Séries que abandonei #1

Oi pessoal, tudo bem?

Vocês sabem que eu adoro assistir séries, certo? Mas hoje o post é um pouquinho diferente: em vez de indicar séries pra vocês, vou listar as que abandonei. E por mais que de início essa atitude possa “doer” (já que você nunca vai chegar ao fim daquela história), chega um tempo em que a gente finalmente aceita que a vida é curta demais pra insistir no que já não faz mais sentido por orgulho. 🤷‍♀ Especialmente quando envolve gastar muitas horas de vida numa história que ficou ruim hahaha!

Luke Cage

Review

Apesar de ter gostado da primeira temporada de Luke Cage, o cancelamento de todas as séries da Marvel pela Netflix me fez perder o fôlego de seguir assistindo, especialmente porque os episódios são longos. 😦 Uma pena que isso tenha acontecido, porque eu queria muito uma segunda temporada de Os Defensores.

Punho de Ferro

Review

Mais um caso da leva de cancelamentos resultante do fim da parceria da Marvel com a Netflix. Mas, nesse caso, admito que não foi só isso: a primeira temporada já foi difícil de engolir e eu tinha zeeero vontade de seguir vendo.

Arrow

Review

Eu já fui muito fã de Arrow e curti pra caramba as primeiras temporadas. Mas acho que perdi a paciência lá pela terceira ou quarta, em que os plots começaram a ficar repetitivos e virou historinha de romance. :/

The Flash

A explicação sobre Arrow cabe perfeitamente aqui também. Acho que é um defeito comum nas séries de herói da CW, elas simplesmente ficam andando em círculos e começam a ficar nonsense. Chega uma hora que cansa, ainda mais que são vários episódios com mais de 40 minutos.

Black Mirror

Parei de assistir Black Mirror na terceira temporada porque percebi que simplesmente enjoei da fórmula.

That 70’s Show

Me diverti durante um bom tempo com essa série, mas peguei uns spoilers sobre a saída de dois dos protagonistas (Topher Grace e Ashton Kutcher), assim como o retrocesso de alguns personagens (como Hyde e Jackie), então eu pensei: “sem tempo, irmão”.

13 Reasons Why

Review

Lembro de ter ficado bastante chocada com a primeira temporada de 13 Reasons Why, especialmente pelos vários níveis de abuso que a Hannah sofria. Quando saiu a segunda, que eu já julgava desnecessária, li críticas falando sobre cenas ainda piores. Pra mim foi um vacilo da Netflix, que resolveu capitalizar em cima de cenas de abuso explícitas e desnecessárias. Thanks, but no thanks.

Qual a opinião de vocês sobre as séries da lista? Já assistiram ou abandonaram alguma? Abandonaram outras? 😂
Me contem nos comentários, please, quero saber quem se identificou. \o/

Lista #3: Especial Dia dos Pais

Oi gente! Como estão?

Hoje é um dia especial! É dia de dar aquele abraço apertado no pai (ou em quem faz esse papel) e enchê-lo de amor! ❤
Para comemorar, trago uma lista não só de grandes pais, mas também de grandes exemplos de figuras paternas! Espero que gostem! :3

mufasa

Mufasa (O Rei Leão): Era impossível não colocar o Mufasa no topo dessa lista, considerando que O Rei Leão é meu filme favorito! ❤ Mufasa é amoroso, mas também sabe disciplinar Simba quando necessário. Ele é uma figura imponente e respeitada, que guia o seu filho com muita sabedoria.

hagrid

Hagrid (Harry Potter): Apesar de não ser pai, Hagrid é uma figura paterna para Harry, sempre se preocupando e cuidando do garoto (mesmo que de um jeito atrapalhado). O amor e o apoio que Hagrid sempre dedicou a Harry é incondicional e verdadeiro, o que torna Hagrid uma grande figura paterna. ❤

ned

Ned Stark (As Crônicas de Gelo e Fogo): Ned é aquele personagem honrado, que sempre faz a coisa certa (me lembra um pouco o Mufasa, inclusive), e isso se reflete na criação de seus filhos. Sempre dedicado à família, Ned faz o possível para proteger os filhos e tratá-los com amor e compreensão. Em nome desse amor e querendo ter uma chance de permanecer com os filhos, ele acaba tendo um desfecho trágico. 😦 (sdds Ned)

hans

Hans Hubermann (A Menina Que Roubava Livros): Liesel, após ser adotada, encontra em Hans seu grande porto-seguro. A relação dos dois avança de forma progressiva, e ele não só a recebe de braços abertos como realmente a faz sentir como sua filha. Além disso, ele estimula o hábito da leitura em Liesel, que é fundamental na vida da garota. ❤

diggle

John Diggle (Arrow): O pai mais novo da lista, mas que já coloca a família em primeiro lugar. Honrado e com um grande senso de justiça, por diversas vezes Diggle se sentiu dividido entre auxiliar Oliver na luta contra o crime e se manter seguro para cuidar de sua família. Porém, desde que Sara nasceu, Diggle mostrou-se um pai responsável e que faz de tudo para manter a família em segurança.

