5 motivos para assistir Outlander!

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje finalmente estreia a 3ª temporada de Outlander e eu estou empolgadíssima! Já fiz resenha dela aqui no blog (logo que a série começou, em 2014) e mantenho o que disse na época: a série segue como uma das minhas favoritas!
E, para fazer um aquecimento para a nova temporada, resolvi listar 5 motivos pelos quais você deve dar uma chance a essa série JÁ!

1) O enredo

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Outlander conta a história de Claire Randall que, ao viajar pela Escócia com o marido em uma segunda lua de mel, acaba sendo transportada 200 anos no passado. Lá, ela conhece Jamie Fraser, um highlander encantador que a protege e por quem ela se apaixona, sendo correspondida. Contudo, em uma época cheia de riscos e com muitos inimigos à espreita, o casal precisa vencer diversos desafios que colocam suas vidas em perigo. Essa é só a pontinha do iceberg do enredo de Outlander. Não tem como não se encantar com a história de amor de Claire e Jamie e torcer para que tudo dê certo. Além de tudo isso, a série é cheia de referências histórias, incluindo momentos como a Revolução Jacobina. A trama é riquíssima, envolvente e deixa o espectador ansiando por mais um episódio.

2) Fotografia e figurinos

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Gente do céu, que ambientação mais linda a dessa série! Seja com as paisagens escocesas da primeira temporada ou nos bailes parisienses da segunda, os cenários são de cair o queixo! Outro aspecto de encher os olhos são os figurinos. Na primeira temporada, os trajes escoceses roubam a cena e já encantam, com seu aspecto mais rústico e cores mais frias. Mas é na segunda temporada que os figurinos ficam ainda mais encantadores. Na França, Jamie e Claire utilizam roupas típicas da região e da época, e cada peça é cheia de detalhes, como os vestidos coloridos de tecidos nobres cheios de bordados e trajes masculinos galantes bem trabalhados.

3) A abertura

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“Sing me a song of a lass that is gone…” Como não se arrepiar quando essa música começa a tocar? Com um arranjo maravilhoso, inspirado nas músicas tradicionais escocesas, e a voz incrível de Raya Yarbrough cantando a melodia, é impossível não ficar apaixonada por essa abertura. As cenas que passam ao fundo também são muito significativas e trazem deslumbres importantes da história. Eis uma abertura que eu não pulo. 😉

4) Protagonista feminina empoderada

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Mesmo em 1945, Claire já era uma mulher à frente de seu tempo. Teimosa, forte, determinada, bem resolvida sexualmente, independente, excelente profissional… esses são só alguns dos atributos que passam pela minha cabeça quando penso na Claire. E isso se mantém em evidência mesmo quando ela volta no tempo: ela não baixa a cabeça para ninguém, sendo ousada e atrevida – características vistas com maus olhos na época. Claro que, sob alguns aspectos, a personagem precisa ceder, já que se encontra em uma posição e em um contexto totalmente diferente, mas isso mostra também sua versatilidade e adaptabilidade. A personagem também vai contra os estereótipos de mocinha indefesa ao partir para a ação em diversos momentos (dadas suas limitações). Ela arquiteta planos e não teme fazer o que for necessário para proteger as pessoas que ama. Além de tudo isso, também é bacana que ela seja sexualmente mais experiente que Jamie, invertendo os papéis que já estamos de saco cheio costumamos ver em romances, nos quais o homem é o galã conquistador. Em suma, Claire é uma protagonista forte e empoderada em qualquer época.

