu os livros e só assistiu às adaptações: os personagens são rasos e tomam atitudes que não correspondem às suas contrapartes literárias, alguns plots que já ficaram no passado há eras são retomados (oi, Cedrico), algumas cenas e personagens são romantizados de uma maneira que não faz sentido nenhum, os artefatos utilizados são aqueles famosinhos nos filmes (Vira-Tempo e Mapa do Maroto)… Enfim, sinto que, na tentativa de fazer uma homenagem a aspectos clássicos da saga, A Criança Amaldiçoada se tornou apenas um fanservice fraquíssimo.

Foram vários os aspectos que eu não gostei, né? Pois é, dei rage em diversos momentos durante a leitura. Mas não posso ser injusta, existem pontos positivos em A Criança Amaldiçoada. O primeiro deles: Escórpio Malfoy. ❤ Ele tem a fofura da Luna, mas sem a esquisitice, sabem? É um personagem doce, leal e inteligente. Na verdade, nem sei porque foi parar na Sonserina, Lufa-Lufa ou Corvinal combinariam muito mais com ele! Escórpio salva A Criança Amaldiçoada, porque Alvo é um péssimo protagonista. Além dele, outro Malfoy teve destaque no livro: Draco. Ele foi o único personagem que manteve sua essência original, e foi além: mostrou-se um pai feroz, que faria de tudo pelo filho. Apesar de sua comunicação com Escórpio não ser tão boa, sentimos a cada fala do personagem quão intenso é seu amor. Além deles, A Criança Amaldiçoada também traz algumas passagens interessantes: no último Ato existe uma cena muito triste e bonita, que conseguiu me fazer chorar.

Em suma, Harry Potter e a Criança Amaldiçoada é um livro “ok”. Tem alguns momentos bacanas, mas em geral eu senti que não passava de um fanservice mercenário. Como potterhead desde os 8 ou 9 anos, isso é muito difícil pra mim. Talvez a peça seja incrível, mas não foi fácil ler o que li e ver meus personagens favoritos transformados no que se transformaram. Não gostei de ver a saga que mais amo na vida transformada em algo tão tosco. Na verdade, se a J. K. Rowling não tivesse considerado o livro canônico (ou seja, parte da saga original), eu olharia pra ele de modo mais tranquilo. Agora, sabendo que ele é de fato a continuação, fiquei frustrada. Infelizmente, não tive aquela sensação gostosa de voltar a Hogwarts, sabem? Espero que um dia eu possa assistir à peça ao vivo e mudar de ideia. 🙂

Agora, pra quem quiser ler, seguem abaixo algumas considerações COM SPOILER. Selecione se quiser ler:

  • Harry usando a influência dele no Ministério pra ameaçar a Minerva (agora diretora de Hogwarts)? Achei muito nonsense, considerando que o personagem sempre desprezou os Malfoy justamente por menosprezarem as pessoas e usarem de poder para conseguirem o que queriam.
  • Não faz sentido todo esse drama entre Harry e Alvo pelo fato do garoto ter sido colocado na Sonserina, principalmente porque As Relíquias da Morte termina justamente com Harry dizendo que isso não é importante.
  • Gina virou a ameba inútil dos filmes, com falas e ações que não acrescentam nada na história.
  • Hermione foi muito burra ao deixar o Vira-Tempo escondido nos livros. Ela é muito mais brilhante do que isso!
  • Rony foi transformado e resumido a um tiozão do “é pavê ou pacumê”. Botem logo um nariz de palhaço no personagem e terminam de avacalhá-lo.
  • Não consigo imaginar o Voldemort transando e tendo uma filha. Talvez porque a saga original não explore tanto esses quesitos. Mas ok, até que dá pra engolir.
  • Alvo Potter PIOR PESSOA. Todo mundo reclama que o Harry fala umas coisas pesadas pro filho, mas quem não perderia a paciência com Alvo? Harry faz de tudo pra demonstrar seu amor e o guri não aceita nenhuma das tentativas do pai, sempre agindo com revolta e autopiedade (sendo que Escórpio tem muito mais problemas do que ele).
  • Snape aliado a Rony e Hermione? Que romantização escrota do personagem. Gente, aceitem: Snape pode ter sido corajoso e heroico, mas não era uma BOA pessoa. Ele era um professor abusivo e ponto. Mais um fanservice descarado.
  • A cena do quadro do Dumbledore também foi difícil de engolir. Nunca vi um quadro se comportar daquele jeito e demonstrar emoções.