Bônus: Stela Scott (Não Pare!): Acredito que muitos tenham uma “pãe”, a mãe que faz o papel de pai. Stela, mãe da protagonista Nina, é um ótimo exemplo disso. Por saber do perigo que a filha corria, sempre criou Nina sozinha com muito cuidado e dedicação. Claro, como todo ser humano, ela cometeu alguns erros escondendo segredos da jovem, mas qual pai ou mãe não erra tentando acertar, né? 🙂

Gostaram das escolhas?
Lembram de mais alguém? 😀

Beijos e até semana que vem!
E Feliz Dia dos Pais! ❤

Dica de Série: Arrow

Oi gente! Tudo bem?

Nas últimas semanas, meu namorado e eu decidimos começar uma nova série juntos, já que as que acompanhamos (como The Walking Dead e Outlander) estavam em pausa. Escolhemos Arrow, sobre a qual venho falar no post de hoje, e já adianto: foi uma das melhores séries que descobri recentemente! ❤

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Sinopse: Playboy, milionário e mulherengo, Oliver Queen (Stephen Amell) está presumivelmente morto há 5 anos, quando um acidente de iate causou o desaparecimento dele, de seu pai, Robert (Jamey Sheridan), e Sara Lance, irmã de sua então namorada Laurel (Katie Cassidy). Mas Oliver sobreviveu e, preso em uma ilha, ele aprendeu a lutar por sua vida. De volta à civilização em Starling City, ele é um homem mudado e está decidido a honrar a memória do pai e livrar a cidade da corrupção. Disfarçado, ele usa as habilidades que aprendeu durante seu tempo de reclusão para isso, e ao mesmo tempo precisa esconder sua nova identidade da mãe, Moira (Susanna Thompson), da irmã, Thea (Willa Holland) e dos amigos.

Arrow conta a história do jovem bilionário Oliver Queen que, após passar cinco anos numa ilha após um acidente de iate, é resgatado e volta para a cidade natal, Starling City, a fim de cumprir uma promessa feita ao pai de “limpar” a cidade de todo o mal. Com o passar dos episódios, vamos descobrindo tudo que Oliver passou na ilha – o que inclui experiências de tortura e de treinamento militar – e compreendemos como um antigo playboy tornou-se um arqueiro habilidoso e um exímio lutador.

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Uma das coisas mais legais da série são os diversos núcleos de personagens. A história, apesar de focada em Oliver e na sua luta diária como justiceiro, também consegue arrumar tempo em tela para abordar aspectos importantes de praticamente todos os outros personagens. Vemos como Oliver se sente deslocado com a família, devido às inúmeras mentiras que precisa contar; vemos o relacionamento complicado de Oliver, de sua ex-namorada Laurel e de seu melhor amigo, Tommy (assunto sobre o qual falarei nas próximas linhas); vemos o desenvolvimento do julgamento de Oliver, principalmente com os conselhos do seu parceiro, Diggle, entre diversos outros plots. E tudo isso faz com que você se sinta muito mais conectado à série e aos personagens, pois é possível vivenciar as emoções de cada um deles, que vão ficando ainda mais complexas com o passar dos episódios.

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Os flashbacks da série também são um fator importante, pois nos contam sobre as vivências de Oliver na ilha e reforçam os sentimentos do personagem no presente. Um exemplo claro disso é o amor que ele ainda sente pela ex-namorada, Laurel, uma advogada de sucesso muito determinada. O grande problema na história dos dois é que, no dia do acidente, Oliver estava traindo Laurel com a irmã dela (mais complicado, impossível). Agora, como vigilante de Starling City, ele não se permite ficar com ela graças às responsabilidades e às mentiras com as quais tem que conviver, mesmo que ambos ainda nutram sentimentos um pelo outro. Em contrapartida, Tommy, o melhor amigo de Oliver, é perdidamente apaixonado por Laurel, e eles constroem um relacionamento muito bonito e real ao longo da série, dividindo o coração de quem assiste. Shippo muito, admito. ♥ Além do trio, outro personagem que ganha força e complexidade ao longo da série é John Diggle, o segurança e parceiro de Oliver. Ao descobrir que Oliver é o vigilante, Diggle passa a ajudá-lo e torna-se uma peça fundamental para que a atividade de Oliver dê certo, agindo como um conselheiro e também como um companheiro em lutas mais complicadas. É um dos meus personagens favoritos, sem dúvidas!

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A primeira temporada da série é muito dinâmica e gira em torno do Empreendimento, uma empreitada que Oliver vai descobrindo aos poucos. Seu pai, antes de morrer, deixou para ele uma lista com diversos nomes de pessoas da elite que prejudicaram a cidade de alguma maneira – extorsões, negligência, entre outros atos prejudiciais ao povo –, mas ele não teve tempo de contar a Oliver toda a verdade. O espectador vai descobrindo junto com o protagonista as reais intenções por trás do Empreendimento, o que torna cada episódio surpreendente. Os desfechos são instigantes e pedem por continuação, na maioria das vezes. Para ser sincera, dificilmente eu fiquei enjoada de ver muitos episódios seguidos.

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Arrow é uma série de aventura muito bem construída, dinâmica e interessante. A ação vem na medida certa, sendo balanceada com o aspecto psicológico dos personagens. É muito fácil se identificar com as motivações deles, sentir as suas dores ou as suas alegrias. Além disso, é empolgante acompanhar cada episódio, já que sempre ocorrem muitas reviravoltas, fazendo com que a série nunca fique tediosa. Arrow está mais do que recomendada! 😀

Título original: Arrow
Ano de lançamento: 2012
Criador: Andrew Kreisberg
Elenco: Stephen Amell, Katie Cassidy, David Ramsey, Colin Donnell, Emily Bett Rickards