5) Jamie Fraser

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Mas é óbvio que eu separaria um tópico só pra falar do Jamie, meu maior crush fictício ever! ❤ O sotaque charmoso, o cabelo ruivo cacheado, os olhos azuis… por onde a gente começa? HAHAHA! Mas, muito além da aparência, eu preciso falar sobre a personalidade de Jamie. Ele é um rapaz (apesar da idade dos atores não fazer jus à descrição dos livros, na história original ele é super jovem) corajoso, exímio guerreiro, teimoso e romântico. Por mais que ele viva e faça parte de um contexto extremamente machista (o que explica algumas atitudes menos nobres que ele toma em determinados momentos), o personagem faz tudo o que está ao seu alcance para melhorar essas falhas e se adequar ao que a Claire espera de uma relação – considerando que ela vem de um casamento saudável, respeitoso e a 200 anos dali. Quando digo “se adequar”, isso não significa “se moldar, perder a essência, ser capacho”. Significa entender o que Claire diz, refletir a respeito e buscar melhorar, para que a relação dos dois se mantenha saudável. Obviamente é um desafio: Claire é uma mulher questionadora e de atitude forte, que toma as rédeas de muitas situações. Mas isso não o desencoraja ou o intimida: isso o excita, o deixa mais apaixonado, faz com que ele a admire ainda mais. Sério gente… tem como não amar esse cara?

Bônus: as cenas de sexo. Só vou dizer isso a respeito. Assistam e entendam o que tô querendo dizer HAHAHAHAHA!

E aí, depois de ler esse post vocês também ficaram animados para a estreia da 3ª temporada? Ou talvez com vontade de conhecer a série? De uma coisa eu tenho certeza: vocês não vão se arrepender! Outlander é viciante!

Beijos e até semana que vem!

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Aumenta o som: Begin Again OST

Oi, gente! Como estão? 😀
Espero que bem, curtindo bastante o Dia dos Pais! \o/

Dando continuidade a essa coluna, na qual indico pra vocês meus artistas e músicas favoritas, trago o meu vício mais recente: a trilha sonora original do filme Begin Again (ou, na versão brasileira, Mesmo Se Nada Der Certo)! ❤

O responsável pela trilha do filme é Gregg Alexander e as músicas foram cantadas por Keira Knightley, a protagonista do filme, e Adam Levine, do Maroon 5, que também atua no longa. ❤ Elas têm uma vibe meio indie, meio folk, meio rock, meio pop  (?) HAHAHA  e eu amei de paixão cada música! Minhas favoritas são Lost StarsComing Up Roses e Tell Me If You Wanna Go Home! ❤

Bom, espero que gostem tanto quanto eu! 😀

Coloquei as principais músicas do filme na playlist, então me contem nos comentários o que acharam, combinado? 😉

Beijos e até semana que vem! ❤

Aumenta o som: James Bay

Oi gente, tudo bem?

Hoje começa uma nova coluna aqui no blog, na qual vou indicar pra vocês meus artistas favoritos. E quem motivou essa coluna foi o moço do título, o James Bay. ❤ Estou louca de vontade de falar sobre ele pra vocês (até mencionei isso no post com os meus favoritos de 2015), então criei uma coluna especialmente pra isso HAHAHA!

Conheci James Bay em 2015, e até hoje ele é uma das minhas melhores descobertas musicais, além de ser um dos meus artistas favoritos. Ouvi Hold Back the River no rádio e fui pro Youtube procurar mais trabalhos dele. Sabe o que é se apaixonar por cada música? Sem exagero, ele não tem uma única canção ruim. Com seu violão e sua voz incrível, o rapaz britânico de chapéu e cabelos compridos conquistou de vez meu coração. ❤

Falando um pouquinho sobre ele, então: James Bay é inglês, tem quase 26 anos e lançou seu primeiro álbum, Chaos and the Calm, em 2015. No mesmo ano, recebeu o Brit Awards como Critics’ Choice, e em 2016 como Melhor Artista Masculino Britânico. Um arraso só esse homi. ❤

Bom, chega de papo. Bora conhecer minhas músicas favoritas do James Bay? 😉

A minha vontade era colocar todo o álbum aqui, mas tive que me conter HAHAHA!
Espero que gostem, pessoal. ❤

Beijos e até semana que vem!