Título Original: Harry Potter and the Cursed Child
Autor: J. K. Rowling, John Tiffany e Jack Thorne
Editora: Rocco
Número de páginas: 352

Review: Animais Fantásticos e Onde Habitam

Olá, pessoal! Tudo bem?

E depois de muita espera, muita ansiedade e duas idas ao cinema (uma na estreia e uma hoje), trago pra vocês meu review de Animais Fantásticos e Onde Habitam! ❤

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Sinopse: O excêntrico magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne) chega à cidade de Nova York levando com muito zelo sua preciosa maleta, um objeto mágico onde ele carrega fantásticos animais do mundo da magia que coletou durante as suas viagens. Em meio a comunidade bruxa norte-america, que teme muito mais a exposição aos trouxas do que os ingleses, Newt precisará usar todas suas habilidades e conhecimentos para capturar uma variedade de criaturas que acabam fugindo.

Não foi fácil escrever esse review. Como potterhead assumida, vocês sabem como é difícil pra mim manter a compostura quando falo sobre o universo mágico de J. K. Rowling HAHAHA! Mas vou me esforçar ao máximo pra trazer pra vocês o que achei de mais relevante em relação ao filme. 😉

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Começando pela história: o roteiro de J. K. Rowling está incrível! Sério, essa mulher é capaz de fazer qualquer coisa com maestria! Apesar do início do filme ser um pouco mais lento, logo a trama começa a ganhar complexidade e somos apresentados a um universo totalmente novo. A história começa basicamente assim: o magizoologista Newt Scamander viaja a Nova York para comprar um presente, mas se vê no centro de uma confusão quando um dos animais que ele carrega em sua mala escapa e ele precisa usar magia na frente de um não-maj (aka trouxa), Jacob Kowalski. Quando se prepara para apagar a memória de Kowalski, este é mais rápido e sai correndo… com a mala de Newt! 😛 A partir desse incidente, o primeiro plot do filme tem início: três animais fogem da mala de Newt e ele se une a Jacob para tentar recuperá-los. Os dois acabam ganhando duas aliadas inesperadas: Tina e Queenie Goldstein, duas irmãs bruxas. Contudo, a trama vai muito além disso, pois existem outros aspectos em ação: o medo dos bruxos de serem descobertos pelos não-majs, a presença de seitas como a dos Segundos Salemianos (que buscam desmascarar os bruxos e promovem o ódio contra eles) e, principalmente, a ameaça latente de Gerardo Grindewald, um terrível bruxo das trevas. Além disso, novamente J. K. Rowling traz temas atuais para suas histórias: o filme fala, entre outras coisas, sobre questões políticas e extremismo. Sim, existem algumas pontas soltas (como o veneno com capacidades obliviativas no final) e personagens subexplorados (como a Presidente Picquery), mas eu espero que isso seja melhor trabalhado no futuro.

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Além de um roteiro incrível, temos outro ponto forte característico do universo de J. K. Rowling: ótimos personagens! Eddie Redmayne trouxe à vida um Newt doce, tímido, totalmente deslocado e sem jeito para interações humanas, mas totalmente confortável com seus amigos animais. Tina Goldstein também é uma boa personagem: ex-auror, a funcionária do MACUSA (Congresso Mágico dos EUA) tem um caráter forte e busca sempre fazer o certo. Sua irmã, Queenie, é um amor! Meiga e engraçada, ela é tão leal quanto a irmã. Mas Jacob Kowalski rouba a cena! ❤ Carismático, engraçado e corajoso, o não-maj representa a todos nós com seu encanto e respeito em relação ao mundo bruxo. Também gostei da atuação de Ezra Miller, com seu Credence traumatizado e perturbado. Colin Farrell nos apresenta a um vilão dissimulado e consistente, mas um pouco óbvio demais. Agora, em relação a Grindelwald… não gostei, gente, sorry. Aquela caracterização ficou MUITO tosca e forçada, mais um dos estereótipos de Johnny Depp. Espero que ele surpreenda na atuação nos próximos filmes, porque olha…

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Agora, um dos pontos fortes do filme é, obviamente, o clima de magia. Na estreia eu assisti a Animais Fantásticos no cinema normal, sem 3D, e hoje conferi em IMAX. Em ambos os casos, eu me senti totalmente envolvida pelos cenários, pela ambientação, pelos efeitos especiais e, é claro, pelos animais. ❤ A criatividade de J. K. Rowling é surpreendente, e pudemos conhecer um lado de seu mundo mágico que tinha muito potencial para ser explorado: o das criaturas mágicas. Adorei conhecer os animais de Newt e já me apaixonei por suas peculiaridades! Outro aspecto totalmente novo é a ameaça dos Obscurus, “seres” totalmente inéditos, com infinitas possibilidades para serem explorados. Em relação a essas novidades todas, devo admitir que em IMAX elas ficaram ainda mais evidentes, pois os efeitos especiais saltaram aos olhos, proporcionando grande imersão.

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Bom, resumindo: Animais Fantásticos e Onde Habitam foi uma surpresa maravilhosa. Conseguiu se afastar de Harry Potter e ter vida própria ao mesmo tempo em que evoca nostalgia por nos levar de volta a esse universo sensacional. Gostei muito do tom mais leve e do humor presentes no filme e adorei o fato dele ter caminhado com as próprias pernas, usando apenas algumas referências a Harry Potter. O longa tem algumas falhas (como algumas pontas soltas e algumas atuações, conforme já citei antes), mas acerta muito mais do que erra. Com o perdão do trocadilho, mas se tem um adjetivo que combine com esse filme, certamente é fantástico. 🙂

Título original: Fantastic Beasts and Where to Find Them
Ano de lançamento: 2016
Direção: David Yates
Elenco: Eddie Redmayne, Katherine Waterson, Dan Fogler, Alison Sudol, Colin Farrell, Ezra Miller

Infinitas Vidas Informa #15

Oi gente, tudo bem?

Mais um mês que chega ao fim e mais um Infinitas Vidas Informa no ar. 😀
Confira as notícias que separei pra vocês ao longo de agosto!

How To Get Away With Murder ganha fotos e pôster da terceira temporada

novas fotos how to get away with murder

Annalise Keating e seus pupilos estão (quase) de volta! 🙂 A terceira temporada da série, que estreia 22 de setembro, ganhou pôster e fotos oficiais. Confira!

J. K. Rowling vai lançar três novos e-books referentes ao mundo mágico

ebooks pottermore

Os livros digitais serão lançados no Pottermore e já têm títulos definidos! São eles: “Hogwarts: An Incomplete and Unreliable Guide”, “Short Stories from Hogwarts of Power, Political and Pesky Poltergeists” e “Short Stories from Hogwarts of Heroism, Hardship and Dangerous Hobbies”. Saiba mais!

Vazam novas fotos do live action de A Bela e a Fera 

a bela e a fera novas fotos

O novo filme da Disney está sendo aguardado com ansiedade. Enquanto sua estreia não chega, algumas fotos vazadas vão matando nossa curiosidade. Nas imagens, podemos ver Lumière, Cogsworth, Gaston e Adam (Fera)! Confira!

Espero que tenham gostado das notícias, pessoal. 😉
Beijos e até semana que vem!